Mostrando postagens com marcador engraçado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador engraçado. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Histórias do Billi J. - Eu sou você amanhã (1)


- E aí seus medonhos! - disse, sorrindo, o Billi J..

Agora estavam todos reunidos. Todos os quatro, no caso.

- O que temos para hoje? - perguntou aos outros.

- Estou com fome.

Esse era o Rafael, pensando, quase sempre, nos prazeres básicos da vida, como comer.

- Eu também.

Luiz, vinte e dois anos de muitas bobagens feitas que demorou um pouco para perceber que amigos de verdade tinha poucos.
- Acho que todo mundo está com fome. Corremos que nem uns idiotas.

Palavras do Douglas, o mais velho. O mais experiente. O mais radical, irônico e despreocupado. E geralmente o menos empolgado com atividades físicas.

- Mas foi engraçado ao menos.

Esse, óbvio, era o Billi J. .

- Me lembre de cortar os pulsos antes de aceitar quase morrer correndo com vocês, de novo. - insistiu Douglas.

Todos riram.

- Então vamos comer logo que eu quero dormir cedo. - insistiu Rafael.

- Agora que você está solteiro não tem motivos para ir dormir cedo.

Todos riram.

- Mas o que vocês querem fazer, querem me levar para o mal caminho?

- Você já está no mal caminho, namorava a mulher que ama e agora está solteiro, quer caminho pior? - ninguém lembra quem disse isso.

- Diz o cara que esperou anos praticamente sozinho para namorar o tal 'amor da vida'.

Todos riram.

- Não fica tripudiando com quem está solteiro. - a voz da sabedoria do Luiz.

- Quando a Renata ainda tava bem longe vocês ficavam soltando piadinhas, rindo da minha cara e dizendo que eu, pai, só se adotasse uma criança, é a minha vingança.

Ninguém riu. 

O silêncio imperou. 

O clima pesou.

Eles se olharam.

Então riram.

- Terminar o namoro foi uma escolha sua, pelo que você disse.

- Ela era muito ciumenta, não podia sair com vocês que ela já perguntava onde íamos, como íamos, com quem íamos, quando voltaríamos, o que iríamos fazer.

-Todas nos enchem de perguntas.

- A toda hora, a toda ação e, se pudessem descobrir o que pensamos, nos fariam perguntas a cada pensamento.

- Não esqueça de cada olhar, você olha para o outro lado da rua procurando uma loja e elas já te cutucam perguntando por que você estava olhando para a bunda da atendente da farmácia. Detalhe: a atendente da farmácia estava dentro da farmácia, atrás do balcão e a única coisa que se podia ver da rua eram caixas de pasta de dente.

- Sério isso?

- Claro, fatos verídicos.

- Ei, o assunto é comigo, a reclamação é minha agora!

Todos riram.

- Fala então.

- Valeu Billi. Eu ia dizer que a Andresa era pior. Sempre achava que eu tava saindo com outra pessoa, que tava traindo ela. Três anos de namoro e não confiava em mim mesmo que eu nunca tenha dado motivos para ela desconfiar. Eu me sentia uma bosta de homem com isso.

- Você é um bostinha.

Todos riram.

- Rafa, claro que, também, dar carona para uma mulher que tem fama de garota de programa não tem nada a ver com o ciúmes da Andresa.

Todos riram.

- Douglas, você sabe que eu não fiz e nunca faria nada enquanto estivesse namorando né?

- Claro que não, só não quero falar de assuntos sérios enquanto estiver com a camisa molhada de suor e os pés cheios de lama.

- Vamos tomar banho e depois comer.

- E depois?

- Tem baile de formatura hoje, eu posso consegui ingressos.

- Claro Douglas, você conhece todo mundo nessa cidade, como não teria ingressos para uma simples formatura de... de que?

- Mas você é mesmo um grande filho da mãe, Douglas. Arruma um baile de formatura no dia do último capítulo da novela. Como que eu vou assistir o último capítulo da novela se tenho que ir no baile com vocês?
Todos riram, muito.

- Tá, é formatura de que curso?

- Sei lá, só sei que tem baile.

- Não tem muitas opções de curso nessa universidade medonha.
- É, são só sessenta e sete cursos, entre técnicos e superiores.

- Como você sabe?

- Li no panfleto que tá ali. - apontando o dedo para a parede.

Todos riram.

- Fechado então, vamos para o baile afogar as mágoas.

- Luiz, ainda guarda mágoas da Mari?

- Eu sempre guardo mágoas, de tudo e de todos.

Todos riram. Sabiam que ele estava brincando.

- E eu não estou brincando, guardo mágoas até de vocês.

E riram novamente. Ele estava sim apenas brincando.

- Estão achando que é brincadeira né?

E era.

- Então vamos logo que eu estou com fome.

Saíram.

(...)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Histórias do Bandiolo - Um olhar, uma intenção. Várias vezes.



Entrei no ônibus que vai para a universidade e sentei na última fila, naquela em que ao invés de um ou dois, são cinco assentos. Sentei no do meio, uma vez que o ônibus estava quase vazio. Parada vai, chega e passa, só havia dois lugares no ônibus. Adivinhem onde? Sim, um à minha esquerda e outro à direita. Pois então, do meu lado direito, sentou um gordinho. Nada contra os gordinhos, mas aquele tinha cara de quem fazia coisas ditas 'gordisse' ou 'gordice'. Tranquilo, o gordinho pegou os fones de ouvido, começou a ouvir o seu Guns em um nível no qual todos do ônibus poderiam escutar e assim o ônibus foi. Na parada seguinte começou essa história.

(Os acontecimentos à seguir ocorreram entre 08:11 e 08:17)
Subiu apenas um sujeito. Alto, musculoso, loiro. Típico delírio das mulheres, mas só daquelas que não sabem que o cara toma bomba para ter aqueles músculos. Esse cara sentou ao meu lado, não sem antes receber um olhar do gordinho, daqueles olhares que querem dizer "aiaiai, bombadão, deve ser gay". A interpretação disso se dá porque o gordinho tinha uma cara de nerd, e vocês sabem bem que os nerds acham que todo homem que não é nerd, ou melhor, todo homem que tem mais músculos do que eles(ou seja, todo homem mesmo), é gay. Em contrapartida, o bombadão percebeu que o gordinho tinha olhado para ele e então soltou um olhar de quem diz "tá com inveja né seu pançudo, comeu bacon no café da manhã?".

Não parou por aí. O gordinho então, como resposta à palavra dita no olhar do bombadão, aproveitou-se de uma lombada passada pelo ônibus para inclinar a cabeça para frente e soltar um olhar de "garanto que o meu bacon é mais saboroso que o seu ovo cru com bomba para cavalo". Ah, mas o bombadão não parou por aí, como quem faz de conta que procura algo na mochila, ele olhou para o gordinho de canto de olho como quem diz "eu tomo bomba mas pelo menos eu pego qualquer mulher que entrar nesse ônibus.

