Depois de aliviar a minha raiva mental no Tosco, perdi um pouco da vontade de escrever. Mas acho que... bom, não acho nada. O fato é que... bom, não há fato também. Vou tentar escrever diferente nesse texto. Eu sempre uso os mesmos recursos de linguagem, não todos em todos os textos, mas nunca falta um eu acho ou um bom..., ou qualquer coisa do tipo(esse coisa do tipo, também não falta nunca).(esses parênteses também não).
O ano começou. O escolar. Minha responsabilidade de estudar também. Mas ter que ler "Os sertões" é uma ofensa à minha vontade de ler. Bah, mas que livro ruim. É descrição disso, daquilo, do local onde se passa a história, de outros locais, onde nem há resquícios de história. E é detalhe disso e daquilo. Li, li, li, li, li, pulei partes, li, li, pulei mais umas partes, li, li, pulei mais umas partes. E ainda não acabou a descrição. Mas que merda. São livros como esse, leituras obrigatórias para o vestibular, que fazem com que alunos como eu, que gostam de ler, deixem de gostar. Não tem um livro de crônica do L.F. Veríssimo ou do David Coimbra como leitura obrigatória. Não tem nenhum livro sobre futebol. Mas que merda.
Essas histórias antigas, de sertão, de paisagem, de índio, com liguagens mais antigas do que arcaicas. Livros feitos à partir de desenhos em cavernas. Sacanagem isso. É uma afronta, um desrespeito com aqueles que podem mudar o país. Sim, os que não passam por isso, tem mais chance de virar presidente do país lá de cima.
É necessária uma mudança no sistema de qualificação dos estudantes. Deve-se valorizar o histórico do estudante, assim como é feito em outros países, que não por acaso, são muito, mas muito, mas muuuuuuuuuuuuito, mas MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
UUUUITO mais desenvolvidos que aquele fanático por dinheiro e por futebol, o brasil. Gosto muito de futebol, mas não fico discutindo à toa.
Dizem que nada é por acaso. Porém, essa é apenas meia verdade. Se bem que além de não acreditar em sorte, azar, não acredito no acaso. Como ouvi uma vez, de alguém que ainda acho que pensa assim, o acaso é o pseudônimo de Deus. Não acredito que nada seja por acaso, porque acho que ELE nos coloca em algumas situações, de propósito, o que nos faz crescer, se soubermos aproveitar.
Que venha o vestibular. Seja onde for. Seja por acaso. E que eu consiga terminar de ler esse maldito "Os sertões", mesmo que eu duvide muito que caia alguma coisa relativa sobre ele em qualquer vestibular que eu faça. Que o ano prossiga.
Consegui estudar hoje. Mesmo que não tenha gostado muito. Revisei o caderno de história, usado nos 3 anos do ensino médio. Tudo uma bagunça. Mas enfim, acho que consegui me entender nele. E toma pra marasquinha, foi pro terreno do baúco do Ceu e tava se engalfinhando com uma vaca que mais parece um touro. Levou o dela. Tentou fugir mas o maluco do Mauro Manfio foi lá e prendeu ela, com a ajuda do maluco do Gilberto, ou melhor, Beto, ou melhor, véio leão, que deu-lhe pau naquela vaca assanhada do Ceu. Toma.
Até!
quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Daquela velha frase
Escrito por
Vini Manfio
Já ouvi que depois da tempestade, vem a calmaria. Pfff. Balela. Depois da tempestade vem a contabilização do prejuízo e o "mãos à obra" para reconstruir o que a tempestade trouxe.
Sem análises longas hoje, por falta de tempo. Apenas quero deixar registrado aqui que tudo o que eu escrevo é por vontade própria, o que penso e sinto no momento, como podem ver na descrição do blog.
Enfim. Só deve ficar aquela de que não adianta, por mais que use-se cola, e ela seja Tenaz ou qualquer marca vagabunda por aí, não dá pra reconstruir algo que foi quebrado. Pode-se sim, colocar uma fita madeira e pintar de alguma cor legal, como amarelo fosforescente ou laranja marinho(???)(ps. não existe isso, mas para não colocar azul bebê, inventei uma cor, tentem misturar azul marinho com laranja para ver no que dá). Só que torna-se coisa de normal, superficial demais.
Não preciso mais escrever nada depois disso.
Tão tá!
Sem análises longas hoje, por falta de tempo. Apenas quero deixar registrado aqui que tudo o que eu escrevo é por vontade própria, o que penso e sinto no momento, como podem ver na descrição do blog.
