Foi só falar em cabelo que o post abaixo ganhou 4 comentários. Nanana. As pessoas só comentam aquilo que lhes vem(ou tem) à cabeça... literalmente... hahaha. Tá, depois dessa piada infamemente tosca, acho que posso escrever algo aqui. Que pode ir do legal ao tosco, do tosco ao... que droga, esqueci a palavra que é mais tosca que tosco. Se eu achar em algum comentário eu posto.
Mas assim. Acabei de escrever sobre isso no meu 4° blog(espero que seja o último). Sobre essa de ter, ou tentar manter, o blog atualizado(blog novo: Tapibaquígrafos, do Mestre dos Magos, colaborador e membro da Gurizada do PL). Eu tenho que manter pelo menos 3 desses atualizados. E é difícil pensar em coisas pra 3 textos, mas enfim, gosto de escrever e sempre dou um jeito.
Eu escrevi sobre dores de cabeça há alguns posts(há algum tempo é um termo pouco usado nesse blog). Escrevi que eu tenho dores de cabeça estranhas, que não passam com remédios, só que esqueci de comentar sobre outro problema, não menos estranho. É, talvez o blog do maluco fiques sem o seu mentor por algum problema de saúde. Mas não se apavorem, meia dúzia(mas uma meia dúzia bem legal) de leitores, qualquer coisa eu aviso sobre a minha ausência.
O fato é que, tenho sentido uma falta de ar que me faz respirar e puxar o ar pela boca para conseguir respirar(algum médico por aí? - hahahah). E isso cansa. E como cansa. É uma puxada de ar e uma frase no blog. Mas tudo bem, estou vivo, mesmo que ainda.
Ah, que droga. Escrevi e não escrevi nada. Respirei e não respirei nada. Estou que nem o mundo atual, vivendo de aparências. Hahahahaha, admitam, essa teve sentido...
Tão tá!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Cabelo
Escrito por
Vini Manfio
Venho aqui para cumprir o que acho que eu escrevi em algum post abaixo. Um post por dia. Quase dia 16 e eu postando algo do dia 15. Mas é isso o que importa. O fato é que não sei.
Cabelos molhados. Molhados pela chuva ou pela piscina da casa do Miguel. Molhados pela água do chuveiro ou pela água da torneira, aquela mesma água que as pessoas colocam na boca para enxaguá-la após escovar os dentes. Mas não sei o que tem esses cabelos molhados.
Aliás, cabelos por si só são coisas estranhas. Um dia tu acordas e eles estão ajeitados. Ajeitados no meu ponto de vista é quando o meu cabelo não está nem pra cima, nem pra nenhum dos lados, mas sim, esparramado igualmente. É quando me sinto tranqüilo com meus cabelos.
Não me importo com o que as outras pessoas vão pensar do meu cabelo, se ele é pixaim, estabanado, ridículo, uma merda. Pensem e falem o que quiserem. É a tal da liberdade de ir e vir. O meu cabelo estando legal pra mim é o que importa.
Já se foi o tempo onde eu me importava em ajeitar o cabelo direito, porque eu era um normal, me preocupava com o que os outros pensavam. Agora foi. Que se...(blog de respeito que não usa palavrões salvo raras exceções).
Enfim, cabelos são coisas estranhas. As mulheres que o têm liso gostariam que ele fosse cacheado, ou mais liso ainda(malditas chapinhas que exalta o ego de algumas). As que tem cabelo cacheado gostariam de tê-lo liso.
Enfim, o fato é que poucos são aqueles que gostam dos seus cabelos. Eu gosto do meu, mesmo ele sendo estranhamente desajeitado. Mas é legal.
Tão tá!
Cabelos molhados. Molhados pela chuva ou pela piscina da casa do Miguel. Molhados pela água do chuveiro ou pela água da torneira, aquela mesma água que as pessoas colocam na boca para enxaguá-la após escovar os dentes. Mas não sei o que tem esses cabelos molhados.
