Todos os que lêem este blog devem lembrar-se, ao ler o título, em Batman e Robin(desconsiderando a possibilidade levantada por alguém algum dia de que eles seriam gays). Mas não é sobre eles o post. Nem sobre outras duplas dinâmicas, ou quase, famosas, ou não.
Falo isso porque eu tenho a certeza de que hoje eu não tenho um parceiro para formar uma dupla dinâmica. O Ricardo é o meu amigo há mais tempo, mas tenho muitos outros amigos que são tão meus amigos quanto o Ricardo. E eu falo de amizade mesmo, não de banalização à la normais.
Acho que essa de "melhores amigos" é muito exposta em filmes. Sempre o mocinho ou herói da história tem um melhor amigo. Claro que há exceções, mas são poucas. Essa do melhores amigos ou amigas é bem exposta em filmes. Só que chega um momento em que você pode escolher ter um amigo, que está sempre do seu lado, até para descascar uma bergamota e para fazer batida de banana. Amigo que conhece as gurias que passaram pela sua vida às vezes melhor do que você.
Há pessoas que buscam esse amigo(as gurias que lerem esse texto passem os termos masculinos para o feminino, porque é chato ter que colocar (a) após as palavras) a todo custo e só não falo mais sobre isso porque já escrevi um texto sobre isso(paralê-lo clique aqui, ou em qualquer parte dentro dos parênteses).
Mas eu acho que... é melhor não ter um amigo como esse. Tá certo que em alguns momentos é legal, digo isso porque já tive o meu melhor amigo, mas tem momentos em que você acaba se prendendo muito a aquela amizade. Sim, você acaba sentindo-se na obrigação de estar ao lado do seu melhor amigo e ele sente a mesma obrigação. O que acaba, com o tempo, tornando a amizade uma simples obrigação. E aí, deixa de ser amizade.
É fácil você pensar nos seus amigos e quem considera um como o seu melhor amigo, deve pensar se é uma amizade mesmo ou virou algo meio que... apenas obrigação. Não que não possa haver um melhor amigo, mas digo por experiência que isso acaba às vezes prejudicando.
Há um limite para o "estar junto" entre amigos. O limite é quando um dos dois perde um pouco da privacidade. E quando não há mais espontaneidade, é melhor achar uma maneira de melhorar as coisas, ou como dizem, voltar aos velhos tempos.
Não lembro quem, mas uma vez li que amigos são a família que DEUS nos permitiu escolher. Hoje vejo que, passado o meu tempo de normal, meu amigo Ricardo talvez seja a melhor recordação. Não digo amigos para sempre, porque essa droga chamada "para sempre", sempre acabe, mas, amizade que nem a que tenho com a gurizada do PL, é até a morte. E não adianta. Mesmo que amigo que é amigo, sacaneie, no bom sentido(hehehe, ninguém vai entender).
Abraços!
Ah, melhor amigo? Só se for Jesus Cristo. Mas ele não conta, porque ele tá acima de todos.
Agora sim, fui.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Indefinido
Escrito por
Vini Manfio
Por vezes penso o que farei no futuro. Mas não estou indeciso entre duas faculdades, realmente não sei o que vou fazer. Eu gosto de escrever textos(mesmos que eles não gostem de ser escritos por mim), mas tenho facilidade com contas(apesar de não ter uma boa memória para fórmulas). Acho interessante a biologia, mas não entendo patota alguma. Odeio gramática(isso vem contra o gostar de escrever textos). Geografia era a minha favorita, mas gosto apenas de estudar países, culturas. Então eu teria que fazer história. Só que acho a história do brasil um lixo só.
Tenho muitas teorias sobre o que farei no futuro. Uma delas é que eu terei a grande felicidade de ganhar na loteria e assim teria mais tempo para pensar em qual faculdade fazer. Só que o meu racional realista me impede de levar esse plano a sério.
