segunda-feira, 21 de junho de 2010
Histórias do Bandiolo - Um olhar, uma intenção. Várias vezes.
sábado, 1 de maio de 2010
Retratos de uma sociedade patética(8)
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sem frase alguma por uma vírgula. Ou nem isso
É engraçado, é estranho, mas é triste e decepcionante ver tantas pessoas com potencial de liderar, continuando bonitas e corretas histórias, deixando isso de lado por acharem que é difícil, por deixarem-se ir ao chão pelos tantos motivos ruins que existem. Pessoas que poderiam construir histórias grandiosas, mas que não conseguem sequer escrever a sua própria história, pois vivem com medo. Do mundo, das pessoas, da dificuldade.
Medo do que dizem, do que fazem, do que podem dizer e fazer. Medo de perdoar, de amar, de sonhar. Medo de lutar por esses amores e sonhos. Medo de fazer o diferente, o certo.
Essas pessoas têm medo de viver. Medo de si mesmas.
E isso é muito, muito triste.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Mais uma dentre tantas bobagens
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Ainda sobre essa bobagem de datas
Ou seja, nada importante muda apenas pelo fato de o ano estar começando. Não existe aquela bobagem de ano novo, vida nova. Isso é bobagem. É apelação. É apegação à coisas fúteis. É bobagem(2).
As pessoas fazem promessas. Listas de desejos. De ambições. De planos a serem cumpridos. E nada disso adianta. Até porque, esse tipo de lista pode ser feito até no último dia do ano, para ser realizado no mesmo dia. Bobagem ficar planejando algo só porque um ano terminou e outro começou. Só o calendário que realmente sente o ano chegar. O ano sair. O ano existir.
Porque os dias são os dias e as noites fazem parte dos dias. Porque é essa é mais uma utopia barata. E fraca. Tão fraca, e bisonha, quanto àquela de que "nós construímos um mundo melhor", utopia na qual ainda me incluo, por motivos de força maior, de consciência maior.
2009 vai ser apenas mais um ano na minha vida. Mais um ano na sua vida. Mais um ano na história. O ano passado marcou. Sim, porque todo ano marca de alguma maneira. Se não todos, alguns. Mas como todos têm um ano em especial marcado em suas vidas(nem que seja o do nascimento), então fica fácil dizer que cada ano é apenas um ano.
A festa de 31 de dezembro também é bobagem. Comemoram o que afinal de contas?
Eu já escrevi sobre essa última frase, citando um exemplo. Então não comento mais nada.
A última coisa que eu tenho a escrever é que as promessas de ano novo deveriam ser incluídas naquela "lista das maiores mentiras da humanidade". Existem pessoas que cumprem as promessas de ano novo? Deve existir sim, mas não faz diferença. Assim como os idiotas dos utópicos por um mundo melhor(já disse que me incluo nessa lista), os bocós das promessas de ano novo não fazem diferença para um mundo que, com ou sem promessa, lista, desejos, felicitações e muito dinheiro gasto em foguete, não se importa com o que acontece na casa ao lado, do outro lado da rua.
Chega. Cansei. Até porque eu não ia escrever isso. Mas escrevi.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Reflexões de um maluco(3) - se é pra ser uma saga, que seja então
Há anos luta-se por um mundo mais inteligente, mais real. Um mundo em que a preocupação com problemas sociais e ambientais seja cada vez mais transformada em ações. E o que se vê? Cada vez um descaso maior, com os necessitados, os excluídos, enfim, os pobres e miseráveis e uma perda completa de respeito com a natureza.
Há anos luta-se por uma evolução. Para isso precisamos saber de todos os detalhes do passado, inclusive os desnecessários. Uma evolução que melhoraria a interação do ser humano com o seu semelhante e com o ambiente. Evolução? Aproximação? Interação? Compreensão do passado? Alguém sabe me dizer se isso existe?
Computadores e todos os tipos de mini-aparelhos, que facilitam e simplificam coisas que antigamente eram "difíceis", como espremer laranjas e ralar queijo, foram criados para que o ser humano pudesse aproveitar mais a vida e perder menos tempo. Só que para ter isso, o ser humano trabalha(aqueles que têm a oportunidade) para ter dinheiro para comprar isso. E para ter um bom emprego, estuda(os que têm oportunidade) bastante. Ou seja, ao invés de ganhar tempo, perde ainda mais tempo.
Não vou criticar, agora, o consumismo. O capitalismo. A construção daquela inutilidade de acelerador de partículas e a falta de capacidade do ser humano, o mesmo que criou coisas geniais como o papel e a caneta(que não precisa ser Bic), em arrumar soluções para tapar todos os buracos deixados no meio do caminho. São esses buracos que explicam todos os problemas e todas as porcarias do mundo, gerados por uma sociedade egocêntrica e que perdeu todo e qualquer sentimento sincero e bom que havia em seus corações(ou para os realistas de hoje em dia, as impressões implícitas que não fazem diferença).
São tantas coisas que são vagas e ao invés de solucionar esses "buracos" deixados no meio do caminho da tal "evolução" do ser humano, queremos, ou melhor, querem logo descobrir o princípio e o final de tudo. O mundo acaba em 2012. Está em um livro, publicado. A culpa não é sua. A culpa, acredito eu que provavelmente, também não seja minha. Acredito também que o mundo, talvez infelizmente, não acabe em 2012, pois ainda há muito a ser piorado antes do fim. Se é que existe mesmo um fim.
Então, de quem é a culpa?
Buscam a Lua, as estrelas e nem ao menos conseguem explicar como uma flor só abre seus botões na noite de Natal.
Buscam vidas em outros planetas e ignoram a existência de vida na Terra.