(Os acontecimentos seguintes ocorreram entre 08:18 e 08:23)

Então o gordinho ficou irado, tanto que baixou o som da música e até guardou o celular, como quem procura alguma prova, na mochila, para mostrar que o bombadão estava errado. Nisso o sujeito que estava ao lado dele desce e uma loira, com um metro e sessenta e três de altura, quarenta e oito quilos, corpo escultural, senta ao seu lado. Aí o gordinho não deixou por menos e, com um olhar de canto de olho direcionou ao bombadão alguma coisa do tipo "duvida que eu consigo o celular dessa loira?". O bombadão percebeu que o gordinho queria guerra e retrucou o olhar com um "eu duvido, ela é gostosa demais para dar o celular para um gordinho". O gordinho então usou sua nerdisse e perguntou à loira:

-Não estou encontrando meu celular, poderia ligar para meu número para ver se eu o deixei cair ou o esqueci em casa?

Maldito pança de hipopótamo, pensou e quase sussurrou o bombadão. De fato o gordinho conseguiu o telefone da loira, pois ela o ligou. Mas ele, o gordinho, sabia que não tinha coragem para ligar para uma loira daquelas e ouvir um fora daqueles bem grandes.

O clima ficou calmo, o bombadão havia perdido a disputa, mesmo sabendo que aquilo era improvável demais para se tornar realidade mesmo e o gordinho, numa gordisse sem igual vangloriava-se, sussurrando Gloria Gaynor. Ah não, aquilo pedia uma resposta imediata, pensou o bombadão.

(Os acontecimentos a seguir ocorrem entre 08:27 e 08:31)

O bombadão movimentava levemente a cabeça, para frente e para trás, para ver o gordinho e sua gordisse sussurrada. Eu, ao ver que ele tentava ver o gordo,movimentava a minha cabeça em sentido contrário, pois começava a gostar daquela briga visual, embora estivesse desconfortável sentar entre um gordo e um bombadão. O dito cujo, bombadão, resolveu que a próxima parada seria a hora de recomeçar a luta, perdera a luta, não a guerra.

Parada veio e foi, deixando a loira escultural. O bombadão então inclinou a cabeça para o lado do gordinho, ou seja, na minha frente, como quem olha uma loja que havia do outro lado da rua. Na volta desse pretexto mentiroso, ele olhou para o gordo como quem diz "nerd burro, acha que vai mesmo conseguir alguma coisa com aquela loira". O gordinho retrucou no mesmo instante com um olhar "e você acha que consegue mais do que eu, seu semi-analfabeto". O bombadão, ainda com a cabeça inclinada para o lado mandou um olhar de "posso ser semi-analfabeto, mas pelo menos não sou um gordo sedentário que fica sentado na frente de um computador o dia inteiro, olhando videos no youtube, twittando e jogando counter strike".

Nesse instante um clima de guerra fria foi sentida no ônibus. Pelo menos eu senti essa guerra anunciada. O twitter e o counter strike haviam despertado no gordo uma revolta descomunal. Talvez porque fosse um pouco verdade. Talvez porque fosse muito verdade. Talvez porque fosse a verdade. Não sei, acontece que...

(Os acontecimentos a seguir ocorreram entre 08:32 e 08:35)

O gordinho buscava uma resposta para aquele insulto, aquela agressão, buscou no seu dicionário mental e então, inclinando a cabeça para baixo, como quem vai amarrar os tênis, olhou para o lado e lançou um olhar de "você é um inepto vagabundo que só fica tomando bomba e malhando, assim como o vagabundo do seu pai". O bombadão, sentido pela ofensa ao seu pai respondeu "sou desejado pelas mulheres e você não é desejado nem pelos computadores e pela porca gorda da sua mãe". Aaaaaaaaaaaah não, ofendeu a mãe, pediu pra levar. O gordinho então, com muita raiva nos olhos respondeu com um olhar "a minha mãe pode ser gorda, pelo menos não é uma prostituta como a sua".

Um clima de guerra nuclear havia surgido e eu comecei a temer pela minha própria vida e, claro, pela minha própria mãe. Então...

(Os acontecimentos a seguir ocorreram entre 08:36 e 08:38)

Não havia outra coisa a acontecer. A troca de olhares começou a dizer muito menos do que dizia. Felizmente os palavrões diminuíram, mas a raiva e as ofensas não. O gordinho olhou e nada disse. O bombadão, idem. O bombadão, segundos depois, olhou novamente sem dizer nada e essa foi a brecha para o gordinho...

(Os acontecimentos à seguir ocorreram entre 08:39 e 08:46, ou próximo disso)

...recomeçar a troca de olhares ofensivas. Para não ficar muito chato, retratarei aqui como um diálogo, mas que fique claro que foi dito apenas através de olhares isto aqui:
-Idiota.
-Nerd.
-Você toma anabolizante para cavalos.
-Você é um gordo que come hambúrguer todo dia.
-Você é um burro que não sabe o valor de Pi.
-Você é um gordo que não tem amigos.
-Você só tem amigos bombados e burros como você.
-Pelo menos eu tenho amigos, nerd cdf que fica chupando hardware.
-Pelo menos eu não serei estéril por tomar anabolizantes.
-Mesmo não sendo estéril você não terá filhos.
-Vou ter sim.
-Não vai não porque nenhuma mulher vai querer você.
-Depois da primeira palavra que você disser, nenhuma vai querer você também.
-Todas as mulheres vão querer, sim.
-Não vão não, porque você não sabe dizer 'inconstitucionalissimamente'.

Ditas mais duas ou três frases que não me recordo, entrou no ônibus um... sujeito, vestindo roupas escuras, com uma franja metade vermelha que caía sobre um olho, com um jeito todo... enfim, e o pior de tudo é que aquela coisa ouvia 'restart' em um volume audível por todos do ônibus, mesmo com todas as buzinas fazendo barulho lá fora. O gordinho e o bombadão pararam de se olhar e olharam para o sujeito.

(Os acontecimentos a seguir ocorreram entre 08:47 e 08:56)

Olhando aquele sujeito, que olhou para os dois como quem diz "parem de brigar meus lindinhos", o bombadão olhou para o gordinho como quem diz "até que deve ser legal ser um nerd gordo. À propósito, você nem é tão gordo assim.", ao passo que o gordinho olhou para o bombadão como quem responde "você faz bem em praticar esportes e, poderia me dar umas dicas de saúde".

Então não trocaram mais olhares, uma vez que perceberam que alguém os olhava. O sujeito, aquela coisa toda... enfim, que chamam de emo. E aquele emo os devorava com os olhos. Olhava para eles como quem dizia "vocês querem o meu telefone? Vocês querem alguma coisa de mim além do meu telefone, gatinhos?".

Incrível. Aquele sujeito não parava de olhar para eles e, antes que ele começasse a olhar para mim, eu desci na parada seguinte.

Não, eu não sabia discutir com olhares, então qualquer coisa que eu dissesse através de um poderia ser mal interpretada por aquela coisa, digo, aquele emo.

Logo, não sei o que aconteceu com o gordinho e nem com o bombadão, mas tenho certeza de que o emo não daria trégua para eles. Afinal, aquele emo os comia, ou queria... enfim, o emo os olhava com... é... deixa pra lá.

*baseado em observações reais

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Histórias do Bandiolo - E o que te importa?