Outra possibilidade é como digo, se não sobrar outra coisa fazer engenharia civil, como papai. Só que eu não gosto muito de física, isso não ajudaria muito. Mas em todos os casos essa é a última opção cabível.
Uma senhora, ao ouvir a minha simples leitura em uma missa de terça(na Cripta, às 18:15, toda terça coordenada pelo CLJ, na verdade por eu, Diogo e os poucos que vão no folclore), falou que eu deveria ser jornalista. Hehehe, eu apenas sorri, porque não acho que jornalista seja um futuro para mim.
Outra pessoa me disse que eu poderia ser psicólogo, porque sempre dou conselhos, mas... eu mais uma vez ri, até porque não acho que sou alguém que tenha uma tendência a fazer psicologia.
Acharia legal ser professor, mas não tenho a, digamos, "vocação", até porque, não tenho muita paciência para ficar ensinando a mesma coisa durante um bom tempo.
Acho que nem ELE sabe o que farei.
E essa indefinição fica até o ano que vem. Até lá, continuo escrevendo no blog. Abraços! Vou tentar estudar um pouco após lavar a louça.
Tenho muitas teorias sobre o que farei no futuro. Uma delas é que eu terei a grande felicidade de ganhar na loteria e assim teria mais tempo para pensar em qual faculdade fazer. Só que o meu racional realista me impede de levar esse plano a sério.
Outra possibilidade é como digo, se não sobrar outra coisa fazer engenharia civil, como papai. Só que eu não gosto muito de física, isso não ajudaria muito. Mas em todos os casos essa é a última opção cabível.
Uma senhora, ao ouvir a minha simples leitura em uma missa de terça(na Cripta, às 18:15, toda terça coordenada pelo CLJ, na verdade por eu, Diogo e os poucos que vão no folclore), falou que eu deveria ser jornalista. Hehehe, eu apenas sorri, porque não acho que jornalista seja um futuro para mim.
Outra pessoa me disse que eu poderia ser psicólogo, porque sempre dou conselhos, mas... eu mais uma vez ri, até porque não acho que sou alguém que tenha uma tendência a fazer psicologia.
Acharia legal ser professor, mas não tenho a, digamos, "vocação", até porque, não tenho muita paciência para ficar ensinando a mesma coisa durante um bom tempo.
Acho que nem ELE sabe o que farei.
E essa indefinição fica até o ano que vem. Até lá, continuo escrevendo no blog. Abraços! Vou tentar estudar um pouco após lavar a louça.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
A importância dos desimportantes
Escrito por
Vini Manfio
Há coisas que de tão irritantes, mas de tão irritantes mesmo, sob uma análise(que é diferente de síntese) não muito profunda, tornam-se engraçadas. Agora sim é que eu tive como escrever sobre isso, porque tive um exemplo engraçado.
Não importa quem, não importa quando(na verdade eu acabei de dizer que foi hoje), mas o principal, não importa quem(essa pessoa lia o blog, mas não lê mais), o fato é que pessoas que se acham importantes, não são nada, digo mais, apenas para completar o meu tom sarcástico(que talvez não possa ser percebido no texto), não são ninguém. Além deles mesmos eles não são ninguém.
Eu concordo plenamente que muitas são as pessoas que quando não estão presentes ou se ausentam por alguns dias, fazem falta. Digo por mim mesmo, minha irmã mora longe, mas sinto saudade de tirar com a cara dela. Mas meus amigos fazem falta(até o meu primo, quando tenho vontade de espancar alguém, faz falta). Sim, meus amigos e minha família fazem falta, mas eles não ficam se achando importantes por isso, mesmo eu dizendo que eles fazem falta.
Pessoas que se acham importantes são engraçadas porque elas sempre falam, agem, etc..., com aquele tom de, como direi... importância!(hehehe). Aquele tom egocêntrico, que muitas vezes foi copiado dos estadunidenses(é...) através de filmes e seriados, bom, principalmente filmes.
