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sábado, 8 de outubro de 2011

Pedaços de um pensamento (27)


Superar uma fase com um sorriso no rosto não faz qualquer diferença perante o todo da vida, do mundo, nem mesmo da fase. O que  foi superado é, embora não seja de fácil descrição, motivo de orgulho pela conquista, pela superação em si ou pela ansiedade que surge em cada novidade, a vontade de começar a viver uma nova etapa, percorrer um novo caminho. A grande diferença entre dar início a um novo capítulo no livro da vida com um sorriso no rosto e sem é que, quando o sorriso é para si, demonstra que você sabe que tudo o que está acontecendo é a verdade que você precisa viver, que os momentos difíceis que ficaram para trás são também, agora, motivo de alegria, pois sem eles você não seria o que é hoje. Sorrir não muda o mundo, não muda a sua vida e não reduz os seus problemas.

Sorrir, nesse caso, mostra para o mundo, e confirma para si mesmo, que não há necessidade maior do que aquelas que já foram supridas pelas pessoas que estão com você e que ajudaram-lhe a percorrer tudo aquilo que hoje é passado.

Sou grato por tudo, e principalmente por todos, que Me destes de presente ao longo dessas vinte diferentes comemorações.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Histórias de uma vida não vivida (27)



*Dentre tantos anos, muitas mudanças. Evolução natural que foge à regra da involução que ocorre com muitos. Evolução demorada, sofrível, sentida na pele e na mente. Pulsações que evoluíram do compulsório para o essencial, do complemento para a razão. Da simplicidade pura à transição passageira pelo mundo imundo para então chegar ao presente. Hoje que seria tão mais hoje se fosse acompanhado por um brilho azul que iluminasse um tanto mais esse plano de fundo estranho, porém original.

A vontade da razão, do sonho puro e sincero, era fazer o que pudesse para que alguém, no fim, sorrisse à salvo. Fosse um bombeiro, policial ou qualquer outra profissão que, no fim, é doação. O piloto de avião, motorista de caminhão e o famoso jogador de futebol também foram imaginados, vividos em um mundo tão próprio quando a ideia de um dia poder ter uma bicicleta.
Viver seria tão melhor se fosse assim, simples, sincero. Cheio de esses e cores vibrantes, uniformes novos e sensações de dever cumprido no fim do filme. Que loucura seria ser um ator louco, dirigindo um carro que explode e sair pela janela antes que isso acontecesse. E saltar loucamente de uma ponte após uma luta fantástica contra alguém que... superpoderes, poder voar ou carregar pedras enormes, derrubar portas e, mais uma vez, salvar pessoas. Era tudo tão incrível, tudo tão simples.

Como a vida deveria ser, pelo bem próprio, pelo bem social. Pelo bem do ser humano. Simples como não desperdiçar, comer tudo o que está no prato e agradecer aos céus por ter o que comer. Quem sabe até ser dono de uma fazenda e doar parte da produção para um orfanato. Simples assim, sem qualquer ambição de enriquecer. Para que dinheiro se existe o talão de cheques, economizarei aos montes e poderei comprar aquele banco imobiliário novinho.

Tudo passa, tão simples e rapidamente. Como correr uma maratona. Ou dirigir um carro de fórmula 1. Carro que poderia muito bem ser um daqueles redondos, com um reboque para poder levar tanta coisa junto para a praia. Água que vem e vai, que cobre e desenterra. Água salgada, eca. Areia quente, que nem esse sol que queimou as minhas costas. Mãe, tá doendo. Agora só falta dizer que eu não... tá bom, eu vou dormir.

Passando. Passou. Tanta coisa que não é mais lembrada. Tudo tão fundamental hoje, mesmo sem a recordação. Lembranças de tempos difíceis, de afastamento, distância monstruosa para algo que nunca passou de um nada. E como esse nada foi um tudo pesado, complexo e até hoje não muito entendido. Pedra que nem com muita raiva pode ser quebrada, ficando ali, parada no meio do caminho. E que coisa foi esse caminho. Essa pedra. Isso. Ou melhor, aquilo.

Sem essa história de museu. Lágrimas correram, inundaram um poço muito maior do que aquela pedra idiota poderia tapar. Nem aquela nem as outras, maiores, mais pesadas e mais idiotas. Pedras, em forma de serpentes venenosas. Até pareciam ter uma língua para fora. Pedras, cobras, o que fosse, não preenchiam o vazio do buraco próprio, cavado com as próprias mãos para fugir da chuva que só aumentava o buraco. Credo, alguém consegue entender o que eu quero dizer?

Impossibilidade de falar, de demonstrar. Pois é, de sentir também. Nada. Muito menos o que eu deveria saber. Sei que agora é aqui.Não há para onde ir. Até que um dia alguém apareça e traga, ou crie, ou transforme uma estrada, com pedras também, mas não tão pesadas. Que diferença faz?

Até que Alguém fez. Um caminho, uma casa, um rio de lágrimas. Agora também por sorrisos. Correnteza louca que desgasta qualquer pedra pesada no cansaço, na insistência. Uma enchente de loucura que faz sorrir o cético, mudar a feição franzina e irritadiça, esquecer aquela pedra, serpente, o que fosse. Do provérbio da água e da pedra, pelo caminho da pedra do caminho, na loucura da água salgada do sorriso de um sol poente.

Que nasce novo, forte e imponente a cada dia.

Que grande loucura pensar que Alguém capacita os incapazes, fortalece os fracos e faz renascer os mortos. Inconforma os conformados e conforta os sofridos. Para então fazer com que todas aquelas muralhas sujas, sem pontos brancos no fundo preto, desçam e virem um pó que vira barro, que vira solo para ser pisado. Com o tempo que não é imediato. Tanto quanto o vento, que vai, volta e nunca define direção, sentido, vetor ou campo magnético. Prova de loucura, digna de construtor de foguetes. Ou astronauta. Ver tudo de cima, comer a lua que era feita de queijo. Como o Jerry.

Lua, maré, oceano, olhos. Que enxergam e retransmitem a visão como se fosse a última. Última como o suspiro final de alguém que dá adeus ao que perseguia, incomodava, maltratava e derrubava. Da morte do passado para o renascimento da fênix. Fogo que se levanta e seca ainda mais aquele solo que outro dia fora pedra gigante. Em nada virou, um nada maior ainda será. Para alguém que não terá noção de tudo que já fora aquele lugar.

Como ninguém imagina, nada será além do nada. Para o qual estar ou não é semelhante falta de ser, de significar.

Hoje, oceano, bombeiro e a transformação em nada daquilo que foi um dia um tudo indesejado e triste, são parte de história que, torta e mal contada, por incapacidade, reflete e transfere parte de realidade que se fosse sonho seria bom, muito bom de ser sonhado.

Longe de ter realizado muitos dos meus sonhos, continuo sonhando. Com um oceano em dois pingos d'água, com um rio que transforme e rompa barreiras, com uma árvore que dê muitos frutos em torno e com pulsações cada vez mais intensas de um coração alimentado por um amor que não pode ser explicado, apenas vivido por quem quer ser muito mais do que um simples ser social, do que uma simples roleta da fortuna, mais do que uma simples pedra que desce a montanha ou é corroída pela água, salgada ou doce.

