A vida é feita de fragmentos de lembranças que vem à nossa cabeça e nos fazem entender o que acontece. Não. Errado. Mas só toquei no assunto de lembranças porque achei escrito em um papel, dentro de um caderno, o seguinte trecho:
"Se você exige um determinado resultado para ser feliz, você tem um hábito. Se simplesmente deseja um certo resultado, você tem uma preferência. Se você não tem qualquer preferência, você tem aceitação. Quando você tem aceitação, chega à excelência."
Alguém me diga, quem escreveu isso? Se a resposta for negativa, o crédito é meu. Procurem no google ou no msn serch(para não dizerem que sou favorável apenas ao google, mesmo que o blogger seja dele). Se ninguém achar essa frase, eu que escrevi. E coloquem créditos, porque a frase é boa mesmo. Só que acho que não fui eu quem escreveu. Porque eu não me lembro de ter colocado a palavra excelência em alguma frase. Mas enfim, pode ter sido escrita em algum daqueles meus momentos de gente inteligente. Relampejos de inteligência que, talvez felizmente, só acontecem uma vez em muito tempo.
A frase é legal. É um fragmento de alguma coisa, muito provavelmente. Ou uma frase de volta para casa depois da aula. Enfim, não vem ao caso mesmo. Só que nada disso tem importância hoje. Porque estou triste. E só saber que o blog recebeu 250 visitas com 50 comentários nos posts que essa página exibe, me faria alegre. Sim, não conseguirei ficar alegre hoje. Porque uma história parece ter chegado ao fim.
Ignorando o fato de que o fim é relativo, como escrevi tão pífiamente em algum post abaixo deste que tu estás lendo, acho que uma história de amizade e companheirismo chegou ao fim mesmo. Será difícil reatar isso. Concertar o que foi estragado. Juntar os cacos e seguir em frente. Viver como antes, sem que nada mude, sem qualquer lembrança do passado. Viver, sem qualquer receio. Será muito complicado.
Foram anos de companheirismo, ajuda mútua, mostra de que são raros os companheiros como esse, que me mostraram que não há valor que o pague. Tantos bons momentos. Tantas vezes que me ajudastes em situações complicadas. Fazia sol ou chuva estávamos juntos. No frio, com meia ou no calor, com um ventilador ao nosso lado. Estávamos sempre juntos. Andávamos juntos. A verdade nunca fomos amigos, mas sim, companheiros. Se eu dissesse que éramos amigos, estaria banalizando a amizade. Éramos companheiros. E para todas as horas.
Só que ontem, companheiro. Tu me deixastes. Acredito que nunca mais seremos companheiros. Porque tu sofrestes muito desgaste. Fostes muito usado por mim. Acho que isso te magoou profundamente. Perdão lhe peço agora, acho que muito tarde, mas a intenção é o que vale. Perdão companheiro, pois admito, que sempre te usei, discaradamente.
Ninguém que te via, gostava de ti, isso nos tornava muito semelhantes. Só que tu também não te cuidavas. Qualquer água e tu já estávas fedendo. Ninguém gostava do teu cheiro após uma molhada. Ninguém gostava. Menos eu. Eu, já tinha me acostumado com isso. Te aceitei numa boa, mesmo tentando inutilmente, várias vezes, te tornar algo mais cheiroso, ou melhor, menos fedido.
Obrigado pelos anos de companheirismo. Sentirei saudades de te usar, meu quase amigo.
Meu chinelo arrebentou ontem, enquanto eu carregava um banco com o Ricardo. Quase 5 anos de uso contínuo. Muitas histórias para contar. Um bom companheiro, que nunca reclamou de mim. Coitado. Agora está aqui, ao meu lado, arrebentado.
Adeus, chinelo Olympikus tamanho 44.
domingo, 30 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
Ridiculamente louco
Escrito por
Vini Manfio
(esse texto foi escrito para ser postado aqui mas foi postado primeiro no Tosco por ser tosco, por alguns motivos, só posto hoje aqui)
Agora, imaginando futuras e já vividas situações, como de costume, fico dialogando ou imaginando diálogos, que poderiam ou podem acontecer. Tudo num ato muito habitual meu: falar sozinho. Gosto de falar sozinho, mesmo que não perceba como a minha voz é realmente. Gosto de fazê-lo mais para treinar fala e raciocínio. Acredito ser o único a fazer isso para treinar raciocínio.
