quinta-feira, 20 de novembro de 2008
5 maneiras para se tornar o centro das atenções(primeira parte)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Puta merda, até aquela porcaria lá foi pega
A banalização é uma coisa há tempos criticada aqui. Os normais são bocós que banalizam tudo, o amor, a perfeição e tantas outras coisas que não se fazem necessárias agora. A banalização atinge níveis insuportáveis e insuperáveis de tão críticos.
Teoricamente só o que é bom e, por isso, invejado, é banalizado. Porque não há motivos para se banalizar o ruim. Ou não havia. Porque agora, uma das coisas mais indesejáveis e espontâneas(!!!) que surge nas relações inter e intra-pessoal, também se tornou alvo das banalizações dos normais. E com uma ferramenta como o orkut, essa moda foi disseminada sem qualquer problema.
O ódio também virou alvo de banalizações. O que é ridículo, pois ninguém quer o ódio do outro e por isso o banaliza. Os normais passaram a banalizar o ódio no momento em que... bom, não sei em que momento, ou não sei agora, ou não sei ainda, mas enfim, não faz diferença... agora.
Os normais passaram a odiar tudo. Do carinha das casas bahia até picolé com cabinho quadrado. De aula de matemática até calculadora movida a cuspe. De loira oxigenada até homem que se faz de inteligente. Odeiam tudo. Odeiam o que é pobre. O que é sujo. O que e gordo. O que é narigudo. O que é alto demais e o que é baixo demais também. Odeiam tudo, inclusive a si mesmos, em algumas situações.
Pessoas normais são ridículas, pois odeiam até aqueles que são o motivo de sua existência. Odeiam tudo o que existe e até o que não existe mais ou não foi criado ainda. Odeiam o simples fato de odiarem algo. Odeiam... apenas por odiar. Como se fosse amor por amar. A banalização é esse ódio a tudo, ou melhor, a fala de "odeio tudo", porque não acredito que os normais sejam capazes de odiar a si mesmos, o que alivia um pouco a auto-banalização. Afinal, eles se acham os máximos de pessoa(me referia aos normais consigo mesmos).
O orkut entra no momento em que são mais de duzentas e cinqüenta e dois milhões, trezentos e vinte e um mil, oitocentas e noventa e duas comunidades que usam o prefixo "Eu odeio" ou só "Odeio" no nome. O que é ridículo.
A banalização é ridícula. O ódio é ridículo. Mas o que podemos esperar... os normais, também são ridículos.
E tenho dito!
Hahahaha
domingo, 31 de agosto de 2008
É tão legal que nem precisa de título
Tudo confuso até aqui, mas a idéia é bem clara. Agradeço à Deus pela minha personalidade. Sim, agradeço pela pedra que veio lá do alto, atingiu a minha cabeça, me fez cair num buraco e mesmo assim me deu força para sair do mesmo. Não precisam entender, é só saber que agradeço pelo que sou hoje e principalmente por não ser quem eu era.
Sem descrições mais detalhadas, até porque, já o fiz aqui nesse blog(2), queria apenas expressar hoje, a minha felicidade por ser como sou. Sincero, perseverante, chato, teimoso, meio tímido, peleador(de peleia, luta, mas não física), idealista, antigo em algumas coisas, feliz, enfim, muitas outras coisas que não são escritas por não serem lembradas no momento.
E acabei percebendo o quanto é bom ser assim, amado, mas principalmente, odiado, num momento muito simples. Vendo recados no orkut!!! Sim, essa ferramenta tosca, mas necessária para aqueles que, como eu, querem manter contato com pessoas de outras cidades, também nos traz lições. Eu já conheço e já vi muito o que vi hoje, mas por algum motivo, somente hoje agradeço por não ser desse jeito.
As pessoas se amam. Mas não entendo como as pessoas podem amar todas as outras pessoas. Não me venham com essa de bom samaritano, de "paz e amor", de qualquer outra coisa porque eu digo, isso é hipocrisia. Ninguém pode amar todo mundo. Porque ninguém é perfeito. Porque ninguém vê em todos, um amigo. Porque ninguém sente muita saudade de todo mundo. Porque ninguém conhece a fundo todo mundo para amar. Mesmo que o amor não exija conhecimento, pelo menos alguma coisa da pessoa deve-se conhecer, nem que seja a cor dos olhos, para dizer que ama. O pior de tudo é que não é tática pra conquistar pessoas do sexo oposto. É hipocrisia mesmo. E por objetivos não-aparentes.
Eu não sei se isso se tornou uma crítica, acho que não. Apenas um comentário. Não cito nomes. Não cito situações definidas. Não cito nada. Achei necessário escrever isso apenas para dizer o que já disse antes, que sou feliz por não ser amado por todos, por não ser querido por todos, por não ser convidado por todos para todos os lugares e por não receber todos os dias recados, de várias pessoas, que contenham as seguintes palavras: "te amo, anjo, lindo(digo no meu caso, mas é mais comum para gurias isso), querido, muita saudade, anjo, te adoro, maravilhoso findi, maravilhosa semana, foi perfeito". Ainda há outras, mas essas resumem bem a situação.
Pode até parecer que estou irritado, mas não. Porque é até engraçado escrever isso. Porque eu preciso escrever. Porque é útil escrever. Porque eu mereceria se o fizesse também. E ninguém melhor que um ex-normal para falar sobre essas coisas de gente normal. As pessoas mudam, eu sou uma prova viva e ativa disso. Fiz valer à pena a pedrada que levei e que me fez mudar. Porque eu decidi mudar mesmo e não aparentar mudança, mas principalmente, não continuar aparentando o que não era. E continuo não sendo, felizmente.
Questão de convicção. A mesma coisa que me faz dizer que eu sou feliz por não ser amado e querido por todos. Porque é legal ver pessoas virando a cara pra ti sem motivo algum. Porque é legal ouvir as pessoas rindo da tua cara só porque o teu nariz é grande. Porque é legal ser um ameba azul no meio dos amebas amarelos. Porque é legal demais poder expressar uma opinião em um blog e não ter que comentar dizendo "adorei o teu blog" sem ao menos ter lido, só para atrair visitantes, que, por isso, farão os mesmos comentários, sem ter lido. Adicionei vários blogs sem propor nada, porque depois de algum tempo, os visitantes perderam a importância. Mas fico feliz que os companheiros tenham lido e gostado dessas minhas bobagens como gostei das coisas deles.
Falando nisso, não tenho comentado nos blogs parceiros, pois ultimamente tem sido complicado motivar o meu eu-lírico nessa dura e longa jornada. Mas eu tentarei fazê-lo um dia desses. E a última frase do parágrafo acima não foi uma crítica, se é que alguém pensou que pudesse ser. Lendo blogs eu descobri mentes bem diferentes da minha. Que escrevem histórais melhores que as que o Billi J. conta. Que escrevem bem. Que escrevem com algum sentido.
Acho que é isso. Ah, mas eu tenho que repetir, que mesmo com todos os defeitos, os erros, do passado e do presente, fico feliz por ser eu. Acho tão legal...