Amor que só pode ser vivido por quem sente pulsar um coração a cada novo nascer do sol. Ou cair da chuva, tanto faz. Com calor ou frio, não importa. Sempre pulsando. Um amor que vêm de todos os lados, em todos os gestos sinceros. Em todos os sonhos espontâneos.

Obrigado, por tantos dias, tantos sonhos, tantas mudanças. Obrigado por toda vida.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Uma nova história. Um velho personagem. Mais um ano.

Pequenas coisas mudaram. Meu endereço, quem faz o meu almoço, a minha rotina, quem limpa o meu quarto, o banheiro, a cozinha. Mudou o tempo de sair de casa. Mudou o ritmo de estudo. Mudou os vizinhos. Mudou os colegas. Mudou o que faço no fim de semana. Mudou a cidade. Mudou o jeito de ser visto caminhando na rua. Mudou o mercado. Mudou quem paga as contas. Mudou todas essas e tantas outras pequenas coisas que não consigo me recordar agora.

E só. Coisas superficiais, ou nem tanto por causa da faculdade. Mas eu não mudei.

Talvez o aprendizado tenha alterado alguns pontos de vista. Aprimorado o jeito de enxergar algumas coisas. Algumas partes da vida. Da minha vida também.

O que antes era indispensável agora é mais indispensável ainda. Pois a distância aumenta e extrapola sentimentos que por algum motivo estavam guardados, esquecidos ou desaparecidos. O que mudou foi o tratamento de alguns, talvez por causa da faculdade, incrementando no sentimento um respeito. Respeito como se faculdade e emprego sério fosse a única coisa que torna alguém responsável.

Não recebo mais recadinhos bestas, ofertas esdrúxulas ou convites rejeitados de antemão. Não recebo mais recadinhos hipócritas e nem falsos cumprimentos. Amanhã seria o dia deles, mas não vejo alguém que possa me mandar um recado puramente hipócrita. Essas pessoas já não estão no meu convívio, nem virtual, então sequer saberão que amanhã completo meus 18 anos. Maioridade esperada apenas para poder ter internet em casa.

Lembrar de mim do nada é uma coisa que não acontece. Poucos sentem a minha falta. E isso é importante para mim. Não sou, nunca fui e duvido que algum dia venha a ser popular. Não quero isso. Pessoas populares, para manterem isso, precisam ser efusivas e, eu já devo ter escrito que para ser efusivo a pessoa deve saber ser muito hipócrita. E saber ser é a mesma coisa que ser.

Não estou mais na visão de muita gente. Não sou mais um alvo direto. A hipocrisia já não me atinge mais porque, além de saber lidar com ela em todas as formas que ela aparece, e apareceu para mim várias vezes, eu  não estou mais lutando por algo que vale a pena. Não estou mais querendo mudar o que está errado. E que deve estar errado ainda. Não há mais uma luta incisiva contra a maldita hipocrisia deles. Por isso não sou mais alvo de mentiras e de cumprimentos hipócritas e frases terceirizadas com intuito único de desmoralizar e abalar uma confiança, em ideias claras e  sonhos sinceros.

Muita coisa mudou. Eu não mudei. Alguns sentimentos evoluíram, voltaram e continuam sendo intensos igualmente. Novas pessoas fazem parte da minha vida. Mas elas JAMAIS vão conseguir tomar o lugar daquelas que, há meses, ou anos, fazem parte da minha vida. Daquelas que SÃO a minha vida.

Um ano mais de vida.
08/10/1991 - ???

Ninguém sabe. E não será eu quem vai substituir essas interrogações pelo ponto final da minha vida. E da minha história.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Eu voltei =)

Eu sou o que penso.

Sou os meus ideais e convicções.

Sou o meu caráter e a minha personalidade.

Sou o meu jeito louco.

Sou minhas palavras sinceras.

Minhas atitudes voluntariosas.

Meus sonhos, reencontrados em meu coração.

Devo ser também um pouco do muito que dizem sobre mim.

Sejam elogios ou críticas.

Não tiro a razão de ninguém, cada um é o que pensa. E constrói seu caráter, quando o tem, a partir disso. E das atitudes, claro.

Eu sou a minha fé, que vai sendo revitalizada a cada nascer do Sol.

Eu sou os meus amigos, pois muito deles está em mim.

Sou a minha família.

Sou o amor que sinto e que tenho em meu coração. Mesmo que para muitos não faça diferença.

Sou a coragem que por vezes não é clara.

A timidez escondida.

Sou muita coisa.

Mesmo não sendo nada.

Pelo menos não ainda.

Sou filho de um pai e de uma mãe. E de um Deus grandioso.

Irmão de uma irmã.

Neto de avôs e avós fantásticos.

Sobrinho de tios estranhos.

Sou a minha teimosia.

A minha persistência.

A minha inconformidade.

Sou a minha imaginação.

E a minha realidade.

O meu dia-a-dia.

O meu passado.

E o meu futuro.

Sou gaúcho.

Gremista.

Cristão.

Faço parte do CLJ.

Do C.Q.T.S.'06.

Sou diferente nesse mundo.

Nessa sociedade.

Talvez um pouco arrogante por pensar isso.

Mas eu sei quem sou.

O que sou.

E como sou.

Enfim.

Sou o Vinícius Manfio.

Ler isso pode ser ridículo aos teus olhos.

Você pode achar que isso não é nada.

Mas esse sou eu.

Cheio de frases.

De ideias.

De sentimentos.

De vontades.

E de sonhos.

Sou Vinícius Manfio, e essa é a minha história.




*novo "quem sou eu" no meu perfil do orkut.

quinta-feira, 26 de março de 2009

A talvez melancolia do meio termo

Num intuito de fazer valer um investimento que condiz com a minha vontade de mostrar ao mundo o que talvez(2) seja, volto ao talvez(3) único lugar em que consigo ser eu mesmo por completa e clara, por conseguir mostrar tudo, talvez(4) quase tudo o que penso, embora não seja eu mesmo sempre, ou seja, não seja tudo o que eu sou em palavras.

Nesse longo período, mais dois anos, consegui expressar muita coisa que em qualquer outro lugar seria chamado de idiota, estúpido ou simplesmente de uma criança muito babaca que fica inventando histórias relacionadas a uma fruta ou a um menino idiota com cara de cdf.

Mas no fundo, isso não vem ao caso.

Encontro-me ausente, o blog está carente do meu antigo, atualmente escondido, eu, que fosse o que fosse conseguia sempre colocar alguma coisa que não fosse uma simples frase ou, como a maioria hipócrita, e medíocre, faz, uma simples foto ou texto copiado de alguém famoso(ou de alguém desconhecido, cujo reconhecimento cai em alguém famoso como Luís Fernando Veríssimo ou o Zé do boteco).

Sim, essa é mais uma das minhas, felizmente, impagáveis, e talvez(5) ineptamente ilegíveis bobagens, mas diferente das outras, onde conseguia ser um maluco idiota com pensamentos ou ideias(naquele tempo ainda colocava acento nessa palavra) por haver um motivo para tal transcrição daquilo em palavras, corretas ou não, hoje, como em 92,74% dos meus últimos dias das minhas últimas semanas, não possuo razão, física, mental, espiritual ou meramente ideal.