Esse tom egocêntrico irrita, e como, muito no começo. Até porque uma hora acostuma, para alguns ao ponto de esse defeito passar despercebido(desapercebido é desprevenido, só para constar). Mas geralmente pessoas egocêntricas fazem de tudo para mostrar que são egocêntricas.
Plaiboizinhos e patricinhas são egocêntricos, julgam-se bons demais para o lugar onde moram, onde estudam, onde comem, alguns(e eu conheço alguns) julgam-se bons demais para suas famílias(pior que é sério isso)! Ridículos... mas tudo bem, o que pode se esperar de normais.
Mas não é exclusividade de pbz's/ptc's(plaiboizinhos e patricinhas em siglas recém criadas por mim) falar e demonstrar que acham-se importantes e/ou superiores. Muitas pessoas fazem isso porque querem atenção. Mas que nada.
Acho que é engraçado porque daí você pode dizer que essa pessoa não é nada. Mas diga isso apenas uma vez e para alguém que mereça ouvir isso, porque senão é você que acaba sendo tachado de "o importante", ou seja, você passa a ser igual à aqueles que critica.
Abraços!
Não importa quem, não importa quando(na verdade eu acabei de dizer que foi hoje), mas o principal, não importa quem(essa pessoa lia o blog, mas não lê mais), o fato é que pessoas que se acham importantes, não são nada, digo mais, apenas para completar o meu tom sarcástico(que talvez não possa ser percebido no texto), não são ninguém. Além deles mesmos eles não são ninguém.
Eu concordo plenamente que muitas são as pessoas que quando não estão presentes ou se ausentam por alguns dias, fazem falta. Digo por mim mesmo, minha irmã mora longe, mas sinto saudade de tirar com a cara dela. Mas meus amigos fazem falta(até o meu primo, quando tenho vontade de espancar alguém, faz falta). Sim, meus amigos e minha família fazem falta, mas eles não ficam se achando importantes por isso, mesmo eu dizendo que eles fazem falta.
Pessoas que se acham importantes são engraçadas porque elas sempre falam, agem, etc..., com aquele tom de, como direi... importância!(hehehe). Aquele tom egocêntrico, que muitas vezes foi copiado dos estadunidenses(é...) através de filmes e seriados, bom, principalmente filmes.
Esse tom egocêntrico irrita, e como, muito no começo. Até porque uma hora acostuma, para alguns ao ponto de esse defeito passar despercebido(desapercebido é desprevenido, só para constar). Mas geralmente pessoas egocêntricas fazem de tudo para mostrar que são egocêntricas.
Plaiboizinhos e patricinhas são egocêntricos, julgam-se bons demais para o lugar onde moram, onde estudam, onde comem, alguns(e eu conheço alguns) julgam-se bons demais para suas famílias(pior que é sério isso)! Ridículos... mas tudo bem, o que pode se esperar de normais.
Mas não é exclusividade de pbz's/ptc's(plaiboizinhos e patricinhas em siglas recém criadas por mim) falar e demonstrar que acham-se importantes e/ou superiores. Muitas pessoas fazem isso porque querem atenção. Mas que nada.
Acho que é engraçado porque daí você pode dizer que essa pessoa não é nada. Mas diga isso apenas uma vez e para alguém que mereça ouvir isso, porque senão é você que acaba sendo tachado de "o importante", ou seja, você passa a ser igual à aqueles que critica.
Abraços!
domingo, 4 de novembro de 2007
Acho que é apenas uma reflexão
Escrito por
Vini Manfio
Ainda não pensei em um título, então voltei a rotina de escrever no blog. Há algum tempo eu preciso escrever algo que... tenha a ver comigo. É estranho mas não gostei da maioria dos meus últimos textos. Eu penso mas não tenho aquele ímpeto de escrever aqui.
Ontem o dia foi massa, o PL cheio de tosquisses(me vem a dúvida de se é com dois ''s'' ou com "c", mas tudo bem), muito Fruki bebido, conversas baguais e tiração com os Coragem(ninguém mandou eles mentirem para o resto da gurizada).
