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sábado, 5 de março de 2011

Pedaços de um pensamento (8)


Foi-se o tango inconstante beirante, em questão de único passo, do tudo e o nada, a intensidade e a monotonia, a alegria e decepção. Não importa muito se não há definição clara e objetiva do que hoje ritma a dança. Até porque, não há sequer definição de qualquer coisa. Encaminhamento por conveniência não é válido, o incerto domina e o medo de que acabemos sentados, cada um de um lado do salão, impede de um simples 'então será assim'. Não há mais tempo para ensaio de passos, para uma tranquila e progressiva evolução. Tão somente o hoje é conduzido com algumas lembranças boas, uma ou outra segurança natural, um pouco de ajuda externa e muita vontade de que no final ninguém, incluindo-nos nesse grupo, lembre que algum dia pisamos nos pés do outro, atrapalhando o que poderia ser um espetáculo mas acabou sendo... uma grande confusão, sem chances de receber um elogio. Sem a necessidade dos aplausos antes, durante ou depois, fica muito mais fácil conduzir um passo aqui e outro ali. Muito mais do que querer esquecer o que foi, ou não foi, há um desejo de que, seja como for, os passos acompanhem o ritmo que devem acompanhar. É aquela história de acreditar que se for para ser uma grande apresentação, assim o será, mesmo que demore algum ou muito tempo. Por mais que a paciência seja um fator determinante para que novos erros não sejam cometidos, não há um marasmo que impeça o surgimento de novos passos, para frente ou para trás, direita, esquerda ou diagonal qualquer. Estamos assim, dançando como ensaio, quem sabe um dia veremos o começo de um espetáculo. Ou não, as possibilidades são muitas. O período da loucura impulsiva do tango passou, felizmente. Talvez hoje esses passos sejam de uma clássica valsa.

Ao final da música, quem sabe tocada em um piano também clássico, desejo sinceramente que haja um sorriso no rosto. Mesmo que eu tenha de aplaudir sentado em um dos cantos, e não no centro, do salão.

*I'm so happy when you dance with me

sábado, 14 de novembro de 2009

Histórias do Billi J. - Tudo sumiu, tudo se foi. Coração que volta a bater.



"Caro amigo Vini Manfio:

Era apenas mais um dia. Acordei naquele dia com a ideia de que seria mais um. 'Just another day', apenas. Rotina de sempre: acordar, ler o jornal, comer, ir par o banheiro, tirar as meias e colocar o chinelo, andar um pouco pela casa, ouvir Kinks nos lp's originais que ele comprei em um leilão na internet, enfim, o de sempre até trocar a camisa, colocar uma calça, os tênis brancos e ir para o trabalho.

Tudo estava tão... normal naquele dia. Normal de habitual, não de comum. O Sol e seu calor intenso e insuperável, as árvores sendo louvadas como maravilhas de Deus pelas sombras necessárias, as crianças indo para a escola e quase sendo atropeladas por motoristas céticos, arrogantes e estressados que acham que se chegarem 10 segundos atrasados aos 5 minutos de babação ao chefe antes do trabalho serão demitidos. As coisas estavam acontecendo como acontecem todas as manhãs.

E eu caminhando. Pensando na vida. Em como estaria o meu coração, que a Renata levou com ela para a Inglaterra. Renata. Namorei outras gurias(puts, agora acho que posso falar em mulheres, mas na época eram gurias) mas nenhuma despertou em mim algo além de um carinho. Bons momentos, mas nada que me traga imensos e sinceros sorrisos quando lembro. Pessoas legais, mas nenhuma como a Renata. E como eu sentia falta dela.

Mas então. O dia seguiu normal. O trabalho, normal. Nenhuma grande incomodação. Fiz o que tinha que fazer, almocei, voltei ao trabalho. Nada de mais. Conversei pouco com aqueles porcos hipócritas que me cercam, bando de puxa saco. Malditos. Quando podem, me ferram. Inventam coisas que não tem cabimento contra mim. Quase fui demitido várias vezes. Por isso não converso com quase ninguém.

Enfim. Era só mais um dia. Quando cheguei em casa vi um email. Da Renata. Fiquei feliz que ela tinha me mandado algo. Quando vi que era apenas uma frase quase fechei o navegador. Bom, li, óbvio. Ela pedia que eu ligasse o celular e ligasse para ela. Caramba. Eu ia gastar um bom dinheiro. Ligação internacional. Caro pra dedéu. Mas ela pediu. Talvez precisasse. Adivinha? Liguei, claro. Não aguentei. A sensação de que ela precisava falar comigo falou mais alto.

Liguei. Chamou, chamou, chamou. Estava quase desligando quando ela atendeu. O coração deu aquela bombada, foi sangue para todo o corpo em instantes. Os olhos brilharam, o sorriso veio. Alegria que contagiou meu corpo. Quase não conseguia segurar o celular. Antes que eu pudesse perguntar se ela estava bem, ela me disse que queria me ver. Eu disse que também queria ver ela, mas que não era possível no momento. Ela disse para eu ir na antiga casa dela, pois havia preparado uma surpresa para mim. Eu perguntei o que era e ela disse que, se confiava em nela, iria lá agora mesmo. Então disse que me amava e desligou.

Fiquei sem reação. Estranhei. Pensei e repensei. Por que eu iria lá? Ela não está lá. Ela mora longe daqui. Por que ainda fico alimentando esperanças? Eu continuo amando-a do mesmo jeito que passei a amá-la quando ela me disse oi pela primeira vez, há longos... sei lá. 10 anos. Ninguém no meu lugar iria. Ninguém. Fazer o que lá? Sabe-se lá quem estaria morando lá agora. Quem sabe a Gabriela, minha primeira namorada e prima da Renata. Seria bom revê-la mas, não sei. Pesei tudo que tinha na cabeça. Tudo me dizia para não ir. Mas o "se você confia em mim, vai lá" falou mais alto.

'Coração idiota, por que ainda faço o que me pede?' pensei naquele momento. Mas fui. Antes, tomei um banho, coloquei uma roupa bem normal, bem simples, e saí. No caminho tudo veio à mente. Que surpresa ela teria para mim? Se quisesse me mandar algo pelo correio, saberia meu endereço. Não fazia sentido. Mas eu estava indo. Meu coração e ela me disseram para ir. Fui. Sem pressa. Meu coração batia acelerado. Diminuí mais ainda o passo. Mas ele continuou querendo saltar pela boca. Parecia desesperado, ansioso, mas pelo que? Por uma surpresa que, no fim, não seria nada do que eu realmente gostaria?

Segui. E cheguei lá. Toquei a campainha. Ninguém atendeu. Comecei a ficar irritado. O que ela queria que eu fizesse naquela casa que parecia não ter ninguém dentro? Pensei em ligar para ela. Toquei mais duas ou três vezes a campainha. Vi a cortina se mexendo. Estão chamando a polícia, só pode. Então tentei ligar para ela. Quando começou a chamar, comecei a escutar algo tocando. A nossa música. Beautiful, do Marillion. Era essa a surpresa. Ela me trouxera aqui para escutar a nossa música. Mas ainda não fazia sentido.