E em uma dessas possíveis conversas que eu teria(ou poderia ter tido) com outras pessoas, uma em especial me motivou a escrever. Esse texto, depois do já escrito no blog do maluco(como disse, esse também será postado lá). Mas aqui vou fazer uma relação, ou alguma coisa do tipo, escrita, sobre uma idéia ou noção que tanto mudou em minha cabeça. Ridículo. Sim, a noção, ou idéia de ridículo, mudou muito em minha cabeça.
Nem preciso falar que nos meus ínfimos e infelizes tempos de normal, eu considerava quase tudo ridículo. Principalmente se esse algo fosse visual ou aparente(voz é algo aparente, mas não visual...). E como era fácil julgar aparentemente alguém ou algo. Mais fácil ainda era tachá-lo de ridículo. Era até divertido, pois eu ria dos "ridículos", esquecendo que eu era um ridículo. Aliás, na época, eu nem tinha idéia do que eu era. O que evitou uma depressão - o mal do século.
O tempo foi passando, o espírito maluco falando mais alto e o ridículo foi se tornando mais incomum. Quase nada que fosse aparente era ridículo. Só se fosse algo muito escandaloso, como alguém usar calça rosa com camisa amarelo-limão. Mas ridículo se tornou o meu passado e as atitudes. A normalidade, com sua superficialidade e falsidade, se tornou ridícula. E eu percebi o quanto era bom ter virado um ridículo na visão dos outros(malditos outros) e ver que eu era ridículo, mas já havia me concertado.
E o tempo passou. Atualmente, nem a mais ridícula das aparências é ridícula pra mim. Posso rir, mas não acho mais ridículo. Porque cada um veste o que tem vontade, cada um cria a sua moda, o seu estilo. Que se danem aquelas imaginárias leis que impedem alguém de usar camisa social com chinelo de dedo velho, fedido e gasto. É. O ridículo para mim se tornou cada vez mais invisível. Antes eu achava ridículo fazer certas coisas. Hoje, as faço e rio muito, só saber que um dia as achei ridículas.
Cansei de escrever essa palavra que começa com ridí e termina com culo(quase o mesmo cula de ViNícULa). Então fico pensando em como terminar esse texto. Não quero pensar muito mais agora. Chega. O ridículo mudou na minha cabeça. Mas ele não mudou na cabeça de muitos. Eu mudei. Muitos não mudaram. Tudo muda mas nada muda. Parece o final do meu outro texto.
Ridículo é achar alguém ridículo, mas ridículo não é achar uma atitude ridícula. Superficialidade é ridícula. Já a falsidade não. Essa é patética.
Tão tá!
Agora, imaginando futuras e já vividas situações, como de costume, fico dialogando ou imaginando diálogos, que poderiam ou podem acontecer. Tudo num ato muito habitual meu: falar sozinho. Gosto de falar sozinho, mesmo que não perceba como a minha voz é realmente. Gosto de fazê-lo mais para treinar fala e raciocínio. Acredito ser o único a fazer isso para treinar raciocínio.
E em uma dessas possíveis conversas que eu teria(ou poderia ter tido) com outras pessoas, uma em especial me motivou a escrever. Esse texto, depois do já escrito no blog do maluco(como disse, esse também será postado lá). Mas aqui vou fazer uma relação, ou alguma coisa do tipo, escrita, sobre uma idéia ou noção que tanto mudou em minha cabeça. Ridículo. Sim, a noção, ou idéia de ridículo, mudou muito em minha cabeça.
Nem preciso falar que nos meus ínfimos e infelizes tempos de normal, eu considerava quase tudo ridículo. Principalmente se esse algo fosse visual ou aparente(voz é algo aparente, mas não visual...). E como era fácil julgar aparentemente alguém ou algo. Mais fácil ainda era tachá-lo de ridículo. Era até divertido, pois eu ria dos "ridículos", esquecendo que eu era um ridículo. Aliás, na época, eu nem tinha idéia do que eu era. O que evitou uma depressão - o mal do século.
