Sinto falta, necessidade, desejo e qualquer outro sentimento que possa ajudar a aumentar a expressão da falta que sinto por algo. Preciso, quero, tento, busco, corro atrás do que um dia já me fez feliz, já me trouxe algo que seja bom de lembrar, de imaginar, de recordar, de querer reviver, de tentar fazer novamente.
São palavras que saem, que são pensadas ou não, digitadas, certa ou erradamente. São palavras que fazem muito sentido, pois a ausência é algo que faz sim algum sentido. São palavras, que não fazem sentido algum, porque não há sentido que se dê a algo que torne esse algo qualquer um algo real, importante, bom de se lembrar... e por aí vai.
Tento pensar, tento buscar mas só consigo imaginar. Porque é mais fácil, porque não é difícil, porque é tão simples quanto qualquer texto de alguém sensato. Não sou sensato, mas isso não vem ao caso. Fujo de minha mente, irritante, inconstante, instigante, indescritível* e incessante. Fujo ou tento fugir, de pensamentos estranhos, que sempre me levaram a agir de maneira estranha, mesmo que essas coisas não passem de atitudes diferentes, de uma pessoa diferente.
Fujo da mente que se fechou, sem saber se há nela alguma porta ou saída de emergência, fujo de um cofre de banco de filme estadunidense, em que há mais metal na porta do que no resto do banco. Fujo dessa mente que só sabe pensar, e mais nada.** Fujo dessa mente que me faz voar longe, de tudo o que tenho e de tudo o que algum dia tive.
Esqueço essa idéia, de passado, de futuro, e até de presente, para me concentrar no nada. Porque o nada é a resposta para se achar alguma coisa que se perdeu. Porque o nada faz com que qualquer coisa que ache, torne-se muita coisa, porque o nada é nada, mesmo que em todo nada haja um tudo implícito e escondido. Assim como há sempre branco no preto, e vice-versa.
Fugi da minha mente. Fugi de mim.
Apenas para escrever um texto. Que não é um texto. São letras, palavras, frases e parágrafos que não fazem sentido. Porque não há explicação ou idéia contida nesse texto. O que ele aparenta mostrar, apenas aparenta, porque não mostra nada. Porque não quero mostrar nada. Porque não preciso mostrar nada.
E tudo por que?
Porque ainda não achei algo na busca pelo nada. Porém, ao mesmo tempo, também não achei nada na minha busca no tudo. No tudo que tenho, que tive, que terei.
Sabem... não faz sentido. E o melhor de tudo... não é pra fazer sentido! Porque o sentido é uma direção, um rumo, um caminho. E eu estou no meio de um deserto. De nada, e de tudo.
*tinha que ter uma palavra para mostrar que não há intenção de rima;
**não sei se há alguma função na mente(não no cérebro) além de pensar, é uma discussão muito técnica...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Eu não sei, se eu tô certo ou se tô errado... mas falo do mesmo jeito
Escrito por
Vini Manfio
Encontrei mais um tempo sem ocupação. Então estou aqui, escrevendo mais uma vez.
Mas agora vou escrever, talvez, um comentário sobre algo que as pessoas fazem. Que eu admito, que fazia. Verbo no passado. E que é uma atitude que irrita muitos, principalmente aqueles que possuem conhecimento no que está sendo feito, ou melhor, falado.
Pessoas que falam sem saber do que falam.
São tantas e sobre tantos assuntos que é complicado escrever isso. Mas ultimamente tenho ouvido, mas já vi também muito disso, pessoas falando sobre assuntos dos quais não sabem uma palavra. Eu posso ter um assunto limitado, basicamente falando, mas não fico inventando opiniões e fatos que não são reais apenas para manter uma conversa.
É um saco pra quem ouve diretamente pessoas falando coisas das quais não têm conhecimento. Mas é um saco maior pra quem entende do assunto, mesmo que não seja para si que a falta de conhecimento e opinião tenha sido proferida. Só que há algumas coisas que não fazem sentido nisso. Por que as pessoas ficam inventando fatos, geralmente extraordinários, só para impressionar outra pessoa, mesmo que essa não saiba nada, também, sobre o assunto?