Estavam aqueles senhores conversando. Senhores e senhoras de idade, diga-se de passagem. A vida, o tempo, a política, o mundo e histórias antigas. Conversavam sobre qualquer coisa. Afinal de contas, o tempo para eles não era mais nada, não tinham pressa nem afazeres. Aposentados, aproveitando as companhias uns dos outros, e mais nada.

Quando uma das senhoras presentes desmaiou, indo ao chão como se esse fosse um macio cobertor, todos ficaram apavorados, principalmente seu marido, um senhor muito estranho, o que agora não vem ao caso. Logo tentaram levantá-la, abanaram, sopraram e tentaram reanimá-la, reacordá-la ou qualquer coisa que pudesse dar-lhes a certeza de que estava viva.

Mas nada.

Até que alguém teve a brilhante ideia de jogar um pouquinho de água em seu rosto, o que deveria trazer alguma consequência positiva. Foi então a outra senhora presente até a cozinha da casa, que era do casal cuja mulher havia desmaiado, mas logo foi seguida pelo dono da casa, o estranho homem já citado, que disse:
-Deixa que eu pego a água, se não você acaba enchendo o copo e isso não é preciso, porque a água é cara, temos que economizar.

Sem entender direito, mas preocupada com sua vizinha, amiga, ou o que quer que seja, deixou que o homem pingasse algumas gotas em um copo e atirasse no rosto da mulher.

Ela abriu os olhos. Alívio geral. Mas quando disse 'me levem para o hospital porque estou mal', todos voltaram a ficar preocupados. Então carregaram-na até o carro dos visitantes, já que ele estava supostamente mais próximo da rua, ou seja, demoraria menos tempo para sair dali. Os visitantes sabiam que ele era mão de vaca e não queria gastar gasolina, mas nada disseram, pois eram generosos e achavam aquilo engraçado.

Antes de saírem, o dono da casa voltou até ela e pegou uma grande quantidade de folhas, que pareciam ser documentos, jogando-na dentro da bolsa da sua mulher, que iria no banco da frente. Sem saber o que eram aqueles papeis, o visitante ligou o carro e partiram.

Era uma subida longa, mas mesmo assim a mulher que havia passado mal estava com a cabeça inclinada para frente, como se estivesse vomitando. Então sua amiga, do banco de trás, tentava, em vão, manter o pescoço, a cabeça da mulher reta, para que não piorasse.

Seguiram o caminho até que, curiosamente no fim da subida, a mulher ergueu a cabeça, encheu o peito e disse:
-Achei o cartão do plano de saúde.

Seu marido quase soltou foguetes de tanta alegria. Seus amigos ficaram olhando, sem entender muito, até que o marido da doente disse:
-Vocês acham que eu ia gastar dinheiro com uma bobagenzinha dessas? Ela tem essa porcaria de cartão de plano de saúde, então que use já que está passando mal, eu não vou gastar um centavo com um desmaio dessa mulher que tá só carne e osso.

Parecia que ele havia enchido a sua mulher de glórias* mas não, ele era assim, o tempo inteiro. Depois daquilo, nenhuma outra palavra foi dita, nem depois que saíram do hospital.

*por mais que não pareça, a gíria 'encher alguém de glórias' significa destratar, ofender

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Histórias do Bandiolo - Um, dois, dez?

O pessoal foi chegando. Se amontoando. Entupindo, literalmente, sala, cozinha, quartos, banheiros e todo o redor da casa. O pessoal foi chegando. E chegando como se fossem donos. Da casa, dos quartos, da pasta de dente, de mim. Como se aquilo fosse a vida deles. Como se aquilo fosse algo deles. Mas não era. Nada era.

Parecia até festa de jovem bêbado de filme de jovens americanos. O cara popular empresta a casa para a festa, todos bebem, divertem-se, há o tradicional sexo no banheiro, nos quartos, em cima do sofá, do tapete persa que a mãe dele recém comprara, atrás do matagal, do lado da macieira. É aquela putaria toda. Aquela sujeira toda. Aquele vômito todo. Aquela diversão... diversão?

Hei, essa casa é minha. Eu não sou popular. Não conheço vocês. O que vocês estão fazendo aqui? Saiam já. E não finjam que não me ouviram. Saiam daqui. Estou... porra, seu idiota, derrubou cerveja na minha camisa, na minha calça... que droga, até a cueca ficou molhada de cerveja. Mas que porcaria vocês estão fazendo? Ei, em cima desse sofá... não...

Estúpidos, quem convidou vocês? Isso aqui, insisto, não é filme americano. Não estamos nos Estados Unidos, muito menos no cinema. O quê? Quebraram a televisão com uma latada de cerveja? Ãhrrrrrrrr. Que droga. De onde vocês saíram? Não, por favor, nãaaaaaaaaaaaaaoooooo joga... Por que você tinha que jogar esse vidro de whisky pela janela? Podia ter aberto a janela pelo menos...

Que bagunça. A polícia chegou. O QUÊ? A polícia chegou? Caramba. Quero ver o que vai acontecer com o dono da casa... Ei, eu sou o dono da casa. Não, não seu policial, eu não sou responsável por isso. Tá, a casa é minha mas... o quê? Bebida alcoólica para menores de 18? Que hipocrisia. O que eu disse? Nada não, mas eu não comprei essa cerveja. Não. Nem o whisky, nem a vodka, nem o absi... absinto? O que é isso? Ah... Não, eu também não sou... plantador de maconha? Traficante? Ãh? Acharam uma plantação de maconha lá no fundo do quintal? Como? Heroína e ecstasy tudo no meu nome? Armaram para mim, eu não sou trafi... quem denunciou disse que eu sou, também, dono de um prostíbulo? Mas seu... ah não... eles tavam fazendo isso em cima do piano francês do século XII da minha avó... Não... Mas eu não... Como? Sério, repete. Ãh??? Aquela vaga... aquela mulher disse que eu contatei ela para animar os ... convidados? Mas eu não convidei ninguém.

Tudo no meu nome? Quem é que... Peraí. Repete o nome. Ah ta, não sou eu. Desculpa. Não sou mais o dono dessa casa, me mudei daqui há dias... Esse que vocês procuram é aquele ali.

Obrigado seu policial, quase que um erro foi cometido. Não, não precisa agradecer. Não não, eu não quero pegar uma vagabunda, pode ir lá terminar o servi... tá. Não hoje, mas obrigado pelo convite, mesmo. Não não, muito menos em cima do piano da minha... digo, da vó dele. Se é que é da avó dele.Talvez seja pirateado. Não mesmo, vou embora, boa noite.

Sério, ainda não entendi como eu vim parar aqui. Ah ta, esqueci. Me mudei dessa casa há dois dias. Hahaha. E pensar que o cara já teve tempo de plantar maconha e montar um... Bom, preciso me despedir melhor da casa, e daquele piano, mesmo que não seja o da minha avó. Já volto.

*qualquer semelhança com a realidade,
ou com a ficção é sim,
mera coincidência.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Frase do dia:

"Houvesse dois como tu, 
e logo, 
logo não teríamos nenhum, 
pois um teria matado o outro.(...)"

