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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Frase do dia

It's just another day...


ou em bom português, é apenas outro dia... apenas mais um dia.


Just another day - Oingo Boingo

domingo, 8 de março de 2009

Quer entrar para a história? É só morrer...

Não estou pedindo para algum de vocês que supostamente está lendo este suposto blog. Também não estou querendo ser radical mas, paremos para pensar um pouco.

Talvez um dos grandes exemplos seja Getúlio Vargas, que escreveu em sua "carta de despedida" que saía do poder para entrar na história. Hoje, em todo lugar há uma rua, um bairro ou alguma praça com o nome Getúlio Vargas.

Hitler não deixa de ser alguém que se matou para entrar na história. A maioria o odeia mas ainda há aqueles que acham que ele foi gênio(como talvez tenha sido mesmo) embora muito burro em suas teorias racistas.

Trazendo para um contexto mais próximo, alguém acha que Cazuza seria o mito musical que é hoje se ele não tivesse morrido, basicamente porque contraiu AIDS? Alguém já pensou que, apesar de letras e personalidade fortes, eles provavelmente sucumbiriam a um mercado que exige novidade e acaba destruindo as mesmices, como aconteceu com IRA!, Titãs e outros. A morte e aquela ideia de que devemos valorizar os mortos elevaram e muito Cazuza como músico e ser humano, embora tenha tido atitudes que alguém com a sua fama jamais deveria ter tido. Errar é humano mas, quando se é exemplo para uma sociedade fraca que busca em qualquer um exemplos para sua vida, deve-se cuidar com o que se faz e se fala.

Renato Russo é outro exemplo. Ele teria tantos seguidores, tantos fãs, seria tão aclamado se ainda estivesse vivo? Talvez sim, mas a sua morte e consequente criação do mito, da geração de "órfãos do Legião Urbana" aumentou, elevou muito seu trabalho.

Outro que morreu por causa da AIDS, e assim sendo, não deveria ser citado como pessoa mas apenas como músico, foi Freddy Mercury, vocalista do Queen. Esse provavelmente teria feito mais sucesso, mas um sucesso de turnês perdidas em uma década, como Rolling Stones e até o Metallica fazem hoje em dia.

Eu sei que ficou perdido o texto mas, o que no fim, eu tenho que dizer é que, musicalmente, esses exemplos foram muito bons, talvez até geniais mas, não devem ser tomados como pessoas exemplo, como seres humanos exemplo, porque seus erros acabam encobrindo seus talentos.

Entraram para a história, infelizmente mais por terem morrido como "coitadinhos" do que pela sua música, que veio no embalo da pena sentida pelos fãs e por jovens carentes de exemplos que acabam seguindo seus "ídolos" da maneira errada.

Que porcaria.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Alone in the world without you - Glasseater

Poucos devem conhecer, mas gosto dessa música. Pela música, e até um pouco pela letra.

Alone in a world without you - Glasseater

Since day one, you've been away
And since then you...
You've made me stay
Alone in a world where i'd like to hear
The words of approval ringing in my ear

Cause i don't ask for much
Yet i want it all
I've gained nothing from this
You want to see me fall

What we will stick to our passions
We'll keep playing far and away
Alone in a world where i'd like to see
The smile on your face that means security

Cause i don't ask for much
Yet i want it all
I've gained nothing from this
You want to see me fall

Don't live life by the norm' in society
Do what you have to do to keep you happy
So what if it doesn't matter to them at all
It makes sense to you keep on, don't stall

Cause i don't ask for much
Yet i want it all
I've gained nothing from this
You want to see me fall

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Viva la vida - uma maneira diferente de um jeito igual

Coldplay - Viva la vida

Embora minha vontade seja de comprar todos os bons cd's existentes nas lojas, não possuo dinheiro sequer para comprar um geladinho de 25 centavos. Então, só me resta colocar para baixar álbuns completos. E como um apreciador da boa música, há alguns dias foi concluído o download do Viva la vida, novo(ou nem tanto) álbum do Coldplay.

Não vou discutir música aqui, apenas deixar a minha opinião.