O tempo foi passando, o espírito maluco falando mais alto e o ridículo foi se tornando mais incomum. Quase nada que fosse aparente era ridículo. Só se fosse algo muito escandaloso, como alguém usar calça rosa com camisa amarelo-limão. Mas ridículo se tornou o meu passado e as atitudes. A normalidade, com sua superficialidade e falsidade, se tornou ridícula. E eu percebi o quanto era bom ter virado um ridículo na visão dos outros(malditos outros) e ver que eu era ridículo, mas já havia me concertado.
E o tempo passou. Atualmente, nem a mais ridícula das aparências é ridícula pra mim. Posso rir, mas não acho mais ridículo. Porque cada um veste o que tem vontade, cada um cria a sua moda, o seu estilo. Que se danem aquelas imaginárias leis que impedem alguém de usar camisa social com chinelo de dedo velho, fedido e gasto. É. O ridículo para mim se tornou cada vez mais invisível. Antes eu achava ridículo fazer certas coisas. Hoje, as faço e rio muito, só saber que um dia as achei ridículas.
Cansei de escrever essa palavra que começa com ridí e termina com culo(quase o mesmo cula de ViNícULa). Então fico pensando em como terminar esse texto. Não quero pensar muito mais agora. Chega. O ridículo mudou na minha cabeça. Mas ele não mudou na cabeça de muitos. Eu mudei. Muitos não mudaram. Tudo muda mas nada muda. Parece o final do meu outro texto.
Ridículo é achar alguém ridículo, mas ridículo não é achar uma atitude ridícula. Superficialidade é ridícula. Já a falsidade não. Essa é patética.
Tão tá!
sexta-feira, 28 de março de 2008
Um tapa no eu-lírico
Escrito por
Vini Manfio
Se existe uma coisa complicada e que hoje eu percebo ser mais complicada ainda é o tal do inglês. Porque depende do que vem antes e do que vem depois para saber o significado de alguma palavra, principalmente verbos. Existem os verbos mais chatos ainda, como o get, o go e o have, que possuem condições de existência diversas, e muito distintas.
Mas enfim. Tentar traduzir uma música é complicado. Por isso escrevo sobre o assunto agora. Traduzi 3 músicas do Creedence. 3 músicas que não tinham tradução. Foi legal. Letras meio desconexas, que não consegui traduzir seu real sentido, mesmo tendo entendido-as. É bem legal fazer isso. Tu percebes que o teu vocabulário é ínfimo e que precisas estudar mais.
É divertido fazer essas coisas. Além do mais, faço porque gosto. De aprender coisas novas e principalmente de Creedence. Não há nada melhor do que ouvir Creedence. E se há, não vai ser listado. Porém, não vou fazer uma outra exaltação ao Creedence, porque já o fiz há alguns posts. De fato mesmo é que tentei e consegui aprender alguma coisa.
Ah. Acabou a semana. Bom, só falta o sábado. Mas quase. Depois de domingo, volta a semana. Voltam as aulas. As provas. Os estudos. Que droga. Deveria ter estudado hoje de tarde, mas a minha mente e o idiota do meu eu-lírico não me deixaram estudar, estavam muito cansados. Que idiotas. Cansados de que?, se eles só pensam.
Pensam tanto que agora não pensam nada e não me ajudam a escrever alguma coisa aqui. Idiota. Meu eu-lírico é idiota. Ele não me ajuda. Só fica me incomodando e enchendo a paciência. E na hora de ajudar a escrever algo, ele se faz de salame. Que saco. O que vem ao caso é que eu gosto de gelatina.
Assim como eu gosto de fazer análises. É divertido, por mais que eu me irrite, ou não, fazendo esse tipo de análise. Não só em textos, mas em conversas msn a fora. Analisar e entender como as pessoas agem se tornou algo divertido. Até porque, já sei bem como eu sou. Meu nível de auto-conhecimento é bom. Eu acho pelo menos. Por isso perco, ou não, tempo analisando outras pessoas.