Mas voltando do carlinhos, onde fui após a missa apenas porque o Miguel e o Tunder estavam lá, pois não comi nada, acabei pensando bastante, algo que eu não fazia há algum tempo. Eu não me lembro qual foi a última vez em que pensei tanto como hoje.
Aquele vento... eu de manga curta, princípio de gripe, tosse, pois é... Aquilo me fez pensar. Não sei porque mas foi legal.
Acabei refletindo um pouco sobre alguns dos meus problemas. Mas não os citarei. Apenas comento que... cheguei a conclusão de que preciso usar os meus problemas como aliados na luta, mesmo que essa seja por nada, porque se eu acabar apenas irritando-me com os meus problemas, nunca os resolverei.
Um dos meus defeitos é a precipitação em alguns momentos(inclusive ontem no Truco, né Diogo), o que faz que eu haja impulsivamente em muitas situações. O que me prejudica. Mas eu acabei refletindo que essa precipitação, ou impulsividade(hehehe) pode me ajudar. Por exemplo, em momentos de dificuldade, onde se exige respostas rápidas, eu acabo me saindo melhor do que outras pessoas, apesar de as respostas nem sempre serem as melhores, mas como eu digo depois disso, o importante, é fazer!
Todos os problemas devem ser encarados dessa maneira. Não pensando naquela frase que os amigos gostam de dizer, para os que estão em uma situação difícil, o tal "pense positivo", mas sim tentar usar aquele problema, aquele defeito, aquele erro ao seu favor.
Uma das coisas dos meus tempos de normal que eu ainda guardo... bom, pensando bem, única não sei, mas é a mais importante, é o agir racionalmente. Geralmente quem age somente pensando nos sentimentos, "no que diz o coração"(reparem nas aspas), acaba levando tombos muito feios.(lembrando que os "a cada dia um recomeço" mostram que eu sei do que estou falando)
Antes que me critiquem por "me auto desmentir", digo que agir emocionlamente é bem diferente de agir precipitadamente. Apenas pelo fato de os precipitados, muitas vezes nem saberem o motivo do que estão fazendo ou fazerem apenas por acharem que é o melhor para o momento.
Mas usar a razão para resolver os problemas é a melhor saída porque só assim você pode usar os seus problemas ao seu favor. Só pensando você faz coisas que após uma reflexão percebe que não faria se tivesse agido usando emoções.
Cansei. Apenas acho que os impulsivos devem tomar cuidado com o que falam e fazem, tentando sempre usar a razão antes de fazer algo. E para os emocionais... bom, não tenho nada a dizer. Até porque não saberia qual conselho.
Mais um texto ruim. Mas que nada.
Ontem o dia foi massa, o PL cheio de tosquisses(me vem a dúvida de se é com dois ''s'' ou com "c", mas tudo bem), muito Fruki bebido, conversas baguais e tiração com os Coragem(ninguém mandou eles mentirem para o resto da gurizada).
Mas voltando do carlinhos, onde fui após a missa apenas porque o Miguel e o Tunder estavam lá, pois não comi nada, acabei pensando bastante, algo que eu não fazia há algum tempo. Eu não me lembro qual foi a última vez em que pensei tanto como hoje.
Aquele vento... eu de manga curta, princípio de gripe, tosse, pois é... Aquilo me fez pensar. Não sei porque mas foi legal.
Acabei refletindo um pouco sobre alguns dos meus problemas. Mas não os citarei. Apenas comento que... cheguei a conclusão de que preciso usar os meus problemas como aliados na luta, mesmo que essa seja por nada, porque se eu acabar apenas irritando-me com os meus problemas, nunca os resolverei.