Não imagino que algum dia a intenção de Chris Martin e companhia tenha sido fazer músicas que animassem e alegrassem aqueles que as ouvem. Nem quero ter essa bizarra imaginação. Para mim o Coldplay sempre teve em seu repertório, salvo algumas exceções, músicas meio... deprimentes diria eu. Sim, uma coisa boa de se ouvir porém, não recomendada para aqueles que buscam um sorriso em uma música.

Muito embora as letras possam até ser bonitas, legais e reais, o ritmo, a sonoridade e o raio que o parta de termo que possa definir melodia sempre foram os mais calmos, os mais lentos porém, nesse Viva la vida, a coisa passou dos limites. Achei as músicas todas parecidas, lentas e deprimentes.

Tentei ouvi-las em volume baixo, como fundo para outras atividades, e em volume alto, como personagem principal das minhas ações. Mas não consegui gostar muito das músicas. Entretanto, devo admitir que gostei da letra da música que dá o nome ao álbum. Gostei da música em si, mas não é um gostei muito animado não.

Deprimente. Não por ser ruim, mas por ser meio melódico, meio lento demais, meio igualzinho a tudo o que o Coldplay já fez.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Um grito bem definido

Nenhum de Nós - Santa felicidade

Foram poucas as vezes em que ouvi por muito tempo música alta. Não sei, meus ouvidos não aguentam muito, enfim, não gosto muito mesmo. Questão talvez de costume ou de preferir algo mais calmo. Até porque, geralmente, deixo a música como um fundo que me faz diminuir os pensamentos. Porque no silêncio os pensamentos surgem tanto quanto surgem hipócritas na sociedade.

Mas hoje eu precisei levantar o volume. Não que tenha sido um grande volume, até porque, mesmo colocando o fone o volume não foi muito grande porém, foi o suficiente para parar de pensar um pouco no que eu não deveria pensar.

Por ouvir, e acabar cantando as músicas, altas, pensava na música e no que estava lendo ao invés de pensar naquilo que não deveria pensar(2). Eu precisava deixar um pouco de lado os balões que a toda hora surgiam em minha mente. Deixar de lado os malditos condicionais "se". Deixar de lado lembranças de fatos gerados por terceiros que, indiretamente, me afetaram.

Afogar as mágoas de um jeito diferente. Aliviar o espírito sem tomar banho de chuva. Falar alto, gritar, jogar fora palavras e pensamentos a tanto guardados. Sem receber um "para"(agora sem acento diferencial) ou um "calma" como resposta.

Levantei o volume mesmo. Não ouvi mais nada. Nem a televisão, nem a minha mãe, nem a mim e a minha mente. Só ouvi a música. Só pensei na música. Nas músicas aliás.

Eu precisava sair da rotina como fiz no domingo. Precisava gritar palavras como fiz hoje(e ontem)*. Não sei o que farei amanhã. Não sei sequer se precisarei fazer algo desse tipo amanhã(que já é hoje).

E não faz diferença também.

O que precisava ser feito, foi feito.


*período de transição de um dia para outro

sábado, 18 de outubro de 2008

Lookin' for a reason - Creedence Clearwater Revival

(o selo está no post abaixo)

Faz tempo que não posto uma letra de música agora. Então coloco essa do Creedence. Gosto bastante dessa música, e da letra. Viva o rock!

Lookin' for a reason

I'm lookin' for a reason to stay.
I'm all wound up and tied in knots today.
I'm lookin' for a reason not to go.
When the morning comes, I'll be on my way.

Ev'ry night I ask myself again
Just what it was that made our dream begin.
It seemed like a good idea way back then.
But I'm wond'rin' now what daydream took me in.

Yesterday I tried once more to find
A way to share the trouble on my mind.
It seems like you turn away ev'ry time.
I used to like it here, I can't remember why.

*letra retirada do site Letras.mus.br
Quem quiser ouvir, clique nessa coisa aí embaixo.

Creedence Clearwater Revival - Lookin' for a reason

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Músicas de filme, mas não só

Volta e meia, eu me deparo com uma situação tão complicada quanto achar uma roupa limpa embaixo da cama. Uma situação que preocupa muitos, mas que não me afeta muito, apenas um pouco no momento. Mas não deixa de existir, para poder ser comentada, mais uma vez inutilmente, nesse blog.