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Incapaz
Não, ele, não era o Billi J.. Mas ele ajudava. Fazia todas essas coisas, e muitas mais, que eu não vi, aliás, que eu acho que não quis ver também. Ele nunca reclamou. Nunca falou mais alto. Nunca pediu algo em troca. Nem foi mal-educado por algum fato ocorrido. Nada do que ele fazia importava, mesmo que ele impedisse o assalto ao banco da cidade, onde todos os habitantes da mesma guardavam o seu dinheiro.
Ele sempre ia na missa. Sempre tava lá, atento aos sermões do padre. Mas nunca o chamaram para ler na missa, mesmo que em todos os projetos da igreja, ele ajudasse. Não participava de movimentos, mas achava que poderia ganhar uma chance para ajudar. Só queria ler uma leitura pequena, para ver como era ler aquele livrão que ele sempre admirou. Sempre gostou das leituras da missa. As do livro dos Gálatas eram as suas favoritas.
Só queria uma oportunidade. Para saber como era, mas mesmo tentando mostrar que era capaz, ninguém nunca olhou para ele. Nem o padre, que conhecia todos os que habitavam aquela cidade. Que pena. Ele sempre teve vontade. Mas sempre o julgaram incapaz, mesmo nem sabendo do que ele era capaz.
Quantas dessas histórias quem lê isso não conhece... eu, pelo menos umas 3.
sábado, 29 de março de 2008
Ridiculamente louco
Agora, imaginando futuras e já vividas situações, como de costume, fico dialogando ou imaginando diálogos, que poderiam ou podem acontecer. Tudo num ato muito habitual meu: falar sozinho. Gosto de falar sozinho, mesmo que não perceba como a minha voz é realmente. Gosto de fazê-lo mais para treinar fala e raciocínio. Acredito ser o único a fazer isso para treinar raciocínio.
E em uma dessas possíveis conversas que eu teria(ou poderia ter tido) com outras pessoas, uma em especial me motivou a escrever. Esse texto, depois do já escrito no blog do maluco(como disse, esse também será postado lá). Mas aqui vou fazer uma relação, ou alguma coisa do tipo, escrita, sobre uma idéia ou noção que tanto mudou em minha cabeça. Ridículo. Sim, a noção, ou idéia de ridículo, mudou muito em minha cabeça.
Nem preciso falar que nos meus ínfimos e infelizes tempos de normal, eu considerava quase tudo ridículo. Principalmente se esse algo fosse visual ou aparente(voz é algo aparente, mas não visual...). E como era fácil julgar aparentemente alguém ou algo. Mais fácil ainda era tachá-lo de ridículo. Era até divertido, pois eu ria dos "ridículos", esquecendo que eu era um ridículo. Aliás, na época, eu nem tinha idéia do que eu era. O que evitou uma depressão - o mal do século.
O tempo foi passando, o espírito maluco falando mais alto e o ridículo foi se tornando mais incomum. Quase nada que fosse aparente era ridículo. Só se fosse algo muito escandaloso, como alguém usar calça rosa com camisa amarelo-limão. Mas ridículo se tornou o meu passado e as atitudes. A normalidade, com sua superficialidade e falsidade, se tornou ridícula. E eu percebi o quanto era bom ter virado um ridículo na visão dos outros(malditos outros) e ver que eu era ridículo, mas já havia me concertado.
E o tempo passou. Atualmente, nem a mais ridícula das aparências é ridícula pra mim. Posso rir, mas não acho mais ridículo. Porque cada um veste o que tem vontade, cada um cria a sua moda, o seu estilo. Que se danem aquelas imaginárias leis que impedem alguém de usar camisa social com chinelo de dedo velho, fedido e gasto. É. O ridículo para mim se tornou cada vez mais invisível. Antes eu achava ridículo fazer certas coisas. Hoje, as faço e rio muito, só saber que um dia as achei ridículas.
Cansei de escrever essa palavra que começa com ridí e termina com culo(quase o mesmo cula de ViNícULa). Então fico pensando em como terminar esse texto. Não quero pensar muito mais agora. Chega. O ridículo mudou na minha cabeça. Mas ele não mudou na cabeça de muitos. Eu mudei. Muitos não mudaram. Tudo muda mas nada muda. Parece o final do meu outro texto.
Ridículo é achar alguém ridículo, mas ridículo não é achar uma atitude ridícula. Superficialidade é ridícula. Já a falsidade não. Essa é patética.
Tão tá!
quarta-feira, 19 de março de 2008
A cada dia mais normais...(3) - sem radicalidade com o orkut, mas insisto que eles não merecem viver...
A cada dia mais normais
A cada dia mais normais...(2) - eles não merecem viver...
Se eu começar com alguma coisa do tipo "não, chega, para, acaba com isso, perdeu o sentido", quem lê vai achar que é só mais uma bobagem que eu escrevo. O que não deixa de ser, mas hoje eu realmente me apavorei. Isso deveria estar no Tosco, mas eu tinha que escrever isso aqui.
Tive educação física, joguei mal, mas era só porque eu passei o tempo todo aquecendo, mas mesmo assim, contrariando o idiota que disse que eu não sei fazer gol de cobertura, fiz 3 logo num jogo, e poderia ter sido mais se eu estivesse jogando com um tênis velho, porque quem joga sabe que tênis velho é o melhor para jogar(nota: ganhei um tênis novo sim, mas porque estava na promoção, e bota promoção...).
Enfim, nada do parágrafo acima tem sentido ou relação com o texto. Mais uma vez um post meu tem como tema o orkut. No meu tempo livre depois do almoço, resolvi fazer uma brincadeira e deixei recado para 90% das minhas amigas no orkut. Não deu outra, quando voltei, vi que tinha recebido 30 recados novos. E olha que eu só mandei oi. Só pra tiração mesmo. Porque, como está no meu perfil, "o orkut virou piada, então vou rir com o resto".
Só que há pouco, recebi um email, do Cavalcanti, um cara que mora e trabalha na Argentina, moderador da comunidade, que por sinal é a melhor do orkut, "Tá, e daí?". Ele me mandou um email contendo um profile em que, dos 18 últimos recados que uma guria recebeu, 15 eram iguais, só mandados por pessoas diferentes. Era uma daquelas mensagens prontas. Mas na verdade mesmo, como ele me mandou o link e os depoimentos em seqüência, nem me dei ao trabalho de olhar o primeiro para saber quem era.
Não queria me irritar mais ainda. Onde está a originalidade? Onde está a sinceridade? Onde está o verdadeiro sentimento que motiva uma pessoa a escrever depoimento para outra? Não sei. E não me venham com essa de que uma coisa pronta expressa um sentimento. É bobagem. Mesmo que tu escrevas apenas um "oi"(nos meus recados ele não foi muito sincero, foi mais para rir com as respostas), que seja sincero.
Mensagens prontas em recados. E várias pessoas tiveram a idéia de mandar para a mesma pessoa. Ah, esqueci, aliás, vi agora, que no final tem aquele "mande para seus amigos que ganharás um bombom que cairá do céu na tua cabeça oca".
Que merda. E depois ser sincero e ser maluco, é uma ofensa...