Quando a maçaneta da porta começou a girar, pensei que iria ser xingado. Estava cabisbaixo, como quem diz "tá bom, não vou mais incomodar, aliás, não sei por que toquei a campainha". E aquela música foi se aproximando. E eu cantando apenas com os lábios. Quando ouvi uma voz cantando. Não, não podia ser. Eu não conseguia olhar para cima. Meu corpo estava prestes a... sei lá, me abandonar. Comecei a cantar alto aquela música, porque aquela voz parecia ser da Renata. Eu estava sonhando. Só podia. Louco, insano, sonhando com alguém que mora há milhares de quilômetros daqui.

Continuei cantando a música alto, mas aquela voz não saía. Não desaparecia. No último refrão, cantei o mais alto que pude, mas aquela voz continuou. Ela se fez presente comigo naquele momento e eu, por algum motivo, não conseguia parar de olhar para o chão. Que me levassem preso, mas eu não sairia dali enquanto a música não parasse de tocar.

Foi quando a música parou. E eu percebi que a minha ligação estava indo para a caixa de mensagem. Sem perceber, meu celular continuou chamando. Durante toda a música. Não consegui entender como, isso é praticamente impossível. Mas naquele momento fora possível. Não sei. Aquilo me trouxe de volta à vida. Meu coração batia como se fosse um pandeiro numa roda de pagode. Batia mais do que alguma coisa bate no liquidificador. Batia, pulsava, queria sair do peito. Só pela música. Por estar tocando onde estava tocando, na casa onde ela morava.

Era hora de ir embora. Quase tive um infarto, tamanha aceleração cardíaca. Eu devia estar pensando nela, apenas nela, mas conseguia pensar no porquê do meu coração quase ter explodido. E eu nem sequer vi de onde vinha a música. Meus olhos lacrimejavam. Todas as lembranças dela, aquela angústia por não vê-la há anos. Todo amor guardado. Tudo. Todo aquele desejo sincero de estar com ela. Uma lágrima caiu do meu rosto e, antes que eu levantasse a cabeça, ouvi um "Oi".

Eu estava delirando. Definitivamente. Ia ligar para o manicômio. Estava ouvindo a voz da Renata. Mas como não tinha mais nada a perder e, tendo a certeza de estar alucinado em virtude de uma simples música numa casa 'qualquer', resolvi levantar a cabeça e... quase morri Vini. Sério. Ou tinha morrido e não sabia. Ela estava na minha frente. Eu ouvia a voz dela. Mas não conseguia acreditar.

Antes que eu pudesse pensar que era um sonho, ela abriu o portão, se aproximou de mim, segurou a minha mão e, indo no fundo dos meus olhos disse "Eu voltei". Sinceramente, se algum dia o tempo parou, foi naquele instante. Eu não sabia se acreditava naquilo ou o que teria que fazer para acreditar naquele sonho. Eu não sabia de mais nada, nem qual a porcentagem de ácido acético no vinagre(lembra que eu sou engenheiro químico né?). Nada. Mente vazia.

Fazia sentido o coração quase sair do corpo, aquela ansiedade toda. Pressentimento. Dizem que existem essas coisas com pessoas que se amam. Amor sincero e mútuo. Dizem. Talvez não exista. Mas naquele momento qualquer coisa que me dissessem que o amor poderia fazer, eu acreditaria. Se dissessem para me jogar do alto do Big Ban por amor, eu me jogaria. Tudo. Faria tudo. Porque eu não sabia o que estava sentindo mais. Meus pés não tocavam mais o chão, meus olhos já não viam, minha boca não falava, meus ouvidos não ouviam. Eu parei de funcionar. Quase por completo.

Só o meu coração quase explodia. Quase explodiu. Demorei a entender que era ela mesmo. Toda aquela saudade, aquele amor, toda... todo... eu não sei. Jamais vou conseguir explicar o que senti. O que vivi naquele momento. Indescritível, literalmente. Sem palavras. Ela voltara. Para casa. Para mim. Se houvesse um ranking, eu seria o homem mais feliz do mundo. Muito mais do que alguém que ganhara na loteria, que conseguira qualquer que fosse a coisa. Eu era mais feliz que a própria felicidade. Louco, insano, feliz.

Ela tentou me explicar. Eu não pedi explicações. Nem pedi quanto tempo ela iria ficar. Mesmo assim, ela disse que havia voltado para sempre. Por mim. E pela mãe dela, claro. Não importava. Ela que voltasse por saudade daquela casa, do vira-latas, do sistema de transporte público precário. Pelo que fosse, ela voltara. E... mais linda do que nunca. E como ela é linda. E como seus cabelos balançam quando ela caminha...

O amor da minha vida Vini. Depois de tanto tempo, estava com ela novamente. E nem tínhamos sequer dado um abraço, um beijo. Apenas nos olhávamos, de mãos dadas, como namoradinhos à moda antiga. O mundo não existia mais. Meus problemas não existiam mais. A minha vida talvez não existisse mais. O mundo talvez não existisse mais. O abraço, o beijo. Os abraços e os beijos. Ficamos horas na frente da ex e agora atual casa dela. O meu amor estava comigo. Depois de tanto tempo longe, percebi que não vivi nesses anos. Apenas sobrevivi. Muito bem, mas faltava algo, faltava o amor, faltava ela.

Decidi que daquele sonho não queria acordar. E passei a vivê-lo todos os dias. Pedi demissão do meu emprego e arrumei outro, melhor e sem pessoas tão sujas quanto no antigo. Fossem quem fossem. Não importava mais quem estava ao meu lado, pois sabia que eu a veria. E só por vê-la eu perdia tudo que de ruim possuía, na cabeça e no coração.

Eu não sei como terminar essa carta. Não sei como está a sua vida, a sua cabeça, o seu coração Vini. Não sei. Não sei como está a sua faculdade, os seus amigos, sua família. Não sei Vini. Me desculpa, mas com ela aqui, momentos como esse são raros. Serão raros.

Desejo a você que consiga viver como eu agora vivo. E obrigado pela ajuda em todos os momentos ruins que passei.

Grande abraço,
Bilionárico Johansson
"

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Palavras relativas de um coração não relativo

O tudo é relativo.
O nada também é relativo.
O sempre e o nunca também são relativos.
A minha tristeza é relativa.
A minha felicidade é relativa.
A minha vida é relativa.
Os meus problemas não deixam de ser relativos.
As minhas ideias não deixam de ser relativas.
E acho que só coisas como o egoísmo e a dor são coisas não-relativas.
Porque o egoísmo é o egoísmo e a dor, qualquer que seja ela, dói, machuca.
A minha vida, a minha família, os meus amigos, a minha fé, o meu amor, a minha sinceridade, as minhas ideias e convicções.
Tudo está relativo para mim.
Como eu disse lá no começo, o tudo é relativo, mas nesse caso, o relativo deixa de ser relativo para se tornar mais um adorno em uma mente fria e cansada de tanta relatividade em tudo, menos no egoísmo de outros e na dor do meu coração.

Cansei.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Estou vivo!