O que se torna divertido na medida em que tu fazes perguntas e as pessoas não sabem responder. É complicado, para elas, mas bem divertido, para mim. Rio muito lendo certas coisas. Indecisões em certezas, dúvidas e situações concretas. E percebo que nada jamais ficará imutável. Tudo depende. Tudo muda. Até a minha opinião. Que pela teimosia, não deveria mudar nunca, mas o nunca é tão superficial quanto a beleza. Eu mudei e continuo mudando, com pequenas mas nem tão significativas mudanças. As pessoas mudam. O mundo muda.
Só que algumas coisas mudam sem mudar. Se alteram sem perder a essência. Esse é o lado bom e ao mesmo tempo, o lado ruim do mundo, da vida. Se tudo perdesse o sentido seria ruim, assim como é, mudar sem perder o sentido.
Sem quebrar a cabeça para entender. É tão simples como dizer "Yes, i am".
Bom final de semana!
Mas enfim. Tentar traduzir uma música é complicado. Por isso escrevo sobre o assunto agora. Traduzi 3 músicas do Creedence. 3 músicas que não tinham tradução. Foi legal. Letras meio desconexas, que não consegui traduzir seu real sentido, mesmo tendo entendido-as. É bem legal fazer isso. Tu percebes que o teu vocabulário é ínfimo e que precisas estudar mais.
É divertido fazer essas coisas. Além do mais, faço porque gosto. De aprender coisas novas e principalmente de Creedence. Não há nada melhor do que ouvir Creedence. E se há, não vai ser listado. Porém, não vou fazer uma outra exaltação ao Creedence, porque já o fiz há alguns posts. De fato mesmo é que tentei e consegui aprender alguma coisa.
Ah. Acabou a semana. Bom, só falta o sábado. Mas quase. Depois de domingo, volta a semana. Voltam as aulas. As provas. Os estudos. Que droga. Deveria ter estudado hoje de tarde, mas a minha mente e o idiota do meu eu-lírico não me deixaram estudar, estavam muito cansados. Que idiotas. Cansados de que?, se eles só pensam.
Pensam tanto que agora não pensam nada e não me ajudam a escrever alguma coisa aqui. Idiota. Meu eu-lírico é idiota. Ele não me ajuda. Só fica me incomodando e enchendo a paciência. E na hora de ajudar a escrever algo, ele se faz de salame. Que saco. O que vem ao caso é que eu gosto de gelatina.
Assim como eu gosto de fazer análises. É divertido, por mais que eu me irrite, ou não, fazendo esse tipo de análise. Não só em textos, mas em conversas msn a fora. Analisar e entender como as pessoas agem se tornou algo divertido. Até porque, já sei bem como eu sou. Meu nível de auto-conhecimento é bom. Eu acho pelo menos. Por isso perco, ou não, tempo analisando outras pessoas.
O que se torna divertido na medida em que tu fazes perguntas e as pessoas não sabem responder. É complicado, para elas, mas bem divertido, para mim. Rio muito lendo certas coisas. Indecisões em certezas, dúvidas e situações concretas. E percebo que nada jamais ficará imutável. Tudo depende. Tudo muda. Até a minha opinião. Que pela teimosia, não deveria mudar nunca, mas o nunca é tão superficial quanto a beleza. Eu mudei e continuo mudando, com pequenas mas nem tão significativas mudanças. As pessoas mudam. O mundo muda.
Só que algumas coisas mudam sem mudar. Se alteram sem perder a essência. Esse é o lado bom e ao mesmo tempo, o lado ruim do mundo, da vida. Se tudo perdesse o sentido seria ruim, assim como é, mudar sem perder o sentido.
Sem quebrar a cabeça para entender. É tão simples como dizer "Yes, i am".
Bom final de semana!
quinta-feira, 27 de março de 2008
E o que sobra para nós?