Enfim. Só deve ficar aquela de que não adianta, por mais que use-se cola, e ela seja Tenaz ou qualquer marca vagabunda por aí, não dá pra reconstruir algo que foi quebrado. Pode-se sim, colocar uma fita madeira e pintar de alguma cor legal, como amarelo fosforescente ou laranja marinho(???)(ps. não existe isso, mas para não colocar azul bebê, inventei uma cor, tentem misturar azul marinho com laranja para ver no que dá). Só que torna-se coisa de normal, superficial demais.
Não preciso mais escrever nada depois disso.
Tão tá!
segunda-feira, 3 de março de 2008
Do nada ao... nada(2) - quem sabe mais uma saga
Escrito por
Vini Manfio
E como as coisas mudam. Quando parece que alguma melhoria acontece, vem alguém e apaga essa melhoria, tornando as coisas piores do que estavam. Enfim, não há ninguém que saiba sobre o que escrevo, porque esse post não tem relação com o post abaixo.
Mas não agüento mais essas coisas que se tornam boas e depois ruins. Chega. Se pudesse, evitaria que um começo se tornasse uma coisa, para que essa coisa fosse boa e depois ruim. Enfim, se eu pudesse, evitaria esse bem-me-quer, mal-me-quer que se tornam essas coisas.
Hoje, caindo de sono na aula de biologia, não entendi nada. Na aula de português, menos ainda. Mas de tarde consegui acompanhar e aprender algo. Não vem ao caso o que aprendi, mas enfim, o importante não é o que, não é a quantidade, aliás, não é nem a qualidade. O importante é aprender(frase de pára-choque de caminhão - hehehe).
Mas o que me leva a escrever hoje? Não sei. Acho que nada. Porque não há muito o que eu possa escrever. Aliás, não tenho mais a intenção de escrever algo legal. Apenas quero escrever. Aquele momento de "silêncio interior" em que não pensei em nada, me fez pensar muito mais em momentos "livres". Não que todos devam fazer isso, mas enfim, pra quem quer tentar algo novo, talvez sirva.
De resto ou de bom, ou até de ruim, deixo o sincero desejo de boa semana à todos... aqueles que merecem.
Ah, meus pais chegaram. Obrigado Deus!
Tão tá!
Mas não agüento mais essas coisas que se tornam boas e depois ruins. Chega. Se pudesse, evitaria que um começo se tornasse uma coisa, para que essa coisa fosse boa e depois ruim. Enfim, se eu pudesse, evitaria esse bem-me-quer, mal-me-quer que se tornam essas coisas.
Hoje, caindo de sono na aula de biologia, não entendi nada. Na aula de português, menos ainda. Mas de tarde consegui acompanhar e aprender algo. Não vem ao caso o que aprendi, mas enfim, o importante não é o que, não é a quantidade, aliás, não é nem a qualidade. O importante é aprender(frase de pára-choque de caminhão - hehehe).
Mas o que me leva a escrever hoje? Não sei. Acho que nada. Porque não há muito o que eu possa escrever. Aliás, não tenho mais a intenção de escrever algo legal. Apenas quero escrever. Aquele momento de "silêncio interior" em que não pensei em nada, me fez pensar muito mais em momentos "livres". Não que todos devam fazer isso, mas enfim, pra quem quer tentar algo novo, talvez sirva.
De resto ou de bom, ou até de ruim, deixo o sincero desejo de boa semana à todos... aqueles que merecem.
Ah, meus pais chegaram. Obrigado Deus!
Tão tá!
domingo, 2 de março de 2008
Histórias do Bandiolo - sozinho pelas ruas das esquinas de qualquer lugar
Escrito por
Vini Manfio
Ele caminhava. Sozinho. Pelas ruas. Das esquinas. De qualquer lugar. Enfim, era apenas mais um. Mais um caminhante. Mais um solitário. Mas naquele momento, nada mais importava pra ele. Nada mais. Ele era invisível. Ninguém conseguia enxergá-lo. Na verdade, até hoje ele tem dúvida sobre isso. Talvez, não quisessem enxergá-lo.
Mas na verdade, nada disso importava. Ele não queria nada além de uma palavra. Só uma palavra mudaria tudo isso. Ou um gesto, sincero. Só um gesto sincero era necessário para que ele voltasse a ser o que era. Mas não. Nada disso aconteceu. Ele ficou cego e surdo. Talvez nem falar mais conseguisse. A vida dele virou uma escuridão.
Relembrando coisas, durante a caminhada, viu o quanto o mundo mudou. O quanto certas coisas simples, aquelas que ele tanto queria mas não tinha, tinham perdido valor perante a esse mundo. Descobriu o quanto cruel era esse mundo. Aliás, o quanto cruel tinha se tornado esse mundo. Nada mais naquele passado lhe fazia sorrir. Nada mais lhe fazia chorar.