Como sinto orgulho de dizer que não apenas existo, mas sim, vivo, geralmente escrevo sobre coisas que acontecem durante esses meus momentos de pura, intensa, singela e sincera vida. Nesses momentos que, mesmo com os seus poréns, consigo realmente sentir que há vida sim. Que a minha tosca cabeça de maluco pseudo cerebrado serve para comandar atitudes que, mesmo com seus poréns(2) me trazem lembranças muito boas e aquele sentimento de vida, de ar puro(mesmo que haja um gato morto no local), aquela sensação de auto-dever-cumprido, enfim, cada um define o seu viver de uma maneira.

(O Manfio e o Polaco)

Não vou falar em aproveite cada momento, seja você mesmo, ame sua família e amigos, nada disso. Até porque já devo ter escrito isso.

(A Line e o Vine)

Eu só quero escrever que ontem foi legal. Do nada mesmo, no meio da tarde, um convite. Outros dois convites. Três respostas positivas. Três boas razões para não ficar em casa, para sair, para aproveitar o resto da primeira sexta-feira do mês.

Não sei mais o que dizer. Não estou plenamente feliz. Talvez devesse, mas não estou. Porque faz tempo que não me sinto plenamente feliz. Não que os já citados poréns das coisas me façam desanimar. Não. Nesse caso nem me motivam a tentar melhorar na próxima vez. Esses poréns não fazem diferença porque sei que em qualquer lugar do mundo, em qualquer atitude, em qualquer vida, há poréns. Ou talvez apenas um porém.

(O povo todo no busão, quase morremos, mas tudo bem... hahaha)

O fato é que assim concluo que nada é perfeito.

E não busco a perfeição, embora pareça.

Então, se a perfeição é estar tudo bem, plena felicidade seria uma felicidade perfeita, um estado de espírito perfeitamente feliz...

Somando as raízes dos cúbicos de alguns números mentais. É. A plena felicidade não existe, embora possa parecer.

Pode até existir para alguém, no conceito do mesmo. Para mim, no meu realista(e muito contraditório utópico) conceito, perfeição não existe, logo, plena felicidade não existe.

E eu fui bastante idiota em querer ser plenamente feliz. É, gente burra é outra coisa.

Se bem que nunca exigi ser plenamente feliz. Nunca exigi nada parar rir, embora tenha ficado muito tempo sério demais.

(O Vini e a Maria)

A plena felicidade não existe Vinícius Manfio seu idiota. Me sinto genial por descobrir o quanto fui burro. E é tão legal isso.

(Pois é. No momento não tenho fotos, mas vou editar essa postagem quando as tiver, colocando-as)

Quero dizer, escrever, pensar e lembrar. Quero acreditar que não será o último dia em que chego em casa, cansado pra caramba, com fome, com dores nas pernas e no pescoço, com sono e sem nenhuma vontade de dormir, entretanto feliz e com um estranho sorriso no rosto, que me prova a cada vez que, mesmo que seja do meu jeito, eu sei viver.


E por fim, mesmo:

Quando você olhar para um olho e sentir que está olhando para o mar pense bem, você precisa consultar um psiquiatra, pois é grande o risco de você estar louco...

Seja a loucura que for.



domingo, 9 de novembro de 2008

Eu escolho o que me faz feliz



Se tem uma coisa cuja referência feita no blog sempre, mas sempre mesmo, foi positiva, é a tal da amizade. Porque é uma coisa tão inexplicável quanto o amor, até por ser uma forma de amor. No caso atual, do meu agora presente, mesmo que exausto e com dores nas pernas, quero simplesmente escrever. Porque gosto. Mesmo. E essa é outra coisa que não canso de escrever, mesmo sabendo que é um saco ler frases daquele, e também deste tipo.

Voltando à amizade, preciso dizer que hoje os meus amigos estavam diferentes. O motivo, e o contexto, para tal, não serão comentados aqui, até porque, não faz diferença, mesmo. Nunca fui tão ironizado e tão sacaneado quanto hoje. Nunca não, mas fazia tempo que não riam tanto da minha cara.

O pior da história é que isso me fez bem, mesmo que eu tenha desferido alguns poucos, e duros, golpes, que também não machucaram ninguém, felizmente. Me fez bem porque percebi o quanto algumas pessoas fazem a frase "o que importa é quem você tem na vida" ter algum sentido real.



Nem uma manada gigantesca de borrachudos(mosquitos menores, mais redondos e que chupam mais sangue), dentre as vítimas posso citar a minha orelha direita, nem um refrigerante de laranja sem gosto, nem as tentativas incansáveis de buscar a glória e a fama de alguns terceiros(que não serão citados pois seus nomes me fazem ter vontade de parar de escrever), nem a decisão inesperada, e ridícula, do antecipamento da volta, nem todas as risadas já citadas.

Nada me faz pensar que hoje foi um dia ruim. Nem o problema que tivemos com o carro do Fão, o que nos obrigou a ir de ônibus(ouvindo a famosa música da barata, dentre tantos "hits" de corno e de gente que só pede uma corda para se enforcar). Nada.

Porque afinal de contas, sou eu quem escolhe o que me faz feliz, o que me deixa feliz. Eu mesmo. Sem arrogância nem petulância, apenas com uma visão bem definida de algo que, hoje parece fazer muito mais sentido do que em qualquer outro dia que já tenha sido vivido, ou infelizmente apenas existido, por mim.


Um dia as pessoas crescem, dirão alguns. Discordo. As pessoas ganham oportunidades todos os dias, sejam elas de crescimento, evolução ou simples mudança. Aproveitar isso é que faz a diferença. É o que difere os normais dos malucos. É o que mostra quem é original e quem é cópia.

Hoje, ou melhor, ontem, foi um dia diferente. Um dia bem diferente. Um dia bem bagual. Muito bem aproveitado. Um dia que seria como qualquer outro, se a gurizada não tivesse se encontrado, se as conversas não fossem brincadeira, se as risadas fluíssem, se eu não visse aquele sorriso...

Tão longe e inexplicavelmente tão perto...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Sem cessar, sem parar, sem pensar, opa, pensar sim

Há frases que marcam a minha existência. Não que isso faça alguma diferença para alguém, mas marcam mesmo. Nem que seja apenas no momento, onde penso que daquilo posso criar um texto. É bobagem da minha cabeça, que pensa como se não houvesse outra coisa a ser feita. Mas frases são fragmentos de pensamentos que podem, ou não, ser úteis ao nosso viver, no caso, ao meu viver, porque as frases saem da minha mente.

São coisas, trabalhos, provas, conteúdos, apresentações, ensaios, teatros, e talvez mais alguma outra coisa(2) que estão rondando minha mente. Mas é incrível como não consigo ocupar todos os meus neurônios para acabar com tudo isso de uma vez. E agora descubro mais uma ocupação para minha mente(esse texto está sendo redigido em fragmentos de tempo livre).

Mas a frase de hoje, foi interessante. Óbvio, que para mim foi interessante. "A tristeza é tão interessante quanto a felicidade, ou mais. Ela é bem mais complexa.". (Não me perguntem o que faço escrevendo no blog se tenho outras ocupações) Enfim, se é pra pensar um pouco, a tristeza é bem mais complexa, e se torna mais interessante pois não é qualquer motivo que te faz ficar triste. Ou é. A complexidade está nas diferenças das pessoas. Como a felicidade, só que um bombom faz muitos felizes, até uma bala, coisa que não acontece com a tristeza. Porque só um olhar pode deixar alguém triste. Ou seja, algo que não se materializa de fato.