O talvez(6) irritante uso contínuo de vírgulas que trazem explicações, sejam elas apostos ou vocativos das já escritas frases, mostra o quão tolo e inepto é esse, que não deve ser chamado de texto embora a possibilidade exista, emaranhado de palavras, pontuações e afins.

A explicação disso é que estou no marco zero do meu cérebro. Da minha pessoa. Do meu ser. Do meu eu próprio(a redundância se fez sim necessária).

Um gráfico, seja ele por linhas ou colunas, ou qualquer linha cronológica poderia demonstrar bem isso, essa imensa bobagem. Mas prefiro transcrever, mesmo que inutilmente, em palavras o que deveria, ou melhor, poderia ser desenhado no paint ou em qualquer outro programa semelhante.

A decepção, a tristeza, a felicidade ou mesmo a alegria em níveis extremos, que aqui poderiam ser colocados como pontas opostas de um gráfico imaginário que você leitor(???) pode fazer agora para acompanhar essa tentativa de raciocínio, acabam sempre motivando a escrita. Poesias, principalmente do romantismo, prosas, histórias, fatos, ideias, ideais, ou qualquer outra coisa que surja na mente de um humano qualquer, ou de um maluco como eu, necessitam de um peso a mais em um dos lados.

No meu caso, estou no meio desse gráfico. Dessa linha. O marco 0. O 0°, entre o negativo e o positivo em questão de temperatura. A tora ou ferro que fica no meio de uma gangorra. A colher no meio da briga entre marido e mulher. O muro que separava socialistas de capitalistas(ou talvez(7) a Mônica do Cebolinha). Ou mesmo o ponto de equilíbrio(unicamente teórico, utópico ou imaginário) entre razão e emoção, ou impulsividade e passividade, ou qualquer outra coisa onde o meio termo(insisto, teórico, utópico ou imaginário) é o melhor, embora ninguém consiga alcançá-lo sem perder alguma coisa que faça real e significativa diferença na sua vida.

Precisaria pender essa linha imaginária que talvez(8) alguém tenha raciocinado para a alegria ou para a tristeza. Para a realização ou para a decepção. Muito embora não veja uma grande diferença entre ficar aqui, na utopicidade do marco zero de um cérebro cansado de tudo o que vê, e voltar a ver as coisas boas, mas também as porcarias, que conseguia ver com muita imaginação, muitos pensamentos e dois olhos cansados de ver um mundo que lhe torna diferente.

Forcei tanto a minha visão para ver um mundo diferente que hoje, e por mais alguns dias, talvez(9) será preciso fechar os olhos e não ver nada, nem o mundo diferente nem o mundo em que vivo.

terça-feira, 3 de março de 2009

A loucura e a insanidade?


De todas as loucuras, de todas as bobagens que já escrevi, talvez as que mais tenha gostado de... escrever(sem redundar) tenham sido as insanas. Mais uma vez recorrendo ao dicionário, insano não é nada mais do que louco, demente, e claro, tolo. No sentido literal.

Tudo o que é idiota, tolo ou mesmo insano(se levarmos em conta as diferenças semânticas e gramaticais dessas palavras) e que já foi escrito aqui acabou tornando-se engraçado. Porque no fim das contas a minha mente é, querendo ou não, insana. Tosca. Maluca. Louca. Até mesmo tudo isso junto, o que, em si, não é uma grande abrangência, dadas as semelhanças entre os diversos adjetivos usados.

Até acho que já escrevi, só não lembro se aqui ou no Tosco, que ando em uma fase em que tudo me parece deprimente. O nascer e o por do Sol, as aranhas comendo os pernilongos que tanto me incomodam, a nova Superinteressante que acabou de chegar e, como o único exemplo que já havia escrito, toda e qualquer música, fosse a banda que fosse.

Tudo, incluindo a minha própria vida e claro, eu mesmo, me parecia deprimente. Desanimador. Decepcionante. Errado e inconstante. E que merda me parecia. Não havia nada que ninguém pudesse ter feito para melhorar, para tirar o incognificado que mais uma vez havia surgido.

Quem lê pode até pensar que já não estou mais nesse estranho, e talvez até curioso, estado de existência mas, não é bem assim. A diferença é que hoje consegui ouvir duas músicas que não me pareceram deprimentes. Que não me mantiveram com aquela cara de "que saco" ou pioraram a situação.

Não que isso seja uma grande coisa, mas enfim...

E o que o insano no começo do texto tem a ver com isso?

Se for analisado, este texto será descrito como insano, louco ou simplesmente como mais uma bobagem que este que lhes escreve transmite a vós, raríssimos leitores deste estranho blog.

Mas, por fim, escrever esse tipo de bobagem, essas insanidades, que assim o são por não fazerem sentido algum, por não terem significado algum para qualquer que seja a mente, por não representar direito um estado, espiritual, mental ou até mesmo físico.

Eu gosto do insano. Minha mente é insana.

Saber disso me anima.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

A volta do incognificado(2 ou 4)

Não faz grande diferença saber o real motivo mas, acho que devo informar a minha falta de atualizações aqui. O motivo para isso. Não tenho conseguido manter um nível mental decente e coerente com o que sempre existiu aqui. Não tenho conseguido pensar, raciocinar e nem sentir muita coisa direito.

E mais uma vez aquela sensação de estar perdido, de se sentir um inútil, um nada ou um simples idiota vem à tona. Lembram daquela palavra, incognificado? Provavelmente não mas, isso é o que define esses meus estados de desconhecimento, decepção e "sei lá". É tão estranho e tão difícil de descrever que essa palavra surgiu como uma... luva não, uma boa solução para tentar encontrar alguma coisa no meu maldito, e cansativo, deserto de tudo e de nada.

Poderia eu continuar a escrever linhas e frases sem nexo e rima. Mas já fiz isso, mais de uma vez até. Por isso só deixo essa explicação. Um dia eu deixarei o incognificado para trás de vez. Enquanto esse dia não chegar, escrevo textos, ruins, sobre isso.

Hahaha

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Frase do dia:

Ridículo não é o diferente. Ridículo são todos os iguais.*


*eu nem sei bem o porquê desse asterisco, mas enfim. O fato é que eu precisava escrever algo desse tipo, ainda pelo mesmo motivo do texto abaixo, que, apesar das citações, não ficou bom. O fato(2) é que eu estou em férias, mas preciso estudar. A cabeça está cansada de tanto pedipalpo, cnidoblasto e hemácea anucleada. Chega de biologia. Inauguro a campanha: Socorro, preciso de motivação para estudar em casa! Pensar que posso ficar um ano sem fazer nada não é bem uma coisa que me motive a estudar...


Abraço!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Sim... talvez... não.

Pelo que a maioria pensa, só temos duas opções para cada situação. Basicamente pensam, talvez até pensamos, dessa maneira. Só dois caminhos a seguir. Ou a certa ou a errada. Não existe meio termo quando pensamos em decisões, rumos a dar para nossas vidas.