O ser humano, que descobriu muitas coisas, criou tantas outras e busca novas descobertas ao horizonte, busca evoluir longe daqui. Longe daqueles que o cercam. Porque ele é mais importante que o que está ao seu lado, mesmo sendo, praticamente, igual.
Parabéns ao ser humano, que passou a ignorar o próprio ser humano em busca de... nem mesmo ele, o ser humano, sabe o que está buscando...
ENQUANTO HOUVER UM SONHO, AINDA HAVERÁ ESPERANÇA.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Para diminuir, ou melhor, aumentar a ignorância
Vou ao trecho escrito por mim na aula de Português hoje:
Um pinguim achou que era difícil comer peixe com tanta frequência, então, decidiu comer linguiça. Os outros pinguins se revoltaram e convocaram uma assembleia, porque tinham a ideia que linguiça não era coisa de pinguim. Chamaram-no de anti-ibérico, deram-lhe uma boia e disseram-lhe: "olha este ceu e vê se isto aqui é lugar de comer linguiça". Jogaram-no ao mar. Mas o pinguim não sabia nadar. Outros tempos... outros tempos... aqueles que creem, reveem seus conceitos.
Obviamente o texto não tem fundamento mas, notaram alguma diferença? Pois é, ele será escrito dessa maneira, por causa dessas estúpidas trocas e regras criadas para dificultar, ainda mais, a compreensão da língua que falamos por parte de nossas crianças. O que era ruim vai ficar pior. Ouvir linguiça não vai mais ser ridículo. O que faremos nós, que prezamos uma boa escrita e uma boa pronúncia? Teremos que falar e escrever, mesmo que nas normas, de maneira errada e ridícula. Céu perderá seu acento. Mas chapéu não. E como explicar isso para um guri de 2ª série do ensino fundamental? Como explicar que se diz lingüiça e não linguiça?
O português nunca foi uma língua fácil de ser aprendida, mas pelo menos as regras eram aceitáveis e faziam, mesmo que pouco, algum sentido. Só que agora esculacharam. Nos tiraram anos de aprendizado, milhões, quem sabe bilhões, de livros escritos da mesma maneira, que terão de ser refeitos, pois o governo não deixará que livros permaneçam nas bibliotecas com erros de português. IDIOTAS são aqueles que julgaram-se inteligentes ao criar essa reforma ESTÚPIDA e desnecessária.
Para alguns não fará diferença, pois quem não sabe vai saber menos ainda. E para quem sabe, reaprender não será fácil, pois uma folha com as mudanças em mãos será obrigação. O trabalho de anos de estudo e ensino será jogado no lixo.
Parabéns PSEUDOintelectuais, vocês, que se julgam tão sábios, mostraram que são tão ignorantes quanto o presidente daquele país chamado Brasil...
*Ah, o texto, escrito de maneira CORRETA, a atual que será obsoleta daqui há pouco tempo, seria assim:
Um pingüim achou que era difícil comer peixe com tanta freqüência, então, decidiu comer lingüiça. Os outros pingüins se revoltaram e convocaram uma assembléia, porque tinham a idéia que lingüiça não era coisa de pingüim. Chamaram-no de antiibérico, deram-lhe uma bóia e disseram-lhe: "olha este céu e vê se isto aqui é lugar de comer lingüiça". Jogaram-no ao mar. Mas o pingüim não sabia nadar. Outros tempos... outros tempos... aqueles que crêem, revêem seus conceitos.(espero ter corrigido todos a tempo)
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Humanidade... inutilidade... ou melhor, curiosidade?
Que diferença faz acelerar aquelas porcarias de ultra-micropartículas que "recriariam" o tal do big-bang, fato que, de fato, nunca explicou de maneira concreta o mundo como é hoje. E os tais cientistas, sim, aqueles palhaços chupadores de microscópios, que não têm nada para fazer da vida além de gastar dinheiro construindo aparelhos que não ajudam na luta contra o câncer, contra a aids, ou contra coisas simples, como fome e decepções amorosas.
São bilhões e mais bilhões não divulgados, jogados no lixo. Ainda se fosse no lixo espacial, mas nem isso. Tanto quanto a corrida espacial, mandar o homem para lua ou macacos para uma nave espacial que fica parada fora da atmosfera tirando fotos do nosso planeta, esse acelerador hiper-mega-caro (se fosse no brasil seria hiper-mega-ultra superfaturado) é inútil. Bobagem. Para que aqueles idiotas querem recriar algo que talvez, e únicamente talvez, tenha acontecido há bilhões de anos atrás. Tá, peraí. Bilhões também não, vamos parar com mais essa bobagem.
É tanto dinheiro gasto só para alimentar a curiosidade de pessoas que ganham muito bem para inventar bobagens, tão absurdas quanto essa, que não fazem sentido algum e não trazem retorno algum, à sociedade, ao mundo e também a eles próprios. A curiosidade matou o rato e, se eu fosse um pessimista, diria que, mataria-nos também. Mas eu sei que nada vai acabar com esse planeta habitado por seres tão idiotas quanto os criadores dessa bobagem.
Vamos jogar umas bolinhas invisíveis, umas contra as outras, e fotografar(!!!) as explosões para poder explicar o inexplicável, aquela pergunta " de onde viemos?". Parabéns, a humanidade superou o nível de ignorância aceitável.
O possível buraco negro deveria surgir para acabar com essa humanidade que ultrapassou todos os limites da ignorância. Agora, quem é mais idiota, quem cria uma bobagem dessas, quem financia uma bobagem dessas ou quem acha que isso é uma coisa importante?
Pensemos nisso...
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
E antigamente era só o galvão...