Aliás, cabelos por si só são coisas estranhas. Um dia tu acordas e eles estão ajeitados. Ajeitados no meu ponto de vista é quando o meu cabelo não está nem pra cima, nem pra nenhum dos lados, mas sim, esparramado igualmente. É quando me sinto tranqüilo com meus cabelos.
Não me importo com o que as outras pessoas vão pensar do meu cabelo, se ele é pixaim, estabanado, ridículo, uma merda. Pensem e falem o que quiserem. É a tal da liberdade de ir e vir. O meu cabelo estando legal pra mim é o que importa.
Já se foi o tempo onde eu me importava em ajeitar o cabelo direito, porque eu era um normal, me preocupava com o que os outros pensavam. Agora foi. Que se...(blog de respeito que não usa palavrões salvo raras exceções).
Enfim, cabelos são coisas estranhas. As mulheres que o têm liso gostariam que ele fosse cacheado, ou mais liso ainda(malditas chapinhas que exalta o ego de algumas). As que tem cabelo cacheado gostariam de tê-lo liso.
Enfim, o fato é que poucos são aqueles que gostam dos seus cabelos. Eu gosto do meu, mesmo ele sendo estranhamente desajeitado. Mas é legal.
Tão tá!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Da discussão nasce... alguma coisa
Escrito por
Vini Manfio
Não sei bem ao certo como é, mas muitos dizem aquela frase "futebol, política e religião não se discute". Acho que são esses 3 itens mesmo. E tento imaginar agora, pessoas discutindo esses assuntos.
Primeiro o futebol. Um gremista e um colorado discutindo é a coisa mais racional que podemos imaginar. Desde que não saiam no soco, todos os argumentos são aceitáveis, mas na minha opinião, chamar de gay ou de macaco é coisa de torcedor idiota. Claro que no momento de empolgação não dá pra controlar, mas quem chama de gay ou de macaco em momento de lucidez total é totalmente idiota. São muitos argumentos. Não só entre as duas maiores torcidas do mundo, mas também entre os que não tem times tão grandes para torcer. Se foi pênalti ou não, se o jogador é mercenário, se a seleção da terra de ninguém tem que usar o quarteto mágico ou não. Enfim, futebol é legal de se discutir.
Segundo a política. Bom, antigamente, e em alguns locais dos tempos atuais, trocam-se tiros na disputa por prefeitura de cidades e tal... mas é burrice. Até porque, não brigam por eles, brigam por um amontoado de outros sem serventia que formam e sustentam uma bobagem cuja sigla sempre começa com o P. É perda de tempo repito eu. Pessoas que perdem tempo com a política não tem muito o que fazer mesmo. Mas a política não é mais tão discutida pois todos têm a mesma opinião: ladrões corruptos. Não preciso citar função e nem que moram em Brasília né... o fato é que todo mundo reclama mas na hora de votar e eleger alguém com 10 dedos nas mãos e um cérebro, na cabeça, em plenas condições, elegem um com 9 dedos nas mãos e com um cérebro que deve ter se atrofiado pela falta de uso. E depois reclamam que o presidente é um cachaceiro analfabeto. Mas vocês votaram nele em troca de um salário mínimo e um pouco de comida de graça todo mês. Enfim, não há muitos motivos atualmente para discutir política.
Religião. Antigamente discutia-se se tu eras judeu e eu católico, ou muçulmano, ou budista. Hoje se discute a existência ou não de DEUS. Não vou comentar muito pois já escrevi várias vezes que esses que afirmam que ELE não existe se baseiam em livros de idiotas que enganam o povo. Sabem que as pessoas, em sua maioria, tem uma mente muito vulnerável à aparências e assim ficam milionários. Enfim, torna-se tola essa discussão porque os que têm fé não deixarão de ter e os que não tem, sabemos, terão no momento em que surja alguma dificuldade.