E estranho também é por que ficamos com aquela cara de interessados, na maioria das vezes, se na verdade, sabemos que a pessoa não sabe nada do que está falando. Só que pior de tudo é quando a outra pessoa pergunta "concorda?" ou algo do tipo. E aquela cara de quem não sabe de nada entrega a nossa ignorância quanto ao assunto, ou o desconforto por saber que quem fala não sabe nada.
E as coisas são confusas, como os motivos para tais acontecimentos. E o assunto, volta e meia, por falta de inteligência, volta para o único assunto universal, pois não há outro assunto em que duas pessoas possam trocar, no mínimo, duas frases, sem discordar em um ponto qualquer: o tempo. Não o do relógio, mas o clima, quente ou frio, chuva ou sol, úmido ou seco. Só que essa concordância acaba se alguém disser que prefere dias frios. Porque o outro escolhe, se quer agradar, concorda, caso contrário, diz que prefere frio e que simplesmente odeia dias quentes, mesmo que ele odeie frio, como odeia mesmo calor...
E essa porcaria não passa de mais coisa para se pensar, inutilmente, e que origina textos, também inúteis, nesse blog, talvez inútil.
E... tão tá!
Mas agora vou escrever, talvez, um comentário sobre algo que as pessoas fazem. Que eu admito, que fazia. Verbo no passado. E que é uma atitude que irrita muitos, principalmente aqueles que possuem conhecimento no que está sendo feito, ou melhor, falado.
Pessoas que falam sem saber do que falam.
São tantas e sobre tantos assuntos que é complicado escrever isso. Mas ultimamente tenho ouvido, mas já vi também muito disso, pessoas falando sobre assuntos dos quais não sabem uma palavra. Eu posso ter um assunto limitado, basicamente falando, mas não fico inventando opiniões e fatos que não são reais apenas para manter uma conversa.
É um saco pra quem ouve diretamente pessoas falando coisas das quais não têm conhecimento. Mas é um saco maior pra quem entende do assunto, mesmo que não seja para si que a falta de conhecimento e opinião tenha sido proferida. Só que há algumas coisas que não fazem sentido nisso. Por que as pessoas ficam inventando fatos, geralmente extraordinários, só para impressionar outra pessoa, mesmo que essa não saiba nada, também, sobre o assunto?
E estranho também é por que ficamos com aquela cara de interessados, na maioria das vezes, se na verdade, sabemos que a pessoa não sabe nada do que está falando. Só que pior de tudo é quando a outra pessoa pergunta "concorda?" ou algo do tipo. E aquela cara de quem não sabe de nada entrega a nossa ignorância quanto ao assunto, ou o desconforto por saber que quem fala não sabe nada.
E as coisas são confusas, como os motivos para tais acontecimentos. E o assunto, volta e meia, por falta de inteligência, volta para o único assunto universal, pois não há outro assunto em que duas pessoas possam trocar, no mínimo, duas frases, sem discordar em um ponto qualquer: o tempo. Não o do relógio, mas o clima, quente ou frio, chuva ou sol, úmido ou seco. Só que essa concordância acaba se alguém disser que prefere dias frios. Porque o outro escolhe, se quer agradar, concorda, caso contrário, diz que prefere frio e que simplesmente odeia dias quentes, mesmo que ele odeie frio, como odeia mesmo calor...
E essa porcaria não passa de mais coisa para se pensar, inutilmente, e que origina textos, também inúteis, nesse blog, talvez inútil.
E... tão tá!