Escrito por
Vini Manfio
Decidi que o título é esse, mesmo sem saber sobre o que vou escrever. Como diria o Arnold sobrenome complicado, no filme dos Simpsons, "eu gosto é de mandar". Então ordenei e cumpri a ordem de colocar o texto assim. Não gostou? Pare de ler agora e vá chamar a mamãe porque eu te chamei de retardado.
Pois é. Nada disso. Apesar que algum deve ter parado de ler o texto mesmo. Não duvido. Como também não duvido que alguém já tenha pesado um monitor com ou sem programas abertos(a Física me pira). Enfim, fazia tempo que eu não escrevia aqui. Acho que uns 10 dias. Bom, menos, mas senti falta de escrever. Só que o tempo não ajudou. Enfim, tempo maldito, parece que chove, que vai me matar com um raio, mas depois consigo ver até plutão em colisão com o sol. Ops, aquilo era uma lua. Bom, não vem ao caso.
Como o costume nos faz errar. Não vou dizer sobre os meus erros. Não me desculparei. Não me arrependo. Chega de ser o Vini atual. Aqui é o ViNícULa. Porcaria mesmo. Dupla identidade. Eu lírico sacana. Cala a boca. Não, cala a boca você, meu eu-lírico tongo. Te fecha idiota, vai chupar uma bergamota. Eu iria, mas não tem. Ah, droga, então continua o texto.
Depois dessa auto-discussão, fico pensando no costume falativo. Aquele que nos faz falar errado. Assim como eu escrevo errado. Falta de concordância nos tempos verbais e nas pessoas verbais, se é que elas existem. Palavras novas, como as usadas nos meus textos(onde está o incognificado?) ou abreviações patéticas e cabíveis de expulsão de alguma coisa. O vamos vira vamo. O nós é tido como a gente, ou agente para aqueles que têm a preguiça ou a falta de capacidade de colocar um espaçamento(é que bater na barra de espaço pode quebrar a unha...)(nota: sem brigas, é apenas constatação e afirmação verídica)(nota(2): não é com alguém por cima, é específica essa crítica, feita também, diretamente, o que não torna isso uma sacanagem).
Mas há um costume, que se analisado desse jeito inútil, como costumo fazer, muito pior.(nota(3): impossível não gostar de Creedence). Costume de palavras mesmo ignorando a teoria e olhando o prático e vivido delas. Porque alguém, e digo isso por ser um daqueles que por costume acaba dizendo, mesmo que sem sentido algum, pergunta se está tudo bem para outra pessoa? É a mesma coisa que perguntar se a outra pessoa tem uma vida perfeita. Sim, o tudo generaliza, assim como os meus textos generalizavam, e dependendo da situação, com razão. Não há porque dizer o "tudo bem?". É melhor perguntar um "como que tá?", num, ops, em um português muito popular ou um "como estás?", usando muito bem o sujeito oculto e o verbo conjugado muito bem para a 2ª pessoa do singular.
Que droga. Não era isso que eu queria escrever, mas enfim, vou até o fim agora. Preciso escrever o porquê desse título idiota e suicida(???²). Mas o fato é que preciso encher essa linha aqui com alguma bobagem, então... vamos pulando assim, de um lado para o mesmo lado só que mais a frente, numa figura de linguagem inexistente e que irrita extremamente os quase nulos, em quantidade, visitantes, ou melhor, leitores desse blog. Consegui encher um parágrafo com bobagens irritantes. Que legal.
Voltando ao texto. Fico pensando o que as pessoas que desejam para outra "tudo de bom" têm na cabeça. Sim. Porque o tudo generaliza(2)²(entenda-se a diferença da potenciação dentro e fora dos parênteses como uma diferença entre quantidade e quantatividade - tente entender). Sim, se eu desejo tudo de bom para alguém, o que sobra para os outros. O que sobra para nós? O que sobra para aqueles que não ouvem um "tudo de bom pra você/ti/tu/vossa pessoa"? Nada. Sim, porque se o tudo está de um lado, mesmo que sub-dividido, o nada está para os outros, e mais subdividido ainda, só que é pior repartir o nada do que repartir o tudo. Questão de lógica. Se eu tenho um, quer dizer que eu vou ficar com alguma migalha, mesmo dividindo esse 1, no caso o tudo, com milhões de pessoas que ouvem o "tudo de bom" em suas direções. E se eu não tenho nada, vou dividir o que?