Ele perdeu quase tudo. Perdeu amigos, perdeu diversão, perdeu felicidade. Talvez até, tenha perdido sua família. Nada mais lhe instigava algum sentimento. Nada mais. E tudo o que tinha vivido até então, perdeu o sentido. Tudo. Inclusive suas convicções.
Mas não havia nada que ele pudesse fazer. Então ele voltou para sua casa. Sozinho. Sentou no sofá, olhou para fora no mesmo instante em que começou a chover. Ficou pensando que sua vida era como chuva passageira. Bom no momento, mas depois as coisas pioram.
Percebeu também que tudo aquilo que vivera até então, era como uma bergamota no pé, se não comida quando madura, apodrece e perde o valor. Ninguém se importa com uma bergamota podre.
Ele... continua por aí, sozinho. Atordoado com o mundo. Atordoado com as pessoas. Atordoado com aqueles que lhe fizeram feliz, mas que hoje nem sequer dizem-lhe oi.
Tão tá! Boa semana para quem lê.
Mas na verdade, nada disso importava. Ele não queria nada além de uma palavra. Só uma palavra mudaria tudo isso. Ou um gesto, sincero. Só um gesto sincero era necessário para que ele voltasse a ser o que era. Mas não. Nada disso aconteceu. Ele ficou cego e surdo. Talvez nem falar mais conseguisse. A vida dele virou uma escuridão.
Relembrando coisas, durante a caminhada, viu o quanto o mundo mudou. O quanto certas coisas simples, aquelas que ele tanto queria mas não tinha, tinham perdido valor perante a esse mundo. Descobriu o quanto cruel era esse mundo. Aliás, o quanto cruel tinha se tornado esse mundo. Nada mais naquele passado lhe fazia sorrir. Nada mais lhe fazia chorar.
Ele perdeu quase tudo. Perdeu amigos, perdeu diversão, perdeu felicidade. Talvez até, tenha perdido sua família. Nada mais lhe instigava algum sentimento. Nada mais. E tudo o que tinha vivido até então, perdeu o sentido. Tudo. Inclusive suas convicções.
Mas não havia nada que ele pudesse fazer. Então ele voltou para sua casa. Sozinho. Sentou no sofá, olhou para fora no mesmo instante em que começou a chover. Ficou pensando que sua vida era como chuva passageira. Bom no momento, mas depois as coisas pioram.
Percebeu também que tudo aquilo que vivera até então, era como uma bergamota no pé, se não comida quando madura, apodrece e perde o valor. Ninguém se importa com uma bergamota podre.
Ele... continua por aí, sozinho. Atordoado com o mundo. Atordoado com as pessoas. Atordoado com aqueles que lhe fizeram feliz, mas que hoje nem sequer dizem-lhe oi.
Tão tá! Boa semana para quem lê.
sábado, 1 de março de 2008
Apenas mais um momento
Escrito por
Vini Manfio
Não havia nada para fazer. Meia noite. Já era outro dia. Então, percebo que a chuva começara há algum tempo. E era uma chuva persistente, não muito forte. Mas aquele ar gelado tomou o ambiente, porque uma janela estava aberta. E com aquele ar gelado, veio aquela vontade de sair de casa. Como eu não tinha pra onde ir, resolvi sair pela porta dos fundos.
E o guarda-chuva era um mero detalhe. Até porque eu esqueci ele no colégio. Mas eu não o usaria, mesmo se o tivesse em mãos. Estava mesmo é com vontade de fazer algo diferente. Então tirei a camisa, para não molhar e fui para a chuva. Gelada a princípio, mas acostumei, como todo tipo de água que encosta em um corpo, mais frio ou, nesse caso, mais quente. De fato a temperatura da água estava próxima dos 18.5°C, imagino eu, segundo uma análise baseada em estudos do meu cérebro naquele momento.
O que se passa na cabeça de alguém que sai do calor de sua casa, de suas roupas secas, e vai para fora de casa apenas para se molhar. Não tomei banho de chuva. Claro que não. Eu não tinha sabonete nas mãos. Então apenas me molhei na chuva.
As galinhas no galinheiro estavam quietas. As galinhas no terreno do vizinho estavam quietas. Enfim, todas as galinhas da cidade, exceto as que talvez estavam sendo roubadas, estavam quietas. E isso não tem nada a ver com a chuva, mas é uma constatação incoerentemente ruim. Mas enfim, não quero fazer nada que preste mesmo, pelo menos não agora.
O barulho da chuva faz alguns dormirem melhor, mais calmos. O barulho da chuva nos faz pensar. Olhar a chuva cair nos faz pensar. Mas isso quando vemos a chuva. Estava tudo escuro, eu não via nada. Também não ouvia nada além do barulho das folhas do velho e produtivo limoeiro. E o cansativo barulho da água batendo em um balde vazio que o meu vizinho acabara de colocar em baixo de uma goteira.