Porém, a algumas pessoas, inclusive as daquela maioria, sabe bem que existe meios-termos. Porque para sair de um sim e chegar a um não temos que passar por algo. O talvez. O talvez deveria, talvez, desaparecer do vocabulário. Vamos ou não? Talvez. Pro inferno mesmo.

Não é bem assim. O talvez existe e faz parte do cotidiano, do costume, da cultura... é, talvez seja isso mesmo. O talvez é um dependente tão chato quanto o se é um condicional irritante.

É difícil imaginar alguém decidindo algo(como quase sempre os textos aqui não definem muitas situações) pensando no talvez, no meio termo, no quem sabe, não no sim ou não. Complicado não ter uma idéia. Se é mais sim do que não, então que seja sim. Porque a indecisão, a enrolação, a centralização de decisões não têm muitos aspectos positivos.

O talvez permite um adiamento, já que ele depende de fatores externos ao... ao treco a ser decidido ou escolhido ou o raio que o parta. (cansei de escrever assim) Só que esse adiamento é ruim. Adiar sempre é ruim. É uma fuga de compromisso, de oportunidade, de obrigação.

Não gosto dessa fuga de compromissos. Desse adiamento. Desse talvez. Quem sabe farei isso, mas só se acontecer aquilo. Que saco. É o grande sinal de acomodação. Talvez, quem sabe, pode ser que sim ou que não, enfim, tudo isso é mostra de preguiça, de falta de vontade, de outras tantas coisas que não me ocorrem agora.

Isso é uma crítica. Àqueles que mereceriam ler. Àqueles que acham que se acomodam. Àqueles que viram uma dessas frases se encaixar em suas vidas. É uma crítica a mim também.

Droga!

Hahahah

domingo, 2 de novembro de 2008

Eu gosto é de roupa velha...

Repito, eu gosto de roupa velha, gasta, usada, desgastada, enfim, aquelas roupas que nos trazem lembranças. Um jogo, um encontro, um momento. Vários momentos. Roupas são coisas tão usadas que muitos não dão valor a elas. O que não deixa de ser aceitável, pois estamos falando de objetos inanimados que não possuem sentimento algum. Ao menos aparentemente.

Olhar para uma camisa e lembrar que a usou em algum momento que te faz parar e pensar "bah, aquele dia foi massa mesmo" ou simplesmente "puta merda, eu to ficando velho". Muitas coisas vêm à mente quando olho para minhas camisas, bermudas e moletons quase pré-históricos, de tanto que foram usados.

E geralmente é difícil se desfazer de uma roupa. Nesse caso não por materialismo, mas por uma coisa, que se fosse com outra pessoa seria chamada de elo, mas nesse caso deve, ou ao menos pode, ser chamado de... enfim, o termo faltou agora, porque não imagino uma palavra que complete essa lacuna com um sentido aceitável.

Ver uma roupa gasta, com princípios de buracos ou manchas que não saíram mais depois que foram colocadas lá, é bom. Prova de que o dinheiro foi bem investido. "Dá até para pagar de novo" dirão alguns mais exaltados, ou simplesmente "essa bermuda é bagual". Roupa velha é mais confortável, não te faz sentir-se estranho e ainda por cima, é um meio de identificação. Em cidades grandes isso pode até não servir, pois devem haver umas 520 pessoas com uma camisa rosa com tiras amarelas e azuis na rua. Mas em cidades pequenas, uma pessoa pode ser sim reconhecida, e ter seu nome escandalosamente gritado durante um andar na rua.

Tênis velho. Outra coisa interessante. Até porque, um tênis precisa ser muito bom para poder ser chamado de velho. Um ano de uso, atualmente, é requisito mínimo para "envelhecer" um tênis. Mas, no meu tempo de... criança(!!!), os meus tênis duravam uns 2 anos, mesmo jogando futebol no calçamento, inimigo mortal de tênis novo. Eu só comprava, ou melhor, pedia um tênis novo de presente de alguma coisa, quando ele, o tênis que não foi especificado, começava a apertar o meu pé...(para chegar ao tamanho 43/44 o meu pé cresceu um pouco...).

Eu sei que ler isso traz a impressão de que estou escrevendo uma coisa inútil, porém, analisando e interpretando algumas frases específicas, é possível fazer uma relação de roupa velha com qualquer coisa duradoura dentre as relações inter-humanas.

Não que eu tivesse essa intenção, mas a coisa fluiu(!) de um jeito que achei interessante continuar depois da primeira frase.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Por um pouco de cultura, mesmo que seja na internet

Um dos meus textos mais comentados, não melhores, mais comentados, é um de desabafo, em que comparo certo grupo de pessoas a certo grupo de animais. Como não quero briga, não vou comentar mais sobre o conteúdo do post.

Eu postei no extinto blog do ViNícULa, que hoje é o Futebolista? Porque vive descendo lenha, o mesmo texto, apenas para ser lido por mais pessoas. Porque no caso, foi um desabafo engraçado. Uma crítica, que nem foi tão crítica, mas que foi engraçada. O fato é que, as pessoas que fazem parte dessa classe de pessoas ironizadas e comparadas no texto referido, comentaram muito.

O pior é que são comentários infundados. Primeiro porque não há a mínima noção de língua portuguesa presente nos referidos comentários. Escrevem coisas como "meldiucre e ipocrita", "Nois apenas naum fika", "fizcar si rebaixando akie" e "creticam nois,patricinhas td pira na inevejinha", que foram trechos copiados e colados dos comentários no outro blog. Isso que eu não copiei dos comentários mais antigos.

Depois, que apenas em um comentário lá, consegui encontrar conteúdo e capacidade de análise e crítica fundada. Um comentário inteligente e racional. Depois veio outro, da mesma pessoa. Isso diminui um pouco a gravidade da situação mas enfim.... Criticavam por criticar. Não sabiam o que escreviam, ou melhor, o que faziam que escreviam, porque não acho que aquilo seja escrita.

O tal do "internetês", como diz minha professora de português, é uma linguagem da moda. A maioria adere. Eu não. Não que eu seja contra, mas prefiro uma escrita correta para evitar desentendimentos e também por uma melhor compreensão. É muito mais fácil ler um "para cá" do que um "p k", que para essas pessoas são sinônimos.

O limite de ignorância na escrita já foi ultrapassado. Essas pessoas não possuem cérebros em suas cabeças. Não vou chamá-las de loiras, pois não faço mais piadinhas de loira. Mas são pessoas ignorantes. Porque mesmo quem adere ao "internetês" consegue escrever melhor, e muito melhor, que esses seres acerebrados que rondam esse meu texto nos dois blogs.

Sabe... eu não escrevo mais críticas diretas a essas pessoas. Eu cansei mesmo. Por isso não critiquei o grupo todo. Só o grupo que comentou o texto. Porque afinal, eu não agüento mais ter que ficar dois minutos tentando entender uma frase para poder responder um comentário.

Eu não sei se a internet deixou a cabeça das pessoas mais fraca, mais burra, facilitou tanto as coisas que as pessoas não querem mais o correto e buscam o mais fácil, o mais prático. Não sei se a culpa é da internet. Porque é como viver no meio da favela. Tu escolhes se vais para o mundo das drogas ou não. É opcional. Questão de escolha.