Estamos assistindo um filme e começa a tocar uma música tri massa. Mas daí, quem canta? Qual o nome da música? E se ela aparece só uma vez no filme, é bem mais difícil de achar. Como Breakout do Foo Fighters, que toca em "Eu, eu mesmo e Irene". Demorei anos para escutar aquela música denovo. E isso que é de uma banda, digamos, bastante conhecida.

E são tantas músicas que tocam no meio de tantos filmes que nos perdemos e, se muitas vezes nem lembramos o nome do filme, como descobriremo a música? Complicado isso. Aí fica a expectativa de alguém conhecer. Mas ninguém conhece. Porque ninguém sabe ao menos de que filme tu estás falando.

E haja procura para poder achar. Se é uma música mais antiga então, a situação piora muito mais, porque há pouco material sobre o antigo que fuja da linha de Beatles, AC/DC, Elvis e Ramones. Sim, infelizmente há pouco, mesmo que esse pouco seja o suficiente para deixar loucos como eu, mais loucos ainda só em ouvir "You'll never walk alone" do Elvis, que mesmo não sendo um rock é uma música fantástica, ou "Have you ever seen the rain" do Creedence, que não tem grande "presença" nas listas das pessoas que gostam de rock, que não fogem do "Metallica, Led Zeppelin e Ramones", que são bons, mas não são os únicos grandes do rock.

The Hollies, The Faces, The Small Faces e The Glove são bandas que tocavam tão bem quanto essas famosas. Como o The Kinks, que não teve muita divulgação, por existir, em seus bons tempos, na mesma época em que Beatles, Rolling Stones e Who também tiveram no auge.

Mas eu ainda busco alguma música que escutei em filmes... e põe alguma nisso...

E acho que não sou só eu...

E é só. Por hoje.

domingo, 13 de julho de 2008

Parabéns

Não importa se é Beatles ou Elvis, se é Creedence, Ramones ou Green Day. O importante é que seja rock. Isso sim é música. Assim como o jazz.

A melhor banda é opinião pessoal. A maior banda, é complicado dizer. Quem mais vendeu foi o Elvis, quem chegou ao topo mais rapidamente foram os Beatles. Mas são tantas bandas que não ganharam destaque, mas que fizeram um rock tão bom quanto as famosas. The Faces, The Kinks, Cream, Rush, não são comentados, se comparados com ruídos que ouvimos, mesmo que não querendo, diariamente, mas foram tão boas quanto as grandes bandas do rock.

Começou e nunca vai terminar. Esse é o rock, que molda gerações, mas que ainda tem os seus problemas, o que no caso, não afeta o rock, mas sim, quem faz. Ultimamente não ouvimos grandes bandas, mas o passado nos salva.

E sempre salvará.

Parabéns ao rock. Ao bom e velho, Rock'n roll!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Nada pode expressar melhor do que isso...

Piano Bar - Engenheiros do Hawaii

O que você me pede eu não posso fazer
Assim você me perde, eu perco você
Como um barco perde o rumo
Como uma árvore no outono perde a cor.

O que você não pode, eu não vou te pedir.
O que você não quer, eu não quero insistir.
Diga a verdade, doa a quem doer.
Doe sangue e me dê seu telefone.

Todos os dias eu venho ao mesmo lugar,
Às vezes fica longe, imposível de encontrar
Mas, quando o Bourbon é bom
Toda noite é noite de luar.

No táxi que me trouxe até aqui Willie Nelson me dava razão,
As últimas do esporte, hora certa, crime e religião.
Na verdade 'nada' é uma palavra esperando tradução.

Toda vez que falta luz,
Toda vez que algo nos falta
O invisível nos salta aos olhos,
Um salto no escuro da piscina.

O fogo ilumina muito por muito pouco tempo
Em muito pouco tempo, o fogo apaga tudo.
Tudo um dia vira luz.
Toda vez que falta luz
O invisível nos salta aos olhos.

Ontem à noite, eu conheci uma guria
Já era tarde, era quase dia.
Era o princípio num precipício.
Era o meu corpo que caía.

Ontem à noite, a noite tava fria
Tudo queimava, nada aquecia.
Ela apareceu, parecia tão sozinha.
Parecia que era minha aquela solidão.