Acho que só resta dividir o sentimento de ausência, solidão e desposse(????????) das coisas. Que merda. Eu não tenho nada. Mas há aqueles que possuem menos que eu. Que foda(o uso do palavrão, pela minha fase, tornou-se permitido, desde que um por texto, se é que eu lembro dessas merdas de regras) é o mundo. Tem gente que possui menos do que o nada. Ou melhor, que não possui nem o nada. Que f... mesmo.
Porém, nada posso fazer. É costumeiro do ser humano dar para poucos tudo o que tem. Se é que ele não dá para si mesmo, em um egoísmo digno de ser relatado.
Pensemos nisso. Se é que sobra alguma coisa para pensarmos.
Pois é. Nada disso. Apesar que algum deve ter parado de ler o texto mesmo. Não duvido. Como também não duvido que alguém já tenha pesado um monitor com ou sem programas abertos(a Física me pira). Enfim, fazia tempo que eu não escrevia aqui. Acho que uns 10 dias. Bom, menos, mas senti falta de escrever. Só que o tempo não ajudou. Enfim, tempo maldito, parece que chove, que vai me matar com um raio, mas depois consigo ver até plutão em colisão com o sol. Ops, aquilo era uma lua. Bom, não vem ao caso.
Como o costume nos faz errar. Não vou dizer sobre os meus erros. Não me desculparei. Não me arrependo. Chega de ser o Vini atual. Aqui é o ViNícULa. Porcaria mesmo. Dupla identidade. Eu lírico sacana. Cala a boca. Não, cala a boca você, meu eu-lírico tongo. Te fecha idiota, vai chupar uma bergamota. Eu iria, mas não tem. Ah, droga, então continua o texto.
Depois dessa auto-discussão, fico pensando no costume falativo. Aquele que nos faz falar errado. Assim como eu escrevo errado. Falta de concordância nos tempos verbais e nas pessoas verbais, se é que elas existem. Palavras novas, como as usadas nos meus textos(onde está o incognificado?) ou abreviações patéticas e cabíveis de expulsão de alguma coisa. O vamos vira vamo. O nós é tido como a gente, ou agente para aqueles que têm a preguiça ou a falta de capacidade de colocar um espaçamento(é que bater na barra de espaço pode quebrar a unha...)(nota: sem brigas, é apenas constatação e afirmação verídica)(nota(2): não é com alguém por cima, é específica essa crítica, feita também, diretamente, o que não torna isso uma sacanagem).
Mas há um costume, que se analisado desse jeito inútil, como costumo fazer, muito pior.(nota(3): impossível não gostar de Creedence). Costume de palavras mesmo ignorando a teoria e olhando o prático e vivido delas. Porque alguém, e digo isso por ser um daqueles que por costume acaba dizendo, mesmo que sem sentido algum, pergunta se está tudo bem para outra pessoa? É a mesma coisa que perguntar se a outra pessoa tem uma vida perfeita. Sim, o tudo generaliza, assim como os meus textos generalizavam, e dependendo da situação, com razão. Não há porque dizer o "tudo bem?". É melhor perguntar um "como que tá?", num, ops, em um português muito popular ou um "como estás?", usando muito bem o sujeito oculto e o verbo conjugado muito bem para a 2ª pessoa do singular.
Que droga. Não era isso que eu queria escrever, mas enfim, vou até o fim agora. Preciso escrever o porquê desse título idiota e suicida(???²). Mas o fato é que preciso encher essa linha aqui com alguma bobagem, então... vamos pulando assim, de um lado para o mesmo lado só que mais a frente, numa figura de linguagem inexistente e que irrita extremamente os quase nulos, em quantidade, visitantes, ou melhor, leitores desse blog. Consegui encher um parágrafo com bobagens irritantes. Que legal.