Mas daí a pessoa escreve que não é daquele grupo e depois diz algo como "poque nois temo glamur". Aí é pra acabar... com o comentário, com o blog, com esse post.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O que o meu eu-lírico pensa de mim:

O Vinícius Manfio é um guri chato. Puta merda, nunca vi cara mais chato que ele. Acho muito estranho que existam pessoas que consigam conviver com esse ser extremamente teimoso... e chato. Quando ele quer, consegue ser mais irritante que aqueles barulhos de giz quando "arranha" o quadro. E é tão teimoso que, por vezes, parece arrogante, mas não é. É o jeito atrapalhado e empolgado dele. Falar alto, quase berrando também irrita, mas não é irritação dele. Ele fala alto porque... ele fala alto. Mas mesmo sendo chato e irritante, ele deve servir para alguma coisa além de incomodar. Mesmo falando muita bobagem, ele é um cara sincero, que fala aquilo que está pensando e/ou sentindo. Quando ele não quer manter relação alguma com alguém, demonstra isso na cara da pessoa, não fica se fazendo de amigo e falando mal quando a pessoa não está presente. Intrigante a forma de agir desse ser muito estranho. Algumas vezes ele faz alguma coisa do nada e outras vezes, pensa muito antes de fazê-las. Ele não se declara amigo de todo mundo, apenas se declara amigo dos seus AMIGOS, aqueles da Gurizada do PL, do CQTS, de algumas gurias e de outros que não entram nessas duas organizações sem fins lucrativos. É um sonhador, que acha que pode ser diferente em um mundo de iguais, porque ele acha que o que importa não é o rosto, o cabelo e as roupas bonitos(as), mas sim o que a pessoa faz, pensa, sente. Ele é maluco porque não acha que o dinheiro, e todos os outros bens materiais, sejam a coisa mais importante do mundo. Mas tem uma coisa que eu admiro nesse bocózão: ele não se importa com o que os outros pensam dele. E isso é bom. Personalidade e caráter não faltam a ele. Católico, gremista, gaúcho. Nunca escondeu nada disso. Nem que é do CLJ. Nunca escondeu que tem orgulho de ser um Manfio. Já caiu várias vezes e levantou, sempre tirando uma lição das derrotas. Já errou muito e se arrependeu um pouco, como também já se arrependeu por não ter errado mais, por não ter tentado mais. Aquela coisa chamada "boa intenção" também está presente na vida desse sujeito chato, porque ele é sincero, não adianta. Quanta bobagem que esse animal fala. Nem eu agüento. E quando ele começa a falar comigo então... Mas afinal de contas, sou obrigado a conviver com ele todo dia. Mesmo tendo um punhado de defeitos, mesmo tendo várias pessoas que não gostem do jeito dele, admiro ele, só um pouco, mas admiro. Porque ele é MALUCO. Mas que ele é chato, ah, isso ninguém discute...


Isso foi parar no meu perfil no orkut...

Só o meu eu-lírico, se é que esse idiota existe mesmo, faz coisas desse tipo...


*eu insisto... têm coisas que só acontecem no Blog do Maluco mesmo...

domingo, 31 de agosto de 2008

É tão legal que nem precisa de título

E é estranho como, só no momento em que percebemos o que poderíamos ser se há algum tempo atrás uma pedra não fosse atirada em nossa cabeça, é que damos valor à uma coisa chamada personalidade. Não quero escrever criticando a falta dela, até porque, já devo ter escrito pelo menos um texto sobre isso nos mais de 600 desse blog. Mas é estranho, repito, dar valor ao que somos, ou pelo menos ao que achamos que somos, no momento em que colocamos em nós outra personalidade e nos imaginamos diferente daquilo que somos.

Tudo confuso até aqui, mas a idéia é bem clara. Agradeço à Deus pela minha personalidade. Sim, agradeço pela pedra que veio lá do alto, atingiu a minha cabeça, me fez cair num buraco e mesmo assim me deu força para sair do mesmo. Não precisam entender, é só saber que agradeço pelo que sou hoje e principalmente por não ser quem eu era.

Sem descrições mais detalhadas, até porque, já o fiz aqui nesse blog(2), queria apenas expressar hoje, a minha felicidade por ser como sou. Sincero, perseverante, chato, teimoso, meio tímido, peleador(de peleia, luta, mas não física), idealista, antigo em algumas coisas, feliz, enfim, muitas outras coisas que não são escritas por não serem lembradas no momento.

E acabei percebendo o quanto é bom ser assim, amado, mas principalmente, odiado, num momento muito simples. Vendo recados no orkut!!! Sim, essa ferramenta tosca, mas necessária para aqueles que, como eu, querem manter contato com pessoas de outras cidades, também nos traz lições. Eu já conheço e já vi muito o que vi hoje, mas por algum motivo, somente hoje agradeço por não ser desse jeito.

As pessoas se amam. Mas não entendo como as pessoas podem amar todas as outras pessoas. Não me venham com essa de bom samaritano, de "paz e amor", de qualquer outra coisa porque eu digo, isso é hipocrisia. Ninguém pode amar todo mundo. Porque ninguém é perfeito. Porque ninguém vê em todos, um amigo. Porque ninguém sente muita saudade de todo mundo. Porque ninguém conhece a fundo todo mundo para amar. Mesmo que o amor não exija conhecimento, pelo menos alguma coisa da pessoa deve-se conhecer, nem que seja a cor dos olhos, para dizer que ama. O pior de tudo é que não é tática pra conquistar pessoas do sexo oposto. É hipocrisia mesmo. E por objetivos não-aparentes.

Eu não sei se isso se tornou uma crítica, acho que não. Apenas um comentário. Não cito nomes. Não cito situações definidas. Não cito nada. Achei necessário escrever isso apenas para dizer o que já disse antes, que sou feliz por não ser amado por todos, por não ser querido por todos, por não ser convidado por todos para todos os lugares e por não receber todos os dias recados, de várias pessoas, que contenham as seguintes palavras: "te amo, anjo, lindo(digo no meu caso, mas é mais comum para gurias isso), querido, muita saudade, anjo, te adoro, maravilhoso findi, maravilhosa semana, foi perfeito". Ainda há outras, mas essas resumem bem a situação.

Pode até parecer que estou irritado, mas não. Porque é até engraçado escrever isso. Porque eu preciso escrever. Porque é útil escrever. Porque eu mereceria se o fizesse também. E ninguém melhor que um ex-normal para falar sobre essas coisas de gente normal. As pessoas mudam, eu sou uma prova viva e ativa disso. Fiz valer à pena a pedrada que levei e que me fez mudar. Porque eu decidi mudar mesmo e não aparentar mudança, mas principalmente, não continuar aparentando o que não era. E continuo não sendo, felizmente.