Só de passagem(4) e sem rumo
Escrito por
Vini Manfio
Faz tempo que não escrevo. Nem me lembro do meu último texto. E não é por desleixo ou por não querer escrever. Não digo que não seja por não saber o que escrever, porque um mínimo é isso. Mas não tenho tido tempo de sobra. Aula, reunião, aula, recortes, aula, reunião, missa, e por aí vai. E não tem me sobrado tempo, tanto que, nas duas últimas noites, fui dormir depois da meia noite.
E o pior é continuar sem conseguir pegar no sono facilmente. Eu penso, e tento dormir, fecho os olhos, e mesmo cansado não consigo dormir. Não tomarei remédio pra isso, mas é estranho. E sei lá, não tenho comido muito ou bebido cafeína para perder o sono. Aliás, não bebo algo que contenha cafeína, em quantidade que possa tirar o sono, há algum tempo.
Mas essa falta de tempo, não me é nova. De períodos em períodos acabo ficando sem tempo para escrever, mas dessa vez tem sido grave. Almocei rápido para poder deixar algo novo aqui. Algo que nem é novo, mas enfim, é diferente do último texto.
Mas acho boa essa falta de tempo, principalmente quando algo útil está sendo produzido. As coisas até são um pouco demoradas, mas nada que tire a paciência. E tem sido interessante o trabalho feito nos últimos dias. Sei que sentirei falta das risadas durante o trabalho, das piadas, ironias e afins, que surgem durante as reuniões e recortes e coles... hehehe
Fica a minha mensagem de que se alguém quiser ler algo mesmo, diferente, que leia os melhores textos do blog, cuja lista está ao lado. São os melhores pra mim, claro.
E é isso. Por hoje.
E o pior é continuar sem conseguir pegar no sono facilmente. Eu penso, e tento dormir, fecho os olhos, e mesmo cansado não consigo dormir. Não tomarei remédio pra isso, mas é estranho. E sei lá, não tenho comido muito ou bebido cafeína para perder o sono. Aliás, não bebo algo que contenha cafeína, em quantidade que possa tirar o sono, há algum tempo.
Mas essa falta de tempo, não me é nova. De períodos em períodos acabo ficando sem tempo para escrever, mas dessa vez tem sido grave. Almocei rápido para poder deixar algo novo aqui. Algo que nem é novo, mas enfim, é diferente do último texto.
Mas acho boa essa falta de tempo, principalmente quando algo útil está sendo produzido. As coisas até são um pouco demoradas, mas nada que tire a paciência. E tem sido interessante o trabalho feito nos últimos dias. Sei que sentirei falta das risadas durante o trabalho, das piadas, ironias e afins, que surgem durante as reuniões e recortes e coles... hehehe
Fica a minha mensagem de que se alguém quiser ler algo mesmo, diferente, que leia os melhores textos do blog, cuja lista está ao lado. São os melhores pra mim, claro.
E é isso. Por hoje.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Músicas de filme, mas não só
Escrito por
Vini Manfio
Volta e meia, eu me deparo com uma situação tão complicada quanto achar uma roupa limpa embaixo da cama. Uma situação que preocupa muitos, mas que não me afeta muito, apenas um pouco no momento. Mas não deixa de existir, para poder ser comentada, mais uma vez inutilmente, nesse blog.
Estamos assistindo um filme e começa a tocar uma música tri massa. Mas daí, quem canta? Qual o nome da música? E se ela aparece só uma vez no filme, é bem mais difícil de achar. Como Breakout do Foo Fighters, que toca em "Eu, eu mesmo e Irene". Demorei anos para escutar aquela música denovo. E isso que é de uma banda, digamos, bastante conhecida.
E são tantas músicas que tocam no meio de tantos filmes que nos perdemos e, se muitas vezes nem lembramos o nome do filme, como descobriremo a música? Complicado isso. Aí fica a expectativa de alguém conhecer. Mas ninguém conhece. Porque ninguém sabe ao menos de que filme tu estás falando.