Ontem à noite, eu conheci uma guria que eu já conhecia
de outros carnavais com outras fantasias
Ela apareceu, parecia tão sozinha.
Parecia que era minha aquela solidão.

No início era um precipício um corpo que caía
Depois virou um vício.
Foi tão difícil acordar no outro dia.
Ela apareceu, parecia tão sozinha.
Parecia que era minha aquela solidão.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Gostando ainda mais de Creedence

Não consigo descrever o que passa pela minha cabeça. Essa é uma daquelas sensações que iniciam uma longa história, seja qual for o motivo, seja qual for a história. Como diz a música abaixo, do Foo Fighters, "i'll never surrender", que seria traduzido como "eu nunca me renderei". Mas eu tenho que me render, nesse caso. Me rendi nesse momento.

Não me rendi na luta contra os normais, ou contra a hipocrisia ou a superficialidade. Não. Continuarei lutando, enquanto houver um motivo justo e sincero na minha cabeça e no meu coração. Se o ideal é sincero, não há nada que me fará parar, desistir.

Mas me rendi, mais uma vez, ao Creedence Clearwater Revival, a maior banda de TODOS os tempos, isso que eu não gosto de fazer listas, mas só o Creedence é listado. São poucos que tem esse gosto em especial. Não gostar de Creedence é burrice, falta de cultura, ou de agricultura, como diria o meu vô. Mas gostar e listar como banda favorita, que eu conheça, só eu.

Mas me rendi hoje, porque estava eu cantando as músicas, lendo as partes que eu não conseguia transformar em palavras. Mas é algo do outro mundo. Isso sim é que é música. E a cada começo de música, eu já me lembrava do refrão, ou da melodia, ou do solo de guitarra no final.

Não consigo entender como podem chamar essas coisas modernas, como funk, pagode e som de corno, de música. Não consigo entender como podem banalizar até a palavra música. Os gêneros citados, entre tantos outros, não passam de ruídos que tentam explorar o povo mais humilde e que não tem a oportunidade de escutar Creedence, Elvis, Beatles, enfim, música de verdade.

O que toca nas rádios? Pagode, axé, funk, samba, sertanejo(ou som de corno), rap, hip-hop, reggae, enfim, essas batidas, esses barulhos, esses ruídos, que por si só já não me agradam, e agregados a eles, letras idiotas, afobadas e sem fundamento algum, que expressam banalidades do povo, ficam piores ainda.

Já fiz uma crítica sobre esses ruídos que insistem chamar de música. Façam-me um favor, se alguém tiver coragem, defenda esses ruídos, mas não como anônimo. E tenha algum fundamento em sua defesa. Cada um com a sua opinião, cada um com o seu gosto, mas não posso deixar de criticar aqueles que não sabem o que é música e saem por aí dizendo e acreditando que qualquer ruído pode ser chamado de música.

Hoje eu me passei a gostar mais ainda de música, passei a ser mais admirador do Creedence. Hoje, eu me tornei um pouco mais conhecedor de música, só pelo simples fato, de cantar sozinho, nessa pequena e abafada sala de computador cheia de livros, "hey tonight... gonna be tonight... don't you know i'm flyin'... tonight... tonight..."

E viva o bom e velho rock!

The pretender - Foo Fighters

Keep you in the dark
You know they all pretend
Keep you in the dark
And so it all began

Send in your skeletons
Sing as their bones go marching in... again
The need you buried deep
The secrets that you keep are at the ready
Are you ready?
I'm finished making sense
Done pleading ignorance
That whole defense

Spinning infinity, boy
The wheel is spinning me
It's never-ending, never-ending
Same old story

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

In time or so i'm told
I'm just another soul for sale... oh, well
The page is out of print
We are not permanent
We're temporary, temporary
Same old story

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

I'm the voice inside your head
You refuse to hear
I'm the face that you have to face
Mirrored in your stare
I'm what's left, I'm what's right
I'm the enemy
I'm the hand that will take you down
Bring you to your knees

So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?

Keep you in the dark
You know they all pretend

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays
(You know they all... pretend)
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?