Tristeza é ausência, falta, mas não é necessariamente algo ruim. Por vezes, pode significar que eu queira algo mais do que tenho, que eu preciso buscar algo mais. O problema é quando a tristeza vem pela incapacidade de lutar pelo que se quer. A felicidade não, eu posso ser feliz mesmo querendo algo que não tenho, mesmo que eu não tenha coragem ou força para buscar aquilo que quero. Porque uma coisa sempre, ou melhor, quase sempre compensa a outra(bem lembrado, essa frase deveria ter aparecido há uma semana aqui). Eu posso não ter uma bergamota, mas tenho uma laranja, exemplo para simplificar bem o que quero dizer.

Se alguém não entendeu mesmo assim, deixa pra lá. Segue lendo os textos abaixo que tu vais conseguir entender algo. Se o sintoma de incompreensão continuar, xingue sem dó esse narigudo que lhes escreve entre uma frase e outra de um trabalho de inglês. Bom, não vou fazer como certos blogueiros que choram por um comentário, ou fazem campanhas para atrair comentários, independente do conteúdo e de se a pessoa leu o que está escrito ou não. Porque no caso é um recurso de linguagem. Ou também, nem comente. Desligue o seu computador e vá ler um livro. É mais produtivo(depende do livro, mas enfim...). Só não vá para a televisão.

Tão tá!

sábado, 26 de abril de 2008

Histórias do Billi J. - Um amor diferente...(final)

(continuando...)

Eu sei, parece meio romance isso aqui, mas não é. Bom, voltando à história, a Gabriela não se importava com as risadas e as ofensas proferidas pelas suas outras colegas para o Billi J. Ela até retrucava os xingamentos. Também xingava, mas de maneira educada, os outros guris, que perguntavam o que ela, tão linda(e como era linda...) estava fazendo com um bichinho da maçã(1=2?) como o Billi J. E não importava o que dissessem, o que falassem ou até o que fizessem, como socar o Billi J. toda vez que ele encostava na bola de futebol na educação física, a Gabriela amava o Billi J., e ele a amava também, só que(...)[parênteses com pontos dentro significam algo já mencionado, não chamo-os de burro com isso, mas sim coloco em questão algo que eu fazia por outro motivo].

Mas o Billi J. gostava de estar com ela, e também gostava de vê-la sorrindo, por isso ele não terminou o namoro com ela, mesmo depois de receber uma ameaça de morte do filho da diretora. Na verdade não foi de morte, mas sim de surra, que ele levaria se não terminasse o namoro com ela. Só que ele já havia apanhado muito nos jogos, e como ainda lembrava das aulas de luta defensiva, ou defesa corporal que seu tio tinha lhe obrigado a fazer, não teve medo.

Mas nada além de uma pedrada de longe nas costas, que teve com conseqüência apenas uma costela quebrada e 2 dias no hospital. E lá ficou Gabriela, ao lado dele. E por lá também passou Renata. Era engraçado a conversa dos dois quando estavam sozinhos. Porque era um mais tímido, ou envergonhado, ou algo do tipo, que o outro. Mas que nada, pensava o Billi J..

Um dia, uns 6 meses depois do Billi J. e da Gabriela começarem a namorar, lá por meados de outubro, aconteceu o que ninguém esperava. Ah, droga, esqueci de contar uma parte da história. Gabriela havia ido para essa pequena cidade pois sua mãe havia se separado de seu pai. Ela e sua mãe voltaram para a cidade de origem das duas, e para onde moravam mais parentes delas naquele momento, dentre esses, a mãe de Renata. Mas enfim, o fato que entristeceu e abalou Billi J. e Renata, é que os pais de Gabriela se reconciliaram, depois que uma suposta traição fora provada como totalmente inexistente. As duas voltariam imediatamente para onde moravam. E o como ficaria o namoro?

Então o casal mais antagônico e, talvez por isso também o mais simpático que aquela cidade já havia visto, terminou ali. Pouco mais de 6 meses e aquela guria que havia mudado a vida do Billi J., para melhor diga-se de passagem, estava indo embora. Decidiram que pela distância, mais de 1.200Km ficaria muito complicado manter algo à distância, até porque eles tinham mais um ano de ensino médio para cumprir. Gabriela chorava como se alguém tivesse morrido. Billi J. já não sorria mais. E na despedida dos dois, onde foi realmente posto um fim naquele tão aproveitado namoro, a sensação de que o Billi J. tinha sido o guri mais legal que a Gabriela conheceu e ela a guria mais importante da vida dele, porque o mudara por quase completo. No último beijo, parecia mais que os dois estavam nadando no oceano, tamanha quantidade de água salgada do choro que estava entre aqueles dois rostos.

Billi J. pensou que jamais encontraria alguém como Gabriela. Gabriela pensou que jamais encontraria alguém como Billi J.. Renata, que também estava presente naquele momento, não pensava em nada. Mas porque ela não estava tão triste quanto Billi J. ou Gabi? Nem ela sabia. Será que era porque ela era apenas uma coadjuvante nessa história, e não personagem principal, como geralmente era? Ficou feliz por conhecer sua prima, por ter aprendido com ela. Ficou mais feliz porque essa prima "distante" lhe fez se aproximar e conhecer Billi J..

Será que tudo não passava de um golpe do destino para aproximar os dois? Sei lá, nem o Billi J. sabia se algum dia poderia se aproximar de Renata, da mesma forma que se aproximou de Gabriela...

Nunca mais Gabriela e Billi J. se viram.

Pelo menos até uma outra história...

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Histórias do Billi J. - Um amor diferente...(parte 2 de... algumas)

(continuando...)

O Billi J. e a Gabi(simplificarei para cansar menos) sentavam lado a lado na sala de aula. O Billi J. no lugar de sempre(já dito nos outros textos), a Gabriela ao seu lado e a Renata ao lado dela. O Billi J. achou muito estranho o fato de agora que estava namorando, se aproximar mais de Renata do que em todos os outros anos anteriores(que nem o Billi J. lembra quantos foram) juntos. Com exceção daquele dia em que ele ganhou um beijo da Renata, fato que só os dois sabiam e que em um gesto obscuro e instintivo, decidiram esconder de Gabriela. E não mudava muita coisa. Ao saber disso, a Gabi no máximo, iria rir como ria quando o Billi J. começava a falar de geografia e depois percebia que ela não entendia muito disso.

A Gabi e o Billi J., ou o Billi J. e a Gabi eram muito diferentes. Ficou perceptível isso. Só que ela sempre dizia para ele aquele jargão "os opostos se atraem", frase que era sempre seguida com uma tímida e curta risada de Billi J.. Porque o Billi J. não usava frases feitas. E também por isso, a Gabriela, que morava em outra cidade, muito maior, e era acostumada a ouvir cantadas dos rapazes da sua antiga escola, se encantou por ele. E como a Gabi se apaixonou pelo Billi J., assim como ele se apaixonara, de anos antes até o presente momento, pela Renata. O Billi J. não esquecia a Renata, até porque, os dois começaram a conversar, até que bastante, por causa da Gabriela. Elas tornaram-se irmãs. O Billi J. entendeu isso e passou a ser amigo de Renata, assim como ela passou a ser amiga dele.

