sábado, 19 de janeiro de 2008

Pergunta

Sou só eu ou mais alguém tem o seu adobe flash player enchendo o saco quando abre-se a página desse blog? Se ninguém disser que sim, continuo com as músicas ao lado, mesmo que elas me prejudiquem... hehehe

Da paranóia a certeza

As mães são seres muito estranhos. A minha então. Meio louca, meio paranóica, meio muitas outras coisas. Amo a minha mãe mas me irrito quando ela começa com as manias de limpeza e as paranóias quanto à saúde e remédios.

Por causa da “falta de ar” já citada num texto abaixo, tive que fazer uma consulta, um exame, ontem. Pra que. Só pra gastar dinheiro e dá-lo de mão beijada ao médico, que só disse que eu não tinha nada. Eu já sabia que não era nada. Mas a minha mãe nem é teimosa...

Falta de ar por ansiedade. Pode ser, mas não me considero ansioso. Aliás, não tenho motivos atualmente para estar ansioso. É psicológico isso. Um dia passa, como tudo passa, até porque, a uva também é passa(trocadilho infame).

As mães são seres estranhos. Sempre se preocupam demais, sempre fazem muito alarme, sempre estão meio ocultas para os filhos, sempre estão dispostas a ouvir. As mães são seres estranhos.

Mas eu já sabia, repito, que não tinha nada. Eu já sabia. E a minha mãe ainda foi gastar dinheiro querendo ouvir isso de um médico. Nanana, eu me tapo de nojo com isso. Médicos só servem pra fazer partos, e olha lá.

Formem-se, ajudem os necessitados, mas não encham o meu saco. Uma vez quase fiz uma cirurgia no nariz por causa da incompetência de um médico. Tive que fazer exame por um médico achar que uma perna minha era mais do que o normal maior que outra, mas a diferença de uns 30mm fez o animal calar a boca.

Que droga. Não gosto de médico e não é a primeira vez que escrevo isso. Não gosto, não acho confiáveis, principalmente os daqui de Frederico Westphalen. Não subestimo ninguém, mas não confio. Prefiro tomar um chá de hortelã e acreditar que o meu corpo acaba com as minhas dores do que acreditar em médicos.

Mas que nada. Paranóia ou não pelo menos agora a minha mãe não pode mais dizer: “tem que ver o que é isso”...

Tão tá!


ps. a minha mãe sabe que eu chamo ela de parnóica e mãe, se estiveres lendo isso, beijo do teu filho desmiolado...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Não dá pra perder o espírito

Lembro-me agora do recado que uma pessoa me mandou alguns dias atrás, onde ela(no caso ele) elogiou a minha construção lingüística no nome de uma comunidade, a "Mai firme que palito na polenta". No começo achei que fosse brincadeira, tiração e até um xingamento pela minha enormemente declarada falta de cultura. Mas não, o cara esclareceu que não era tiração. Bom, mas isso nada tem relação ao título e ao texto em si.

O fato é que, ontem aconteceu um fato que não deveria acontecer. Discussão. Sim, a gurizada discutiu demais, alguns tavam partindo pra porrada mesmo, só que felizmente apenas no jogo. Mas mesmo assim.

O futebol, assim como qualquer outro jogo ou coisa que envolva duas pessoas com maneiras de pensar diferentes sempre gera discussão. Mas entre a gurizada esse foi o pior episódio dentre todos os jogos nos quais eu participei. Se ainda tivesse algum pela saco ou algum pau no cu, ainda vai, eu daria razão às discussões, mas não, era só o gurizada boa, os piá de igreja mesmo. Tá, nem tanto, mas quase.

Não sei como começou mas felizmente, em nome da amizade a gurizada acabou segurando o pé no final do jogo. Os únicos que não grudaram o pé, aliás, esse é o motivo da escrita ser gurizada e não nós, fomos eu e o Ricardo. O Fão e o Maurício não contam porque eram goleiros. Agora o resto sempre deixou algum pé por cima, algum chute mais forte.

Meu time ganhou o jogo. Ah, o Tio Sico, que me lembre não acertou nenhuma e nem o Renato. É, eram poucos, mas a discussão nem era tanto pelas entradas mais duras(sem malícia), mas por bolas que não ultrapassavam a linha, ou ultrapassavam também, por faltinhas, por mão na bola, enfim, coisa de futebol, mas que nunca tinha deixado o ambiente ficar tão ruim.

Acho que ontem foi a excessão da regra dos jogos tranqüilos, e espero que seja só essa exceção mesmo. Porque é complicado, ir jogar pra divertir, pra jogar mesmo, e acabar se irritando com pequenas coisas, que nesse caso, ao contrário do que disse o Sr. Scorpion, num episódio dos Simpsons, "as pequeninas coisas que dão graça à vida".

Tão tá!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Esclarecimento

Alguns leitores, no caso, 2, um ele e um ela, não entenderam o meu uso da palavra mosca no sentido figurado no post abaixo. Ou pelo menos aparentemente não entenderam e estão apenas tirando com a minha cara, o que é muito mais provável dado o QI que essas pessoas devem ter.

O fato é que o blog está sim, às moscas de visitantes, e esse às moscas é uma figuração de abandonado. Ou seja, só moscas aqui para comer os farelos. Bom, a explicação ficou pior ainda, mas fico feliz que existam pessoas que façam o papel de mosca nesse blog, já que ele singnifica alguma coisa pra mim, mesmo.

Valeu!

Depois dessa eu deveria para de escrever aqui

O blog me traiu. Aliás, eu mesmo me traí. Que merda mesmo. Depois de ler textos onde contei problemas, não revelados, de saúde passados, minha mãe marcou não sei o que lá, alguma coisa do tipo "bateria de exames". Não. Eu realmente preciso me enforcar. Nunca imaginei que ela fosse ler. Mas que droga também. Minha mãe é meio paranóica com essas coisas. Ainda mais porque eu não gosto de médicos e coisas do tipo.

O legal é que eu falei coisas no passado e ela entendeu como coisas no presente. Não tenho dor de cabeça há meses, e muitos meses e minha respiração não está prejudicada desde a missa de terça. Então que coisa que pode ter levado a dona senhora minha mãe a marcar um exame.

Eu realmente sou o primeiro, ou pelo menos o primeiro que eu conheço, traído por blog. As pessoas são pegas de surpresa, traídas, por orkut, msn, pelo que falam ou pelo que insinuam. Eu não. Fui traído pelas minhas palavras no blog.

Realmente é indigno isso. Que droga. Não. Ainda tá difícil de acreditar. Esse blog tá às moscas e justamente a minha mãe é uma dessas moscas(Mestre dos Magos, Graziela e Sil são outras moscas por aqui). Que droga. Não consigo pensar em outra coisa para escrever.

Não, não dá. Chega.

Droga, eu gosto desse blog, não posso abandoná-lo, até porque a culpa não foi só dele.

Enfim, um bom e tranqüilo resto de semana as moscas que lêem esse blog.

Tão tá!