*créditos para o Letras.mus.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Atordoado por ter que ouvir isso

Como é bom poder sentar na frente do computador e ouvir um Elvis Presley. Como é bom poder ouvir música. Como é bom poder ouvir música em um tempo onde o que se ouve não é música. É putaria. É bagaceirice. É barulho. São ruídos desagradáveis. Mais que isso. São ruídos desagradáveis que servem apenas para que um bando de idiotas sem cultura ganhem dinheiro. Não deixa de ser um emprego, mas existem pessoas muito mais ignorantes que não conseguem ganhar dinheiro, mas nem por isso começam a fazer ruídos e vender cds. Como é bom ouvir "Rock aroud the clock" ao invés de "créu", se é que isso é o nome da música. Nunca a ouvi inteira, por isso não sei se existe uma letra, ou apenas essa palavra bagaceira.

Agora há uma frase adaptada que se encaixa bem nesse mundo atual, ou pelo menos nesse péssimo país. Diga-me que músicas ouves que te direi quem és. Não adianta negar, a música que ouvimos nos mostra um pouco, ou às vezes, muito do que somos. Gosto de Elvis, Beatles, Creedence(acima de qualquer outra banda), então isso mostra que eu sou um pouco mais tradicional, antigo em alguns assuntos, desatualizado de coisas modernas da sociedade. Quem ouve sertanejo é porque teve decepções amorosas, ou alguma coisa do tipo. Quem ouve samba gosta de dançar, geralmente é alguém alegre, espontâneo. Quem ouve rap ou hip-hop pode ser aquele que se identifica com dramas sociais, como desemprego e desigualdade social. Mas fico na dúvida agora, quem ouve funk é o que?

Não consigo achar uma qualidade base para todas as pessoas que ouvem funk. Letras que não dizem nada com nada. E olha que eu nunca consegui escutar uma música dessas inteira. Putaria e coisas do tipo, parece novela das 6, 7, 8, 9, enfim, parece essas novelas e esses reality shows retratatos em música. Não há o mínimo sentido. Não há a mínima preocupação com crianças que podem estar, e sempre acabam, ouvindo. Não há nada. O ritmo é uma bateção sem fundamento, e sempre aqueles tum tum tum ao fundo, e isso é a única coisa que dá para perceber pelos carros que passam ouvindo essas músicas em alto volume mesmo sem saber que assim estão apenas deteriorando os seus cérebros. E os de quem, como eu, acaba ouvindo apenas pelo fato de viver.

Quem ouve, quem dança, enfim, quem discorda da minha opinião, está no direito. Só que eu não aceito isso. É uma falta de cultura. Uma falta de sentido. Uma falta de respeito. Uma falta de música. Isso não é música. Isso não pode ser considerado nem ruído, assim como eu fiz no começo do texto. O que é isso então?

Pois é... acho que essa bateção, esse tum tum, essa gritaria e enfim, essa porcaria toda, é só para alguns ganharem dinheiro. Não vejo outro sentido para a existência disso. Não vou falar que é coisa de favelado, porque muito plaiboizinho ouve essas porcarias. Só que eu continuo sem entender, como pode alguém se dar ao desrepeito consigo mesmos de cantar uma coisa dessas. Se é que pode se chamar de cantar. Gritar em um microfone palavras sujas e sem sentido, qualquer idiota grita. Só os idiotas de verdade conseguem gravar um cd e ganhar dinheiro.

Tão tá!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Pretty Woman - Elvis Presley

Pretty woman, walkin' down the street
Pretty woman the kind I like to meet
Pretty woman I don't believe you, you're not the truth
No one could look as good as you, mercy

Pretty woman won't you pardon me
Pretty woman I couldn't help but see
Pretty woman that you look lovely as can be
Are you lonely just like me

Pretty woman stop awhile
Pretty woman talk awhile
Pretty woman give your smile to me
Pretty woman yeah, yeah, yeah
Pretty woman look my way
Pretty woman say you'll stay with me-ee
'Cause I need you, I'll treat you right
Come with me baby, be mine tonight

Pretty woman don't walk on by
Pretty woman don't make me cry
Pretty woman don't walk away, hey, OK
If that's the way it must be, OK
I guess I'll go on home, it's late
There'll be tomorrow night, but wait
What do I see?
Is she walkin' back to me?
Yeah, she's walkin' back to me
Oh, oh, pretty woman

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A letra importa?