Só que nesses 3 pontos, eu ignorei os fanáticos. Sim, aqueles idiotas que sofrem quando o time deles tem um pênalti contra num amistoso contra o 17 de maio da linha 21 de abril aqui de Frederico. Sim, eles gritam, berram, enchem o saco, não sabem nem o que falam direito, mas falam, e como falam besteira. Fanáticos idiotas. Existem claro, os fanáticos por política, que usam defendem o seu canditado, se eleito, com unhas, dentes e claro, com os 10 dedos das mãos ou critícam o canditado eleito, se não for o deles, com todos os argumentos visíveis e também inventam outros argumentos. Os fanáticos religiosos... bom, os homens-bomba são um exemplo. São mais quietos, mais calmos porém, são mais perigosos. Eles se matam achando que chegarão ao céu como heróis. Mas é tudo por causa de uns tarecos que os influenciam. Pobres coitados...
Enfim, toda forma de fanatismo é irritante. E sem os fanáticos todas as discussões se tornam possíveis e na medida dos argumentos, sem apelação, boas para o crescimento das pessoas. Trocar opiniões incrementa a tua opinião e a de quem discute contigo. Só não vão sair na rua discutindo com o primeiro que aparece, porque pode acabar em confusão. De preferência, é bom discutir com quem já é sabido que sabe discutir, ou melhor, debater um assunto.
Tão tá!
Primeiro o futebol. Um gremista e um colorado discutindo é a coisa mais racional que podemos imaginar. Desde que não saiam no soco, todos os argumentos são aceitáveis, mas na minha opinião, chamar de gay ou de macaco é coisa de torcedor idiota. Claro que no momento de empolgação não dá pra controlar, mas quem chama de gay ou de macaco em momento de lucidez total é totalmente idiota. São muitos argumentos. Não só entre as duas maiores torcidas do mundo, mas também entre os que não tem times tão grandes para torcer. Se foi pênalti ou não, se o jogador é mercenário, se a seleção da terra de ninguém tem que usar o quarteto mágico ou não. Enfim, futebol é legal de se discutir.
Segundo a política. Bom, antigamente, e em alguns locais dos tempos atuais, trocam-se tiros na disputa por prefeitura de cidades e tal... mas é burrice. Até porque, não brigam por eles, brigam por um amontoado de outros sem serventia que formam e sustentam uma bobagem cuja sigla sempre começa com o P. É perda de tempo repito eu. Pessoas que perdem tempo com a política não tem muito o que fazer mesmo. Mas a política não é mais tão discutida pois todos têm a mesma opinião: ladrões corruptos. Não preciso citar função e nem que moram em Brasília né... o fato é que todo mundo reclama mas na hora de votar e eleger alguém com 10 dedos nas mãos e um cérebro, na cabeça, em plenas condições, elegem um com 9 dedos nas mãos e com um cérebro que deve ter se atrofiado pela falta de uso. E depois reclamam que o presidente é um cachaceiro analfabeto. Mas vocês votaram nele em troca de um salário mínimo e um pouco de comida de graça todo mês. Enfim, não há muitos motivos atualmente para discutir política.
Religião. Antigamente discutia-se se tu eras judeu e eu católico, ou muçulmano, ou budista. Hoje se discute a existência ou não de DEUS. Não vou comentar muito pois já escrevi várias vezes que esses que afirmam que ELE não existe se baseiam em livros de idiotas que enganam o povo. Sabem que as pessoas, em sua maioria, tem uma mente muito vulnerável à aparências e assim ficam milionários. Enfim, torna-se tola essa discussão porque os que têm fé não deixarão de ter e os que não tem, sabemos, terão no momento em que surja alguma dificuldade.