Voltando ao texto. Fico pensando o que as pessoas que desejam para outra "tudo de bom" têm na cabeça. Sim. Porque o tudo generaliza(2)²(entenda-se a diferença da potenciação dentro e fora dos parênteses como uma diferença entre quantidade e quantatividade - tente entender). Sim, se eu desejo tudo de bom para alguém, o que sobra para os outros. O que sobra para nós? O que sobra para aqueles que não ouvem um "tudo de bom pra você/ti/tu/vossa pessoa"? Nada. Sim, porque se o tudo está de um lado, mesmo que sub-dividido, o nada está para os outros, e mais subdividido ainda, só que é pior repartir o nada do que repartir o tudo. Questão de lógica. Se eu tenho um, quer dizer que eu vou ficar com alguma migalha, mesmo dividindo esse 1, no caso o tudo, com milhões de pessoas que ouvem o "tudo de bom" em suas direções. E se eu não tenho nada, vou dividir o que?
Acho que só resta dividir o sentimento de ausência, solidão e desposse(????????) das coisas. Que merda. Eu não tenho nada. Mas há aqueles que possuem menos que eu. Que foda(o uso do palavrão, pela minha fase, tornou-se permitido, desde que um por texto, se é que eu lembro dessas merdas de regras) é o mundo. Tem gente que possui menos do que o nada. Ou melhor, que não possui nem o nada. Que f... mesmo.
Porém, nada posso fazer. É costumeiro do ser humano dar para poucos tudo o que tem. Se é que ele não dá para si mesmo, em um egoísmo digno de ser relatado.
Pensemos nisso. Se é que sobra alguma coisa para pensarmos.
segunda-feira, 24 de março de 2008
No recomeço...(2) - não é o que pode parecer ser
Escrito por
Vini Manfio
Sem comentários. Para quem postou como anônimo no post mais comentado do blog, sem comentários. Como alguém comentou depois, não há realmente um grande motivo para tanta "decepção". Enfim, nada mais a comentar.
Mas preciso de férias. Com pouco tempo de aula, mas com projetos(mais importantes) paralelos, acabei cansando muito rápido nesse ano. Só que ao contrário dos outros anos, sinto que estou aprendendo alguma coisa. Turma com menos alunos é bem melhor. Nada mais a comentar(2).
Eu já me desculpei publicamente aqui pelas minhas generalizações, por isso não o farei novamente. Mas percebi que há esperança no mundo normalizado. Há esperança de que raças se misturem. Dizem que fui preconceituoso comparando galinhas com patricinhas. Mas não vi nada disso. Até porque, nunca chamei uma guria de preconceituosa quando a mesma proferiu uma frase dessas "quanto mais conheço os homens mais gosto dos cachorros".
Vi uma foto, de uma pessoa hoje. Foto cujo conteúdo me impressionou. A pessoa, junto com outra, que tinha um olhar muito chamativo, com olhos azul-piscina. Belos olhos. Mas ela era pintadinha. Conheço pessoas pintadas. Chamam-nas de sardentas. Mas sei lá. Me chamam de narigudo. Sou mesmo, assim como aquela pessoa é sardenta. Mas não reparei tanto nela e nem na outra. Reparei no gesto. Na foto em si. Na frase da foto. Acho que aquilo não é aparência. Nem vou julgar agora, até por não conhecer tanto a pessoa. Nada mais a comentar(3).
Estranhem a minha atitude. Antigamente, principalmente por escrever quase sempre em um tom de desabafo, eu criticaria. Acusaria. Generalizaria tudo só por casos separados que conheço. Mas atualemente não. Depois que decidi deixar de lado alguns fatores que sempre me incomodaram(dentre os quais não se incluiam as patricinhas, como supôs alguém algum dia), decidi deixar tudo o que me incomoda para trás. Assim como fiz com certas coisas do meu passado, que mesmo sendo recente, é passado sim. Porque o que eu comi ontem é passado. Bom, tirando a ida ao banheiro de hoje em virtude do passado de ontem. Nada mais a comentar(4).