E haja procura para poder achar. Se é uma música mais antiga então, a situação piora muito mais, porque há pouco material sobre o antigo que fuja da linha de Beatles, AC/DC, Elvis e Ramones. Sim, infelizmente há pouco, mesmo que esse pouco seja o suficiente para deixar loucos como eu, mais loucos ainda só em ouvir "You'll never walk alone" do Elvis, que mesmo não sendo um rock é uma música fantástica, ou "Have you ever seen the rain" do Creedence, que não tem grande "presença" nas listas das pessoas que gostam de rock, que não fogem do "Metallica, Led Zeppelin e Ramones", que são bons, mas não são os únicos grandes do rock.
The Hollies, The Faces, The Small Faces e The Glove são bandas que tocavam tão bem quanto essas famosas. Como o The Kinks, que não teve muita divulgação, por existir, em seus bons tempos, na mesma época em que Beatles, Rolling Stones e Who também tiveram no auge.
Mas eu ainda busco alguma música que escutei em filmes... e põe alguma nisso...
E acho que não sou só eu...
E é só. Por hoje.
Estamos assistindo um filme e começa a tocar uma música tri massa. Mas daí, quem canta? Qual o nome da música? E se ela aparece só uma vez no filme, é bem mais difícil de achar. Como Breakout do Foo Fighters, que toca em "Eu, eu mesmo e Irene". Demorei anos para escutar aquela música denovo. E isso que é de uma banda, digamos, bastante conhecida.
E são tantas músicas que tocam no meio de tantos filmes que nos perdemos e, se muitas vezes nem lembramos o nome do filme, como descobriremo a música? Complicado isso. Aí fica a expectativa de alguém conhecer. Mas ninguém conhece. Porque ninguém sabe ao menos de que filme tu estás falando.
E haja procura para poder achar. Se é uma música mais antiga então, a situação piora muito mais, porque há pouco material sobre o antigo que fuja da linha de Beatles, AC/DC, Elvis e Ramones. Sim, infelizmente há pouco, mesmo que esse pouco seja o suficiente para deixar loucos como eu, mais loucos ainda só em ouvir "You'll never walk alone" do Elvis, que mesmo não sendo um rock é uma música fantástica, ou "Have you ever seen the rain" do Creedence, que não tem grande "presença" nas listas das pessoas que gostam de rock, que não fogem do "Metallica, Led Zeppelin e Ramones", que são bons, mas não são os únicos grandes do rock.
The Hollies, The Faces, The Small Faces e The Glove são bandas que tocavam tão bem quanto essas famosas. Como o The Kinks, que não teve muita divulgação, por existir, em seus bons tempos, na mesma época em que Beatles, Rolling Stones e Who também tiveram no auge.
Mas eu ainda busco alguma música que escutei em filmes... e põe alguma nisso...
E acho que não sou só eu...
E é só. Por hoje.
sábado, 26 de julho de 2008
Histórias do Bandiolo - Não faça isso seu porco
Escrito por
Vini Manfio
Tem um ditado, usado nos EUA ou na Inglaterra que diz: "When the pigs have wings", ou quando os porcos tiverem asas, ou seja, nunca. Usam-se esses provérbios para substituir frases ou explicações. Nunca, jamais e pra sempre são substituidos por frases menos duras ou menos sérias. Só que essa que eu citei, do inglês, é interessante nessa história que eu vou escrever agora. Bem, acho eu que seja uma história.
Tinha um porco, que vivia de maneira estranha no chiqueiro. Ele comia pouco, não se sujava, estava sempre limpinho, pois da pouca água que recebia para beber, ele destinava um pouco para se limpar. Os outros porcos o xingavam, chamavam-no de idiota, pois porco era bixo sujo, tinha que comer bastante e feder mesmo. Só que esse porco, não dava ouvidos, e tentou ser diferente dos outros.
Ele via os pássaros voando e decidiu que um dia iria voar. Não sabia como, mas decidiu que antes de morrer, e de provavelmente servir de alimento para o gordão do dono da fazenda, voaria, nem que fosse por alguns poucos instantes. Só que todos os porcos riram dele, e o chamaram de idiota, mais uma vez, por querer ser, ainda mais, diferente.