Só que nesses 3 pontos, eu ignorei os fanáticos. Sim, aqueles idiotas que sofrem quando o time deles tem um pênalti contra num amistoso contra o 17 de maio da linha 21 de abril aqui de Frederico. Sim, eles gritam, berram, enchem o saco, não sabem nem o que falam direito, mas falam, e como falam besteira. Fanáticos idiotas. Existem claro, os fanáticos por política, que usam defendem o seu canditado, se eleito, com unhas, dentes e claro, com os 10 dedos das mãos ou critícam o canditado eleito, se não for o deles, com todos os argumentos visíveis e também inventam outros argumentos. Os fanáticos religiosos... bom, os homens-bomba são um exemplo. São mais quietos, mais calmos porém, são mais perigosos. Eles se matam achando que chegarão ao céu como heróis. Mas é tudo por causa de uns tarecos que os influenciam. Pobres coitados...
Enfim, toda forma de fanatismo é irritante. E sem os fanáticos todas as discussões se tornam possíveis e na medida dos argumentos, sem apelação, boas para o crescimento das pessoas. Trocar opiniões incrementa a tua opinião e a de quem discute contigo. Só não vão sair na rua discutindo com o primeiro que aparece, porque pode acabar em confusão. De preferência, é bom discutir com quem já é sabido que sabe discutir, ou melhor, debater um assunto.
Tão tá!
domingo, 13 de janeiro de 2008
O ano já começou ou vamos esperar o carnaval?
Escrito por
Vini Manfio
Dizem que naquela terra de ninguém chamada por muitos de brasil, o ano só começa depois do carnaval. Que seja então, vou pelo que diz o povo nesse texto. O fato é que o brasileiro gosta muito de feriado, de ficar sem trabalhar. Eu gosto também, mas não de 3 ou 4 dias seguidos de folga, parece que perco o ritmo com muita folga.
O fato é que se o ano começa depois do carnaval, então o ano não começou. Ou seja, estamos em 2008 mas 2008 não começou ainda. O povo tem cada uma também. Esse ano não participarei de um bloco de carnaval como no ano passado, pois meus amigos decidiram extinguir o "vucko-vucko na UTI" por variados motivos. Concordo. No carnaval ficarei em casa, lendo alguma coisa e tomando um bom Fruki, independentemente do sabor.
Quero distância do carnaval. Essa festa, muito popular naquela terra de ninguém(mau costume que alguns muitos nascidos nesse solo também pegaram), foi distorcida com o tempo. Lembro-me de um documentário de alguém que era ligado a festas de carnaval em alguma cidade de porte médio. Não lembro o nome da pessoa, a sua função e nem a cidade. Mas ele fez um documentário mostrando as diferenças entre as festas de carnaval que ele organizava e as atuais(2004). E diz também que só se afastou da organização dessa tão aclamada e bem-recebida festa popular porque viu que as pessoas, em sua maioria, iam para se estragar com bebidas e sexo sem proteção.
Bom, eu cuido da minha vida e cada um cuide da sua. Apenas escrevo aqui isso porque tenho vontade. Só que é cada vez pior, cada vez as coisas pioram nesta terra que é influenciada pela terra de ninguém.
O fato é que cansa ver propaganda de "não faça sexo sem camisinha" e "se beber não dirija". Todo carnaval é a mesma merda. Essas propagandas originarias de campanhas que não fazem muito efeito na cabeça das pessoas atualmente.
O carnaval que vá pro raio que o parta também. Não gosto de carnaval.
O meu ano só começa quando começam as minhas aulas, até lá, vou vivendo um período que não é nem o ano passado nem o ano atual, chamado FÉRIAS. E o teu ano, já começou?
O fato é que se o ano começa depois do carnaval, então o ano não começou. Ou seja, estamos em 2008 mas 2008 não começou ainda. O povo tem cada uma também. Esse ano não participarei de um bloco de carnaval como no ano passado, pois meus amigos decidiram extinguir o "vucko-vucko na UTI" por variados motivos. Concordo. No carnaval ficarei em casa, lendo alguma coisa e tomando um bom Fruki, independentemente do sabor.