A televisão é um aparelho deprimente. Suas emissoras e seus programas são deprimentes. As pessoas que fazem a televisão são deprimentes. São, como o ignorante citado no parágrafo acima, pessoas que não fazem a menor idéia do que seja imparcialidade. Não há uma preparação para que essas pessoas possam aprender algo sobre o assunto do qual têm que falar. Mesmo que o animal tenha sido jogador de futebol, seus comentários são piores do que os do nosso presidente, também analfabeto funcional, sobre o álcool.
Alguns dizem que a televisão é um meio de comunicação muito útil para a sociedade. Bobagem. A televisão só tira a cultura daqueles que a assistem. O futebol sempre foi uma exceção, mas há algum tempo não é mais. A burrice daqueles que aparecem e falam na televisão, é contagiante. Daqui a pouco estaremos dizendo "de chapa" a qualquer momento do nosso dia, seja para pedir comida ou para mandar alguém lavar a louça.
Posso até assistir um jogo comentado por aquele animal novamente. Mas certamente baixarei o volume da televisão, para evitar que a doença da ignorância seja transmitida. Felizmente escapei ontem, mas na próxima, vou evitar ouvi-lo.
E antigamente era só o galvão...
*insisto que se alguém quiser ler algo não idiota como esse texto, que olhe na lista ao lado, onde selecionei os melhores textos do blog.
sábado, 19 de julho de 2008
Da série: Não é bem assim... (3)
"Eu era feliz e não sabia"
Quanta bobagem em uma só frase. "Eu era feliz e não sabia" reflete toda a falta de auto-conhecimento que uma pessoa pode ter. E traz à reflexão uma idéia de "eu sou um tongo", porque era feliz e não sabia. Pessoas dizem isso muito mais para puxar o saco de ex-colegas ou ex-amigos, ou pessoas com quem fazia festa junto há tempos atrás. É uma bobagem tremenda dizer isso. Até porque, quem é feliz, é feliz, não tem como não saber. É uma forma patética de utopia falsificada do passado. É querer imaginar que o passado era melhor do que o presente. É querer desmerecer o que se tem atualmente. E só não é mais bobagem pelo primeiro argumento, o do "eu sou um tongo". Pessoas que dizem essa frase geralmente a dizem para se fazer de coitadinhas e tentar receber um "o que aconteceu?" carinhoso de uma guria tri linda que eles querem conquistar. Ops, estamos no século XXI, então usa-se o termo "pegar". Tudo isso se baseia nos outros, porque são os outros que falam.
E por aí vai né.
Essa série prova o quão boba é a sociedade atual, com frases feitas e idiotas pra lá e pra cá, feito bola de pingue pongue em mesa chinesa.*
*os chineses são os maiores ganhadores de medalhas no pingue pongue na história das Olimpíadas...
sábado, 28 de junho de 2008
De sábado eu volto pra quarta, e tudo por culpa do Billi J.
Bom, mais um projeto será realizado hoje. Mais um objetivo será cumprido. Pelo menos espero que assim seja. Esforços foram feitos, tênis foram molhados, jornais foram gastos, corpos ficaram cansados, mentes então, nem se fala. Mas no final vai valer a pena. Espero.
Mudando de assunto, quarta-feira foi um dia legal até. Se não fosse por mais uma mostra de que quando faço alguma crítica, tenho razão. Mais uma prova do quanto o mundo hoje está encaminhado para uma derradeira crise inter e intrapessoal. Algumas pessoas, que infelizmente tem o poder de influenciar outras, não sabem mais o que é da sua vida e o que não é. Mesmo que importem-se apenas consigo mesmos, eles acabam se importando com os outros, assim que os mesmos se mostram diferentes e contrários a si.
Falando diretamente, critico hoje os metidos. Não os que se metem em uma conversa e perguntam "quem morreu?" ou "com quem aquela louca ficou na festinha ontem?". Mas sim os que se metem na vida do outro tentando alterar algo. Apenas pelo ego de fazê-lo ou para mostrar aos seus "seguidores" o quão bom e legal é. Gente ridícula. Patéticos é um bom complemento também.
Porque eu vou xingar alguém por esse alguém falar alto, se eu falo mais alto ainda quando o critico e tento desmoralizá-lo em público, muito mais para me elevar do que para ele aprender uma lição? Sinto-me cada vez mais diferente do mundo. Mais próximo e mais diferente. O que não parecia ser, agora não só parece, como é. O mundo me cerca e como diz a minha mãe "sempre dependemos do próximo, esteja ele próximo ou não". Não posso me excluir do mundo, embora há dias, como quarta-feira, em que tento me afastar do mundo mesmo, me excluir, fugir para nunca mais voltar.
Mas penso no que tenho. No bom que me cerca. E desisto. Não vale a pena, por egocêntricos arrogantes, desistir do que é concreto e do que realmente me faz viver.
Quarta foi só um dia. De dúvidas. Como hoje. Se bem que hoje as dúvidas, mesmo que boas, podem ter um resultado muito mais devastador do que as de quarta, que só se tornaram dúvidas para que eu tivesse o que pensar.
Bom fim de semana aos cada vez menos(em quantidade) leitores do Blog do Maluco.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Por um lado é aceitável mas... por outro...
O que me leva a escrever hoje é... tá, eu não tenho um motivo para escrever. Passo para o próximo parágrafo pois não tenho mais nenhuma besteira para colocar aqui como pseudo-introdução(agora, com esse vocabulário, o blog evoluiu em uma frase mais do que nos quase 10 meses todos).
Mas o que eu vi esses dias me fez pensar muito naquele momento. E quando eu digo que penso muito em algo, é porque eu dediquei alguns minutos do meu tempo pensando no que eu havia visto. Mas dessa vez, talvez pela primeira vez, eu tenha chegado a uma conclusão.