Em alguns momentos, algumas cruzadas de olhar, algumas risadas em comum, alguns sorrisos passados indicavam que algo estava errado ali. Mas nem Billi J., nem Renata e muito menos Gabriela sabiam direito o que acontecia. Os três estavam felizes. E como Gabriela era feliz. Sempre sorrindo, sempre pulando, sempre alegre. E como o Billi J. era feliz, achou alguém que o compreendia e que, ficava perceptível, o amava. Billi J. também amava Gabriela, mas não do mesmo jeito que ela o amava. Talvez a Gabriela soubesse disso, e até comentou algo com Renata algum dia, mas nada muito sério, porque Renata a fez esquecer. E como a Renata era feliz. Não sabia porque, mas como a prima, sorria sempre, mesmo não tendo um namorado ou o colar de conchas que tanto queria.

Billi J. e Gabi, agora esquecendo Renata, saíam muito. Não iam a festas nem nada, mas também não ficavam vendo documentários na TV escola. Faziam listas do que fazer na semana e cumpriam-na, mas não muito, porque os dois achavam coisas muito programadas sem graça, mais ela do que ele, mas ele ia cada vez se soltando mais. E como a Gabi era linda, e como seus cabelos balançavam quando ela saltava, sempre rindo e sorrindo, sempre exaltando e mostrando ao mundo que era feliz e que tinha um amor. Era muito legal vê-los assim, de mãos dadas, caminhando, quase que pulando como a Chapéuzinho Vermelho pulava indo para a casa de sua avó, de um lado para outro naquela cidade, que não era grande, mas também não era pequena.

O Billi J. passou a falar mais, com menos termos técnicos ligados à aula, e também começou a entender como era a lógica da juventude, viver. E como era bom viver, sempre cochichava Billi J. à Gabriela. E a Gabi passou a dizer menos palavrões, como f¢£@ e p*&¬ que pariu, passou a ir à igreja, com Billi J., é claro e passou a fazer algumas coisas que Billi J. fazia, como ler o jornal e comer maçãs com suco de laranja no intervalo das aulas.

(continua...)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Histórias do Billi J. - Um amor diferente(parte 1 de... algumas)

Como todos os que já leram sabem, o Billi J. sempre foi um guri inocente, ou quase. Educado, mas que aprendeu a falar palavrões também. E também apaixonado por uma guria, morena(?), cabelos lisos e compridos, olhos cor de mel, enfim, a guria dos sonhos do Billi J., a Renata, que caminhava como se não houvesse chão, bom, chega dessa baboseira que o Billi J. sempre repete.

Depois do último fato ocorrido, aconteceram coisas, que não entrarão nessa história. Porque as histórias do Billi J. não são contadas em ordem cronológica mesmo, então não muda nada. Aliás, alguém lembra de mais alguma coisa do que essas que eu tanto repeti nas histórias do grande e diferente Billi J.? Enfim, não precisa lembrar. Mas voltando ao caso, o Billi J., após alguns fatos, começou a namorar. Mas que droga, até os tímidos namoram algum dia(regra que deve ter as suas exceções). Acorrentado, encoleirado, pau-mandado, achou a tampa da panela, a bergamota da bergamoteira, ou melhor, a maçã da torta de maçã, a alma-gêmea. Pois é, até o Billi J. encontrou a sua tão sonhada pessoa...

E por incrível que possa parecer, não era a Renata. Até eu pasmei quando fiquei sabendo disso. Não era a Renata, mesmo que o Billi J. ainda fosse apaixonado por ela. Na verdade, tenho que confessar que era uma prima da Renata, fato que só ficou conhecido após uma conversa entre a mãe de Renata e sua irmã que há tempos não via, que no caso era a mãe da agora namorada do Billi J.. A Renata estranhou que tivesse uma prima. Billi J. desconfiou desde o primeiro dia de sua, agora namorada, colega no colégio. O sobrenome das duas era o mesmo. Mas e daí? O Tunder e o Lula tem o mesmo sobrenome mas não são parentes. Só que o sobrenome das duas, Renata e a namorada do Billi J. era um sobrenome muito incomum. Origem romena. No caso, só o Billi J., como um grande conhecedor de geografia e origem de nomes através de sua chega ao Brasil, sabia que era de origem romena. Só pra constar, os romenos nasceram na Romênia, leste da europa, capital Bucareste. Fica mais ou menos perto da Itália, portanto, longe do Brasil.

Então... ah, desculpem-me, esqueci de dizer, a namorada do Billi J. e prima da Renata se chamava, opa, chama, Gabriela, ou Gabi, como ela passou a mandar o Billi J. chamá-la depois, na verdade antes também, do namoro dos dois. Então, a Gabriela, era divertida, alegre, linda como a prima, sorridente como a prima, morena como a prima, olhos cor de mel como a prima, puts, o Billi J. viu na Gabriela a Renata que ele não poderia namorar. Ou poderia, mas não sabia que podia. Os detalhes do início, repito, não serão escritos aqui.

A Gabriela, ou Gabi, via no Billi J. o que todas as outras pessoas que conheciam, ou achavam que conheciam, não viam. E o Billi J. nunca fez questão de falar algo ou se fazer de coitado. Ele ainda continuava sendo tímido, quieto e ainda ajeitava os óculos, colocando o dedo acima do nariz, no entre olhos, mesmo não usando óculos. Billi J. não tinha mais o problema de visão de outrora, que no caso era psicológico, mas achava divertido fazer aquilo. Ninguém entendia. Só a Gabriela. Ou pelo menos só a Gabriela falava isso para todo mundo ouvir.

O Billi J. se sentia bem, feliz, sabia que na Gabriela ele tinha alguém fiel, mais do que uma namorada, uma amiga, que o ouvia e o entendia. O Billi J. não deixava por menos, e sempre aconselhava Gabriela, que impulsiva que só, dificilmente atendia aos conselhos do Billi J., porém, sempre dizia para ele "Eu sei que você estava certo". E ela dizia isso porque era verdade, não porque ele olhava para ela com aquele ar de superior. Aliás, apenas uma vez na vida o Billi J. olhou com ar de superior para alguém. Não vem ao caso que dia foi esse...

(continua...)
*algo meio óbvio que continue após o título ter aqueles parênteses

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

A simplicidade que poucos dão valor

Voltando da biblioteca(isso mostra que esse maluco também lê livros, ou pode mostrar que eu fui lá só porque a minha mãe trabalha lá) segunda à tarde, acabei percebendo o quando simples são as coisas naturais.

O primeiro de tudo é o sol. Não podemos olhar para ele(sem métodos tecnológicos, como usar o disco rígido de um disquete porque isso deixa o sol marrom), mas isso não importa. Sentimos o calor do sol. Esse calor que nos dias frios nos aquece(olha a que conclusão eu fui chegar...), nos dias quente nos faz reclamar do porque está tão quente. Ninguém vive sem o sol. Nada existiria sem ele. Nada mesmo. Não devemos reclamar do Sol(agora com letra maiúscula pois lembrei que é nome próprio), pois a culpa por esse calor enorme atual todos sabemos de quem é.