- Mercúrio
em "Romeu e Julieta"




*Tenho que dizer que isso me parece familiar...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

É tosco, é sem graça, mas eu achei legal

Duas lesmas caminhando, tranqüilamente, como de costume. Então uma pergunta para a outra:
-Por que somos tão lentas?
-A velocidade é relativa - responde a outra
-O que isso quer dizer? - indaga a primeira
-Não sei... mas é consolador.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Sem risos

O contador de piada é um tipo de pessoa. O engraçado é outro tipo de pessoa. O divertido é outro tipo ainda. E o sem graça também, óbvio.

O contador de piadas está sempre pronto para contar alguma... piada. O engraçado fala coisas sem fundamento, o que o faz engraçado. O divertido se aproveita de situações atuais para soltar umas frases interessantes, que acabam sendo engraçadas, dependendo da situação. O sem graça é aquele que faz tudo isso, mas o faz sem qualquer qualidade.

O sem graça é o cara de pau. É o que solta a última, e sem graça, frase da conversa. O que pensa muito, mas mesmo assim acaba falando bobagem. É o que geralmente julga-se pronto para ser o centro das atenções, mas não consegue ser o centro de si mesmo. Quer agradar a todos mas muitas vezes nem ao menos sabe o que lhe agrada.

O sem graça é aquele que ri sozinho depois do que fala, porque ninguém mais acha graça.

Coitado.

Pelo menos ele tenta ser engraçado. Mas quando não se é, não adianta tentar.

Rir sozinho e depois mudar o assunto para "as ações da bolsa andam caindo muito né?!" na tentativa de diminuir a sua bisonhice(termo que vem de bisonho, que não é nada mais do que tosco).

O sem graça não é tão sem graça assim.

Só que infelizmente, para ele, a graça dele não é percebida no momento...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Histórias de bergamota(4)

Não era época de bergamota. Não havia uma bergamota sequer nos mercados, da cidade, do estado e do país. Não havia uma bergamota sequer no mundo inteiro. Ele entrou em desespero. Seu estoque de bergamota para épocas como essa havia acabado. Teria que passar mais dois meses sem comer bergamota. Não poderia.

Alguém como ele não tinha a capacidade de agüentar mais de 1 dia sem comer bergamota. Só ele não conseguia ficar um dia sem comer bergamota. Era o fim. Não poderia viver mais naquele mundo em que não havia uma bergamota sequer.

Estava no inferno.

Em um ato de desespero, recorreu ao outro nome da bergamota, tangerina, para ver se alguém no mundo possuía uma tangerina para que ele pudesse comer.

Também não encontrou ninguém.

Era mesmo o fim, até que, foi conversar com o padre. Pediria a extrema unção para poder ir para o céu comer uma bergamota lá, afinal, as nuvens devem ser bem férteis.

O padre lhe ofereceu um suco. Ele, como que por instinto, sentiu que seu corpo estava ativo. Aquele era suco de bergamota. Mas como aquele maldito padre conseguiu uma bergamota para fazer suco e eu não?

O padre lhe respondeu:
-É suco de pacote meu filho, é artificial.

Para ele não importava, poderia passar dois meses apenas tomando suco de pacote de tangerina, que tinha o (quase) mesmo gosto de bergamota de mercado, e assim viveria até poder reencontrar seu verdadeiro amor: a bergamota pokãn.

Comprou 5.000 pacotinhos de suco artificial de tangerina e assim conseguiu viver, mesmo que em uma doce, e artificial, ilusão, pelos meses que se passaram sem bergamota.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Histórias do Bandiolo - porque nem toda história precisa seguir um padrão lógico(parte 2)

Essa história continua...

Com o bocó, digo, o guri, correndo, mesmo que em marcha quase lenta, atrás do Peugeot 206 branco, ou melhor, da loirinha lindinha que o dirigiaa. A coisa começou a ficar chata no momento em que, 30 minutos depois(!!!), a guria dobrou, pela quarta vez, à esquerda e entrou novamente na rua onde essa história começou. O bocó, digo, o guri, não entendeu nada, mas não importava, pois aquela loirinha que dirigia aquele Peugeot 206 branco valia a pena, pelo menos pela beleza. Ele, louco por ela, continuou no seu embalo atrás do carro.

*A coisa começou a ficar chata, até que, depois de umas 5 voltas, a polícia** colocou seu carro atrás do guri, claro, em baixa velocidade. Ele explicou que não estava querendo matá-la nem nada, mas sim queria falar com ela, ou algo do tipo, de tão linda que era. Então a polícia fechou as ruas que poderiam dificultar a empreitada do bocó, digo, do guri. Ou seja, só a quadra em que ela, a loirinha lindinha e ele, o bocó, digo, o guri, estavam andando(não em círculos, mas sim, em quadrados, ou melhor ainda, em quadrado) estava disponível. Muitos policiais vieram ajudar na tarefa e duas motos começaram a escoltá-lo. Incrivelmente, a loirinha do Peugeot 206 nada fez de diferente, e continuava andando, sem pressa e olhando para os lados como se procurasse algo(que depois de tanto tempo já deveria ter encontrado). Depois de ganhar uma, estranhíssima(para não dizer outra coisa) ajuda da polícia(!!!²), algo quase mais impressionante aconteceu...

*era para ser apenas um parágrafo, mas ficou muito grande, então dividi em dois;
**pelo menos aqui a polícia faz o seu trabalho rapidamente

(continua)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Histórias do Bandiolo - porque nem toda história precisa seguir um padrão lógico(parte 1)

Essa história começa...
Com um bocózão. Um guri, que seja. Ele saindo de casa, rumo a algum lugar não especificado*. Logo ao se aproximar da primeira rua que iria atravessar no seu caminho, parou, pois viu que um Peugeot 206, branco, mais novo que... mais novo que... enfim, mais novo que alguma coisa bem nova, deu o sinal de que entraria naquela rua que o nosso personagem ia atravessar. Ele ficou reparando quando o carro entrava na rua e percebeu que o motorista era a motorista. E que motorista. Uma loirinha** daquelas que não precisam ter carro porque oferta de carona não falta. Que loirinha mais linda aquela ein... Bom. O bocó, digo, o guri, decidiu que iria atrás daquela loirinha, porque provavelmente ela iria parar naquela rua, que afinal, era uma rua qualquer, daquelas pequenas, uma quadra de comprimento apenas. E foi. Caminhando, pois a loirinha, digo, a motorista do carro, não acelerava pois olhava para os lados, parecendo procurar alguma coisa. Chegou ao final da rua e dobrou à esquerda. O bocó, digo, o guri, o acompanhou(acompanhou o carro). E ele, o carro, foi andando(comandado pela loirinha) vagarosamente por mais uma rua. Continuava olhando atensiosamente para os lados, mas não percebeu que um guri a seguia.

E chegado ao fim de mais uma quadra, ela dobrou, mais uma vez, à esquerda. E ele, o bocó, o guri, continuava seguindo-a. Porque afinal, ela era uma loirinha linda pra caramba.