Normais... bando de baúcos mesmo...
terça-feira, 11 de março de 2008
Vivendo como o bichinho da maçã...(2) - de fato, o título não está relacionado com o texto
Me fizeram lembrar do meu passado. Me fizeram lembrar o quanto é bom ser maluco. Me fizeram lembrar o quanto eles são normais. Aliás, quem são eles? O que eles ainda fazem em minha vida? Porque voltaram e insistiram em algo que não vale-lhes a palavra ou o gesto? Por quê? Sinceramente, queria que hoje as coisas tivessem sido diferentes. Não. Não queria que tivesse ficado com aquela alegria superficial. Queria nem ter aceitado começar a conversa, que começou sobre José de Alencar e acabou em tipos de maionese a sua composição.
Achei que toda aquela desavença mútua já era passado, até porque eu, mesmo não querendo me juntar, havia esquecido, ou pelo menos ignorado o passado, para poder terminar o 2° grau da maneira mais simples o possível. Mas ainda há vestígios do passado na cabeça, e principalmente, na vida, de alguns. Mesmo que o grande prejudicado pelo passado seja eu, alguns não esquecem da minha sinceridade, que nem foi tão aguda pela falta de oportunidade.
Enfim. Retomo a parte das maçãs, há tanto esquecida. Me vejo como aquele que pegou a penúltima maçã da feira. Uma maçã nem tanto vermelha, por isso foi deixada de lado pelas outras pessoas. Mas é uma maçã saborosa, só pelo fato de ser uma maçã. Então, sobrou a última maçã para a pessoa ao meu lado. Só que essa maçã, mesmo sendo igual à que peguei, era bichada. Que culpa tenho eu se a maçã dela está bichada? Que culpa tenho eu se o bichinho da maçã está na maçã dela e não na minha? Várias pessoas deixaram aquela maçã de lado, assim como deixaram a minha. Eu apenas peguei a maçã. Sem analisar. Sem bater nela para saber se algum bichinho da maçã, como o dos livros infantis, morava dentro dela.
Essa situação é igual àquela em que 10 pessoas estão reunidas, uma delas leva um saco de bergamotas, só que uma não come. As bergamotas começam a emitir o seu cheiro, para mim aceitável, mas para essa pessoa que não come bergamotas, muito ruim. Então essa pessoa me culpa pelo cheiro. Porque eu? Todos estávamos comendo bergamota, muito animadamente. Porque eu sou o único culpado?
Cada um tem o seu bode expiatório, diria um chavesmaníaco. Mas não é o fato de bode expiatório ou descontar a raiva em alguém. Isso não aconteceu uma vez só. Mas sempre. É preconceito. Ou melhor, pré-conceito. Ou melhor. Já não sei mais o que é isso. O passado traz ao presente coisas que podem afetar o futuro, numa relação que só faz sentido em textos e em pensamentos reflexivos.
Não vou dizer que já estou acostumado, pois fazia tanto tempo que isso não acontecia, que me desacostumei. Não vou me fazer de forte, dizendo que isso não me afeta, porque é redundância. Apenas digo... que venha. Porque se alguém precisa aprender algo nesse mundo, esse alguém sou eu. Se alguém precisa mostrar alguma coisa boa nesse mundo, esse alguém sou eu. E escrevo sem arrogância. Na sinceridade mesmo.
Que venha. Já está no meu perfil do orkut, vamos à guerra contra os normais. Mesmo que eu tenha que lutar novamente sozinho, porque um maluco abandonou a guerra. Desistiu. Vou à guerra, à luta. Mas sem agredir. Mas sem falar. Mas sem fazer nada. E é com isso que eu tenho a certeza, que mesmo perdendo a guerra pois não viverei tempo o suficiente para ganhar alguma coisa significativa em questão de números, ganharei uma batalha. A batalha psicológica. Pois não há nada que um normal deteste mais do que a indiferença. Mais do que a sinceridade. Mais do que a realidade. A indiferença quanto às suas atitudes, corrói a mente normalística que faz os normais serem como são...
segunda-feira, 10 de março de 2008
Vivendo como o bichinho da maçã... - um começo sem fundamento
Mas os mais entendidos diriam coisas técnicas, que só pessoas que estudam mesmo, que vivem disso ou que ainda lembram do conteúdo do 2° grau, o atualmente chamado ensino médio. Enfim, não há muito o que se dizer de uma macieira. Suas folhas são boas para fazer chá? Não sei. Chá do fruto mesmo, é bom, mas das folhas... talvez. Nunca tentei. E não tenho uma macieira perto do galinheiro para testar agora.
E tudo numa irrealidade simples, que alguém algum dia entenderá. São mais de 450 posts nesse blog, poucos realmente bons à visão de quem lê, se é que mais de 5 pessoas o lêem. Spams não param de chegar ao meu email. Pessoas saem da comunidade "Tá, e daí?" do orkut. Pessoas nascem e morrem. São milhares por dia. Milhões, melhor dizendo. Assaltos então. E o que isso tem relação com o post? Acho que nada. Mas enquanto tudo isso acontece, eu estou aqui, escrevendo em um blog. Ou lendo um livro muito ruim. Ou estudando. Enfim. A grande maioria das coisas que se passa no mundo não me afeta.
Aliás, não afeta ninguém. Só quando é diretamente ligado à nós. E quantas vezes pensamos nisso? Só quando alguma coisa acontece nas nossas proximidades. Ou quando entramos em um blog como esse, quase sempre por acaso, nos deparando com um lixo literário como este aqui, como tantos outros lixos literários presentes nessa imensa rede, que vicia muito mais do que clicar e desclicar uma caneta para torná-la apta à escrita.
Nada de mais, mesmo sendo algo que pode mudar uma vida. E em quantas mudanças de vida pensamos diariamente? Nenhuma... Ou no máximo uma. A nossa. Somos tão egoístas que dificilmente pensamos no que pode acontecer com a vida de alguém, mesmo que esse alguém nos pareça tão comum, mesmo sendo tão único.
Não escrevo isso em virtude de alguma tragédia pessoal. Muito menos em virtude de uma tragédia tão próxima e ao mesmo tempo tão longe de mim. Não escrevo isso por algum motivo. Escrevo apenas por escrever. Para registrar e quem sabe um dia, entender o que se passava na minha cabeça no dia 10 de março de 2008, dia do 50° aniversário do meu pai.
Talvez eu entenda, talvez não, mas o certo mesmo é que talvez nunca me esqueça desse dia. Não por uma tragédia. Não por uma felicidade diferente daquela "acordei, estou vivo". Não porque aconteceu alguma coisa fantástica ou inesquecível em algum lugar do mundo. Não por algum fato futebolístico. Não para todos os outros imagináveis por quem lê, e até por mim.
Não me esquecerei mais. Do dia em que nada de novo aconteceu. Chovia enquanto voltava da aula, molhei meus pés, minha mochila, quase os meus cadernos. Nada de novo. Perdi 10 reais para pagar o xerox(fotocópias) de português e literatura. Nada de novo. Mas não me lembrarei imediatamente desse dia. O blog me lembrará. Enquanto ele existir. ...