Um dos meus defeitos é a precipitação em alguns momentos(inclusive ontem no Truco, né Diogo), o que faz que eu haja impulsivamente em muitas situações. O que me prejudica. Mas eu acabei refletindo que essa precipitação, ou impulsividade(hehehe) pode me ajudar. Por exemplo, em momentos de dificuldade, onde se exige respostas rápidas, eu acabo me saindo melhor do que outras pessoas, apesar de as respostas nem sempre serem as melhores, mas como eu digo depois disso, o importante, é fazer!
Todos os problemas devem ser encarados dessa maneira. Não pensando naquela frase que os amigos gostam de dizer, para os que estão em uma situação difícil, o tal "pense positivo", mas sim tentar usar aquele problema, aquele defeito, aquele erro ao seu favor.
Uma das coisas dos meus tempos de normal que eu ainda guardo... bom, pensando bem, única não sei, mas é a mais importante, é o agir racionalmente. Geralmente quem age somente pensando nos sentimentos, "no que diz o coração"(reparem nas aspas), acaba levando tombos muito feios.(lembrando que os "a cada dia um recomeço" mostram que eu sei do que estou falando)
Antes que me critiquem por "me auto desmentir", digo que agir emocionlamente é bem diferente de agir precipitadamente. Apenas pelo fato de os precipitados, muitas vezes nem saberem o motivo do que estão fazendo ou fazerem apenas por acharem que é o melhor para o momento.
Mas usar a razão para resolver os problemas é a melhor saída porque só assim você pode usar os seus problemas ao seu favor. Só pensando você faz coisas que após uma reflexão percebe que não faria se tivesse agido usando emoções.
Cansei. Apenas acho que os impulsivos devem tomar cuidado com o que falam e fazem, tentando sempre usar a razão antes de fazer algo. E para os emocionais... bom, não tenho nada a dizer. Até porque não saberia qual conselho.
Mais um texto ruim. Mas que nada.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Porque não é assim?
Escrito por
Vini Manfio
Pela primeira vez na história do blog coloquei um título e os marcadores antes do próprio texto. Melhor assim? Não sei, acho que não muda nada.
Mas o fato é que o Mestre dos Magos, um gaudério participativo no blog, me mandou uma mensagem, só que não sei se ele ainda lembra dela. Apesar de eu tê-la visto recentemente. Bom, a mensagem, num resumo, prova que amar não é fácil.
Alguém disse uma vez e um boato foi espalhado de que amar era fácil. E esse boato se espalhou e foi ganhando consistência(não me perguntem como, não fui eu quem deu essa consistência) e ganhou o mundo. E essa foi uma frase que de tanto ser dita acabou tornando-se verdade, concordo com aquela mensagem, uma falsa verdade.
(os trechos à seguir são baseados na mensagem)
Se amar fosse fácil não existiriam guerras e brigas, etc... mas acho que ao pararmos para pensar nisso por alguns segundos, essa seria a primeira coisa que viria em nossas mentes. Mas amar não é fácil. Se fosse fácil, o Bush em vez de tentar roubar petróleo do Iraque, simplesmente mandaria um buquê de rosas para o já morto Sadam Hussein, que por sua vez, não torturaria e mataria as pessoas de seu país e ao invés de construir uma estátua em sua homenagem, construiria uma estátua de um coração com a bandeira do Iraque no meio(meio chapada essa idéia).
Mas tirando os "avoamentos"(entre aspas pela inexistência dessa palavra, não pelo copiamento da mesma de outro lugar ou pela tentativa de usar em um pseudo-sentido(usei o pseudo inspirado em um comentário)), acho que se o amor realmente fosse um sentimento fácil, tanto no sentido de amar quanto no de ser amado, muitas coisas seriam diferentes. Talvez o dinheiro ficasse em segundo plano e o que realmente importaria seria como as pessoas são.