*porque afinal, nem toda história precisa ter uma especificação de para onde vai o indivíduo, que nesse caso deve ser a personagem principal;
**toda história tosca tem que ter uma loirinha, por qualquer que seja o motivo;

(continua)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O que o meu eu-lírico pensa de mim:

O Vinícius Manfio é um guri chato. Puta merda, nunca vi cara mais chato que ele. Acho muito estranho que existam pessoas que consigam conviver com esse ser extremamente teimoso... e chato. Quando ele quer, consegue ser mais irritante que aqueles barulhos de giz quando "arranha" o quadro. E é tão teimoso que, por vezes, parece arrogante, mas não é. É o jeito atrapalhado e empolgado dele. Falar alto, quase berrando também irrita, mas não é irritação dele. Ele fala alto porque... ele fala alto. Mas mesmo sendo chato e irritante, ele deve servir para alguma coisa além de incomodar. Mesmo falando muita bobagem, ele é um cara sincero, que fala aquilo que está pensando e/ou sentindo. Quando ele não quer manter relação alguma com alguém, demonstra isso na cara da pessoa, não fica se fazendo de amigo e falando mal quando a pessoa não está presente. Intrigante a forma de agir desse ser muito estranho. Algumas vezes ele faz alguma coisa do nada e outras vezes, pensa muito antes de fazê-las. Ele não se declara amigo de todo mundo, apenas se declara amigo dos seus AMIGOS, aqueles da Gurizada do PL, do CQTS, de algumas gurias e de outros que não entram nessas duas organizações sem fins lucrativos. É um sonhador, que acha que pode ser diferente em um mundo de iguais, porque ele acha que o que importa não é o rosto, o cabelo e as roupas bonitos(as), mas sim o que a pessoa faz, pensa, sente. Ele é maluco porque não acha que o dinheiro, e todos os outros bens materiais, sejam a coisa mais importante do mundo. Mas tem uma coisa que eu admiro nesse bocózão: ele não se importa com o que os outros pensam dele. E isso é bom. Personalidade e caráter não faltam a ele. Católico, gremista, gaúcho. Nunca escondeu nada disso. Nem que é do CLJ. Nunca escondeu que tem orgulho de ser um Manfio. Já caiu várias vezes e levantou, sempre tirando uma lição das derrotas. Já errou muito e se arrependeu um pouco, como também já se arrependeu por não ter errado mais, por não ter tentado mais. Aquela coisa chamada "boa intenção" também está presente na vida desse sujeito chato, porque ele é sincero, não adianta. Quanta bobagem que esse animal fala. Nem eu agüento. E quando ele começa a falar comigo então... Mas afinal de contas, sou obrigado a conviver com ele todo dia. Mesmo tendo um punhado de defeitos, mesmo tendo várias pessoas que não gostem do jeito dele, admiro ele, só um pouco, mas admiro. Porque ele é MALUCO. Mas que ele é chato, ah, isso ninguém discute...


Isso foi parar no meu perfil no orkut...

Só o meu eu-lírico, se é que esse idiota existe mesmo, faz coisas desse tipo...


*eu insisto... têm coisas que só acontecem no Blog do Maluco mesmo...

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Dia diferente... ou melhor, dia igual, mas com uma cabeça diferente

Se hoje acontecesse há uns 6 meses, ou mais, eu escreveria algo como "Fico imaginando o que poderia ter acontecido se as coisas tivessem sido diferentes", mas hoje eu não escrevo isso, porque é perda de tempo imaginar o futuro de um passado que jamais chegou a ser um dia de sol.

Depois de tanta chuva, bem num dia, de chuva, eu consigo perceber que certas coisas não aconteceram, que certos dias não foram vividos e que certas palavras nem sequer foram pensadas. E que eu não sou o único errado, mas por errar, já sou culpado.
Sem desculpas ou perdões, sem acusações ou palavras. Sem nada do que eu costumava escrever. Porque o passado não faz mais diferença hoje e nem sequer influenciará no meu futuro. Não faz mais diferença, e acho que pela segunda vez, tenho certeza disso. Não consigo deixar de agir por impulsos nervosos, racionais e emocionais, mas esse "vamo, vamo" de qualquer jeito já não afeta mais o que virá.

Porque a cabeça não pensa do mesmo jeito. Os dias de chuva, escuros, onde o sol é imperceptível, já não acontecem mais, diferentemente da rotina. Será que os óculos é que precisavam de um pano que limpasse? Acho que não, porque não tive qualquer pano em minha mão nos últimos meses.

E bem hoje, num propício, e físico, dia de chuva, as coisas ficaram claras como um anel de diamante, emitindo uma luz como se fosse uma estrela, mas ainda parecem ser tão passageiras como uma estrela cadente. Só que já não faz mais diferença se amanhã vai chover ou não. E não por costume, mas porque de tanto chover, consegui água para limpar os olhos e os ouvidos, e então ver e ouvir melhor.

Bom, no caso, o ver e o ouvir nunca foram o problema. Aliás, onde estava o problema? Alguém sabe?


Tão tá!


(preciso dizer que pela segunda vez um texto meu tem um fim não muito interessante, mas enfim, é mais divertido assim)

domingo, 16 de março de 2008

O começo, o meio e o fim, uma metáfora não metafórica, mas com um título tonto(tonto não, besta!)

Acendem-se as luzes, porque o show teria que começar. Na verdade não era um show, espetáculo ou coisa parecida, mas sim, uma missão. Que ninguém venha a comentar algo ou alguma coisa que esteja imaginando. Garanto-lhes, não é. Mas como todo começo necessita de um clarão, pelo menos no sentido de idéias, aí é que entra o acendem-se as luzes.

Abrem-se as janelas, porque o ar tem que circular, senão fica aquele cheiro de pó, mofo, e se ouver um fogão para assar ou preparar algo, ficará cheiro de fumaça. Ao abrir as janelas, há uma ventilação, entra aquele ar puro, ou não, o ar pode estar mais fedorento, em virtude de um caminhão de lixo que acabara de passar.

Tiram-se as cadeiras de cima da mesa, aquelas só estavam lá para haver uma limpeza do chão, que percebe-se agora que não foi limpo, mas será daqui a pouco. Então as cadeiras devem ser tiradas de cima da mesa para que a mesa possa ser ocupada para planejar algo, ou comer, se houver o tal do fogão ou alguma outra coisa pronta, que não precise ser preparada, como uma bergamota(bergamota assada? hum...).

Limpa-se o chão, para que os pés não fiquem mais sujos do que podem estar e também para poder causar uma boa impressão em quem chega ao local. Na verdade, é só mesmo para ver se algum idiota esqueceu alguma moeda por lá.

Joga-se fora o lixo, porque ele pode trazer insetos que conseqüentemente trarão doenças, que serão seqüenciadas pela perda da oportunidade de fazer alguma coisa importante e legal, seja dentro ou fora do recinto. Joga-se fora o lixo também para ser alguém politicamente correto e para gerar empregos, mesmo que como catador de lixo ou lixeiro, afinal, todos temos que viver.

Liga-se o aparelho na rede elétrica, onde ele receberá a energia necessária para funcionar direito. Só que isso não acontece por muito tempo, porque sempre, ignorando as exceções, aparece uma porcaria de um problema e o aparelho tem que ser mandado para o concerto. Mas o bom é que não há técnico nisso melhor do que aquele que lida, ou mexe, com o aparelho.

Por fim, depois de tudo isso, vou dormir, porque não agüento mais.

Não entendeu a moral do texto? Não se preocupe, não serás o único, porque a única exceção aqui, serei eu, se é que amanhã me lembrarei que escrevi esse texto.