(continua amanhã)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Não há tempo perdido, é preciso aprender
Não vem ao caso o fato de banalização da palavra amigo, que pode ser a primeira coisa que veio a mente de quem lê o blog regularmente(aqueles que realmente acham que esse blog pode chegar um dia ao padrão de "não tão ruim"), até porque, se fosse banalização, eu teria que falar do eterno também(e o indispensável também é banalizado, extirpado e humilhado por alguns).
Sabe quando tu conheces alguém. Do nada, sem ter esperado, sem ter sido apresentado, no maior dos "sem querer" existente. Sim, pode ter sido em uma missa, um curso, algum lugar assim, onde não há muito contato físico, e às vezes, verbal. Ao acaso, diriam alguns. Então. Tu conheces a pessoa, aí chegas em casa e ela já te adicionou no orkut. Bah, alguns modernos até podem começar a pensar, se essa for do sexo oposto, no chamados "esquemas", enfim, coisas de gente moderna. Mas voltando ao assunto, tu estranhas por ela(a pessoa) ter lhe adicionado, até porque vocês conversaram muito pouco. Talvez ela nem seja uma conhecida ainda.
Então conversam por orkut e vão para o msn(antigamente tentavam trocar telefonemas ou cartas...). Conversam, tu e ela(a pessoa(2)) trocam idéias, até que se identificam um com o outro(a) e por aí vai. Encontram gostos semelhantes, acabam descobrindo que torcem para o mesmo time, enfim, por aí vai. Tu acabas lendo muita coisa que ela fala. Ela te manda um recado que está com vontade de falar contigo. Tu começas a se preocupar com essa pessoa, mesmo que tenha apenas visto-a apenas uma vez, ou nem isso.
Algum tempo passa, nada muito certo, e tu percebes que essa pessoa não lhe responde mais recados, raramente está disponível para conversa no msn e quando está, mal lhe diz oi. Então o que tu pensavas dessa pessoa se torna nada. Sim, parecia que viraria uma amizade interessante, ou quem sabe algo mais, mas não virou, nada. É. O mundo reserva muitas dessas coisas. Não precisa ser da maneira que eu escrevi. Pode ser diferente. Mas com o mesmo sentido.
Eu não escrevo isso como uma possibilidade. Escrevo como um fato. Essa geração, que eu tanto critico(e por vezes penso que deveria criticar mais, sem generalizar tanto), é muito vulnerável. Vulnerável aos que lhe cercam, à roupa da moda, ao site mais popular, ao programa mais visto. Vulnerável à qualquer coisa que lhes faça mudar, inclusive de time(se eu quisesse exagerar falaria em mudança de sexo, mas vou poupá-los disso, até porque eu acho isso uma idiotice). Vulnerável em idéias, sonhos, estilo de vida. Vulneráveis ao ponto de achar que só aquilo que lhes é necessário é o que realmente importa. Vulneráveis por achar que quando precisarem, aqueles idiotas que lhes ajudaram e que foram esquecidos por não serem os mais populares, bonitos ou ricos, voltarão e lhes ajudarão.
Já pedi tantas vezes que me criticassem por uma opinião, mas são poucos aqueles que sabem que uma crítica é mais importante que um elogio(até porque, eu não mereço elogios). Enfim, preciso melhorar e pensar mais. Mas não vem ao caso. Não vem ao assunto do texto.
Só que um dia a necessidade traz o arrependimento. Eu sei bem como é. Espero que todos aqueles que algum dia suporiam(do verbo supor) que alguém fosse dispensável, pensem um pouco em como seria estar do outro lado. Por estar dos dois eu sei como é. Maldito tempo de normal que tanto me traz à mente erros que cometi. O meu passado me persegue e me condena, e cada vez mais, percebo o quanto eu era um idiota, não que eu não seja idiota, mas pelo menos não sou mais um normal sujando esse planeta com idéias e atitudes patéticas.
Espero que um dia eu consiga reparar o meu erro. Não espero, e digo mais, nem quero que alguém perceba a sua vulnerabilidade comigo. Não. Apenas quero distância.
E como disse a Sil, a frase à seguir virou marca do blog.
Tão tá!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Tentando voltar ao blog
Mas de ânimo novo, ou pelo menos melhor do que nos últimos dias, venho nesse tão surrado e sofrido blog. Surrado pela falta de criatividade e sofrido pela minha ausência. Bah, essa frase parece do tosco, mas é do blog do maluco mesmo.
Eu, como um ser humano habitante vivedor(???) desse planeta chamado Terra(quem foi o idiota que colocou o nome do nosso planeta baseado num dos 5 elementos[que são terra, fogo, água, ar e...], bom, 4 elementos, podia esse idiota[que eu ainda vou pesquisar para saber quem foi] ter colocado um nome louco como "Camboatã" ou "Tapibaquígrafo") penso em como poderia mudar alguma coisa nesse mundo. Sozinho não tem como e eu sei muito bem, mas falta ainda uma consciência maior por parte de alguns, que cometem erros tão patéticos como jogar óleo pelo ralo, sabendo ou não que um litro de óleo torna imbebível(na falta de outra palavra) muita água. Mas andei raciocinando sobre esse assunto e cheguei à conclusão que para tentar mudar situações como a descrita, de descaso total com a natureza, devemos mudar a forma das pessoas pensarem.
Não dá para tentar mudar o mundo se algumas pessoas ainda acham que são superiores a tudo, ou seja, devemos exterminar, seja com o método que quiserem, os arrogantes. Mas não dá para tentar mudar, melhorar, o mundo, se nesse mundo vivem pessoas que acham que só a vida delas está em perigo. Vamos exterminar os egoístas. Repito, cada um extermine-os do jeito que for conveniente. Mas também não podemos mudar o mundo se nele habitarem pessoas que acham que a beleza está acima de tudo. Bom, eu realmente não sei onde isso está relacionado ao meio ambiente, a natureza, mas vamos matar os superficiais.
Hehehehe. Tá, vamos matar todos os normais e viver num mundo só de malucos. Essa é a minha proposta... hehehe
Um texto que mistura muita coisa de muitos outros textos, mas eu precisava rir com alguma coisa. E foi engraçado escrever esse texto porque eu fui interrompido 4 vezes e perdi o rumo inicial dele. Se um dia eu achar, escrevo aqui...
Abraço!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
A importância dos desimportantes
Não importa quem, não importa quando(na verdade eu acabei de dizer que foi hoje), mas o principal, não importa quem(essa pessoa lia o blog, mas não lê mais), o fato é que pessoas que se acham importantes, não são nada, digo mais, apenas para completar o meu tom sarcástico(que talvez não possa ser percebido no texto), não são ninguém. Além deles mesmos eles não são ninguém.
Eu concordo plenamente que muitas são as pessoas que quando não estão presentes ou se ausentam por alguns dias, fazem falta. Digo por mim mesmo, minha irmã mora longe, mas sinto saudade de tirar com a cara dela. Mas meus amigos fazem falta(até o meu primo, quando tenho vontade de espancar alguém, faz falta). Sim, meus amigos e minha família fazem falta, mas eles não ficam se achando importantes por isso, mesmo eu dizendo que eles fazem falta.
Pessoas que se acham importantes são engraçadas porque elas sempre falam, agem, etc..., com aquele tom de, como direi... importância!(hehehe). Aquele tom egocêntrico, que muitas vezes foi copiado dos estadunidenses(é...) através de filmes e seriados, bom, principalmente filmes.