Ouvir uma boa música é legal. E há momentos onde uma música pode fazer a diferença, seja para o bem ou para o mau. As músicas que tu ouves podem definir o teu jeito de ser, ou pelo menos a tua situação atual. Ou não também. A relatividade está na simplicidade mental nesse caso(?). Tá, a relatividade está então, no que tu achas legal ou não e se tu consegues expressar o que sentes e se precisa... enfim, é relativo e .

Alguns ouvem certo tipo de música e são chamados emos. Não vem ao caso o resto. Existem os punk, os metaleiros, os funkeiros, os pagodeiros, os cornos, enfim, muitas subclasses(??) de ouvidores de música. Nem preciso dizer o que ouço. Mas no caso, esse texto não vai falar sobre isso.

Eu gostaria de conhecer a pessoa que sabe toda a letra de todas as músicas que ouve. A menos que esse ser ouça apenas uma banda, que lançou apenas um cd, ou LP, ninguém consegue decorar todas as músicas.

Agora vem a pergunta, a letra importa? Sim, a letra da música influencia? Tu sabes o que significam as letras que tu cantas? E não precisa ser apenas em músicas em inglês. Tem gente que canta, que se forem perguntados, não saberão responder o que é cantado na música, mesmo que ela seja em português. Tem muita música de funk que não dá pra se entender. Rap também. Enfim, esses tipos, rejeitados por mim, mas acabo escutando pelos animais dos meus vizinhos colocarem essa música no mais alto volume.

Tu podes até estar cantando "sou gay" e não saber. Mas engana-se aquele que pensa que estou criticando as músicas em outro idioma. Pelo contrário, geralmente, elas têm letras mais legais. Ou não.

Qual a letra mais bonita e/ou legal que tu já ouviu ser cantada em uma música? Poucos aqueles saberão responder. Eu acho também, mas posso estar enganado.

Outra pergunta para quem lê isso aqui. Tu ouves uma música só pela letra? Respondo eu que não. Eu não ouço só pela letra, mas pela melodia. Gosto de rock antigo e as letras do Creedence são muito legais pra mim. Gosto de algumas letras do Foo Fighters e do The Cure. Mas não ouço a música só pela letra. Uma música bem instrumentada é, algumas vezes, melhor que uma música apenas com letra bonita.

Bonita ou não, acho que a letra tem pouca influência, até porque geralmente, presta-se mais atenção na melodia na primeira vez que se ouve uma música.

O carnaval acabou. Ainda bem. Que venha a Quaresma(não o Quaresma, do Porto).

Tão tá!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

No recomeço...

Acabei de ver um pedaço de papel na minha frente e isso quase que me mandou vir aqui escrever algo. Na verdade, no papel tem o assunto desse texto. Pelo menos o assunto à princípio, até porque, o difícil é um texto meu começar e terminar com o mesmo assunto.

Mas eu escrevi nesse papel, em um momento de muita reflexão da minha mente. Escrevi, possivelmente ao som de "Can't buy me love" - Beatles. Provavelmente. Boa música, aliás, muito boa. E fiquei pensando nos recomeços da vida. Não sei se esse pode ser considerado a 5ª parte da saga, até porque, não escrevi todo o texto e nem coloquei título.

Mas, não para todos, claro, mas pelo menos para aqueles que ouvem muita música, todos os momentos ou todas as atitudes podem lembrar uma música. Ou pelo menos a letra, enfim, a música é uma coisa bem bagual e bem estranha, mas simples na sua complexidade(???). Mas especialmente em recomeços, acho que a música está mais presente. Até porque, ouve-se a mesma música em momentos de alguma decepção. Não falo por todos, falo por mim.

Vários foram os momentos onde me percebi escutando uma música, tentando achar outra e acabando por escutar a mesma. Analisando depois, ou seja, nesse momento, parecia meio depressivo. Mas não. Não sou emo, não sou depressivo, embora em meus tempos de normais os normais quiseram, mesmo sem assumirem, me levar para esse caminho. Mas na verdade era a falta de uma vontade a mais, algo que me fizesse procurar outra música. Nem que fosse um Jump, do Van Halen.