Os que se dizem poetas insistem em comparar olhares com raios de sol(letra minúscula pois pode ser outro sol, não me refiro ao todo poderoso - tá, não tem nada a ver, mas eu tenho que incrementar isso). Mas se olhares são raios de sol, como ninguém ficou cego ao ver um desses? Tá, brincadeiras a parte, não gosto muito dessas comparações, pois são todas cópias de poetas antigos que, esse antigos sim, sabiam o que escreviam. Os poetas atuais não criam mais nada, só adaptam textos dos antigos e se sentem originais. O Sol pode ser visto sim. Quando ele chega e sai do nosso alcance. O nascer e o poer(verbo em latim) do Sol são duas imagens que fascinam. Isso nos faz ver o quão bela é a tal da natureza.


Outra coisa super simples e que muitos sempre insistem em reclamar principalmente gurias e sua fase futura, as mulheres) é o vento. Qual a culpa do vento no fato de o cabelo delas se desajeitar? Tá, foi o vento que desajeitou-o, mas ele não tem culpa. Num dia quente, ninguém reclama do vento. O vento é o ar em movimento(isso todos devem ter aprendido na maternidade escolar), é invisível(a não ser que venha com uma nuvem de poeira junto, mas a cor é da poeira, não do vento). É algo que não podemos ver, apenas sentir. Como o calor. O vento, analiso eu, nos mostra algo importante. É importante saber que somos apenas vento nesse mundo. Não somos eternos, somos apenas passageiros aqui na Terra. Só Ele(em referência a DEUS) é eterno. O vento, pelo menos pra mim, me deixa aquela lição de que, devemos deixar para trás coisas ruins. É só ver o exemplo: quando venta bastante, sempre tem alguém correndo atrás de uma nota de dinheiro ou de um papel importante. O vento leva isso. Ele não leva coisas ruins(pense cada um a sua coisa ruim). Ou seja, é como eu disse, o tal do deixe para trás as coisas ruins, não para ir atrás do dinheiro(que foi citado pois uma situação como essa já aconteceu comigo), mas sim das coisas importantes(como também foi citado). O vento se torna visível quando vemos uma árvore que tem suas folhas em movimento(frase horrível mas deu pra entender).


Outra coisa que eu acho importante lembrar é a água(não, eu não vou lembrar os cinco elementos, que seriam, eu acho, água, terra, fogo, ar e ... sempre falta um). Mas não a água que bebemos. Quero dizer a água em movimento(se o ar em movimento é o vento, a água em movimento recebe que nome? hehehehe), seja das chuvas ou de uma cachoeira, por exemplo. É difícil lembrar um som que acalme tanto quando o som de uma pequena queda d'água. Não me recordo de nenhum agora. Um som que acalma, que dá tranqüilidade. Parece que os pensamentos fluem melhor. Alguém consegue explicar porque quando chove é melhor para dormir? Não, porque para isso não há uma explicação científica(nota: odeio cientistas que acham que sabem tudo), e mesmo que houvesse, ficaria com a teoria de que o barulho acalmante da água é que faz a pessoa dormir melhor em dias de chuva.


Ver que o dia já amanheceu(sorria, sorria... que um lindo dia amanheceu- poucos entenderão), sentir o vento ou ouvir o barulho da água em queda, são coisas simples, que a natureza proporciona. Imaginem um mundo com menos prédios. Menos carros. Menos desigualdade. Um mundo mais simples. Imaginem. Se você pensou em uma das imagens que eu tentei descrever, fico feliz. Um mundo mais simples, baseado nessas coisas simples que Ele nos proporcionou é o que precisamos.

Ótimo resto de semana a todos...

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Agora tá fácil escrever...

É impossível descrever o que sinto. Um misto de alegria, felicidade, o ápice de felicidade que eu poderia ter. Impossível mesmo descrever. Porque junto com essa felicidade, a tristeza por causa do “já acabou” e por saber que aqueles três dias e meio foram os melhores e não voltam mais.

Como é duro saber que esse é um tempo que não volta mais. Nunca mais aqueles três dias serão repetidos. Nunca mais uma turma, com pessoas de vários lugares, onde poucos se conheciam, vai ser tão especial quanto a minha foi. Dificilmente uma turma com tantos gaúchos GAUDÉRIOS estarão reunidos daquela maneira. Nunca mais aquela baderna, aquela festa, aquela UNIÃO, pelo menos não naquele lugar e com aquele objetivo.

Nunca mais... e isso é impossível. Não nos reuniremos daquela maneira. Com aquela intenção, com aquele espírito. Quem sabe do que eu estou falando entende. Quem não sabe, tente tirar alguma lição. Por mais que queiramos, dificilmente nos reuniremos todos. Mas mesmo assim, tentaremos fazer com que isso aconteça.

Por mais que eu queira, e que todos os outros queiram, isso é impossível. E como esse sentimento maltrata a minha cabeça. Saber que tudo aquilo está apenas na minha memória.

Por sorte, eu, que nunca fui muito bom de memória, consigo guardar sentimentos e gestos na minha cabeça. Por mais difícil que seja, tenho a certeza de que tudo o que eu vivi, está guardado na minha cabeça, e no meu coração. Pessoas como as que eu conheci, são raras. Bando de malucos mesmo. Malucos que por mais que fossem diferentes, conseguiram formar o grupo mais unido possível. Pessoas simples e sinceras, não me canso de falar.

Lembro-me daquela frase “não chores porque terminou, sorria porque aconteceu” e fico feliz. Fico feliz por poder fazer parte de tudo aquilo. Por ser parte do grupo mais louco que já foi visto. Feliz, por ter amigos de verdade, mesmo que não saiba se eles gostam de churrasco bem ou mal passado. Amigos, não podemos fazê-los, adquiri-los ou mesmo conquista-los. Amigos são presentes de Deus, e o sentimento de que Ele me deu esse presente, me faz feliz. Penso se sou merecedor de tudo isso. De tudo o que vivi. E chego à conclusão, que as coisas acontecem no momento certo, para aqueles que buscam realizar os seus sonhos.

Lembro-me também de que o impossível é algo que ninguém nunca sonhou e olho para o que aconteceu, lembrando que eu nunca esperava viver o que vivi, da maneira que vivi, com quem eu vivi. Não esperava que nada disso acontecesse. Nem nos meus sonhos em que eu achei que seria mais feliz eu imaginei que fosse ser assim.

Fantástico? Maravilhoso? Sim. Perfeito? Não, porque só Deus é perfeito. Quando soube que isso ia acontecer, fiquei um pouco triste pela falta de alguém, isso tira a perfeição do momento. E, nem queria que tivesse sido perfeito, senão os normais tentariam nos copiar a todo o momento. Quem viveu, sabe.

Hoje, me sinto mais maluco, mais amigo, mais gaúcho, mais sincero, mais simples, mais compreendedor e mais compreendido. Menos egoísta, menos mentiroso, menos pecador.

Mudou a minha vida? Não. Ela já tinha sido mudada há um ano atrás. Agora, que foi melhor do que uma mudança de vida, ah, isso foi.