Que legal seria um mundo sem normais, sem falsidade, sem futilidade, sem arrogância, sem muitas outras coisas não citadas. Seria um daqueles mundos de sonho de protagonista de filme, onde um jardim florido, onde você passa pulando por cima das flores, que lhe dão sustentação para que fiques no ar. Poderia ser até como nos Simpsons, onde em um episódio(um dos mais baguau na minha opinião), o Homer tira a costela do porco e come, sendo que o porquinho pede se ele não quer mais. Mas tudo isso é fantasia(principalmente a última parte onde fala de arrancar a costela do porco... pulem para o próximo parágrafo).
Se amar fosse fácil... as coisas seriam diferentes, mas creio que isso seja quase impossível. Quase impossível que as pessoas tomem consciência da importância do ser humano por si só. As pessoas pensam muito e acabam por vezes, endeusando objetos, endeusando pessoas que elas nem conhecem, apenas pela aparência e acabam endeusando o dinheiro, como se esse fosse o gerador da felicidade.
O sono me impede de escrever algo mais mas, um mundo sem normais... não teria graça. Contra quem eu lutaria? Hehehe.
Mas tudo bem. Valeu pela mensagem Mestre dos Magos.
Mas o fato é que o Mestre dos Magos, um gaudério participativo no blog, me mandou uma mensagem, só que não sei se ele ainda lembra dela. Apesar de eu tê-la visto recentemente. Bom, a mensagem, num resumo, prova que amar não é fácil.
Alguém disse uma vez e um boato foi espalhado de que amar era fácil. E esse boato se espalhou e foi ganhando consistência(não me perguntem como, não fui eu quem deu essa consistência) e ganhou o mundo. E essa foi uma frase que de tanto ser dita acabou tornando-se verdade, concordo com aquela mensagem, uma falsa verdade.
(os trechos à seguir são baseados na mensagem)
Se amar fosse fácil não existiriam guerras e brigas, etc... mas acho que ao pararmos para pensar nisso por alguns segundos, essa seria a primeira coisa que viria em nossas mentes. Mas amar não é fácil. Se fosse fácil, o Bush em vez de tentar roubar petróleo do Iraque, simplesmente mandaria um buquê de rosas para o já morto Sadam Hussein, que por sua vez, não torturaria e mataria as pessoas de seu país e ao invés de construir uma estátua em sua homenagem, construiria uma estátua de um coração com a bandeira do Iraque no meio(meio chapada essa idéia).
Mas tirando os "avoamentos"(entre aspas pela inexistência dessa palavra, não pelo copiamento da mesma de outro lugar ou pela tentativa de usar em um pseudo-sentido(usei o pseudo inspirado em um comentário)), acho que se o amor realmente fosse um sentimento fácil, tanto no sentido de amar quanto no de ser amado, muitas coisas seriam diferentes. Talvez o dinheiro ficasse em segundo plano e o que realmente importaria seria como as pessoas são.
Que legal seria um mundo sem normais, sem falsidade, sem futilidade, sem arrogância, sem muitas outras coisas não citadas. Seria um daqueles mundos de sonho de protagonista de filme, onde um jardim florido, onde você passa pulando por cima das flores, que lhe dão sustentação para que fiques no ar. Poderia ser até como nos Simpsons, onde em um episódio(um dos mais baguau na minha opinião), o Homer tira a costela do porco e come, sendo que o porquinho pede se ele não quer mais. Mas tudo isso é fantasia(principalmente a última parte onde fala de arrancar a costela do porco... pulem para o próximo parágrafo).
Se amar fosse fácil... as coisas seriam diferentes, mas creio que isso seja quase impossível. Quase impossível que as pessoas tomem consciência da importância do ser humano por si só. As pessoas pensam muito e acabam por vezes, endeusando objetos, endeusando pessoas que elas nem conhecem, apenas pela aparência e acabam endeusando o dinheiro, como se esse fosse o gerador da felicidade.
O sono me impede de escrever algo mais mas, um mundo sem normais... não teria graça. Contra quem eu lutaria? Hehehe.
Mas tudo bem. Valeu pela mensagem Mestre dos Magos.
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