Gosto de música. Ouço muita música. Tenho muita música no computador. E ainda lembro de algumas músicas que me lembram momentos importantes. Por exemplo, a música que eu mais escutava quando criei esse blog, era a tradicionalíssima Help!-Beatles. Depois, no dia do "A cada dia um recomeço(2)", aliás, após um dos fatos constatados no texto, acabava escutando toda vez que voltava para o computador, "Desabrigado" - Alemão Ronaldo. Aí em outros momentos essa "música mais ouvida" foi "Cinco frases", "Have you ever seen the rain"(que só pro ser do Creedence já é muito boa, mas os caras viam a chuva cair e escreviam música, coisa que os emos atuais não fazem, só escrevem sobre amores imperfeitos, decepções, traição, drogas, ...), "Fátima", "Um dia" e Inbetween days", entre muitas outras.

Acho, acho não, tenho a certeza, que não existe música perfeita, até porque só DEUS é perfeito e que sempre há alguma coisa que, ao analisarmos bem uma música, gostaríamos de mudar. O fato é... que fato porcaria nenhuma, preciso acabar com esse meu costume de o fato é.

Não faço lista de músicas favoritas porque é perda de tempo. Não consigo. Tem muita música boa e muita música boa que eu nunca ouvi. Nem faço lista das piores, até porque eu generalizaria, o que nesse caso, das músicas ruins, até seria bom, para evitar perda de tempo em uma coisa tão inútil quanto escrever um texto no blog do maluco.

Tão tá!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Só pra passar no blog mesmo

Li uma frase, não importa aonde, aliás, nem lembro mais em que lugar a li, mas sei lá, gostei muito da frase. O caso é que, curioso, fui pesquisar sobre o autor da frase, cuja existência eu já sabia mas acabei descobrindo outros pontos, bem interessantes, pelo menos na minha visão.

"Se decidir ser um idiota, serei um idiota com acorde próprio." - Johann Sebástian Bach

"O grande destino histórico de Bach foi oferecer-nos uma versão musical do Cristianismo. Os pintores do Renascimento, os seus escultores e arquitetos, cuidaram de fixar o espírito cristão em linhas, cores e volumes. Bach transformou o Cristianismo em som."

Outra frase legal, mas não do Bach, foi essa: "A música e a religião se assemelham porque em ambas o que vale é o que não se vê, o real é o que está acima dos nossos sentidos."

Por falta de... algo mais, deixo por hoje, apenas isso, reescrevendo no mesmo post(uma coisa que chega a ser idiota, mas tudo bem) a frase geradora de pensamentos e que uma vez foi escrita, com outras palavras, mas com o mesmo sentido por mim(há tempos eu postei no blog uma frase com esse mesmo sentido...).

"Se decirir ser um idiota, serei um idiota com acorde próprio." - Johann Sebástian Bach

*fragmentos desse texto foram retirados do texto(redundância necessária) "BACH, O QUINTO EVANGELISTA", de Celso Brant, vale a leitura.

Abraço!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Can't buy me love - 1ª postagem do ano

(Ouço essa música nesse momento, por isso aí vai a letra...)

Composição: Lennon / McCartney

Can't buy me love, love
Can't buy me love

I'll buy you a diamond ring my friend
If it makes you feel all right
I'll get you anything my friend
If it makes you feel all right
'Cause I don't care too much for money
For money can't buy me love

I'll give you all I've got to give
If you say you love me too
I may not have a lot to give
but what I've got I'll give to you
For I don't care too much for money
Money can't buy me love

Can't buy me love
Everybody tells me so
Can't buy me love
No, no, no, no

Say you don't need no diamond ring
And I'll be satisfied
Tell me that you want those kind of things
that money just can't buy
For I don't care too much for money
For money can't buy me love

Can't buy me love
Everybody tells me so
Can't buy me love
No, no, no, no

Say you don't need no diamond ring
And I'll be satisfied
Tell me that you want those kind of things
that money just can't buy
For I don't care too much for money
For money can't buy me love
Ooh, can't buy me love, love
Can't buy me love, no