Tão tá! Boa semana aos meus leitores.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Essas merdas somem mais do que canetas de fabricação nacional

Para não fazer um total merchandising(mesmo que este semi-abandonado, porém intrigante blog não seja muito visitado) de uma marca de canetas(de fabricação nacional), coloquei que eram canetas de fabricação nacional, mas é claro que falo das canetas Bic.

É muito improvável que alguém nunca tenha usado uma, nem que seja em um concurso que pede que a caneta usada pelo candidato seja azul e de fabricação nacional(esse termo já encheu o saco). As bic’s estão em todos os lugares. Embaixo da cama, dentro da pia, ao lado do galinheiro, em cima da salada, enfim, não em todos esses lugares em todas as casas, mas em pelo menos 1 lugar da tua casa tem bic. Não escreverei sobre aquela teoria espetacularmente paranóica que postei uma vez no aqui, apenas comentarei.

Naquela teoria, falam que as bic’s estão nos vigiando e tal, mas como disse, não sou paranóico, pelo menos não com bic’s. O fato é que é comprovado vividamente(não cientificamente porque não acredito nas bobagens dos cientistas), ou seja, no dia a dia, na vida, que as bic’s somem mais do que jogador que sucumbe à pressão em final de campeonato. Elas somem sem deixar rastros. Há uma outra teoria, escrita pela membra do Tosco por ser Tosco, Graziela, que as palhetas também somem mais do que bic’s. Pode ser verdade, mas como não tenho uma, não darei falso testemunho sobre o assunto, seja a favor ou seja contra.

O fato é que as unhas crescem(a princípio nada a ver com o texto, mas sigam lendo) e uma hora precisamos cortá-las, seja para mostrar que estamos de unha curta, seja para evitar que elas fiquem com as pontas pretas pois embaixo há sujeira, seja para jogar futebol sem quebrá-las, enfim, são vários os motivos. Gente rica vai em salão de beleza. Plaiboizinhos, patricinhas e coroas fúteis, quis dizer eu. Esses não sabem nem cortar uma unha, que dirá cozinhar um ovo…(hahaha)

Mas pessoas simples, como eu, precisam de um cortador de unha para aparar as extremidades calcificadas dos dedos(as unhas). E é tão complicado achar um cortador de unha quando se precisa quanto achar uma caneta bic no momento de assinar um cheque para receber 1000 reais. Eles somem do nada, sem deixar vestígios, mas o fato é que precisamos mais deles do que de canetas bic(exceto na situação acima).

Cortadores de unha nos deixam na mão, ou melhor, na unha, em momentos simples, mas que podem trazer complicações no futuro. O fato é que essas merdas chamadas cortadores de unha podem estar em qualquer lugar, até no seu bolso, ou ter caído no ralo. Eles podem até ser comidos por galinhas ou cachorros. Estranho mas real.

Enfim, guardem e se possível, amarrem os seus cortadores de unha, pois algum dia, talvez, eles se unirão para cortar as unhas de todas as pessoas e isso provocará uma guerra…

Ou não.


*originalmente postado no meu outro blog, mas o autor do texto sou eu.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Família... apenas família...

Não me lembro mesmo quando foi a última vez que não passei o tão chamado e festejado reveillon(confesso que procurei no google a escrita correta dessa inútil palavra) na casa de meus avós paternos. E dessa vez tinha pouca gente, nem a minha irmã, nem a família do meu tio que mora nessa mesma pacata, e sem muitos fogos mesmo no final do ano, cidade, nem a família do Maurício estava presente. Ou seja, pouca gente, mas tudo bem, tava massa.

Esquecendo que a primeira champagne(ou espumante)(essa eu não precisei procurar no google) parecia mais vinho doce e que a segunda não tinha uma bolha de gás, tava massa. Esquecendo que a minha tia insistiu para que tomássemos champagne em copos de rico, aqueles que onde não cabe um gole de qualquer líquido e só quem tem boquinha de chupar ovo consegue tomar direito(ps. sou um narigudo assumido, também por isso odeio copos com bocas pequenas, até porque, não rende), tava massa. Esquecendo que a comida era lentilha(sou muito mais feijão) e que haviam vários tipos de quase-bolos, tava massa.

Enfim, duvido que tenha sido o melhor 31 de dezembro que eu passei. Lá mesmo eu já passei melhores, mas é tão bom estar lá. Mesmo que poderiam estar muito mais pessoas lá, foi muito legal. Sei que para quem estiver lendo não interessa a minha rotina, mas repito mais uma vez, o blog não é pra alguém, é pra mim mesmo. Ouvir as histórias, sendo algumas bíblicas, do meu vô. Ver a minha vó bem, sorrindo. Rir e constatar fatos com meu tio, hoje ensinei pra ele que não existe "the veers", que o certo é The Verve(autor da Bittersweet Symphony, melhor música da história, na opinião dele). Conversar sobre insetos com meu outro tio. Rir das viagens da minha tia. Estar com meus pais...

Não há nada que me faça preferir estar no meio de um monte de desconhecidos, numa praia lotada, vendo fogos barulhentos e sem graça, ao invés de estar com a minha família. E que família. Tomar champagne sem gás(porque a rolha não foi bem colocada) e achar que está tudo bem, é tão legal. É tão bom estar num ambiente como aquele, mesmo que a minha prima estivesse assistindo show pateticamente horríveis na televisão. É tão bom se sentir bem, num ambiente tão simples... simples mesmo com as taças de rico da minha tia.

Eu não preciso de muita coisa pra ser feliz. Há tempos constatei isso. Mas só agora me recordo e tenho a oportunidade de estar aqui. Tenho a certeza de que poderia ser melhor. Mas pra vocês, se é que alguém ainda está lendo, digo com toda a certeza: amo a minha família do jeito que ela é. Eu não preciso de mais nada para ser feliz.

Abraço àqueles que passaram o 31 de dezembro ao lado de suas famílias e também à todos os malucos, que beberam champagne ou não...

terça-feira, 30 de outubro de 2007

A volta dos que nunca vieram...

É legal chegar uma tarde, cansado em casa, ir para o computador e não saber o que fazer, pois não se tem o que fazer. É legal pois, pelo menos eu, acho bem legal não ter nada para fazer só para pensar.

Mas ontem eu acabei me superando, sim, pois pus em prática alguns dos meus pensamentos mais toscos. Do nada, mas muito do nada, no mais de repente possível, em um gesto simbólico de inovação, abri e esperei conectar o meu msn. Nenhum amigo online, pelo menos nenhum disponível, pensei “que farei agora”, mas então, aí entra o gesto descrito como inovador. Iniciei uma conversa com uma guria com a qual não falo a muito tempo.