Esse tom egocêntrico irrita, e como, muito no começo. Até porque uma hora acostuma, para alguns ao ponto de esse defeito passar despercebido(desapercebido é desprevenido, só para constar). Mas geralmente pessoas egocêntricas fazem de tudo para mostrar que são egocêntricas.
Plaiboizinhos e patricinhas são egocêntricos, julgam-se bons demais para o lugar onde moram, onde estudam, onde comem, alguns(e eu conheço alguns) julgam-se bons demais para suas famílias(pior que é sério isso)! Ridículos... mas tudo bem, o que pode se esperar de normais.
Mas não é exclusividade de pbz's/ptc's(plaiboizinhos e patricinhas em siglas recém criadas por mim) falar e demonstrar que acham-se importantes e/ou superiores. Muitas pessoas fazem isso porque querem atenção. Mas que nada.
Acho que é engraçado porque daí você pode dizer que essa pessoa não é nada. Mas diga isso apenas uma vez e para alguém que mereça ouvir isso, porque senão é você que acaba sendo tachado de "o importante", ou seja, você passa a ser igual à aqueles que critica.
Abraços!
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
300 e a moral e a história e... leiam
Bom esse é o post de número 300 do blog. Eu tinha vontade de fazer tipo uma retrospectiva, mas não tenho muito tempo para ficar lendo os meus melhores textos, se é que os meus melhores na minha opinião chegam a ser bons. Em mais de 6 meses de existência(não é de vida porque ele é praticamente um ser inanimado - (???) - ) esse blog teve altos e baixos, ou melhor dizendo, textos bons e ruins. Bem, sendo sincero, talvez eu nunca consegui escrever um texto bom, apenas uns toscos com sentido. Mas se pra mim foram bons é isso o que importa.
É, o blog acompanhou a vida do ser que lhes escreve. Sempre patrocinado moralmente pelos refrigerantes Fruki, sim, moralmente porque eu não recebo um centavo. No começo tinha o adsense, um treco de propaganda pra ganhar dinheiro mas, agora o blog é sem fins lucrativos, por falta de paciência para divulgar para poder ganhar mais dinheiro.
Eu tinha uma idéia legal para escrever. Mas mais uma vez acabei esquecendo-me dela.
Mas algumas coisas não mudaram nesses do primeiro post até esse. A minha indignação com os normais. Bah, é difícil conviver com eles, principalmente quando você tem amigos malucos. É difícil mas é legal.
Um exemplo é uma coisa chamada moral. Não moral de estado psicológico, elevada ou em baixa. Moral de reputação(se é que tem diferença...)(ah, tem diferença sim, quando é o ou a moral, é diferente)(vou procurar um livro de português para saber a diferença). Mais especificamente se você têm moral para falar ou não.
Quem fala sem moral alguma, transforma as suas palavras em simples sementes de bergamota, ou laranja que tem sementes, ou qualquer outra fruta que tenha sementes. Ouvir uma crítica de alguém que não tem moral nenhuma para falar o que está falando é a mesma coisa que você comer a bergamota e cuspir a semente(não é guspir, porque guspir não existe), você nem sente falta dela, ou delas. (todo esse parágrafo porque não sei se é heresia ou eresia). Enfim, criticar alguém sem moral para falar é transformar as suas palavras em heresia(no sentido figurado é: contra-senso, tolice). (ps. procurei no dicionário - eu disse que o dicionário era a maior invenção da humanidade)
Acho que as críticas só devem acontecer se você sabe do que está falando e não faz o mesmo. Criticar apenas para tentar desmoralizar é tolice(dá-lhe influência do dicionário), burrice, coisa de normal. Creio que a moral para fazer uma crítica seja hoje um dos atributos mais importantes na vida das pessoas. É legal você ter a moral para falar alguma coisa. Cito um exemplo meu. Eu não tomo determinado refrigerante produzido por uma multi-nacional monopolizadora, então eu tenho o direito de criticá-la, de criticar os seus efeitos no organismo humano. Eu posso, pois não tomo.
Não sei bem se existe uma moral para falar mal de alguém. Você criticar uma atitude, tudo bem, agora criticar a pessoa, por características dela, é estranho, mas é normal. Você critica alguém só porque viu esse alguém fazendo algo. Você conhece essa pessoa para poder criticá-la.
Aí está o grande ponto principal(???). Criticar alguém pelo que essa pessoa é, sem conhecê-la é uma das coisas mais normais existentes. Se você conhece ela, fique a vontade em criticar(mas sem esquecer de que você deve ter moral para falar dela), mas se você não a conhece, cale a boca.
Esse foi um recado para as patricinhas idiotas de todo o mundo. Conheço o geral delas, as atitudes que todas tomam, por isso as critico aqui. E mesmo que não conheça todas, critico uma e generalizo, sabendo que para toda regra há uma exceção. Mas é difícil achar uma nessa regra.
Peço desculpas pelo 300° ter sido tão enrolado. Estou com pressa mesmo.
Abraços e bom fim de semana aqueles que lerem isso. Comentem. Hehehe
sábado, 29 de setembro de 2007
É tão estranho...
Sim, é muito estranho ficar em casa sem fazer nada, a noite inteira, mas sem fazer nada mesmo. Escrevo do blog por meios sobrenaturais(hahaha), já que além da placa de rede que queimou, o resto do computador pifou, sim, não funcionou. Mas tudo bem(se alguém entender, rirá).
Estou eu escrevendo no blog, algo que ficou dificultado por causa da queima da placa... isso eu já contei, mas mesmo assim, antes do fato a recém descrito, não postava no blog há 3 dias, como a última coisa que postei foi a continuação da saga, na segunda, são 6 dias sem postar algo que preste no blog(e no outro blog é pior ainda).
Bom, passada a enrolação quanto à minha ausência no blog, a falta de um P.L. é algo que me deixa um pouco... só. Me faz lembrar de tempos recentes, bom, na verdade não muito recentes, mas ainda recentes. Tempos que não quero lembrar. Tempos de normalidade. Onde o computador era a minha única diversão, onde eu escrevia besteiras sem fundamento, coisas que hoje eu fico apavorado por ter escrito(leiam a continuação da saga abaixo). Como já disse, não me arrependo de ter escrito aquilo, pois isso me mostra que mudei, para melhor, pois deixei de ser um normal..(entendam essas reticências[os três pontos para os desconhecedores desse termo usado, mas sem muito conhecimento do seu significado (...) como algo que já escrevi, ou pelo menos acho e não quero escrever novamente)(se alguém souber explicar-me o porquê do uso de um parênteses, seguido por chaves, chaves, parênteses e mais uma dupla de parênteses, gostaria de uma explicação) - hum...
Acho que não lembro exatamente o que eu fazia nos sábados à noite quando eu era um normal, porque eles eram todos iguais. O computador, internet, msn, orkut, sempre tentando demonstrar algo que eu não era. Mas como um maluco, achei a minha verdadeira identidade(que eu não havia perdido, apenas queria escondê-la) e hoje posso dizer que sou alguém diferente do que era...(segue a continuação com algo que já escrevi, mas penso que deveria escrever denovo pois são poucos os que lêem o blog e menos são aqueles que lêem mais de um texto).