Questão de convicção. A mesma coisa que me faz dizer que eu sou feliz por não ser amado e querido por todos. Porque é legal ver pessoas virando a cara pra ti sem motivo algum. Porque é legal ouvir as pessoas rindo da tua cara só porque o teu nariz é grande. Porque é legal ser um ameba azul no meio dos amebas amarelos. Porque é legal demais poder expressar uma opinião em um blog e não ter que comentar dizendo "adorei o teu blog" sem ao menos ter lido, só para atrair visitantes, que, por isso, farão os mesmos comentários, sem ter lido. Adicionei vários blogs sem propor nada, porque depois de algum tempo, os visitantes perderam a importância. Mas fico feliz que os companheiros tenham lido e gostado dessas minhas bobagens como gostei das coisas deles.

Falando nisso, não tenho comentado nos blogs parceiros, pois ultimamente tem sido complicado motivar o meu eu-lírico nessa dura e longa jornada. Mas eu tentarei fazê-lo um dia desses. E a última frase do parágrafo acima não foi uma crítica, se é que alguém pensou que pudesse ser. Lendo blogs eu descobri mentes bem diferentes da minha. Que escrevem histórais melhores que as que o Billi J. conta. Que escrevem bem. Que escrevem com algum sentido.

Acho que é isso. Ah, mas eu tenho que repetir, que mesmo com todos os defeitos, os erros, do passado e do presente, fico feliz por ser eu. Acho tão legal...

sábado, 30 de agosto de 2008

Os efeitos do "A cada dia um recomeço" na vida do autor*

Ninguém, nem ao menos eu, poderia imaginar que uma série de textos, escritos em um blog pouco visto, pudessem fazer algum sentido e ajudar alguém em alguma coisa. Aí veio um comentário no ex-Blog do Vinícula, outro comentário(porque aqui, ninguém nunca agradeceu, se é que há motivos para agradecer...), e os textos ganharam alguma importância. Talvez, se mais lidos e vistos, pudessem fazer um sentido maior do que fizeram, mas não isso não vem ao caso agora. (para ler a saga, clique aqui)

No final das contas, com a saga encerrada, pude analisar, mesmo sem reler os últimos dois textos, o contexto no qual cada parte foi escrita. A saga começa em si no segundo texto, já que o primeiro é muito mais um comentário sobre um filme do que qualquer outra coisa. E logo no segundo consegui expor e transformar em palavras a minha decepção, naquele momento, com a atualidade, seja no mundo, nas pessoas ou na sociedade de um modo geral. Foi um desabafo, um desafogo de idéias.

Os dias foram passando e poucos dias depois, tive mais um motivo para escrever. Mais uma decepção, dessa vez bem pessoal, bem ao meu jeito. Não comentei nada de mais específico e ainda joguei pó no ventilador para que nada fosse perceptível. Foi até que inteligente essa manobra. Mas só deu certo porque havia um fundamento para escrever. O quarto fala sobre a relação do meu presente, na época, com o meu passado. Mudanças de rumo e uma motivação a mais naquele momento. Escrever me motivou. Ler o que escrevi me motivou. A última parte fugiu do ritmo em si, mas o final foi massacrante. Pra mim pelo menos.

Não re-li os textos. Lembro-me de cada um como se os fosse escrever agora(no improviso, porque não lembro o que escrevi no primeiro parágrafo desse texto). E quer saber, cheguei à conclusão que escrever é muito mais do que escrever. Eu sempre coloco uma frase tosca como essa. E com uma explicação mais tosca ainda. É divertido, espanta leitores, mas me faz rir.

Eu acho que se cada um de nós, não escritores, porque não sou escritor, mas de nós blogueiros, devemos tirar algo dos nossos textos. Nem que seja para nós mesmos, o texto deve ter um sentido de existir, mesmo que tenha sido escrito sem pensamentos, como já fiz aqui. Há tempos parei com bobagens que não condiziam com aquilo que queria colocar no meu blog. Pode não ser muito importante eu ter um blog, ou quatro blogs como é o caso, mas para mim, esse ato de escrever, me ajudou.

Não que eu tenha me aconselhado com meus textos. Não. Como eu disse, não tenho muita paciência para lê-los. Se bem que não é paciência em si, é muito mais um "eu já sei, implicitamente, o que está escrito, então não vou mais ler" do que uma falta de paciência por si só. Hoje eu descobri que as tijoladas e pedradas do passado me fizeram construir uma barreira para que hoje eu me mantivesse em pé, mesmo com mais uma paulada na cabeça.

Escrever me preparou para coisas, se não piores, pelo menos mais complexas. O silêncio é duro demais para aqueles que sofrem um golpe. Muitas vezes as palavras são mais duras, mas o ato do silêncio te faz sentir isolado. Só. Único em um mundo cheio de gente. Tem aquele provérbio chinês que diz algo como "caia-te mil vezes e levanta-te mil e uma". Eu, por um acaso, sigo isso à regra. Tantos tombos que eu até nem sei como ainda sigo em pé.

A raiva por vezes toma conta, sim, mas também já estou preparado contra a mesma. Saio no soco se necessário. No soco comigo mesmo, claro. A raiva me motiva a unicamente, xingar inconscientemente aquilo que tenta me derrubar. Pois um tombo só é completo se não há uma insistência para voltar a ficar em pé. Teimosos como eu conseguem cair tombos e não ser derrotados. Na teimosia ou na insistência, mas já é um começo.

A saga terminou. Provavelmente não terá mais nenhuma parte mesmo. Mas também, não preciso mais escrever. Seria apenas repetição...

"Não será um recomeço. Tampouco uma mudança. Muito menos um renascimento. Será apenas, mais um aprendizado."

Isso eu nunca esqueço...

Tão tá!


*com o autor no título, até parece que tenho alguma importância... hahaha

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A volta do incognificado

Vivo, não mais do que isso. Nem bem nem mal. Nem feliz nem triste. Nem falante nem calado. Irritado. Não me pergunte o motivo. Não estou irritado ao ponto de xingar tudo e todos. Não. Tampouco desconto essa raiva, que talvez nem exista, em quem me cerca. Não faço nada que não tenha feito antes.

Mas não sei, ultimamente tenho criticado demais. O tempo, os poetas e tantas outras coisas. E por esse motivo me vejo como um irritado. Não sou, mas talvez esteja mesmo irritado. Ou tudo não passa de um motivo para escrever aqui. Ultimamente os comentários têm surgido mais constantemente. Agradeço à todos. Mas é estranho isso. Os melhores textos do blog não tiveram o mesmo número de comentários que, por exemplo, aquele "não é bem assim(3)", onde, mais uma vez, critico alguma coisa.

Tenho dormido pouco, escrito pouco, pensado pouco. Ontem comi uma bergamota do pé aqui de casa, mas não quis comer outra. Estranho. É a primeira vez que como apenas uma bergamota. E as coisas parecem tão estranhas. O CQTS está ganhando coisas que só time mesmo tem, como hino e distintivo, originalíssimo, pra não dizer fenomenal.

É muita coisa que não faz muito sentido. É tanta coisa estranha que não tem preceitos. E ao mesmo tempo acredito que sejam coisas mais simples do que cortar uma fatia de pão. Só que agora não quero me aprofundar muito em pensamentos que possam esclarecer. Porque não há motivo para preocupação. Não tenho nada para fazer de urgente, o que me dá uma calma.