Não que eu não falasse porque ela era de Planalto, terra dos seres que um dia me ameaçaram mas, porque ela realmente mudou desde o dia em que a conheci. Sim, não falava com ela, sim era uma ela, uma guria, há quase um ano. Muito tempo, mas logo que disse oi, ela veio com um, duvido que era o mínimo sincero, que saudade…

Tá, mas peraí, saudade? Aí eu pensei, já que é pra mentir, vou sacaneá-la. Então, aproveitei a tosca frase do nick dela, algo como “era uma vez o amor, aí eu matei ele, fim”, então eu perguntei o porquê dela ter matado o pobrezinho do amor. Aí ela disse que era porque não tinha mais esperança. E eu perguntei se a esperança não era a última que morria. Ela disse que até a esperança tinha morrido… pobre esperança(esperança de sentimento, não uma pessoa com esse nome). Então o ápice da conversa, então, num mais irônico “e você foi ao enterro dela?”, eu acabei com as minhas chances de ter uma conversa com ela.

Detalhe, ela é loira, mas tudo bem, não sou preconceituoso. Mas mudando um pouco o foco do tema.

Escolhi o título a volta dos que não foram, pois são várias essas situações onde você acaba falando ou reencontrando alguém que não via a tempos, por falta de vontade dessa pessoa, que no começo da conversa ainda tem a ousadia falsificada de falar aquele “que saudade” ou um simples “quanto tempo”. Falsidade assim é foda, com o perdão pelo palavrão.

Esse retorno, possível interesse ou simplesmente falsidade, pode indicar algumas coisas. Você não perdeu nada ao não manter contato com essa pessoa, você não teve que ouvir aquilo antes e se você viveu bem, até mesmo se viveu mal, sem essa pessoa e não fez a mínima questão de dizer um “bah, saudades mesmo”, você pode ignorar essa pessoa para sempre.

Mas existem alguns casos onde a expressão de saudade pode ser sincera. Mas não vou falar sobre isso.

Pessoas que geralmente voltam a se aproximar de você por simples interesse, por algum motivo em especial ou apenas porque não há outro no momento para elas fazerem isso são muito arrogantes em sua maioria. Sim, arrogância e egocentrismo sem limites. Egocentrismo por achar que a outra pessoa estará disposta a conversar com ela naquele exato momento.

Eu não disse quanto tempo, nem que saudade, nem algo do tipo, por isso me difiro dessas pessoas. Acho que toda e qualquer expressão de sentimento deve ser sincera. Em primeiro lugar, sincera. E que por trás de uma expressão de saudade, haja um sentimento simples, uma vontade verdadeira de reencontrar a pessoa para quem se diz isso.

Se o sentimento não for sincero e a vontade não existir, esse reencontro, toda essa falsa saudade vão se tornar apenas… heresia… mais uma vez palavras ao vento…

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

piadas enviadas pelo meu primo (3) - eu não acredito que isso virou uma saga

piadas enviadas pelo meu primo

piadas enviadas pelo meu primo (2)

Pois é, o que era ruim está piorando cada vez mais. No momento mais tosco e sem graça do blog, essa seqüência de textos que acabou virando uma saga traz o seu 3° texto, coisa que eu quis colocar só para provar que... nada é tão ruim que não possa piorar...

Xinguem o meu primo nos comentários, pois eu apenas editei as palavras.

Meu comentário sobre os textos, ou micro-textos à seguir: ...(isso quer dizer um silêncio)

PAI E FILHO(Pretinho Básico)

-Papai, será mesmo verdade q os pais sabe, + q os filhos?
-Claro, filho, ñ há dúvida: os pais sabem mais!
-Mas...Será mesmo? -diz o menino. -Me diz uma coisa, quem é q inventou o barometro?
-Olha, meu filho, quem inventou o barometro foi Torricelli!
-Pois é, se os pais sabem + q os filhos pq o inventor ñ foi o pai dele?

Loteriaaaaa(Chaves)

Dona Florinda:”quico, tesouro, carinho, rei, coração....

Seu Madreuga com ar debochado:Loteriaaaaa

Ahhahahahahahahahahahahahahaha

essa piada é pro joazinho ler (no programa das 13hrs)
-Joazinho, cite um exemplo de anfibio.
-Um sapo professora!
A professora resolve desafiá-lo:
-Outro anfibio!
-Outro sapo!

loira e pao frances!!!

qual a diferença da loira e do pao frances?
a loira não precisa amassar pra comer!!

descupa para as loiras!!

Hahahahahahahahahahahahahahah

A UNHÃO FAZ A FORÇA!
(a união faz a força)

Ahhahahahahahaha

Frase célebre feita pelo meu primo e eu

“não beba bebidas alcólicas, só álcool”

sauhsauhsahuhsauuhsauhsauhsauhasuhuhsahusauhsauhsauhsah

golias:professor vou contar uma piada
professor:fala pacifico(murmurando)
golias:foi 2 homens acampar no mato ai um quis fazer pipi ai a cobra picou o bingulim dele ai o outro falou calma vou buscar ajuda ai foi la no outro cara ai o cara falou que tem que apertar chupar onde a cobra mordeu ai ele voltou e falou o ze voce vai morrer

“Não há trabalho ruim, o ruim é ter q trabalhar”

ahahahahhahahahahahahahahahahahahahahahahaha

gago locutor

Certo dia um homem resolve se se inscrever em um concurso para locutor de rádio:
- O seu nome?
- Jo-jo-ão dda Ssssil-silva Ssantos.
- Ora meu senhor, como você espera participar de um concurso para locutor se você é gago?
- Não, gago era meu pai, e imbecil o escrivão que me registrou com esse nome!

Chaves

Quico:Seu madruga isso é gesso?

Seu Madruga:Não! É leite de burra

sahusuhasuhuhasuhsahsahuasuhasuhasuhs

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Quase inacreditável

Foi uma partida que beirou o inacreditável. Não, não foi uma nova "Batalha dos Aflitos", pois não teve expulsões nem briga com a polícia e muito menos um bando de torcedores do náutico gritando gaúcho...(mais uma vez não preciso completar). Mesmo sem nenhum dessas coisas que fizeram daquela batalha algo incrível, o que aconteceu hoje à tarde também foi incrível.

Parecia ping-pong, pois as viradas foram muitas. A diferença sempre se manteve em menos de 5. Quando tudo parecia decidido, pois o placar estava 25x21, começou uma reação inacreditável. O jogo foi até o empate. Era a minha vez. Fiquei tenso. Não sabia como ganhar. Restava apenas um no jogo e quem conseguisse-o primeiro ganharia. Apenas um.

No momento em que eu disse que não sabia onde estava o último, minha adversária, a Sil, riu. Feliz decerto, pois iria ganhar a segunda consecutiva. E eu pensei mais um pouco. Era difícil escolher. E ainda mais quando só restava apenas um. Eram poucas as opções. Mas no final escolhi certo.

Ganhei, para a tristeza da Sil. Mas ganhei um jogo que eu mesmo teria orgulho em perder. Uma partida mais disputada que torneio de 48. Ambos poderiam ter vencido. Ambos mereciam ter vencido. Mas venceu aquele que pensou mais. Não o mais esperto. O mais ágil mentalmente(não to dizendo que a Sil é lentinha... não insinuem isso, não tirem palavras do meu blog).