Chega um momento da sua vida online, nesse caso no orkut, que a única coisa que lhe interessa são recados e fotos. E eu olhando álbuns e álbuns, alguns apenas para olhar, outros para tentar reconhecer as pessoas, mas vi uma foto que me deixou um pouco preocupado. Onde o mundo vai parar????
Gurias que tiram fotos no espelho, ou seja, (prestem atenção a um tutorial simples e rápido de como tirar fotos no espelho, por alguém que nunca fez isso) você para na frente de um espelho, de preferência grande, se olha, faz uma pose e pronto, tira a foto. Tem de ser feito em um local com uma quantidade razoável de luz, senão o flash estraga a imagem(da mesma forma que os vidros da janela aqui de casa atrapalharam no dia da invocação de espíritos da gurizada, em um P.L. bem massa), sim, o flash digamos, apaga tudo, deixa tudo um clarão. Então é assim que se tira fotos. Bom, acabei de aprender, mas mesmo assim não farei isso.
Porque o que me deixou pensando foi o fato de ver um guri com uma foto dessas no orkut. Não era no orkut dele, esse era o pior. O que vem ao caso é que um guri tirou uma foto no espelho e teve a destreza de passar para o computador. Realmente, onde o mundo vai parar.
Não pensem que é uma atitude preconceituosa minha, repito, não é preconceito, apenas uma convicção que tenho que fica meio... estranho. Se bem que o estranho é legal, mas como para toda regra há uma exceção, aí está ela, eu acho pelo menos parcialmente. Mas é muito estranho mesmo, eu considero isso como um distúrbio, mas tudo bem. As diferenças existem, mas concordem ou não, essa é uma diferença meio estranha demais. Só não falo que é meio gay porque isso sim seria preconceituoso. Mas o cara tem de se fazer respeitar às vezes também.
Enfim, tirem fotos como quiserem, sejam elas estranhas ou não. Desde que vocês gostem, tudo bem. Quem sou eu para criticar. Apenas comentei, exagerando ao perguntar onde o mundo ia parar. Só escrevi essa pergunta para criar uma falsa e muito tosca expectativa em quem leu.
Abraços e bom final de semana.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A cada dia um recomeço... (4) - dessa vez de um jeito diferente
(está aí, o mais diferente texto dessa tão querida saga deste não muito querido blog.)
A cada dia um recomeço... (2) – a hora de se reerguer
A cada dia um recomeço... (3) – a saga continua
Começo esse num mais que gauchesco BAAAAAAAAH...
Bah(hahaha), procurando algumas fotos no meu e-mail original do gmail(o primeiro que eu fiz, por isso é o original), acabei vendo coisas que me fizeram rir. Ou será que fiquei decepcionado? Agora o sentimento que tive não importa, mas sim, o conteúdo de alguns e-mails.
Cheguei a conclusão que o meu passado me persegue. Para quem acompanha esse blog, deve estar lembrado(droga, se na maioria das vezes nem eu lembro o que escrevi, como posso pensar que alguém se lembre?), bom, não, mas... eu escrevi que havia deletado tudo o que me ligava ao meu passado de normal. E lendo esses meus e-mails antigos(95% deles eu escrevi), percebi que nem tudo foi deletado.
Eu era um deles, um “os outros”, um comum, enfim, um normal. Não tenho problemas em falar, mudei muito, cresci muito. Principalmente mudei. Eu sou outro mesmo. Errei, caí e fiquei muito tempo no chão, “por baixo” num popular bem popular. Fiquei muito mal durante muito tempo. Aí recebi uma chance, aproveitei e mudei.
Naqueles e-mails li coisas que são de uma ridicularidade imensa. Só não reproduzo porque eles têm caráter meio pessoal, mas em um deles eu chamo alguém, com quem hoje evito conversar, de amigona. Cramentua(expressão de espanto, para não banalizar Ele, como os normais fazem), como eu era ridículo. Isso é muito tosco mesmo. Eu era muito tosco. Tudo bem, ainda sou tosco, mas ao invés de um normal tosco sou um maluco tosco.
Eu realmente não acredito que escrevi certas coisas. Palavras em tom extremamente exigente e possessivo. Algo que eu nunca mais, mas nunca mais mesmo escreverei. Ridículo, patético, absurdo.
O meu passado me persegue e me condena, mas sou sincero ao dizer isso. Eu também mandava mensagens prontas “à fuzéus”(termo equivalente ao “pra caramba”). Mensagens sem fundamento algum. Não tenho certeza, mas acho que uma delas eu mandei como uma “indireta” para outra pessoa.
Bom, ver tudo aquilo, apenas confirma que muita coisa mudou. Não digo entre o eu normal e o eu maluco, porque esses dois eu, não se comparam, mas quero dizer que a mudança entre o eu de março do ano passado e o eu de junho é enorme, por exemplo(a mudança ocorreu eu agosto), nas minhas intenções. Em março eu queria ser popular, em junho, já queria me excluir de tudo.
Pois é, as coisas mudaram mesmo. Aqueles e aquelas que foram considerados(as) por mim como amigos(as), não eram meus amigos(as) mesmo. Eram apenas coadjuvantes de algo que me forçou a mudar.
A pressão que os normais fizeram para que eu me tornasse realmente um deles foi grande. Mas o meu eu-lírico, que sempre foi maluco, felizmente me impediu de estragar a minha vida mais ainda. E ELE também tem participação direta nisso. Aliás, ELE foi o responsável pela minha mudança.
Isso tudo influenciou para que o descrente e ateu não confirmado se transformasse em um católico participativo, que vai à missa todas as terças, ainda por cima ler nelas(nas missas).