Os meus sábados eram normais. Apenas normais. E hoje, mesmo não tendo P.L., meu sábado não foi normal. Primeiro porque os móveis aqui de casa foram mudados de posição por papai e mamãe sem que eu desse uma opinião(isso é uma prova de que quando eu digo que ninguém se importa com as minhas opiniões, é a mais pura verdade(hahahahahahahaha). Depois pelo CLJ. Depois porque compramos 15kg de galeto(coxa de galinha para aqueles que não são gaúchos, se é que há uma diferença nesse vocabulário também) e 50, sim, 50 refrigerantes, claro, que todos gaúchos. Acabamos com o estoque de B'assus guaraná do mercado do pai do Gui.
Aí joguei futebol com os amigos, ganhamos o jogo por sinal, em 10 minutos acabamos virando um jogo equilibrado. Fiz 3 gols e 4 assistências, mas joguei mal. Todos jogaram mal. Apenas jogamos para cumprir um contrato pré estabelecido com o dono do ginásio, que nos obriga a jogar todo sábado para cobrar apenas 10 pila(reais) pelo aluguel. Sim, como é futebol de primeiríssimo nível, apesar de o C.Q.T.S. não ter entrado em campo, só os seus membros, todos querem ver os jogos. Mas tudo bem... cansei e estou com uma dor no tornozelo esquerdo. Maldito nervo do tornozelo esquerdo... mais uma vez, mas tudo bem... hehehe
(essa é a minha amiga Cidi de Alpestre)Termino dizendo que meus pais darão palestra na grande Tenente Portela, terra do meu cunhado e das almofadas falantes(que viagem...) e haverá um gigantesco torneio do CLJ amanhã, 5 pila o almoço, um deliciosíssimo galeto com massa, preparado pelo não menos grande Tio Ede, o Zé bonitinho mais querido do médio alto-uruguai(médio e alto seguidos... não me perguntem o porquê, não fui eu quem criou essa microregião do mais lindo dos países, a minha e de todos os gaúchos, República Farroupilha. Quem quiser ir no torneio, me avise até a meia noite.
Ah, só quem fez o CLJ pode aparecer... hahahahahahaha
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A cada dia um recomeço... (4) - dessa vez de um jeito diferente
(está aí, o mais diferente texto dessa tão querida saga deste não muito querido blog.)
A cada dia um recomeço... (2) – a hora de se reerguer
A cada dia um recomeço... (3) – a saga continua
Começo esse num mais que gauchesco BAAAAAAAAH...
Bah(hahaha), procurando algumas fotos no meu e-mail original do gmail(o primeiro que eu fiz, por isso é o original), acabei vendo coisas que me fizeram rir. Ou será que fiquei decepcionado? Agora o sentimento que tive não importa, mas sim, o conteúdo de alguns e-mails.
Cheguei a conclusão que o meu passado me persegue. Para quem acompanha esse blog, deve estar lembrado(droga, se na maioria das vezes nem eu lembro o que escrevi, como posso pensar que alguém se lembre?), bom, não, mas... eu escrevi que havia deletado tudo o que me ligava ao meu passado de normal. E lendo esses meus e-mails antigos(95% deles eu escrevi), percebi que nem tudo foi deletado.
Eu era um deles, um “os outros”, um comum, enfim, um normal. Não tenho problemas em falar, mudei muito, cresci muito. Principalmente mudei. Eu sou outro mesmo. Errei, caí e fiquei muito tempo no chão, “por baixo” num popular bem popular. Fiquei muito mal durante muito tempo. Aí recebi uma chance, aproveitei e mudei.
Naqueles e-mails li coisas que são de uma ridicularidade imensa. Só não reproduzo porque eles têm caráter meio pessoal, mas em um deles eu chamo alguém, com quem hoje evito conversar, de amigona. Cramentua(expressão de espanto, para não banalizar Ele, como os normais fazem), como eu era ridículo. Isso é muito tosco mesmo. Eu era muito tosco. Tudo bem, ainda sou tosco, mas ao invés de um normal tosco sou um maluco tosco.
Eu realmente não acredito que escrevi certas coisas. Palavras em tom extremamente exigente e possessivo. Algo que eu nunca mais, mas nunca mais mesmo escreverei. Ridículo, patético, absurdo.
O meu passado me persegue e me condena, mas sou sincero ao dizer isso. Eu também mandava mensagens prontas “à fuzéus”(termo equivalente ao “pra caramba”). Mensagens sem fundamento algum. Não tenho certeza, mas acho que uma delas eu mandei como uma “indireta” para outra pessoa.
Bom, ver tudo aquilo, apenas confirma que muita coisa mudou. Não digo entre o eu normal e o eu maluco, porque esses dois eu, não se comparam, mas quero dizer que a mudança entre o eu de março do ano passado e o eu de junho é enorme, por exemplo(a mudança ocorreu eu agosto), nas minhas intenções. Em março eu queria ser popular, em junho, já queria me excluir de tudo.
Pois é, as coisas mudaram mesmo. Aqueles e aquelas que foram considerados(as) por mim como amigos(as), não eram meus amigos(as) mesmo. Eram apenas coadjuvantes de algo que me forçou a mudar.
A pressão que os normais fizeram para que eu me tornasse realmente um deles foi grande. Mas o meu eu-lírico, que sempre foi maluco, felizmente me impediu de estragar a minha vida mais ainda. E ELE também tem participação direta nisso. Aliás, ELE foi o responsável pela minha mudança.
Isso tudo influenciou para que o descrente e ateu não confirmado se transformasse em um católico participativo, que vai à missa todas as terças, ainda por cima ler nelas(nas missas).
Enfim, uma coisa leva a outra, e aqueles e-mails já foram apagados, mas pela primeira vez concluindo uma idéia, cheguei a conclusão(acreditem, não escreveria isso se não fosse verdade) de que é quase impossível apagar tudo o que me lembra os tempos de normal. Até porque(é coisa de maluco o que vou dizer), não quero apagar algumas lembranças para ter sempre nas lembranças os momentos de dificuldade, que tanto me ajudaram a crescer e evoluir, não fisicamente, mas sim moral e espiritualmente. Não quero apagar para provar que é possível sim, mudar e recomeçar, independentemente da situação em que se está.
Uma boa semana à todos!
sábado, 22 de setembro de 2007
A cada dia mais normais... (2) - eles não merecem viver...
Aquele que nunca fez algo sem pensar, apenas no impulso que a raiva lhe proporcionou, candidate-se a santo, porque só um santo nunca agiu com o instinto impulsionado pela raiva. Acho que nem os santos são capazes disso.
Agir com raiva é tão habitual quanto pensar que as coisas dão errado, ou quanto acender uma vela e derrubar cera no chão. Agir com raiva é um atestado de precipitadez(se essa palavra não existe, entenda como algo relacionado a uma atitude precipitada), de impaciência.