Para esclarecer, o jogo é o campo minado(ou Sfida a Prato Fiorito, em italiano)(não me perguntem em como eu consegui deixar algumas coisas do meu MSN em italiano) de MSN. Hehehe

Abraços e até segunda, se eu não postar mais nada hoje.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

piadas enviadas pelo meu primo (2)

(tem coisas que só acontecem no blog do maluco...(2))
Como o número de visitas do blog só cai, não tenho mais uma responsabilidade com os leitores. Não desistirei, jamais, porque não escrevo para alguém, mas sim porque gosto, mas agora posso colocar coisas muito toscas, já que ninguém olha... hehehe
Realmente não sei porque colocarei mais dessas piadas sem graça enviadas pelo incerebrado(hahahahahhahaha) do meu primo. Mas como ele é o único que sempre lê e comenta, vou dar mais uma chance.
(as piadas a seguir podem fazer com que você nunca mais volte ao blog, então, se não gostar de uma, pule para algum post onde eu escreva algo que preste)
(não foi editado por mim, apenas copiei e colei o que ele me mandou)

Piada do potter:
Se seu filho não consiguir dormir
De a ele o novo livro do Dirceu
O velho do saco
Huasuhasashuhaushuashuashuashusauh

Escolinha do Golias:
Professor: Eu me lavo
Tu se lavas
Ele se lava
Nós nos lavamos.
O que é isso Pacifico?
Pacifico: sábado
Uhsahausahusuhasuhsahuashuashuashuashu

Episodio:aniversario do seu madruga
Chaves:o senhor não vai morrer
Seu madruga:(fazendo um breve sorriso) como?
Chaves:vão mata o senhor
Uhsahausahusuhasuhsahuashuashuashuashu

Episodio:seu madruga professor
Seu madruga: essa caveira significa PRERIGO...... PRE-RI-GO
Ashuasuhsahuushauhsahusahuashuashuashuas

Escolinha do Golias:
Prof diz...Dona Pazza diga uma frase no futuro
Pazza diz...Minha irmã se casou
Prof diz...Aonde está o futuro aí?
Pazza diz...Um filho por ano
sauhasuhashuasuhsauhasuhasuhsa

Episodio:”mas pq se ainda nem começou a aula”
Seu Madruga- Bom dia, professor!
Girafales- Bom dia, linda!
*drown!*
*todos dão risada e começa a tocar a música do Seu madruga
Girafales-perdão seu madruga é que eu tenho o costume de chamar as minhas alunas de linda
Seu madruga-e como eu tenho voz de cipriano....
Girafales-voz de que?
Seu Madruga-cirpiano...esses que cantam opera!
Girafales-há...mais naum se diz cipriano se diz soprano
Seu madruga-mais eu tenho um amigo com voz de soprano e se chama Cipriano
Girafales-mais isso naum é possivel pq só as mulheres tem voz de soprano
Seu Madruga-Ufa!
Girafales- e pq se sente aliviado?
Seu madruga: é porque ele me achava bonito...

Seu madruga sapateiro
- O Sr. Madruga esta em casa ?
- Da parte de quem ?
- Não Sabe quem eu sou ?
- Sim, o Sr. eh o Sr. Barriga
- Entao pq pergunta, Da Parte de Quem ?
- Eu perguntei isso ?
- Nao responda uma pergunta com outra pergunta, nao sabia que só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta ?
- É mesmo ???
Uhsasauhauhsauhsuhashsahsauhsahusauhsahu

escolinha do Golias:
O pacifico Teima com a Alemanha q o o cavalo é + esperto q o homem ... Alemanha diz sai dai Jacaré, vc naum sabe de nada !!! E Pacifico diz ta vendo neh prof ° ela me provocando.... Ai o prof° pergunta porque ??? O Homen é + burro q o Cavalo, Pacifico responde + isso é simples, vai na pista de jokei aonde aqueles kras correm em cima do cavalo ... E vc ve na platei um monte de homem la gritando, e agora coloka la os homens pra correr e ve c os cavalos vao la assistir !! rsrsrsrsr

Piada do potter:
-amorzinho, me compra um radio?
-q tipo de radio amor?
“aqueles q tem um carro por fora
uhsadhaushuashausahsuuahsshuahaushusa

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Eu mato ele! - é sério?

Fiquei pensando(interessante é que eu sempre penso no que posto... hahaha) no dia em que uma infelicidade física me atingiu. E, óbvio, pensei: que vontade de matar um babaca desses. Mas será que se eu tivesse uma arma mataria ele?

A resposta é tão óbvia. Não, não mataria. Talvez desse uma surra no babaca, mas acho que nem isso, a minha fase irritável e briguenta já passou.

Já ouvi muita gente dizendo isso, que vontade de matar. Mas duvido um que quando surgisse a oportunidade mataria mesmo, como prometido. E porque não mataríamos?

Talvez a falta de coragem para atirar, o medo de ser preso, o medo de vingança(se o elemento é um marginal) possam ser motivos para o não “matamento”, o não cumprimento de uma falsa promessa. Promessa feita em um momento de raiva, mas que nunca viraria realidade.

Dificilmente temos por perto um psicopata, ou um suicida que se arrisque a isso. Porque precisa do chamado “sangue-frio” para matar alguém. Ou de um bom motivo, como defender alguém próximo ou fugir da polícia(bandidos usam esse motivo).


Outro fato a ser considerado é que infelizmente tem gente que leva o “vontade de matar” a sério. Muitos dos que matam, matam sem motivo algum. Não digo que é por esporte, mas que alguns matam apenas para matar, isso é realidade. Tem gente que mata apenas porque a namorada terminou o namoro. Se ainda houvesse uma traição, daria para entender, mas só porque terminou o namoro esses “quase psicopatas” matam.

Voltando para as proximidades nossas, penso em que situações podemos dizer “que vontade de matar”. Conto a minha agora, referida no começo do texto. Estava eu andando apressadamente para o meu curso, quando um carro, iria passar longe de uma grande poça d’água, mas para a minha infelicidade, o babaca foi em direção a poça e, imaginem... levei um banho de água suja. Fui para o curso assim, pois já estava atrasado. E não me digam que era para ter saído antes que eu xingo! - hahaha

Mas outros motivos são. O guri diz para a guria que vai ficar em casa, mas, em algum momento, ela recebe uma ligação de uma amiga, dizendo que o namorado está em um bar, ou qualquer outro local. E mesmo que ele esteja com os amigos, tomando alguma coisa em paz, ela vai dizer “eu mato ele”. É ou não verdade? Creio que sim. Presenciei uma dessas situações recentemente. Não era bem assim, mas adaptei aquele fato.

Penso no lado masculino dizer isso.O pai empresta o carro para o filho. Mesmo tendo feito isso com muita desconfiança, e sob pedidos imploratórios do filho, ele empestou o carro. Aí ele recebe a notícia que o guri bateu o carro. O pai diz: se ele não morreu, eu mato ele!.

Analisando, isso pode acontecer mesmo. E, a não ser que o pai seja muito psicopata ou extremamente materialista, ele não matará o filho. Até porque, analisemos, a sua esposa(se essa estiver presente), dirá: mata ele que eu te mato!

E são situações como essas que nos fazem rir. A não ser que o carro seja nosso, ou tenhamos batido o carro do doador do espermatozóide que ajudou na nossa geração.

São muitas as situações, e se alguém tiver mais alguma, coloque-a nos comentários, pois o texto precisa de uma incrementação, que eu infelizmente estou sem inspiração para faze-la.

Abraços e boa semana!