Segunda-feira volta às aulas, mas não sei. Talvez seja uma boa coisa, talvez não. E não sei o que essa volta às aulas me trará. Porque não sei o que faço aqui, escrevendo linhas confusas que saem de uma mente confusa. O momento seria de um novo "a cada dia um recomeço", mas preferi ficar com "a volta do incognificado".

Sei lá. Isso é o que define o momento, e por isso, o incognificado.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Sobre o ontem e o amanhã

(ao som de A onda - Engenheiros do Hawaii)

Usufruindo e fazendo jus ao apelido de "do contra"(mesmo que com algumas concordâncias comigo), fui iniciador de várias discussões, que não chegaram ao ponto de atiramento de tomates maduros ou de ovos, podres ou não, mas das quais foram tiradas algumas, mesmo que poucas e talvez sem utilidade, conclusões sobre assuntos.

Dentre os quais, estava a importância de um diploma no sucesso profissional de uma pessoa. Enquanto a maioria expunha a, diga-se de passagem muito coerente, opinião de que sem um diploma não há meios de se obter um verdadeiro sucesso profissional, e principalmente financeiro, este que lhes escreve há mais de um ano nesse semi-muito-quase-demais-tosco blog, insistia, muito mais para dar um ânimo à discussão, que era possível, e que eram vários os exemplos de empresários não formados, de gente que lutou muito para ganhar dinheiro e sucesso, e o conseguiu, mesmo que sem um diploma.

Deixei claro que com a exceção do presidente da terra-de-ninguém brasil, era possível sim. Abre-se um negócio. Cria-se uma nova maneira de administrar e/ou vender um produto. É possível sim, mas antigamente era mais fácil. E isso também me foi dito, argumento concordado, com certa inteligência*, por mim.

Eu nem queria analisar ao fundo a situação e a real possibilidade no passado e atualmente para pessoas que não possuem diploma, queria mais é movimentar a aula, de uma maneira inteligente, que fizesse o pessoal pensar. Um jeito muito diferente de motivação, mas que talvez tenha dado certo.

Por vezes não paramos para pensar que um diploma será sim, apenas um diploma, se não tivermos a cabeça no lugar para aproveitar, buscando sempre, novas oportunidades. Tem gente que vive de blog, mas eu não vivo. Então preciso de algo mais. Pois não sou bom com pessoas, por isso inventar uma nova forma de comércio também está descartado...

O amanhã me espera. Nos espera. Só que apenas aqueles que não o estiverem esperando**(***), mas mesmo assim estiverem preparados para qualquer coisa, conseguirão ter sucesso em um mundo em que não adianta mais ser inteligente(ainda bem...), saber falar inglês(what time is it?), ou ter mesmo um diploma.

É necessário saber. É necessário ter visão. Muito mais do que isso. É preciso buscar.

Mais uma vez, aqueles que esperam, saem atrás(fico pensando se não há um pleonasmo aqui) dos que buscam, dos que correm atrás.

O mundo não é justo mesmo. Mas há meios de burlar essa regra. Cada um com o seu, claro.

Tão tá!

*fica bem claro nesse momento que milagres acontecem
**fica bem claro nesse trecho, que os milagres são raros
***escrito apenas para que asteriscos fossem colocados - hahaha

sábado, 7 de junho de 2008

Histórias do Bandiolo - O Eu e o Nós - (enfim, voltei, bom, pelo menos por enquanto) - final

As pessoas lembravam do Nós porque ele era participativo. Ajudava. Trabalhava. Brigava por algo melhor. Mas as pessoas também lembravam do Eu, até porque, quem não lembrasse do Eu, era um tapado ignorante, um colono dos arredor de Castelinho(distrito de Frederico Westphalen, minha cidade). E por incrível que pareça, numa pesquisa para saber quem era mais lembrado, o Eu ganhou por quase unanimidade, só um voto não foi para ele. O seu próprio voto.

O Eu era tão idiota que decidiu votar no Nós, porque tinha a certeza que a sua persuasão e a sua ambição fariam as pessoas votarem nele e não no muito útil Nós. E o Nós, humilde que só, votou no Eu porque não conseguia pensar que alguém lembrasse dele, até porque, por vezes, imaginou que se não fosse quem era, não se lembraria de alguém com o nome de Nós. Que nome comprido. Quase todos na cidade se chamavam Eu. Era o Eu da Silva, o Eu de Souza, o Eu Goulart, o Eu Robertson, o Eu Joe, enfim, todos tinham um sobrenome, menos o Eu dessa história. Porque onde já se viu alguém como Eu ter mais do que um nome? Ridículo, coisa de perdedor.

E no ritmo do Eu, a cidade foi se destruindo. Porque todos copiavam o Eu e o Nós não agüentou, e um dia desistiu. Entregou os pontos e virou como o Eu também. O Nós passou a se chamar Eu de ex-Nós. A cidade não tinha mais alguém que trabalhasse. Alguém que se dedicasse. As velhinhas não atravessavam mais as ruas. Os carros não saíam mais no inverno por causa da neve. As ruas eram mais sujas do que aviário. E tudo só ia piorando.

Alguém um dia chegou para o grande Eu e perguntou: "Não havia alguém que limpava toda essa merda que hoje emporca a nossa, desculpa, a tua cidade?, Não consigo me lembrar quem era...". O Eu se deu por conta de que a sua arrogância, o seu mau exemplo e a sua superficialidade haviam acabado com o lugar. Mas agora era tarde. Lembrou-se então daquele idiota que havia votado nele na campanha da popularidade. Procurou-o e achou-o. Tentou convencê-lo a virar apenas Nós novamente, esquecer o seu mau exemplo e fazer a cidade voltar a ser o que era. Deixou todo o seu ego de lado, a sua arrogância, desceu do palanque feito de gilete(quem nunca ouviu que alguém que se acha tá discursando em cima de uma gilete, ou algo do tipo...?) e se humilhou para tentar recuperar a cidade que já não existia, pois tudo era lixo, entroncamento e desrespeito.

Só que o Nós, digo, o Eu de ex-Nós, fez o seu ego falar mais alto e respondeu: "Eu é que não vou mudar para melhorar a cidade". Eu então indagou: "Mas nós precisamos de você!". O Eu de ex-Nós então terminou a conversa com um: "O Nós, agora é Eu também...".


*qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência
**inspirado em auto-conversas e auto-discussões efetuadas durante os meus poucos momentos de descanso.
***não procurem porque não há asteriscos dentro do texto, pelo menos não que eu me lembre.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Histórias do Bandiolo - O Eu e o Nós - (enfim, voltei, bom, pelo menos por enquanto) - parte 1

Ele era o Eu. Quem não conhece o Eu? Todos conhecem o Eu sim, é só pensar um pouco, porque o Eu tem um pouco de cada um que lê agora esse texto. O Eu, era solitário. Caminhava sozinho(sem o complemento tradicional dessa vez)(e porque não?) pelas ruas das esquinas de qualquer lugar. Caminhava contra o vento, sem lenço e sem documento. Todo dia, toda hora, na batida da evolução. Não. Eu não evoluía, porque ele era apenas, o Eu.