Acho que os meus amigos que não fazem parte desse grupo entendem o que estou dizendo. A grande maioria já passou por isso. Meu sentimento de amizade por eles não mudou, mas o que mudou mesmo foi a maneira de entende-los, e isso os torna ainda mais importantes pra mim. A minha família se tornou mais especial para mim.

Termino deixando outro recado:

“...a turma da baderna da de prontidão...”, e isso é para SEMPRE, mesmo que esse para sempre, não exista...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

A cada dia um recomeço... (2) - a hora de se reerguer

O "a cada dia um recomeço"(postado em 30 de abril - para lê-lo clique aqui), não deveria trazer uma continuação. Era para ser apenas mais um texto. Um texto único. Foi sobre aquele filme "como se fosse a primeira vez"(não lembro mais o que, e, leia o texto e saberá o que eu escrevi).

Mas, acabei relatando algo sobre o filme. Essa "continuação", talvez seja diferente.

Voltei a pensar(eu sempre digo isso, mas na verdade eu nunca paro de pensar...), o blog estava meio abandonado.

Hoje posso dizer que as coisas foram como eu esperava. Mas infelizmente eu tinha que bater a cara no chão. Nunca criei expectativa sobre coisa alguma, até porque eu sabia como a tal da decepção agia. Mas eu pensei que houvesse uma possibilidade. Ela nunca existiu. Coisas da minha cabeça de maluco.

E como dói. Acho que quem já teve uma decepção sabe como é, não entrarei em detalhes, mas essa decepção, diria um escritor famoso, ela não mata, apenas nos ensina a viver(quem lembrar o autor dessa frase ganha um muito obrigado meu). E eu nunca imaginava não saber o que era a decepção.

Mas a vida recomeça. Amanhã eu acordo, e infelizmente eu sei o que se passará na minha cabeça. O mesmo filme dos últimos dias. Ir a escola, engolir sapos e ver cobras brigando, virou fácil perto dos problemas reais. Não diminuo a ruindade deles, apenas digo que a convivência me ensinou a viver. Pois lá, eu caí, e alguma coisa acabava me levantando, todas as vezes. Foi difícil mas, eu aprendi. Aprendi recomeçando.

O recomeçar nos leva a caminhos inimagináveis. Analiso agora apenas o meu fato passado. Se eu continuasse batendo a cara no chão todo dia, e não tivesse aproveitado a minha chance, hoje, eu não seria quem sou(aliás, quem sou eu?), não teria o que tenho, não seria um maluco, e este blog não existiria.

Eu fui além da minha imaginação. O meu recomeço me levou a um caminho que eu não conhecia. O caminho da felicidade. A minha família estava nesse caminho, e mesmo estando sempre ao meu lado, eu não percebia. O pior cego é aquele que não quer ver, e eu era um cego. Não queria ver tudo o que eu tinha, não queria enxergar uma saída. Não queria ver a tal luz no fim do meu túnel. Não queria ver o caminho que me levaria a felicidade. Eu era surdo, não escutava os conselhos que tanto queriam me ajudar. Eu era mudo, tinha sempre a oportunidade de falar, e não falava. Quando falava, era algo idiota. Eu era um normal.

Como eu me arrependo dessa vida. Eu demorei 5 anos para mudar. Mudei com a chance de vida nova, mesmo sob os olhares desconfiantes. Mudei. Talvez hoje, apesar da decepção, eu tenha percebido que a minha mudança teve um efeito maior do que eu precisava e poderia imaginar.

Recomeçar é necessário. É custoso, difícil, mas para quem tem persistência e saber ver, ouvir e falar, esse recomeço torna-se fácil. Ajudas são sempre bem-vindas, desde que sejam sinceras e de coração. Recomeçar a cada dia, nos faz seguir caminhos diferentes, caminhos, como já disse, inimagináveis, inatingíveis, se não tivessemos recomeçado.

Recomeçar é mudar, esquecer os erros e tentar corrigi-los. Mas felizmente não lembramos de todos os nossos erros. Às vezes somos tão egoístas que achamos que em determinada situação não erramos. E isso não nos torna normais, mas sim diferentes. Pois esquecendo de alguns erros, estamos abdicando da coisa mais perseguida pelos normais: a perfeição. Ela não existe aqui na Terra. Nada é perfeito. E, talvez eu seja louco em dizer isso mas, QUE BOM QUE A PERFEIÇÃO NÃO EXISTE. Pois assim, parâmetros não são criados, comparações não são feitas, e a tese de que para toda regra há uma exceção, é confirmada. Pois se a perfeição não existe, ela não pode ser alcançada. E a linda frase: "o impossível é algo que ninguém nunca sonhou", passa a ter uma exceção.

A cada dia eu venho buscando um recomeço. Talvez amanhã seja mais difícil do que foi ontem e do que será depois de amanhã. Mas com a cabeça erguida e com coragem, vou encarar o amanhã, mais uma vez como se fosse o último.

O texto deve ter ficado confuso pra caramba, mas eu não edito nunca os meus textos(essa regra já teve a sua exceção).

Abraços... e um bom recomeço aqueles que precisam.


(se alguém quiser comentar, não ficarei triste, se alguém quiser divulgar, nem que seja apenas um texto, também não ficarei triste - hehehe)

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Quase inexplicável

A amizade é um tema tão diversificado, que vai ser difícil escrever. E mais, a amizade não é uma coisa fácil de se definir.

A amizade não é apenas conhecimento, seja de gostos ou atitudes. Não é só saber se o seu amigo gosta de chocolate e odeia quando o chamam por algum apelido. A amizade é o conhecimento, principalmente de estado. Amigos sabem sim, quando o outro não está bem, mesmo que este não tenha dito nada. Amigos sabem o motivo da tua felicidade e da tua tristeza, mesmo que não tenha contado a eles.

Amigos são muito mais do que conhecedores. Amigos são companheiros. Não só aqueles que marcam com você em tal lugar, para ir a tal festa. Amigos são aqueles que deixam uma paquera de lado para lhe fazer companhia quando você quer ir embora.

E os amigos fazem coisas como essa, sem que você peça. Isso os faz diferentes. Amigos nunca pedem, amigos, mesmo sem ter, acabam doando, nem que seja um minuto do seu tempo.

Amigos são aqueles que podem te dizer "isso aí" ou "não faz isso", não pensando no seu interesse, mas pensando teu interesse.

Amigos nunca cobram nada, nem esperam algo em troca. É uma relação de doação muito legal.

Disse um poeta, se não me engano Carlos Dummond de Andrade, que a amizade é mais do que o amor. Não lembro o mais o que, mas não é mentira isso.

Amores, paixões, podem acabar. Amizades, quando verdadeiras, não. Mesmo quando você discute com o seu amigo, e diz que a amizade acabou, se ela era sincera e verdadeira, vocês se entendem.

Quanto a isso, eu devo dizer que amigos são aqueles que pedem desculpas ao outro, mesmo tendo a razão. Eles fazem isso porque são bobos? Não, porque são amigos.

A amizade quando sincera, leva duas pessoas a uma felicidade legal. Porque você pode passar um minuto conversando ou apenas caminhar lado a lado com o teu amigo, e ser feliz. Essa é uma das coisas mais simples que possam existir. Sim, a amizade é algo simples.