Quero distância do carnaval. Essa festa, muito popular naquela terra de ninguém(mau costume que alguns muitos nascidos nesse solo também pegaram), foi distorcida com o tempo. Lembro-me de um documentário de alguém que era ligado a festas de carnaval em alguma cidade de porte médio. Não lembro o nome da pessoa, a sua função e nem a cidade. Mas ele fez um documentário mostrando as diferenças entre as festas de carnaval que ele organizava e as atuais(2004). E diz também que só se afastou da organização dessa tão aclamada e bem-recebida festa popular porque viu que as pessoas, em sua maioria, iam para se estragar com bebidas e sexo sem proteção.
Bom, eu cuido da minha vida e cada um cuide da sua. Apenas escrevo aqui isso porque tenho vontade. Só que é cada vez pior, cada vez as coisas pioram nesta terra que é influenciada pela terra de ninguém.
O fato é que cansa ver propaganda de "não faça sexo sem camisinha" e "se beber não dirija". Todo carnaval é a mesma merda. Essas propagandas originarias de campanhas que não fazem muito efeito na cabeça das pessoas atualmente.
O carnaval que vá pro raio que o parta também. Não gosto de carnaval.
O meu ano só começa quando começam as minhas aulas, até lá, vou vivendo um período que não é nem o ano passado nem o ano atual, chamado FÉRIAS. E o teu ano, já começou?
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Pensando, ou não, nas páginas em branco
Escrito por
Vini Manfio
É. Quase 400 posts aqui. Não farei uma contagem como fiz para o post 300, se é que fiz, porque realmente seria muito manjadamente patético. Mas sei lá. Com essa postagem sigo a minha meta, que tenho quase a certeza que não será cumprida, de postar uma coisa por dia. Ou seja, 365 ao final do ano. Droga, lembro-me agora que estamos em um ano bissexto, ou seja, são 366. Eu acho, porque essas coisas costumam variar conforme o presidente do país e conforme a cultura do povo do país, que não precisa ser necessariamente aquele cujo nome foi inspirado numa árvore.
Andava eu, sozinho, pelas ruas nas esquinas de qualquer lugar(...), sem pensar muito. Sim. Acho que uma das raras vezes onde não pensei muito enquanto caminhava sozinho pelas ruas nas esquinas de qualquer lugar. E como é estranho pensar nisso. Aí está a prova, é difícil mesmo eu não estar pensando. Eu penso enquanto escrevo. Penso enquanto falo. Penso enquanto durmo. Penso enquanto como. Penso enquanto ouço alguém falar alguma coisa. Penso enquanto jogo. Talvez por isso eu não seja diferenciado em nada do que faço. Não jogo nada muito bem, nem basquete e futebol, esportes físicos, por não ter habilidade, nem damas ou xadrez, esportes raciocinais(que exigem raciocínio), pois não tenho muita paciência para analisar o jogo e tentar achar e desenvolver uma tática boa para uma jogada mortal(um xeque-mate no xadrez).
Talvez seja apenas uma desculpa para a minha ineptidão(num sentido figurado, falta de habilidade) ou realidade? Não tenho a menor idéia da resposta, pois nesse momento penso em qual será a próxima música que ouvirei. Meu pai, diversas vezes em diversos dias, inclusive hoje, me perguntou qual profissão seguirei, qual faculdade farei. Disse, como em todas as outras vezes, que não sabia. E não sei mesmo. Até já escrevi, num passado não muito distante, que não sei para que lado eu vou. Me sinto psicológicamente perdido. Me sinto, pelo jogão de ontem, fisicamente cansado. Apenas espiritualmente me sinto realmente bem. O que nesse mundo não basta, mas no outro tenho a certeza que me ajudará.
Eu gosto de história porém..., gosto de geografia porém..., gosto de coisas relacionadas a tecnologia porém..., gostaria de ajudar as pessoas porém..., gosto de ler porém..., gosto de escrever porém... . Tudo têm um porém. E nesse caso não achei a exceção(lembrando que para toda regra há uma exceção). E acho que só saberei o que fazer no final do ano ou no começo do ano que vem quando conseguir achar essa exceção. Sim, quando eu achar alguma coisa que eu goste de fazer que não tenha um porém estarei escolhendo para que lado vou.
