terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A letra importa?

Ouvir uma boa música é legal. E há momentos onde uma música pode fazer a diferença, seja para o bem ou para o mau. As músicas que tu ouves podem definir o teu jeito de ser, ou pelo menos a tua situação atual. Ou não também. A relatividade está na simplicidade mental nesse caso(?). Tá, a relatividade está então, no que tu achas legal ou não e se tu consegues expressar o que sentes e se precisa... enfim, é relativo e .

Alguns ouvem certo tipo de música e são chamados emos. Não vem ao caso o resto. Existem os punk, os metaleiros, os funkeiros, os pagodeiros, os cornos, enfim, muitas subclasses(??) de ouvidores de música. Nem preciso dizer o que ouço. Mas no caso, esse texto não vai falar sobre isso.

Eu gostaria de conhecer a pessoa que sabe toda a letra de todas as músicas que ouve. A menos que esse ser ouça apenas uma banda, que lançou apenas um cd, ou LP, ninguém consegue decorar todas as músicas.

Agora vem a pergunta, a letra importa? Sim, a letra da música influencia? Tu sabes o que significam as letras que tu cantas? E não precisa ser apenas em músicas em inglês. Tem gente que canta, que se forem perguntados, não saberão responder o que é cantado na música, mesmo que ela seja em português. Tem muita música de funk que não dá pra se entender. Rap também. Enfim, esses tipos, rejeitados por mim, mas acabo escutando pelos animais dos meus vizinhos colocarem essa música no mais alto volume.

Tu podes até estar cantando "sou gay" e não saber. Mas engana-se aquele que pensa que estou criticando as músicas em outro idioma. Pelo contrário, geralmente, elas têm letras mais legais. Ou não.

Qual a letra mais bonita e/ou legal que tu já ouviu ser cantada em uma música? Poucos aqueles saberão responder. Eu acho também, mas posso estar enganado.

Outra pergunta para quem lê isso aqui. Tu ouves uma música só pela letra? Respondo eu que não. Eu não ouço só pela letra, mas pela melodia. Gosto de rock antigo e as letras do Creedence são muito legais pra mim. Gosto de algumas letras do Foo Fighters e do The Cure. Mas não ouço a música só pela letra. Uma música bem instrumentada é, algumas vezes, melhor que uma música apenas com letra bonita.

Bonita ou não, acho que a letra tem pouca influência, até porque geralmente, presta-se mais atenção na melodia na primeira vez que se ouve uma música.

O carnaval acabou. Ainda bem. Que venha a Quaresma(não o Quaresma, do Porto).

Tão tá!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

E vamos pensar porque ... tá difícil

Tentei a pouco, imaginar e listar os melhores lugares, ou melhor, situações para se pensar e refletir, seja sobre problemas ou para tentar mentalizar um assunto para escrever em um blog(hehehe). Não será bem uma lista, mas sei lá, o fato é que leiam e saberão.

Acho que muitos já ouviram aquela máxima de que tomar banho acalma. E é. Mas é também um ótimo lugar para se pensar, até porque, a menos que algum vizinho idiota esteja escutando música de corno ou você mesmo tenha colocado um rádio no banheiro, tu acabas ficando em silêncio externo. No caso tu acabas escutando a água batendo, seja no chão(vamos cuidar o desperdício) ou nas costas, enfim, no teu, naquele momento, sujo ou não, corpo pelado. Só não vale ficar se molhando, pensando e desperdiçar água. Tem que se lavar, se enxaguar, enfim, tomar banho, mas pensar ao mesmo tempo.

Enquanto se tenta dormir. Vale também aquela de que há de se desconsiderar o filho da pu%$ do vizinho que levou corno e quem sofre é tu, ouvindo aquelas músicas patéticas. No silêncio da noite(ou do dia, para os baladeiros), dá pra refletir muito, sem ser atrapalhado pela sociedade insanamente normal. Malditos que não nos deixam pensar. Ah, nem vou falar em pensar antes de dormir em noite chuvosa, porque nem preciso dizer que chuva é apaziguante, pelo menos pra mim(ps.: Have you ever seen the rain)

Muitos vão discordar, mas pelo possível e provável isolamento e por tu teres que fazer aquilo tu com tu mesmo(hehehe(2)), lavar a louça é outra situação bagual pra se pensar. Vale também(225846) o caso do não desperdício de água. Mas enquanto tu lavas, acaba sempre pensando alguma coisa legal. Ou não também, nesse caso tudo é relativo. Quanto menos louça, ou até, quanto menos ela estiver engraxada, melhor o teu ânimo, caso contrário, o teu ânimo ficará ruim e os teus pensamentos serão movidos pela raiva. Ou não também, como eu disse, nesse caso depende da pessoa e do contexto de um maneira geral(ps.: ???).

Existem outros, mas não posso me atrasar aqui por motivo de força maior(estou com fome). O campeão em situação boa para se pensar é o momento mais calmo que uma pessoa deve ter no seu dia. É aquele momento de auto-reflexão(ps.???(2)), onde tu tens que tentar encontrar com o teu interior, mas sem encostar nele. Sim, no momento do cocô, da cagada, do n° 2, enfim, no momento de expelir fezes, tu tens um tempo considerável para pensar. E também podes falar sozinho, porque ninguém vai chamar de louco alguém que pede para o estômago mandar tudo pra fora de uma vez, pois esse alguém precisa ligar para outro alguém. O fato é que o tempo é relativo, o esforço é relativo, conseqüentemente, o pensamento será relativo. Mas ninguém te incomoda(nota: ninguém incomoda a menos que esse ninguém também esteja com vontade de fazer o que tu estás fazendo).