Só que esse porco quis tanto, que um dia, um cientista apareceu com uma invenção, que prometia revolucionar o mundo. Eram asas para porcos. Então, o ditado citado no começo passaria a ser mentira. Colocaram as asas do porco à noite, e na manhã seguinte testariam-nas, naquele porquinho, que por ser o mais limpo, havia ganhado a oportunidade de voar.
Então giraram uma manivela, as asas começaram a bater e o porco começou a voar. Os pássaros não sabiam o que fazer, se riam de um porco voador ou se tentavam derrubar um concorrente no céu. O porco, viu um rio de águas limpíssimas, tão limpas que nem ele imaginava que existiam, e decidiu tomar um banho, para ficar mais limpo ainda.
Como não sabia pilotar aquelas asas, começou a se debater e começou a descer, rapidamente até o rio. Quando caiu, a máquina, de algum jeito, estragou e explodiu, matando o porquinho. Chegando ao céu(o que prova que aquele ditado "Deus te conserve na terra porque no céu não tem chiqueiro" é mais uma besteira), o porquinho foi perguntar para a primeira pessoa que viu caminhando nas nuvens, porque uma coisa daquelas, movida a energia mecânica e não elétrica, explodiu em contato com a água.
Essa pessoa lhe respondeu(em inglês, mas aqui será traduzido): "Porco filho da mãe, eu fiz aquela porcaria explodir para que ninguém ficasse falando que o ditado que eu criei não servia mais".
Moral da história: sempre tem um idiota pra atrapalhar um sonho
Tinha um porco, que vivia de maneira estranha no chiqueiro. Ele comia pouco, não se sujava, estava sempre limpinho, pois da pouca água que recebia para beber, ele destinava um pouco para se limpar. Os outros porcos o xingavam, chamavam-no de idiota, pois porco era bixo sujo, tinha que comer bastante e feder mesmo. Só que esse porco, não dava ouvidos, e tentou ser diferente dos outros.
Ele via os pássaros voando e decidiu que um dia iria voar. Não sabia como, mas decidiu que antes de morrer, e de provavelmente servir de alimento para o gordão do dono da fazenda, voaria, nem que fosse por alguns poucos instantes. Só que todos os porcos riram dele, e o chamaram de idiota, mais uma vez, por querer ser, ainda mais, diferente.
Só que esse porco quis tanto, que um dia, um cientista apareceu com uma invenção, que prometia revolucionar o mundo. Eram asas para porcos. Então, o ditado citado no começo passaria a ser mentira. Colocaram as asas do porco à noite, e na manhã seguinte testariam-nas, naquele porquinho, que por ser o mais limpo, havia ganhado a oportunidade de voar.
Então giraram uma manivela, as asas começaram a bater e o porco começou a voar. Os pássaros não sabiam o que fazer, se riam de um porco voador ou se tentavam derrubar um concorrente no céu. O porco, viu um rio de águas limpíssimas, tão limpas que nem ele imaginava que existiam, e decidiu tomar um banho, para ficar mais limpo ainda.
Como não sabia pilotar aquelas asas, começou a se debater e começou a descer, rapidamente até o rio. Quando caiu, a máquina, de algum jeito, estragou e explodiu, matando o porquinho. Chegando ao céu(o que prova que aquele ditado "Deus te conserve na terra porque no céu não tem chiqueiro" é mais uma besteira), o porquinho foi perguntar para a primeira pessoa que viu caminhando nas nuvens, porque uma coisa daquelas, movida a energia mecânica e não elétrica, explodiu em contato com a água.
Essa pessoa lhe respondeu(em inglês, mas aqui será traduzido): "Porco filho da mãe, eu fiz aquela porcaria explodir para que ninguém ficasse falando que o ditado que eu criei não servia mais".
Moral da história: sempre tem um idiota pra atrapalhar um sonho
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