Chega, cansei de textos racionais, onde eu discuto um pouco o assunto e depois dou uma opinião, até porque não estou com uma grande vontade de escrever. Talvez eu seja o único que não faz todos os textos da mesma forma. É, se você está lendo um texto meu pela primeira vez, seja bem-vindo(a) ao blog do maluco.
Resolvi escrever sobre raiva porque não aguento mais reprimir a minha raiva. Sim, faço isso quase todos os dias, pelo simples motivo que acredito ser capaz de superar essa raiva. Cansei também disso, de achar que sou capaz de fazer algo que está me prejudicando. Até o blog sai prejudicado nisso. Isso me dá mais raiva ainda.
Os normais me dão raiva e agora eu falo sério ao extremo(sempre falo sério aqui, tá, nem sempre mas quando eu tiro sarro coloco risadas ao lado). A minha explicação será escrita em breve, assim como a continuação da saga mais legal(essa acabou de ser criada). Isso se eu tiver cabeça e idéias suficientes para escrever.
Os normais, malditos. A cada dia mais normais.
Bando de gente copiadora... eu não entendo. Como podem ser tão copiadores, inoriginais(esse termo não existe, mas o usei para designar ausência de originalidade... bah, acho que criei outra palavra então... - hehehe) à ponto de ouvirem algo e em vez de se basear no que ouviram para criar uma coisa diferente, copiam exatamente da mesma maneira. O pior é quem não se importa com a primeira coisa dita e elogia o segundo por ter falado algo engraçado.
Repito, isso mais uma vez não é inveja, apenas é uma dura crítica à todos os normais que copiam coisas simples, sejam elas frases ou atitudes, para querer aparecer. Aquela frase nem foi engraçada mas, ele copiou. Babaca mesmo.
Cansei de conter a minha raiva contra esses normais. A minha mãe acabou de me dizer que devemos aguentar e esquecer certas coisas, mas eu refutei esse comentário, de maneira educada pois ela é minha mãe e tentou me ajudar, mas tenho a certeza de que cheguei em um momento onde não preciso mais aguentar isso.
Às vezes tenho saudade do meu eu antigo. Do meu eu antes de ser normal, ou seja, quando eu era criança. Que saudades mesmo. Naquela época, mesmo que eu apanhasse, saía no soco com alguém que me incomodava. Por motivos de criança, mas eu nunca levei desaforo para casa. Os meus amigos lutavam junto. Era a minha turma contra uma outra turma, numa guerra em proporções absolutamente menores. Mas era uma guerra. E eu saía no soco para defender o que eu queria ou para me defender de provocações. Saudades disso.
Não saio no soco. A não ser que o motivo seja de extrema raiva. Mas tudo bem.
Cansei dos normais. Aqueles que por mais que tentassem, não conseguiriam ser sinceros. A falsidade ultrapassa limites. Chamar alguém que já ofendeu de amigão é uma atitude de extrema falsidade. Babacas, não sabem o quanto isso é ridículo.
A cada dia mais normais porque nunca chegarão sequer a tentativa de mudar, nem que seja um pouco, essa vida normal e comum, cheia de atitudes normais e comuns. Babacas.
Eu duvido que esse post tenha algum comentário, mas se tiver vai ser uma crítica a mim. Bom, todos são livres, mas não coloquem palavrões nos comentários, qualquer coisa mandem-me um e-mail. Critiquem sim, mas de maneira civilizada...
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Já chega...
Essa amizade é para sempre, mas dois dias depois eles brigam e não são mais amigos. E como trocam de amigos os normais. A duração de uma amizade pra eles varia conforme a utilidade daquele que eles chamam mas não são e nem consideram de verdade amigos. A duração para eles varia conforme o retorno que esse "amigo" pode trazer para eles.
(às vezes acho que meus textos são um pouco alucinados...)
Mas eu já escrevi sobre banalização de amizade... então passo para outro ponto. Bom, como já falei de banalização do amor(sempre por parte dos normais), vou apenas citar um exemplo verídico que vi. Desconsiderando o local, que é sim um meio de comunicação, li alguém que colocou na legenda de uma foto(não precisa ser necessariamente o orkut) que aquele amor(entre ele e uma suposta guria) era para sempre. Dois meses depois, o normal volta a escrever a mesma frase, só que a acompanhante de foto é outra. Ou seja, a banalização foi não só com o amor, mas com o para sempre também.
Que ridículo.
Mas o que posso fazer eu, um simples maluco, perante a um exército enorme de gente normal? Não lutarei até a morte porque partir para a ignorância é cosia de comum e de bêbados, mas sim, tentarei ao máximo afastar o meu mundo de coisas normais... como a banalização... que atingiu o ponto de destruir com o... para sempre.
"para sempre... mesmo que o para sempre sempre acabe..."
domingo, 9 de setembro de 2007
Direto de Nonoai...
Hum...
A começar(pela segunda vez) que fomos dormir tarde(após às 5 da madrugada) e acordamos cedo. Esse fomos inclui além deste que escreve aqui o irmão Guto.
O legal é que a história de festas eu conto outra hora, porque agora... não há inspiração.
A tarde, já na mesma cidade onde estou atualmente, joguei vôlei e futebol com um bando de maluco gente boa. Muito massa. Cansei pra caramba, mas jogaria mais se preciso fosse.
Ficar descrevendo dias ou ações não é o meu forte mas... é...
Volto só amanhã para a enorme(hahaha) Frederico Westphalen, acompanhado pela mesma pessoa que veio comigo(leiam os abaixo e saberão). Perderei uma apresentação que valerá muita nota, mas sem problemas. Não tinha como voltar hoje.
Aula... que droga. Se desse voltava para cá no próximo fim de semana, repetindo tudo o que fiz. Como a perfeição(MALDITA, bando de normais que tentam procurá-la, bando de MALDITOS -hahahhahahahhahah) não existe, o fim de semana não foi perfeito, mas isso fica para uma dissertação(o dicionário serve em caso de dúvida quanto ao sentido dessa frase).
Boa semana à todos!
Antes que me esqueça... A SAGA CONTINUARÁ... mas não é para ter medo, mas acho que vai ser legal... ou não.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Considerações de um maluco
Em segundo lugar(não por importância, apenas por ordem), fico um pouco triste pela morte do tenor dos tenores, o tal do Pavarotti. Eu não gosto de música clássica, mas ele era grande, tanto no sentido literal quanto no sentido figurado. A voz dele podia deixar alguém surdo(a das patricinhas quando gritam agudamente também). Ele era italiano, torcedor da Juventus, então era gente boa.
Terceira colocação que faço é que não adianta lutar. Acabem o campeonato. O são paulo é favorecido todo o jogo por árbitros incompetentes e imparciais. Vai levar o título porque sempre é ajudado. SEMPRE. Ontem não foi diferente.
Quarta colocação, o Inter mereceu perder. Devia ter perdido no domingo, mas o Clemer, salvou tudo mas ontem entregou a rapadura para um santista. O Grêmio foi muito superior e na volta do boêmio Tuta a função de jogador de futebol, fez 3x1 no vasco. Rumo a Libertadores 2008.