Disse alguém que não há coisa melhor do que chegar em casa apertado e dar AQUELA cagada. Não concordo, mas não discordo, pois sei que quando a coisa aperta, não há roupa íntima que segure... Nem .. .

Se alguém tiver mais uma sugestão de lugar ou situação legal, os comentários estão aí para ser usados.

Tão tá, bom dia de carnaval para todos aqueles que sabem que não estão sós no mundo.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Lalala

Devido ao post escrito onde disse eu que seriam cinco os parentes hospedados aqui em casa durante um certo tempo, tenho que dizer que só três(3) vieram. O que não muda muito, porque parente na tua casa é sempre parente na tua casa.

No caso o carnaval está aí. Todo mundo fazendo festa. Bom, nem todo mundo porque eu não estou fazendo festa. Nem o meu primo. Nem algumas poucas outras pessoas que conheço. Mundo superficial. Odeio esse mundo superficial.

Mas é domingo. E não é propriamente o dia do carnaval. E amanhã é segunda, que também não é propriamente o dia do carnaval. Porque no dia do carnaval as pessoas não fazem festa até altas horas da madrugada?

Rotina de baladeiro de carnaval é complicada. Por um ano, para ser a exceção dos anos, participei do carnaval. Sim, mas foi só o ano passado. Apenas incomodações. Ainda que eu fiquei de garçom um bom tempo. Não bebi. Não enchi a cara. Não dancei muito. Mas caí um tombo, e feio ainda, no meio da "pista". Mas que nada, sempre tem que ter um idiota pra fazer fiasco.

No caso eu não tenho nada para escrever mesmo e se você não tem nada para fazer a uma hora dessas, vá para os próximos posts, mais antigos, que talvez conseguirá ler alguma coisa, que pelo menos tenha fundamento.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

De um comentário a um xingamento

Depois de criticar os idiotas que fodem, bebem e depois saem e se matam, matando assim alguns inocentes que não tinham sequer bebido, recebi um comentário(o texto referido foi escrito no Tosco e no meu outro blog, no wordpress) que me fez pensar.

Ele escreveu e está certo, na minha visão, que tirando o lado humano, é bom que esses seres humanos, em sua grande maioria plaiboizinhos de merda, morram, assim, não teremos engenheiros incompetentes para construir as nossas casas e nem médicos incompetentes para operar nosso fígado ao invés de extrair o nosso apêndice.

Esse plaiboizinhos de merda, tirando o lado humano, merecem morrer mesmo. Desgraçados irresponsáveis. Deviam morrer sozinhos, batendo o carro contra um poste ou uma mureta, não contra o carro de inocentes. Bom mesmo seria se carros contendo apenas plaiboizinhos irresponsavelmente bêbados se colidissem.

Xinguem-me, critiquem-me, mas tive que concordar. São bilhões de idiotas no mundo, sendo integrantes disso, milhões de brasileiros, que não têm consciência de que um carro não serve apenas para "pegar" a mulherada. São idiotas que bebem e acham que assim são muito importantes e portanto, intocáveis.

Chega. Não dá. O acerebrado(sem cérebro) do meu primo está aqui do lado falando que Power Rangers era bom, e isso me atrapalha, até porque tenho que xingá-lo por dizer tamanha asneira.

Tão tá!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sem mistério nem tortinha

Triste dia para mim. Após uma série de intervenções estomacais no meu começo de dia, que atrapalharam e incomodaram por um tempo considerável, estava eu bem, comendo o que tivesse na frente, feito mão-de-vaca(pão-duro) em festa de inauguração. Estava bem e pronto para almoçar.

Cachorro-quente simples, sem maionese, sem tomate doce espremido, sem polpa da mostarda. Só pão e salsicha ao molho. Bom, comi bem, mas ninguém quer saber disso.

O fato é que após voltar para casa, decidi comer a tão deliciosa tortinha de limão, comprada pela manhã por mamãe. Fui então à geladeira, procurei, revirei, tirei o queijo, a margarina, a panela do leite, até os ovos daquele suporte para ovos, mas não achei a minha tortinha de limão. Não que eu me importasse tanto com ela, só que apenas pelo fato de ela ter sido comprada pra mim, eu a estava procurando.

Mas não achei. Então perguntei a minha mãe, que disse que minha irmã havia comido. Porque foram inventar as irmãs mais velhas?(esse texto começa a parecer um daqueles filmes do Macaulay Coukin) Mas é um saco. Irmãs mais velhas sempre acham que podem mandar nos mais novos(o termo caçula é excomungado desse blog), acham que sabem mais, que sempre estão certas. E que sempre que quiserem brincar estaremos dispostos.

Não dá. Não sou contra irmãs mais velhas, mas quando elas começam com aquela história de "quando que tu vais arranjar uma namorada?", é que atingem o auge da chatisse. Não dá².

No caso, não comi a tortinha de limão, não pude xingá-la, apenas pelo fato dela ter ido para a cidade do namorado e acabei de saber que 5 parentes estarão hospedados aqui em casa à partir de amanhã. Não dá³(porque não tem como representar na 4ª potência, pelo menos não que eu saiba). Não que eu não goste dos parentes, mas é que a minha casa é a casa do meu pai e não me sinto muito à vontade. Um exemplo é que não poderei sair do banho para o meu quarto enrolado na toalha azul, porque vai que uma das tias ou prima vejam. Que droga.

Perderei a minha privacidade, não sei até quando. Mas é complicado. Pelo menos é bom pra minha mãe, que sentirá-se feliz com as irmãs dela aqui. Pelo menos até a quarta de cinzas, dia do aniversário dela.

Tão tá!