É simples e singelo também. A amizade ela nos faz esquecer os problemas e as decepções. Um amigo ou amiga verdadeiro(a) é fundamental em momentos difíceis. Como eu disse, você pode não ter falado nada para ele, mas ele sabe como tu estás. Isso faz com que a amizade seja um sentimento inexplicável. (e não me venham com a bobagem do 6° sentido - hahaha)

Não são todos os que sabem que para ter um amigo, é preciso ser um amigo. Pode parecer muito tosca essa frase mas, eu acho que seja verdade. Você não pode cobrar nada do seu amigo. Não pode exigir nada dele. Isso é uma atitude das mais possessivas. E esse sentimento de posse, acaba com uma amizade. Querer que o outro esteja sempre contigo, normal, eu também queria que os meus amigos estivessem sempre comigo, mas entender que nem sempre isso é possível, é fundamental. Sair reclamando com o outro, que ele não tem tempo para você, é atitude de criança.

A amizade é feita de compreensão. Se ele não pode porque tem algo importante para fazer, paciência, e que ele consiga fazê-lo. E se eu deixo de estudar para uma prova para conversar com ele, de maneira alguma eu posso exigir isso dele. Amigos não exigem. Amigos se doam, sem esperar algo em troca.

Penso nos meus amigos agora. Bando de malucos. Gente simples, gente legal, alegre, sincera. Amigos e amigas, malucos e malucas. Porque a amizade, quando verdadeira, não é normal. Nada que seja verdadeiro é normal. Amizade é coisa de maluco. Até porque, em uma amizade verdadeira, a sinceridade conta muito. A sinceridade faz com que essa amizade dure ou não.

Mentindo eu nunca serei amigo.

A amizade também amadurece. E somente nesse momento é que conseguimos entender o que eu disse antes. Só assim, podemos sentir o que o outro sente, saber o que aconteceu com ele. A amizade, para amadurecer, depende muito de confiança. Se eu não confio em ninguém, como posso querer que alguém confie em mim? Isso é ridículo. Pensar que os outros devem fazer, mas eu não, é muito ridículo.

A amizade não precisa de provas ou testes para ser confirmada. A amizade é confirmada em pequenos gestos, muitas vezes não ditos. A amizade é dizer conte comigo, e provar que isso é verdade. A amizade é muito mais do que sair com uma turma de pessoas todo o fim de semana. É confiar e receber confiança dessas pessoas. É entender as brincadeiras e rir junto, mesmo que não tenham graça. Amizade é gritar de madrugada juntos, é cantar uma música ridícula, ou caminhar no meio da rua, de uma maneira estranha. É andar sem camisa em uma noite fria ou simplesmente, dizer um BOA NOITE na despedida. Amizade é falar coisas sem cabimento e ser entendido, é inventar uma palavra nova, que só os dois sabem, é ler um recado escrito no caderno e se alegrar, pois foi a sua amiga que fez. Amizade é buscar a sua felicidade, juntamente com o outro. Amizade, é muito mais do que eu escrevi. Amizade, é muito melhor do que o que eu escrevi. Amizade, é para sempre, mesmo que esse para sempre, não exista.

(não foi muito bom mas, tentei. Abraço pra Ana Paula, que fez o 50°CLJ comigo, que me sugeriu esse assunto, obrigado!)

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Qual é o segredo da felicidade?

Todos, e sem exceção alguma, buscamos a felicidade. Muitos põem na cabeça uma idéia de felicidade, e fazem de tudo para consegui-la. Mas não é bem assim.

Tenho que dizer que infelizmente temos limites para buscar a felicidade. Não podemos passar por aí estragando vidas, arruinando amores e destruindo sentimentos, só porque queremos ser felizes. Creio que quando não podemos encontrar a felicidade ao lado de outra pessoa, devemos buscar a felicidade dentro de nós mesmos, que é a maior felicidade que podemos ter. Ser feliz consigo mesmo é talvez o grande segredo para a idealizada felicidade ser alcançada, e se não é o segredo, é o primeiro passo. Não podemos ignorar que outras pessoas estão ao nosso redor, e muito menos, podemos ser egocêntricos ao achar que a nossa felicidade vem antes da do outro. Para nós ela tem que vir mesmo, mas temos que entender que as outras pessoas também querem ser felizes, e não gostaríamos que eles nos prejudicassem, por isso não devemos prejudica-los.

A felicidade ela é vista de diversos pontos. A Sil escreveu no blog dela o "O que faz você feliz?", ou uma pergunta semelhante. Eu faço essa pergunta, "o que nos faz feliz?". Será que é o dinheiro, assim podemos dar presentes, e alegrar a vida de outras pessoas? Creio que não, pois acho que presentes materiais tem muito pouco valor, e se alguém se alegra com presentes, esse alguém também está no caminho errado. Risquemos o dinheiro.

Achar que presentes trazem felicidade é tão fútil quanto achar que a roupa que você está vestindo mostra se você é uma pessoa legal ou não(opinião de patricinha - hahaha, eu tinha que tirar com a cara delas). Risquemos presentes.

Onde está a felicidade? Em um namoro ou casamento? Pode ser, mas seria muito mais uma parte de uma felicidade. Você pode se decepcionar com a sua(seu) namorada(o), então essa felicidade torna-se em certo ponto instável. Risquemos namoros.

Talvez uma paixão lhe traga felicidade. Sim, acordar pensando em alguém, sorrir quando todos estão tristes só porque lembrou da sua paixão, é felicidade. Talvez, você pode vê-la com outro e se decepcionar de uma maneira sem igual. Risquemos a paixão também.

Então a paixão está com os amigos. Sim, aqueles que estão sempre contigo, fazendo festa, e principalmente com aqueles que na dificuldade estão contigo. Mas, quem nunca se decepcionou, por menos que tenha sido, com os amigos? Acho que todos já passaram por isso. Risquemos os amigos.

Não sei mais onde a felicidade pode estar... Ah, lembrei, eu disse que a felicidade está em nós mesmos. Ou quase isso. Mas, se você faz uma coisa errada, se decepciona consigo mesmo. Decepcionando-se consigo mesmo, você tira a possibilidade de esta ser a verdadeira felicidade.

Garanto que alguns não vão entender, mas eu continuo.

A verdadeira felicidade, é inexplicável. Ela está presente em um olhar, em um sorriso, em falar com o seu amigo, ou escutar o seu avô contar uma história louca. Está em ouvir seu pai xingando o computador, em comer uma lasanha e em rir sozinho, pensando no que você fez de errado. Felicidade é conversar com alguém por 1 minuto ou até as 4 da madrugada. A verdadeira felicidade, ela está em tudo, seja esse tudo simples ou não. Seja esse tudo grande ou não. A verdadeira felicidade, está onde você quiser. Mas não basta apenas querer. É preciso buscá-la. Corra atrás da sua felicidade, onde quer que ela esteja, mas, nunca se esqueça que você deve estar sempre no seu maior limite, que é a vida daquele que está ao seu lado ou a sua frente.

Desejo felicidade à todos. Abraços.
V.M.