Quinta colocação, talvez a última, mas a mais importante, é que me revolto com os normais, que dessa vez, começaram a criticar os falsos e arrogantes, esquecendo-se de que eles mesmos estão se criticando, pelo fato de serem falsos, arrogantes, enfim, normais. Talvez esses babacas que escrevem em forma de poesia coisas bestas no orkut, não tenham como ou não querem fazer um exame de consciência para analisar que eles são desse jeito. Criticar os falsos, no caso deles, é criticar a si mesmos. E o fato de acharem que não são dessa maneira, quando é óbvio(só não é mais óbvio que o favorecimento a paulistas e cariocas no brasileiro) que eles são, porque demonstram isso a todo momento. É, falta um "espelho" na casa deles. Pobres normais, vocês não merecem nada.
Analisando algumas coisas, percebi que não farei um resumão da Champions League 2007/2008 como fiz na última temporada. Ocupa tempo demais. E muito espaço também. Seria legal, mas é muito jogo.
Outro fato que comento agora, é que descobri a utilidade dos "marcadores" numa postagem. É legal. Não consegui colocar marcadores em todos pela falta de tempo mas, coloquei em alguns. É legal descobrir essas coisas novas. Eu realmente não sabia para que servia. Limpei um pouco o blog, mudei a cor de fundo, enfim, mudei um pouco. Deixem uma opinião, sincera, de preferência. Um comentário também seria legal.
Deixo-lhes o meu desejo de que todos os leitores que gostam desse blog tenham um bom feriado e que votem na enquete ao lado.
Uma coisa que eu tenho que dizer. Cheguei a conclusão, analisando fatos históricos, que o brasil só se tornou independente porque um plaiboizinho português, birrento, queria um país só pra ele, então grito as margens de algum rio que queria um país só pra ele. Então o pai dele deu um país só pra ele comandar. Coisa de plaiboizinho birrento. É, até naquela época tinha disso.
Não, não estudei essa história a fundo, mas analisei-a por cima. E, com visão de maluco é claro, consigo explicar porque há tantos plaiboizinhos como atualmente.
Amanhã de manhã saio de viagem para Trindade do Sul. Vou com a senhorita Jaqueline visitar os amigos de lá. Não pensem besteira, somos apenas amigos.
Antes do feriado...
Sempre fui daqueles que gosta de analisar os dois lados, daqueles que gostam de conhecer os dois lados de uma história. Então fiquei pensando no lado da minha professora de português, aquela que não libera os alunos mesmo quando não há nada para fazer, aquela que não impõe respeito, aquela que sempre me xinga por eu fazer rápido redações e provas, aquela que após eu fazer isso reluta a me deixar vir para casa.
Sim, ela tem vários problemas. Mas analiso pelo lado dela. Ela tenta cumprir horários. Tenta explicar, tenta chamar a atenção. Mas a turma(com moral digo que me incluo fora dessa turma) sempre está conversando, alguns são falsos com ela(ser falso com o professor, no caso professora, coisa de normal mesmo). Há conversas o tempo inteiro, eu particularmente não consigo prestar muita atenção nas aulas por causa do excesso de conversa(e a acústica daquele porão que chamam de sala). É difícil.
Mas sem problemas.
Outro caso é que hoje me despedi de três colegas. Hahahahahaha... pegadinha do malandro... Não me despedi nada. Eles foram embora e eu não fiz nenhuma questão de me despedir. Três normais a menos para me incomodar-me e irritar-me. Mas uma normal voltou, escrevi sobre a despedida dela há algum tempo, mas ela voltou. Não cumprimentei também, novamente o único que não fez isso. Mas, depois do que ouvi ontem, fiquei com o sentimento de que deveria ter saído da sala quando ela voltou. Pois é, a situação é assim mesmo.
Mas que nada. Pessoas vêm e vão. Pessoas dizem oi e tchau. Pessoas são suas amigas ou não. Você as cumprimenta ou não. Essas escolhas são tomadas diariamente e por mais que você não queira, fez uma escolha(digo que foi uma boa escolha) por estar lendo este blog. Obrigado!
Abraço e bom final de semana. Volto apenas na segunda-feira!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Olha o que uma aula de física faz com um maluco
Tá, tem uma maluca de aniversário hoje, mas tudo bem, deixo pro final.
Hoje à tarde, num dos 4 períodos do dia, aprendi, bom, no caso relembrei, pois já sabia disso, que o branco reflete todas as cores, por isso vemos branco. Então esse que lhes escreve perguntou ao professor que, se tudo refletisse todas as cores, veríamos tudo branco. E o pior, a resposta foi positiva(meio quase muito óbvio)(o excesso de termos independentes e distintos mostra como estou).
Fiquei pensando nisso. E fiquei mesmo, daquele momento em diante, a minha compreensão da aula e digo mais, do mundo inteiro, havia mudado. Não, não passei a acreditar na ciência e descrer Nele. Mas sim, saber que se tudo o que existe refletisse todas as cores, veríamos tudo branco, me fez crer que o mundo poderia ser muito diferente. E concordem, seria mesmo.
A começar que não veríamos o céu azul(óbvio, e o Grêmio não seria mais azul, aliás, o esporte não existiria), não veríamos o verde das árvores(eu consegui convencer o professor de que árvores NÃO têm olhos para ver a sua cor), enfim, não veríamos nada. Tá, só veríamos branco. Alguém imagina como seria?
Como tudo, bom(essas concessões estão irritando até mesmo a mim) QUASE tudo tem seu lado bom e seu lado ruim, pensei em quais seriam esses lados.
Começo pelo lado ruim. A princípio, sem saber como distinguir os objetos, a saúde pública estaria em risco. Sim, nos bateríamos a todo momento, nos machucaríamos, e como conseqüência disso, como não haveriam médicos pois eles não teriam como ser médicos pois não distinguiriam nada, quem se machucasse, mais precisamente com um corte, morreria em conseqüência de uma infecção.
Talvez assim, só uma geração existisse, a não ser que o ser humano nascesse por brotamento, pois como não haveria métodos para reprodução pela falta de saber onde estão os locais(vocês entenderam), a reprodução sexuada como é feita pelos animais(mamíferos, aves, répteis...) não existiria. Pois é, a humanidade estaria condenada a extinção, a não ser que, como eu disse, a reprodução fosse por brotamento.
Caso isso acontecesse, haveria um lado bom. Os superficiais não existiriam. Os normais não existiriam(bah, o mundo poderia ser assim). O mundo atual não existiria pois não haveria como ver ou saber trapacear os outros. Seria tão legal.
Outra coisa que eu acho que seria legal, é que desenvolveríamos como ninguém a audição, o tato e o instinto. Seria muito legal.
Mas, para tudo isso, a teoria dessas reflexões ou absorsoes de cores deveria ser algo totalmente correto, mas como não acredito nisso, esse texto se transforma em um simples... texto de maluco.
Mas eu coloquei o meu sonho, de que não existissem normais nessa situação. Mas não quero que eles desapareçam. Todo mundo maluco também não dá.
Agora, Ju, você sabe que é você. Parabéns. 18 anos. Tá na hora de dirigir... hehehhehe. Beijo Juliana, que você possa crescer muito(mesmo que não de tamanho) - (droga, já fiz essa piada por telefone com ela...). Se cuida
Abraço e boa semana aos outros leitores.