O Eu se vestia muito bem. Cortava o cabelo regularmente, passava gel, ficava realmente muito elegante, só vestia roupas de marca, e de preferência que combinassem com suas caríssimas calças jeans e com os seus, mais caros ainda, tênis de multinacional. O Eu era bonito, diziam as outras pessoas. Nunca reparei muito nele, por isso não coloco minha opinião. Mas que os outros achavam o Eu muito bonito, ah, isso achavam. Até os homens julgavam a sua aparência como interessante. Tinham inveja do Eu.

O Eu pensava pouco, fazia menos ainda. O Eu só queria mesmo era aparecer para o mundo, não como os mortos-vivos que ressurgem em festas cristãs, nem como os outros mortos vivos que surgem diariamente em nossas vidas, buscando algo que lhes favoreça. O Eu queria aparecer apenas pelo fato de ser o Eu. Ele não queria ser reconhecido por nada, só queria ser lembrado. Pensava aquela máxima do "bem ou mal, mas falem de mim". E achava-se no direito de exigir que as pessoas lembrassem do Eu.

O Eu nunca ajudou ninguém. Mas nunca alguma outra pessoa ficou sabendo disso. Porque o Eu guardava tudo o que ele não fazia para si, escondendo dentro do seu bolso da jaqueta, de coro, importada da Itália, da grife de um famoso designer, se é que para o Eu importava o designer, sendo cara, bonita, e chamativa, ele comprava a roupa. Mas o Eu nunca usou rosa pink com amarelo limão, só para constar.

O Eu nunca pensava ou refletia sobre outra pessoa. A menos que o nome dele fosse falado por determinada pessoa, aí ele pensava nessa pessoa, e dizia consigo mesmo(para os seus próprios neurônios("Esse cara lembrou de mim, falou bem de mim, gente boa ele"). O Eu era muito idiota. Nunca tentou pensar em ajudar alguém, ou sequer em conhecer alguém. O Eu não conhecia ninguém. Nem ele mesmo.

O Eu era um idiota. Principalmente porque pegava no pé, e enchia o saco do Nós. Esse sim, era um cara prestativo, fazia de tudo para melhorar a situação. Limpava ruas, ajudava velhinhas a atravessar a rua, trabalhava feito condenado cortando a grama da casa de senhores de idade, e no inverno, tirava a neve da rua onde morava, e de todas as ruas próximas a sua. O Nós era gente boa.

(continua...)

sábado, 3 de maio de 2008

A maior farsa existente

O frio é a maior farsa que existe. Simplesmente, porque ele, não existe. E até que alguém me prove que essa porcaria de frio existe, eu continuarei dizendo, que o frio não existe. Aprendi isso lendo uma mensagem para o CLJ e depois fui pesquisar e confirmei que esse tão assombroso frio, não passa de uma farsa.

Porque alguém já conseguiu medir quanto frio está? Se alguém responder que sim, mesmo que diga -99 C, estará errado. Ninguém consegue, ninguém pode medir o frio. Porque esse frio é o termo usado para designar ausência de calor. O calor sim, podemos medir, o frio, não.

Aí entra outra, que o frio é psicológico. O que não deixa de ser, porque se tu achas que estás com frio, estás mesmo, se acha que não, pode sair de bermuda e camisa de manga curta num dia como hoje, que está meio chuvoso e quase meio frio, que não sentirás frio. Concordo se alguém dizer que a gripe depois será desastrosa e pavorosa. Mas cada um escolhe o que quer ou não pegar(sem malícias).

Essas cosias físicas, são muito irritantes quando se aprende, mas depois é divertido escrever um texto desses e ser chamado de idiota após a primeira frase ser lida. É legal isso. Não pelo fato de ser verdade, mas porque acho que pelo menos um, que poderá se mostrar nos comentários, pensará que o dono do blog não tem nada na cabeça. E seu eu começar a falar que roupas também são coisas falsas, porque não esquentam, mas sim, impedem a passagem de calor, é aí que eu serei chamado de insano. Mandarão a polícia até a minha casa. Mas em será tão ruim, porque ficarei preso no máximo, 4 anos.

Eu tive aula ontem, após o feriado, dia de trabalho mesmo para mim. Tive aula hoje. Só que não de física. Então é mais estranho ainda eu estar escrevendo esse tipo de coisa sem influência alguma. Só que eu não iria escrever um texto sobre o núcleo da célula, porque seria muito mais longo e "inútil" do que esse já escrito.

O frio é uma farsa, assim como aqueles que "morrem'' de frio também são. Calma... é só brincadeira. Tem gente que sente mais frio do que outros. Aceitável isso. E como. Nossas diferenças nos tornam iguais. Alguém disse isso. Discordo. Nossas diferenças nos tornam diferentes, óbvio. Um outro alguém, cujo nome não falarei, até por não lembrar a grafia correta, disse que definir-se é limitar-se. E podem procurar no google como essa frase foi dita por alguém famoso. Só que eu discordo também. Definir-se não é limitar-se, é tentar mostrar a alguém um pouco sobre você. Ou tudo, só que esse tudo é muito relativo.

Antes de entrar em tudo e nada, e relatividade entre esses e outros termos, vou-me embora.

Tão tá!.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Ou nem

Ou tu comes chocolate ou tu comes uma laranja de umbigo. Ou tu lavas a louça ou tu estudas. Ou tu sabes para onde vai ou tu sabes que fica. O ou é a palavra, se é que pode ser chamado de palavra tão minúscula junção de letras, mais insuportável e indefinida da linguagem mundial. Sim, independente do idioma. O ou é tão indefinido quanto o ãhn pode ser expontâneo. Há uma relação de quantidade/uso muito correta, ou nem tanto.

E analisando é possível ver e entender alguma coisa nesse sentido. O ou dita a nossa vida. Ou pelo menos tenta. Porque não há alguém no mundo que não tenha uma dúvida que use o ou. O ou é tão patético quanto usar a inteligência contra a humanidade. O ou é tão curto quanto um momento de felicidade. Dura pouco mas deixa marcas, nem que sejam gráficas.

E são tantas coisas, são tantos ou's que surgem a cada dia. Nem vou aprofundar esse pensamento porque estaria repetindo o que eu escrevi, ou acho que escrevi, há algum tempo, dizendo que uma escolha muda tudo, que a cada escolha a vida muda. Não. Apenas fico pensando na complexidade de escolher entre coisas que estão antes e depois do ou. Esse ou é um saco.

É a ou b. Nunca ab. É Grêmio ou Inter, nunca os dois. É rock ou sertanejo, nunca os dois. É bem ou mal. É escrever ou deixar em branco. Saber ou não. Esquecer ou lembrar. Fazer ou não. Sentir ou não. Amar ou odiar. Dessas acho que só a última pode ter um meio termo, que existe quando é uma relação entre pessoas, como aquele "nem me sobre nem me desce".

Falando nele, o nem é pior do que o ou. "Vais lá? - Nem.". É uma merda o nem. Mas é divertido usar, até porque ele, o nem, é muito mais simples e exige muito menos compreesão, mas muito mais saliva, pela sua letra a mais em relação ao ou. Enfim. O ou é um saco. O nem é um saco. Eu sou um animal, como vocês também são. Hehehe

Legal legal. Nada e tudo. Viu, não usei o ou. Nem o... ops, acabei de usá-lo.

Fui...