Enfim, uma coisa leva a outra, e aqueles e-mails já foram apagados, mas pela primeira vez concluindo uma idéia, cheguei a conclusão(acreditem, não escreveria isso se não fosse verdade) de que é quase impossível apagar tudo o que me lembra os tempos de normal. Até porque(é coisa de maluco o que vou dizer), não quero apagar algumas lembranças para ter sempre nas lembranças os momentos de dificuldade, que tanto me ajudaram a crescer e evoluir, não fisicamente, mas sim moral e espiritualmente. Não quero apagar para provar que é possível sim, mudar e recomeçar, independentemente da situação em que se está.
Uma boa semana à todos!
domingo, 2 de setembro de 2007
Pensar no que os outros estão pensando
Isso não deveria ocupar a minha mente. Mas fiquei algumas quadras pensando nisso.
E acho que não cheguei a conclusão nenhuma do porquê de eu estar pensando no que as pessoas que passavam por mim estavam pensando(e começa a se tornar um saco esse texto).
As pessoas são tão iguais, porque, tirando exceções, possuem dois olhos, dois ouvidos, uma boca, um nariz, duas pernas, enfim, andam, falam, ouvem, sentem cheiros e toques, entre muitas outras coisas. Sim, esse é o princípio de nossa igualdade. Perante a Deus todos somos iguais. As nossas atitudes é que nos fazem diferentes.
Não vou falar na diferença entre malucos e normais, mas em outras diferenças.
Estaria eu sendo um idiota se falasse que os malucos andam de uma maneira legal e os normais de uma maneira ridícula. Cada um tem um jeito de andar. Ridículo é como andam aqueles plaiboizinhos, que nem macacos pré-históricos, corcundas e balançando os braços(acho que todos já viram uma cena dessas), mas também não vou comentar isso. A diferença entre normais e malucos é para que caminho esse andar leva.
Cada um tem um jeito de falar. Uns falam alto(eu), outros falam baixo, outros falam muito rápido(quase como o esquilo do filme "Deu a louca na Chapeuzinho") e outros devagar. Existem muitas maneiras de se falar. A diferença entre malucos e normais aqui, é o que sai dessa boca, se sinceridade ou mentira.
Todos ouvem e vêem. Mas cabe a cada um selecionar o que quer ouvir e o que quer ver, e não estou me referindo a televisão ou rádio, mas sim a o que acontece no dia-a-dia de cada um de nós. Nós é que escolhemos o queremos ver, se é um computador ou a família.
Tudo isso que eu disse, depende de mais uma coisa que todos fazem(mas há casos em que são fortes os indícios de que alguns não fazem isso) que é o pensar. Todos pensamos. Agora, o que pensamos pode indicar o que somos. O que pensamos também depende dos nossos princípios. Aí já não é uma coisa que nos torna parecidos. Aliás, como isso nos torna diferentes. Cada um tem os seus princípios...
Enfim, encerro dizendo que tenho um trabalho gigantesco para fazer, mas tudo bem. Desejo à todos os que leram esse texto que não tentem pensar no que os que passam por vocês estão pensando, como eu fiz, pois no final disso, vão se arrepender de ter feito isso pois é uma grande perda de tempo inconclusiva(sem conclusão).
Um bom domingo e uma boa semana à todos!
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Dá pra acreditar?
Digo que sorriso de foto não me convence pois vi uma cena a alguns poucos dias que me fez pensar bem se esses sorrisos são realmente sinceros.
Suponhamos(hipotéticamente) que uma pessoa fala mal de outra(algo tão normal nos dias de hoje). Suponhamos mais precisamente que essa pessoa acabou de falar mal de outra. Essa outra entra no espaço ocupado pela outra(não especificarei local, mas lembrem-se de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço... é física... bom... eu odeio física, então a física que vá para os infernos. Tá, não odeio tanto física). E essa pessoa(não se percam, essa pessoa, nesse caso é aquela de quem estavam falando mal)(as coisas complicam, pois eu disse estavam e, realmente, eram mais de duas pessoas) pede para tirar uma foto. Detalhe: ela sabe que falam mal dela e mesmo assim quer fazer isso. Então, quem estava falando mal, se aproxima, gruda seu rosto no dela(bochecha com bochecha, não pensem que foi beijo) e tira uma foto. Sorrindo!!!!!!!!!!!!!!!!!
Onde o mundo vai parar? A falsidade é tão inevitável assim? A falsidade é algo tão patético assim? Eu não entendo como alguém consegue fazer uma coisa dessas. Onde, onde não, como a humanidade acabará se mais pessoas(e olha que já são muitas) seguirem e copiarem esse tipo de falsidade? Eu realmente fiquei pasmado com essa atitude.
É ridículo. E como.
Da mesma maneira que é ridículo pedir e ganhar ajuda e depois nem agradecer, ainda por cima, desprezando a ajuda dada.
Bah normais... vocês me surpreendem cada dia mais... a falsidade de vocês não têm mais limite. Que pena. O mundo está cada vez pior mesmo. E não adianta, esse frio não consegue congelar esses cérebros ruins e maldosos de vocês. Quem sabe se vocês forem para o inferno, o calor que imagina-se fazer lá não toste-os e acabe livrando o mundo de vocês.
Bah, eu mandei os normais para o inferno de maneira indireta... quase subliminar(não é pra tanto mas...). Legal
sábado, 28 de julho de 2007
Seja você mesmo e aprenda algo
"...somos cafonas sim, nós aceitamos... e que nos deixem em paz..."