Não havia motivos para me concentrar e pensar em algo específico. Mas uma sensação de liberdade, mesmo com as paredes, o galinheiro, o limoeiro e principalmente as grades, veio no instante em que percebi que ninguém poderia me ver. Tudo o que eu fizesse seria invisível a olho nú. Se bem que mesmo quando querem ver, eu não me importo e faço. Mas é uma sensação de independência sem um pingo(???) de independência realmente relacionada. E no momento em que voltei para casa, peguei a toalha e me sequei, vi que aquilo tinha sido bom. Mesmo com a possibilidade de uma forte gripe bater o meu organismo no dia, ou nas horas seguintes, estava eu a pensar que por um momento, parei de pensar.
Diferentemente do que diz um comercial que ouvi(porque estava lendo revista na frente da tv) esses dias, eu posso parar de pensar. Nós podemos para de pensar. Chamem-me de louco, ou melhor, de maluco, mas percebi isso. Dá pra parar de pensar e simplesmente contemplar a maravilha da natureza, como bem disse o Mestre dos Magos hoje, que é a criação de DEUS. É possível. Talvez algo não muito motivacional, mas enfim, não quero ajudar ninguém com os meus textos, apenas tento me ajudar, sem ser egoísta.
Uma sensação de liberdade, de contemplação, mesmo que 6 passos a frente, eu bateria com a cara na grade. Enfim... apenas mais um momento.
Tão tá!
E o guarda-chuva era um mero detalhe. Até porque eu esqueci ele no colégio. Mas eu não o usaria, mesmo se o tivesse em mãos. Estava mesmo é com vontade de fazer algo diferente. Então tirei a camisa, para não molhar e fui para a chuva. Gelada a princípio, mas acostumei, como todo tipo de água que encosta em um corpo, mais frio ou, nesse caso, mais quente. De fato a temperatura da água estava próxima dos 18.5°C, imagino eu, segundo uma análise baseada em estudos do meu cérebro naquele momento.
O que se passa na cabeça de alguém que sai do calor de sua casa, de suas roupas secas, e vai para fora de casa apenas para se molhar. Não tomei banho de chuva. Claro que não. Eu não tinha sabonete nas mãos. Então apenas me molhei na chuva.
As galinhas no galinheiro estavam quietas. As galinhas no terreno do vizinho estavam quietas. Enfim, todas as galinhas da cidade, exceto as que talvez estavam sendo roubadas, estavam quietas. E isso não tem nada a ver com a chuva, mas é uma constatação incoerentemente ruim. Mas enfim, não quero fazer nada que preste mesmo, pelo menos não agora.
O barulho da chuva faz alguns dormirem melhor, mais calmos. O barulho da chuva nos faz pensar. Olhar a chuva cair nos faz pensar. Mas isso quando vemos a chuva. Estava tudo escuro, eu não via nada. Também não ouvia nada além do barulho das folhas do velho e produtivo limoeiro. E o cansativo barulho da água batendo em um balde vazio que o meu vizinho acabara de colocar em baixo de uma goteira.
Não havia motivos para me concentrar e pensar em algo específico. Mas uma sensação de liberdade, mesmo com as paredes, o galinheiro, o limoeiro e principalmente as grades, veio no instante em que percebi que ninguém poderia me ver. Tudo o que eu fizesse seria invisível a olho nú. Se bem que mesmo quando querem ver, eu não me importo e faço. Mas é uma sensação de independência sem um pingo(???) de independência realmente relacionada. E no momento em que voltei para casa, peguei a toalha e me sequei, vi que aquilo tinha sido bom. Mesmo com a possibilidade de uma forte gripe bater o meu organismo no dia, ou nas horas seguintes, estava eu a pensar que por um momento, parei de pensar.
Diferentemente do que diz um comercial que ouvi(porque estava lendo revista na frente da tv) esses dias, eu posso parar de pensar. Nós podemos para de pensar. Chamem-me de louco, ou melhor, de maluco, mas percebi isso. Dá pra parar de pensar e simplesmente contemplar a maravilha da natureza, como bem disse o Mestre dos Magos hoje, que é a criação de DEUS. É possível. Talvez algo não muito motivacional, mas enfim, não quero ajudar ninguém com os meus textos, apenas tento me ajudar, sem ser egoísta.
Uma sensação de liberdade, de contemplação, mesmo que 6 passos a frente, eu bateria com a cara na grade. Enfim... apenas mais um momento.
Tão tá!
Assinar:
Postagens (Atom)