Ou não. Torna-se muito simples escrever o que se gosta, o que não se gosta, o que se deseja ou não. Mas quando a pessoa, no caso eu, nunca teve um grande sonho, profissionalmente falando, a coisa complica. O meu futuro está em branco. Tentarei escrevê-lo da melhor maneira possível, mas sei o quanto será difícil. Meus pais estarão comigo. Isso é bom. Meus amigos talvez estejam comigo. Isso também é bom. DEUS estará comigo... acho que nem preciso comentar o quanto isso é bom.
As páginas do livro estão em branco. Usarei uma caneta bic de ponta grossa para escrever naquelas tão importantes páginas. Não é merchandeising, apenas uma brincadeira. Tiração com relação aquele texto paranóico que postei há tempos.
Tão tá...
Andava eu, sozinho, pelas ruas nas esquinas de qualquer lugar(...), sem pensar muito. Sim. Acho que uma das raras vezes onde não pensei muito enquanto caminhava sozinho pelas ruas nas esquinas de qualquer lugar. E como é estranho pensar nisso. Aí está a prova, é difícil mesmo eu não estar pensando. Eu penso enquanto escrevo. Penso enquanto falo. Penso enquanto durmo. Penso enquanto como. Penso enquanto ouço alguém falar alguma coisa. Penso enquanto jogo. Talvez por isso eu não seja diferenciado em nada do que faço. Não jogo nada muito bem, nem basquete e futebol, esportes físicos, por não ter habilidade, nem damas ou xadrez, esportes raciocinais(que exigem raciocínio), pois não tenho muita paciência para analisar o jogo e tentar achar e desenvolver uma tática boa para uma jogada mortal(um xeque-mate no xadrez).
Talvez seja apenas uma desculpa para a minha ineptidão(num sentido figurado, falta de habilidade) ou realidade? Não tenho a menor idéia da resposta, pois nesse momento penso em qual será a próxima música que ouvirei. Meu pai, diversas vezes em diversos dias, inclusive hoje, me perguntou qual profissão seguirei, qual faculdade farei. Disse, como em todas as outras vezes, que não sabia. E não sei mesmo. Até já escrevi, num passado não muito distante, que não sei para que lado eu vou. Me sinto psicológicamente perdido. Me sinto, pelo jogão de ontem, fisicamente cansado. Apenas espiritualmente me sinto realmente bem. O que nesse mundo não basta, mas no outro tenho a certeza que me ajudará.
Eu gosto de história porém..., gosto de geografia porém..., gosto de coisas relacionadas a tecnologia porém..., gostaria de ajudar as pessoas porém..., gosto de ler porém..., gosto de escrever porém... . Tudo têm um porém. E nesse caso não achei a exceção(lembrando que para toda regra há uma exceção). E acho que só saberei o que fazer no final do ano ou no começo do ano que vem quando conseguir achar essa exceção. Sim, quando eu achar alguma coisa que eu goste de fazer que não tenha um porém estarei escolhendo para que lado vou.
Ou não. Torna-se muito simples escrever o que se gosta, o que não se gosta, o que se deseja ou não. Mas quando a pessoa, no caso eu, nunca teve um grande sonho, profissionalmente falando, a coisa complica. O meu futuro está em branco. Tentarei escrevê-lo da melhor maneira possível, mas sei o quanto será difícil. Meus pais estarão comigo. Isso é bom. Meus amigos talvez estejam comigo. Isso também é bom. DEUS estará comigo... acho que nem preciso comentar o quanto isso é bom.
As páginas do livro estão em branco. Usarei uma caneta bic de ponta grossa para escrever naquelas tão importantes páginas. Não é merchandeising, apenas uma brincadeira. Tiração com relação aquele texto paranóico que postei há tempos.
Tão tá...
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