Sabe, que só agora é que fui perceber a real moral de ter uma música, em um ritmo tosco, cantado(pelo menos em português) de uma maneira não muito boa, em um episódio do Chaves. O Roberto Goméz Bolaños sempre tentou mostrar nos seus seriados algumas lições. Não apenas lição de moral, mas também, de caráter.
Entra aí a minha parte opinativa. Essa frase, em outras palavras é um "seja você mesmo" ou "viva a sua vida e ignore "os outros" ". Esse episódio, com toda a certeza foi gravado há mais de 30 anos. Então isso quer dizer que naquela época já tinha alguém que pensava por si(se bem que todas as gerações tiveram pelo menos um maluco que pensasse).
Quem nunca ouviu um "mas o que os outros vão pensar disso?". Creio ser praticamente impossível alguém não ter ouvido uma frase dessas, ou algo semelhante. Em geral, as pessoas(posso me dizer excluido desse grupo, pois realmente não penso em "os outros") têm(com acento pois é plural, é AS pessoas), diria eu, um medo ou receio de, o que elas chamam fazer fiasco. Acho isso uma coisa normal. E não critico as pessoas por isso. Critico aqueles que criticam quem faz o que tem vontade de fazer. Porque alguém não pode sair de pijama pelo centro da cidade? Se alguém faz isso, é tachado de tosco, ridículo, ou termos piores, que não me vem a cabeça.
(escutando Inbetween Days (acústica) do The Cure)
(sim, estou escutando música, e até já me perdi - hehehe)
Fico pensando naqueles que têm problemas com isso. Síndrome de alguma coisa. Esses devem sofrer bastante. Pois mesmo estando corretos em todos os padrões dos frescos(fique subentendido aqui) eles acham que não estão bem. Assim ficam em casa(outro parênteses para dizer que eu não saio muito pois não gosto de festas, não por isso) e até sofrem com isso.
São vários os exemplos de pessoas que deixam de fazer o que têm vontade porque acham que vão fazer fiasco. Digo isso por experiência. Eu era um desses que deixava de fazer algo pois pensava que estava fazendo fiasco. O que "os outros" vão pensar de mim.
Tudo bobagem. "Os outros" são uns babacas(baaaaaaaaah, fazia tempo que eu não dizia isso), eles percebem quando alguém está com certo receio do que está fazendo, e vão lá. Criticam, tentam, de TODAS as maneiras derrubar a pessoa. Alguns acabam caindo, mas "os outros" um dia pagam, pois, quando menos esperam, encontram um maluco que os derruba. Não, os malucos não atacam, só se defendem dos ataques desse babacas, fazendo com que os ataques voltem(tentem relacionar isso a palavras e ações, esqueçam que a minha descrição está parecendo filme de luta) e derrubem "os outros".
R.G.B. era um maluco. Bom, ainda é, pois não morreu. Ele achou, que a televisão poderia fazer os telespectadores rirem e ao mesmo tempo ensinar algo a eles, mesmo que de maneira indireta. Foi um cara muito inteligente, que prezava pelas crianças e pelo futuro delas. Caras como ele e tantos outros, que não citarei nomes(agora), tentaram e conseguiram criar uma geração, de malucos, que sabem o que realmente importa na vida. São poucos aqueles que pegaram o real espírito de Chaves. Não é a briga entre vizinhos, ou rir dos mais burros. É o que eu disse, aquela do "seja você mesmo". O Chaves se importava em ser pobre? O Quico se importava em ser buchechudo? O Seu Madruga se importava em ser feio?
Não, eles até ironizavam tudo isso. Eram felizes. Pode até ser que era apenas um seriado. Era tudo ficção. Mas eu acredito, que se todos prestassem atenção em um episódio de Chaves(nos primeiros de preferência), as coisas poderiam ser diferentes.
Repito, Chaves foi criado há mais de 30 anos. E ainda me faz rir, mesmo que eu já tenha visto milhares de vezes. E hoje, o que temos? O que os programas que se dizem humorísticos passam para os mais jovens? Sacaneie o outro, tire com a cara do outro mesmo sem motivo. E sempre apelam para mulheres peitudas e homens sem camisa, para tentar ganhar audiência. Se esquecem que a televisão precisa ter responsabilidade social. Sim, além de entreter(e olha que nem isso faz) precisa passar algo importante.
A única coisa que vejo regularmente na tv, é o futebol, porque apenas esse não precisa passar outra lição além do "pratique esportes".
Não são todos os que vêem essas coisas que eu analisei. Nem importa. Eu vejo. Analiso diferentemente. Não me importo em ser chamado de babaca por ter criticado as emissoras que não passam um pingo de educação(a TV ESCOLA é a exceção) para as crianças. Esqueçam a televisão, e se for para praticar um esporte ou ler um livro, esqueçam esse blog. Se for para olhar algum programa humorístico atual, continuem no blog, pois acho que eu pelo menos em alguns momentos, acabo ensinando algo(mas muito pouco).
Bom final de semana!
domingo, 8 de julho de 2007
O MSN, a mais nova arma de ameaças do meu computador
Estava eu falando com uma amiga minha de outra cidade, e ela ia sair, mas deixou o msn aberto, eu me despedi, falando "te adoro" e o namorado dela leu isso. Aí já viu. Sem contar que antes eu tinha pedido para ela mandar um abraço para uma outra amiga minha, e o namorado dessa outra amiga, também estava lá. 2x1. Pois é. Fui ameaçado. Se voltar a falar com qualquer uma das duas, serei quebrado ao meio e o meu nariz irá parar na minha nuca!!!!
Claro que isso não vai acontecer. Primeiro porque depois dessa, nunca mais converso por msn com amigas que tenham namorados(há exceções). Bah, outra dessas seria um caos. Segundo porque eu não disse nada de mais, e como avisei ao sujeito, até por morar em outra cidade, não represento perigo ao namoro dele. E outra decisão tomada: nunca colocarei os pés naquela cidade.