Mudei sim. Mudei mesmo. Me sinto estranho assim. Mais... racional e menos "desabafo". Mais pensamento e menos precipitação. Mais especificidade e menos generalização. Quando achei que o que eu tinha em mente é suficiente, caí mais uma vez(só que sem o "a cada dia um recomeço(5)"). E aprendi ainda mais. Não aprendi vendo. Não aprendi lendo. Não aprendi ouvindo. Não aprendi pensando. Não aprendi com exemplos. Mais uma vez aprendi vivendo.
E mesmo que pareça um pedido de desculpas escondido, não é. Porque repito e insisto, assumo tudo o que escrevo e escrevi. Não tenho medo de "acertar contas" por algo escrito aqui. E nunca quis esconder nada, caso contrário, nunca teria escrito aqui ou teria tornado o blog particular. Não é nada do que vocês podem e devem estar pensando. Mais uma vez, não é o que aparenta ser.
E me vejo inteligente o suficiente para ver o que é e o que podem parecer as minhas atitudes. Até o fim agora.
Tão tá!
Mas preciso de férias. Com pouco tempo de aula, mas com projetos(mais importantes) paralelos, acabei cansando muito rápido nesse ano. Só que ao contrário dos outros anos, sinto que estou aprendendo alguma coisa. Turma com menos alunos é bem melhor. Nada mais a comentar(2).
Eu já me desculpei publicamente aqui pelas minhas generalizações, por isso não o farei novamente. Mas percebi que há esperança no mundo normalizado. Há esperança de que raças se misturem. Dizem que fui preconceituoso comparando galinhas com patricinhas. Mas não vi nada disso. Até porque, nunca chamei uma guria de preconceituosa quando a mesma proferiu uma frase dessas "quanto mais conheço os homens mais gosto dos cachorros".
Vi uma foto, de uma pessoa hoje. Foto cujo conteúdo me impressionou. A pessoa, junto com outra, que tinha um olhar muito chamativo, com olhos azul-piscina. Belos olhos. Mas ela era pintadinha. Conheço pessoas pintadas. Chamam-nas de sardentas. Mas sei lá. Me chamam de narigudo. Sou mesmo, assim como aquela pessoa é sardenta. Mas não reparei tanto nela e nem na outra. Reparei no gesto. Na foto em si. Na frase da foto. Acho que aquilo não é aparência. Nem vou julgar agora, até por não conhecer tanto a pessoa. Nada mais a comentar(3).
Estranhem a minha atitude. Antigamente, principalmente por escrever quase sempre em um tom de desabafo, eu criticaria. Acusaria. Generalizaria tudo só por casos separados que conheço. Mas atualemente não. Depois que decidi deixar de lado alguns fatores que sempre me incomodaram(dentre os quais não se incluiam as patricinhas, como supôs alguém algum dia), decidi deixar tudo o que me incomoda para trás. Assim como fiz com certas coisas do meu passado, que mesmo sendo recente, é passado sim. Porque o que eu comi ontem é passado. Bom, tirando a ida ao banheiro de hoje em virtude do passado de ontem. Nada mais a comentar(4).
Mudei sim. Mudei mesmo. Me sinto estranho assim. Mais... racional e menos "desabafo". Mais pensamento e menos precipitação. Mais especificidade e menos generalização. Quando achei que o que eu tinha em mente é suficiente, caí mais uma vez(só que sem o "a cada dia um recomeço(5)"). E aprendi ainda mais. Não aprendi vendo. Não aprendi lendo. Não aprendi ouvindo. Não aprendi pensando. Não aprendi com exemplos. Mais uma vez aprendi vivendo.
E mesmo que pareça um pedido de desculpas escondido, não é. Porque repito e insisto, assumo tudo o que escrevo e escrevi. Não tenho medo de "acertar contas" por algo escrito aqui. E nunca quis esconder nada, caso contrário, nunca teria escrito aqui ou teria tornado o blog particular. Não é nada do que vocês podem e devem estar pensando. Mais uma vez, não é o que aparenta ser.
E me vejo inteligente o suficiente para ver o que é e o que podem parecer as minhas atitudes. Até o fim agora.
Tão tá!
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