Por mais medrosas que possam parecer essas atitudes, elas apenas são atitudes para evitar um confronto desnecessário, até porque a minha fase de brigão já passou(foi até a 3ª série). Não quero brigar, ainda mais sem motivos.
É patético que existem alguns que pensam assim. Visão ciumenta na 125ª potência. Não havia necessidade disso.
Bom, azar. Não quero confusão, muito menos briga. Deixo aqui o meu desejo de boa semana a todos, e que vocês não tenham que passar pela mesma situação desagradável que eu passei.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Infinitivo como tudo que é simples...
Mas aí vem a pergunta: O que é infinitivo?
"Forma infinita do verbo, a qual, em muitas línguas, é tomada como sua forma de citação." - Dicionário Aurélio(o que eu tenho no computador)
Sim, entendi tudo mas, falando português, infinitivo é quando os verbos estão na sua forma normal. Aí alguém resolveu dividir em classes(sempre tem uns CDF's metidos a besta que querem aparecer), e fizeram que existisse as tais 3 conjugações(1ª - verbos terminados em AR, 2ª em ER e 3ª em IR, com a exceção do verbo por, que vem do latim POER, aí ele ficou na segunda conjugação). Mas o que isso tem a ver com o texto? Nem eu sei... só quis mostrar que a minha olhada no caderno de português do ano passado(ou do retrasado) valeu a pena(uma tosquice a coisa do português e essa principalmente - critiquem, eu mereço - hahaha).
Mas a minha análise foi feita indo para o curso de inglês hoje, tanto que no começo da "caminhada"(sim, mais ou menos 1km) encontrei a Fabonha no caminho. Nem conversamos direito, estavamos meio atrasados, cada um para o seu lado. Mas a Fabi até que é legal(não me mata amanhã Fabi). Mas então como eu ia dizendo, para ocupar a minha cabeça, fui escrevendo, e lembrei dessa frase, adaptei, e criei um texto, que estou desenvolvendo agora(quando vocês lerem o verbo deveria estar no passado, mas não penso no futuro[???]).
Então, o infinitivo como tudo o que é simples começa agora(finalmente, depois de meia hora de enchimento de lingüiça). Eu acabei traduzindo(do português tradicional para o português do blog, que é um português[cansei da palavra] mais popular(???), e seria algo como: tudo que está no infinitivo é simples. Bah, revendo, essa "tradução" ficou uma droga, mas tudo bem.
E, falar, ouvir, pensar e comer(apenas alguns exemplos), são coisas simples. Esqueçamos daqueles que possuem algum problema em um desses casos(principalmente nos 2 primeiros), e sigamos(nós quem??? eu é que escrevo esses textos ridículos) em frente(nesse caso, para baixo - hahaha).
(???= não entendi - só para esclarecer)
Mas alguns vão dizer que dançar não é tão simples. Eu posso dizer que não sei dançar(exceto um rock antigo, onde se dançava andando para os lados - ridículo, ou seria tosco por ser tosco?), mas no caso, os que não sabem(insisto que não sei dançar) apenas fingem que dançam, nem que seja para se aproximar de uma "gatinha"(que pode apenas estar fingindo ser uma gatinha - essa foi bem sacada). E é verdade, tem gente que finge que dança, e outros fingem que são bonitos(essa não teve nada a ver com o texto, mas tudo bem).
Outro verbo que se analisado profundamente(não tão profundamente como a conjugação do verbo cavar em todas as pessoas é, mas já é um começo) é o desculpar. Principalmente se é uma condição de existência(inspirado no inglês - esse texto está ficando uma coisa sem cabimento algum). Se(aí está a c.e.) desculpar com alguém é muito mais difícil que desculpar alguém. E digam que não(mas nos comentários - hahaha). Eu sei que pedir desculpas é uma situação meio complicada, mas tudo depende do que você precisa se desculpar(uma palavra é diferente de uma ação, a ação, no caso é pior). Verbo com uma condição similar(mas sem a condição de existência) é o perdoar. Eu perdôo? Eu peço perdão? Dois casos distintos entre si, mas semelhantes com o desculpar.
(c.e. = condição de existência - era só olhar uma linha acima...)
Existem vários verbos legais de se descrever, como o sorrir. Eu sorrio. Fica estranho. Tu sorris(confesso que olhei no aurélio, mas achava que era assim, só olhei porque é muito estranho). Fica mais estranho ainda. Então adaptamos a frase para um popular "tu tens um sorriso lindo/encantador/amarelo(pela cor dos dentes)". Me diz(nos comentários) se não é legal ficar analisando uma bobagem como essas. É tão legal... coisa de maluco...
(por ter ficado demasiadamente grande, e para dar uma folga a minha cabeça, a continuação desse texto será postada amanhã)
Enquanto isso, bom final de semana
domingo, 1 de julho de 2007
Eu não sei sobre o que falar. Qualquer coisa seria incabível com o momento atual. Mas o legal é que dessa vez, apesar de todo o contexto que abrange o problema, eu estou certo, decidido, e não confuso. Isso me alivia. Legal também que a lua estava grande hoje e isso inspirou pra caramba(potência equivalente a 10³) três pensadores malucos, eu e os irmãos coragem(os dois, óbvio). Foi tão legal três pessoas fazendo pose de pensador no meio da rua, olhando pra lua. Muito louco.
Hoje eu percebi a real importância que "os outros" têm na minha vida.
Sim, por incrível que pareça eles têm uma importância. Eles, mesmo sem querer, mostram o quanto vale a pena ser maluco.
Isso pode soar tão ridículo, mas é a pura verdade.
Critiquem, xinguem, chamem de ridículo mesmo, mas é a minha opinião.
Essa diferença se acentua a cada dia. A cada momento de análise. Hoje no jogo, por exemplo. O meu grande amigo Cleiton, em um momento de maluco, disse sim: Vamos ganhar dos pela-saco!. Alguns não vão entender, mas tudo bem. Ouvir aquilo foi simplesmente fantástico. Saber que tem um do meu lado é show.
E eu analisei isso depois, no momento em que deixei a quadra. Fiquei pensando nisso. E, foi legal, apesar de muitos(e muitas) acabarem achando que somos os "vilões" da história, foi muito legal. Essa diferença é gigantesca. Enquanto somos sinceros a muito tempo, mostrando uma verdade, eles continuam tentando ser os queridinhos, os "bonzinhos". Patético. A Sil vai ler e não vai gostar, alguém mais vai ler e não gostar, mas apenas analisem: é melhor que mostremos e sejamos sinceros quanto ao que achamos de alguns, do que ir até eles, e ser falsos, cumprimentando e dizendo tudo beleza?
Ando muito irritado com isso. Com essa situação, mas ela não vai mudar. Talvez infelizmente. E, se eu tivesse o poder de mudar alguma coisa, sinceramente, eu não mudaria. Um mundo só de felicidade, não é real. E essa fantasia, leva alguns a insanidade mental.
Qualquer coisa, comentários.
domingo, 17 de junho de 2007
o orkut
Analisando de uma maneira bem simples. O orkut serve pra "conhecermos" outras pessoas, trocar e compartilhar gostos, demostrar paixões, e claro, falar o que você pensa sobre alguém.
Mas, o orkut também é usado como ferramenta de desculpa. Não que essa seja uma das intenções, mas, quando alguém faz algo errado, acho que a primeira coisa é se desculpar pelo orkut, seja em depoimento, ou se houver uma parte mais forte, mais sentimental, por depoimento. Sim, eu falo porque eu já fiz isso. E... infelizmente depois de um erro no msn, seguido de desculpas no orkut, eu acabei me afastando um pouco de uma amiga.
A culpa foi minha, e ela não foi a vítima nessa história, ela não entendeu... mas isso não vem ao caso.
O orkut foi criado há uns 3 anos(talvez não, não sei), com qual finalidade? Sei lá, perguntem para o dono.
Uma coisa que eu acho patética no orkut são as atais mensagens. Eu já desmarquei a opção de receber mensagem, porquesó vem propaganda. Tem outras coisas no orkut que são bestas, como aquela coisa de paquera(que deve estar ligada a mensagens). Nunca usei aquilo, nem deve servir.
Claro que o orkut tem seus lados legais. Como por exemplo, dá para tirar com a cara de alguém sem levar um tapa, e depois é só escrever um "eu tava brincando" para remediar tudo. É tão legal tirar com a cara de alguém...
Bom. A coisa dos depoimentos ela é um pouco engraçada. Analisemos(não, eu analiso, você que está lendo, lê, e só pode comentar depois). Será que o grande número de depoimentos que uma pessoa tem faz ela mais querida do que os que não tem muitos? Eu acho que não. Depoimento é coisa de quem não tem nada pra fazer, ou de quem quer puxar o saco. Analisando os muitos depoimentos que eu já li, percebi que raros foram os sinceros, porque essas pessoas, após algum tempo, se distanciam, ou, nem se olham mais na cara. Eu já escrevi depoimento só pra puxar o saco, ou até para receber um devolta, mas, acabei percebendo o quanto patético era isso. Sim, eu fazia isso quando eu era um normal, mas felizmente as coisas mudaram. Só escrevo depoimentos sinceros. E... faz tempo que não escrevo um.
Uma coisa que o orkut me ensinou, é que, se eu não gosto de um amigo da minha lista, eu simplesmente o excluo. Isso é tão legal. Excluir pela-saco é tão legal... Excluir desconhecidos também. Já exclui mais de 100 da minha lista de amigos. É tão legal... hahahaha
As comunidades são coisas de momento. Eu já estive em comunidades como: "eu amo a minha amiga ina" - bah, essa foi a primeira coisa patética que eu fiz na minha vida de orkut. Cara, eu estive numa comunidade dessas. E essa pessoa nem era minha amiga. Eu me arrependo de muita coisa que eu já fiz, e o orkut pelo menos possibilita excluir essas coisas que são patéticas para nós.
Agora tem a coisa das enquetes. Eu já li tanta enquete besta, como: "Você leu isso(aí aparece um texto ridículo, dizendo que um espírito vai aparecer e tals...): aí as opções são: Sim e sim(esse é o pior, além daquela de espíritos ser ridícula, essa de duas opções sim é pior).
Uma coisa legal do orkut é conhecer pessoas muito ridículas. Alguém que coloca no álbum uma foto de um baralho, é muito sem noção. Não vou criticar mas, acho que como é álbum, deveria ter fotos de pessoas. Não, não impede de colocar fotos de coisas, mas sei lá, é ruim entrar no profile de alguém, e não conhecer a pessoa, porque ela coloco fotos de desenhos, ou de famosos, ou de coisas alucinógenas.
Como tudo, o orkut tem prós e contras. Cabe a cada um usar do jeito que quiser.
Agora, mudando um pouco, assisti o Homem aranha 3, mas tá mais para emo aranha. Que filme ridículo, chega a ser patético. Muito ruim. Ele não deu um beijo na namorada dele o filme inteiro. E a história eu achei fraca demais. Não recomendo.
Boa semana a quem leu isso!
